Governo prepara mudanças na lei para Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil
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O Governo Federal iniciou as discussões sobre alterações temporárias na legislação para viabilizar a realização da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil. Segundo o Estadão, as principais mudanças devem incluir a adoção de preço dinâmico na venda de ingressos, férias escolares e feriados nacionais nos dias de jogos da Seleção Brasileira.
A nova Lei Geral da Copa busca garantir o cumprimento das promessas feitas pelo Brasil à Fifa durante o processo de candidatura, incluindo medidas de segurança que envolvem a União, os Estados e o Distrito Federal.
Entre os pontos mais polêmicos está a autorização para o uso do preço dinâmico na comercialização de ingressos. Embora a prática seja proibida pela Lei Geral do Esporte, a minuta do projeto de lei elaborada pela Casa Civil prevê que a Fifa poderá adotar esse modelo, informando o valor final ao torcedor no momento da compra. A estratégia já foi utilizada pela entidade na Copa do Mundo de Clubes nos Estados Unidos, com redução de preços em partidas de menor demanda.
O texto também estabelece um regime de exceção para a Fifa, liberando a entidade e seus parceiros comerciais de restrições legais relacionadas à publicidade e à exploração comercial de produtos e serviços, incluindo bebidas alcoólicas, nos locais oficiais do torneio.
Outro ponto em debate é a criação da “Bolsa Pioneiras”, um benefício de até R$ 8,1 mil que seria pago pelo INSS a ex-jogadoras da Seleção Brasileira que participaram do Torneio Experimental da China em 1988. O objetivo é reconhecer e complementar a renda de atletas como Sissi, Suzana, Cebola, Roseli, Pelezinha, Fanta e Mariléia dos Santos, a “Michael Jackson”, atual diretora de Políticas de Futebol e Promoção do Futebol Feminino do Ministério do Esporte.









