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A Confederação Brasileira de Futebol registrou uma receita recorde que beirou uma quantia bilionária, conforme está publicado em seu balanço. O valor é de R$ 957,001 milhões.

Em relação aos últimos dez anos, a entidade teve um crescimento de 264%. No período, a maior marca até então havia sido registrada em 2018, com R$ 668 milhões.

O exercício de 2019 ainda fechou com um superávit de R$ 190,111 milhões.

A principal fonte de renda foram os patrocínios, responsáveis por mais de um terço do valor total: R$ 346,068 milhões. Na sequência aparece ‘direito de transmissão e comerciais’, com R$ 251,316 milhões.

Completa o pódio os R$ 203,269 milhões do legado da Copa. Aliás, este é um ponto impactante para a quantia recorde, uma vez que o dinheiro estava bloqueado pelas denúncias de corrupção e foi liberado no ano passado.

Já em relação aos custos, estes totalizaram R$ 418,926 milhões, sendo R$ 107,071 milhões com a seleção brasileira principal. Para as seleções de base e femininas, o valor foi de R$ 61,415. Além disso, foram R$ 250,440 milhões em ‘contribuição ao fomento do futebol nos estados e competições’.