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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu as principais metas da Seleção Brasileira para o ciclo da Copa do Mundo de 2030. Durante uma reunião de planejamento realizada na última terça-feira (14), a entidade estabeleceu como objetivos a conquista da Copa América de 2028 e o primeiro lugar nas Eliminatórias Sul-Americanas para o próximo Mundial.

O encontro foi liderado pelo presidente da CBF, Samir Xaud, e reuniu vice-presidentes, diretores da entidade e presidentes das federações estaduais. A reunião também serviu para apresentar um balanço do primeiro ano da atual gestão, além de detalhar o planejamento das seleções masculina e feminina para os próximos ciclos.

Após a eliminação do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo, Xaud afirmou que a entidade já voltou as atenções para os próximos desafios.

“Claro que esperávamos um resultado mais positivo (na Copa do Mundo Masculina), mas é importante mostrar tudo o que está acontecendo: o trabalho que vem sendo realizado na base, com integração entre as categorias, tanto no masculino como no feminino. Então o trabalho não para, é contínuo. Viramos uma página e agora voltamos o foco para o Mundial Feminino, além do ciclo para 2030”, disse o presidente, em nota divulgada pela CBF.

Balanço da preparação da Seleção
Durante a reunião, o coordenador executivo das Seleções Masculinas, Rodrigo Caetano, apresentou um relatório sobre o trabalho realizado desde a chegada do técnico Carlo Ancelotti ao comando da equipe até a disputa da última Copa do Mundo.

Segundo a CBF, o planejamento da comissão técnica priorizou amistosos contra seleções de diferentes estilos de jogo para ampliar a preparação da equipe antes do Mundial. “O coordenador executivo mostrou como o planejamento compreendeu a escolha de adversários de alto nível e de diferentes escolas do futebol mundial”, destacou a entidade.

A CBF também reforçou a integração entre as categorias de base e a Seleção principal como um dos pilares do projeto. De acordo com o balanço apresentado, 23 dos 26 jogadores convocados para a última Copa do Mundo passaram pelas seleções de base, enquanto a atual gestão ampliou o número de partidas disputadas pelas categorias inferiores.