Globo Esportes

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A tradição histórica do futebol mundial aponta que América do Sul e Europa são os dois grandes polos do esporte em todo o planeta – por isso, em qualquer competição, seja a nível de clubes ou de seleções, as equipes dos dois continentes costumam chegar com o peso do favoritismo. E não é diferente na Copa das Confederações deste ano. A análise é simples: se de um lado está o campeão da Copa América e do outro, o da Eurocopa, pensa-se em um duelo digno de uma decisão, mesmo quando ele acontece em uma fase anterior, como no caso da semifinal entre Chile e Portugal, nesta quarta-feira, às 15h (de Brasília).

O clima para o confronto na Arena Kazan é de final antecipada. Isso porque a Alemanha, que classificou-se para o torneio na vaga de atual campeã mundial, preferiu enviar um time composto por jovens à Rússia, diminuindo um pouco da badalação ao seu redor. Desta forma, os dois campeões dos principais torneios continentais do mundo chegaram ao país como grandes candidatos a um título que seria inédito para ambos, e acabaram se cruzando antes de uma decisão por conta de um tropeço do Chile diante da Austrália, na rodada final do grupo B, no qual ficou na segunda colocação. Portugal, por sua vez, fez o esperado e passou como líder da chave A.