Epoca

O advogado Sérgio Queiroz pousou às 22h da noite desta terça-feira em Porto Alegre, depois de meses morando em Assunção liderando a defesa de Ronaldinho Gaúcho e de seu irmão Roberto Assis da acusação de uso de documento falso. Entre exausto e aliviado, Queiroz decidiu revelar os bastidores do processo do ídolo brasileiro, que deixou o Paraguai com um forte sentimento de que foi injustiçado.

“Ronaldo foi a vítima. Ele foi usado como cortina de fumaça pelas autoridades paraguaias para encobrir algo maior”, afirmou Queiroz à coluna, em uma entrevista exclusiva.

Disse mais: os documentos adulterados foram produzidos pelo próprio governo paraguaio. E afirma que Ronaldinho foi coagido e abordado por intermediários que pediram até US$ 1 milhão para acabar com o processo.