Globo Esportes

A derrota por 1 a 0 para a Universidad de Chile, terça-feira, em São Januário, foi um duro golpe nos planos do Vasco na Libertadores. Em um grupo com rivais tão complicados, era fundamental ter conseguido a vitória em casa sobre os chilenos, mas em campo a equipe cruz-maltina ficou longe de merecer alcançar o objetivo. Foram erros antigos que tornaram o time inofensivo, apesar do empurrão da torcida na arquibancada.

Havia o temor de que os oito casos de virose no elenco pudessem ter algum prejuízo direto no desempenho. O principal efeito foi o fato de Wagner ter sido substituído após se sentir mal e apresentar febre. Paulinho, que chegou a ir ao hospital para fazer exames na segunda, começou no banco e entrou em seu lugar na segunda etapa. Não é possível, portanto, colocar a culpa da derrota nos percalços médicos.

– Não é desculpa. Não foi determinante na partida – afirmou Zé Ricardo.

Com os resultados da rodada, o Gigante da Colina fica em terceiro no Grupo 5, à frente apenas do Cruzeiro, que perdeu de 4 a 2 para o Racing na semana passada. A equipe argentina lidera, seguida da La U. O Vasco volta a campo pela Liberta no dia 4 de abril, contra o Cruzeiro, em Minas.