Por gramado, seleção tenta tirar mata-mata da Copa América do Engenhão
Uol

A seleção brasileira ensaia um lobby para tentar tirar do Nilton Santos as quartas de final da Copa América. A justificativa? O gramado. Para o estafe da seleção, saindo de Goiânia depois da última rodada da fase de grupos, qualquer outro destino seria bom, desde que não fosse o estádio do Rio, criticado pela má qualidade de terreno.
A ideia ainda não chegou oficialmente à organização da Copa América. De todo modo, quem toma as decisões sobre o torneio vê como inviável essa manobra. E cita alguns motivos: quando o contrato com um estádio é assinado, já se estipula o valor por um determinado número de jogos, por uma duração específica de dias. Além disso, mudar um jogo de local envolve não só a logística das seleções, mas de todo staff da Conmebol, TV, etc. No contexto geral, levar a transferência do jogo adiante seria um favorecimento ao país anfitrião, que inicialmente conseguiu a benesse de traçar o caminho do líder do Grupo B com menos deslocamentos que os demais.









