:: ‘Campeonato Brasileiro’
Oeste vence, deixa a zona de rebaixamento e rebaixa o Vila Nova
Uol

O Vila Nova está rebaixado para a Série C do Campeonato Brasileiro. Com a vitória do Oeste por 1 a 0 nesta sexta-feira, no Serra Dourada, pela 35ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, a equipe goiana não tem mais chances matemáticas de evitar o descenso.
O time paulista, que marcou o único gol da partida com Cristiano, deixou momentaneamente as últimas posições.
A equipe chegou aos 42 pontos e precisa torcer contra Bragantino e Icasa no decorrer da rodada. Os outros jogos acontecem no sábado.
Em papéis inversos, Flu e Bota travam duelo visto como crucial por G-4 e Z-4
Globo Esportes

Fluminense e Botafogo esperam muita coisa deste sábado à noite. Vencer o clássico de 19h30 (de Brasília) significa se manter no páreo pelo objetivo de cada um na reta final do Campeonato Brasileiro. A ambição tricolor de conquistar uma vaga na Libertadores passa muito pelos três pontos, distância que seus concorrentes diretos têm de vantagem – a equipe de Cristóvão Borges pode até voltar ao G-4 nesta rodada em caso de uma combinação de resultados. Já o alvinegro, estacionado na zona de rebaixamento há nove rodadas, sequer tem chance de sair do Z-4 no fim de semana, já que Vitória e Chapecoense fazem um confronto direto. Mas tenta respirar o ar rarefeito de esperança – segundo o matemático Tristão Garcia, o risco de degola do time de Vagner Mancini é de 81%. Um deles, porém, vai ter sua meta de salvar o ano mais distante com uma nova derrota a quatro rodadas do fim. Ou os dois, caso aconteça um empate, que seria ruim a ambos os lados.
E os protagonistas do clássico vovô se reencontram nas rodadas finais do Brasileiro em papéis invertidos em relação ao ano passado. Na mesma 34ª, em 2013, o Botafogo era o quinto colocado, lutava por uma vaga na Libertadores, o que acabou se concretizando. Já o Fluminense estava em 16º, a uma posição da degola. Acabou rebaixado, mas se livrou da queda com a perda de pontos da Portuguesa pela escalação de Héverton de forma irregular.
Lanterna Criciúma recebe o embalado Grêmio no Heriberto Hülse
Gazeta Esportiva

O duelo deste sábado, às 19h30 (horário de Brasília), no Heriberto Hülse, reunirá dois lados que vivem fases completamente opostas. De um lado, o Criciúma, lanterna do Brasileirão, com apenas 30 pontos e que vem de cinco derrotas consecutivas nas últimas rodadas. De outro, o Grêmio, 3º colocado por aproveitamento, com 57 pontos, embalado após golear o rival Internacional por 4 a 1 no último domingo. A única coincidência no confronto é a necessidade de vitória, imperiosa para ambos os lados.
O duelo é especial também para Luiz Felipe Scolari. Maior técnico da história do Grêmio, Felipão comandou o Criciúma em sua maior conquista, a Copa do Brasil de 1991, batendo justamente o Tricolor Gaúcho na final. Em 1994 e 1996, treinava o Grêmio quando este eliminou o Tigre em duas ocasiões, pela mesma competição. Foi justamente contra o Criciúma que Scolari obteve sua primeira vitória na atual passagem pelo comando técnico gremista – dia 17 de agosto, na Arena, por 2 a 0.
No entanto, a situação de agora é bem diferente da de três meses atrás. Naquela tarde, que marcou a estreia do treinador como técnico do Grêmio na Arena, a equipe azul entrou em campo ocupando o incômodo 11º lugar na tabela. Hoje, o Tricolor só é 4º colocado porque tem um jogo a menos que o rival Internacional. Uma vitória pode aproximar o time gaúcho a três pontinhos do vice-líder São Paulo, que também tem uma partida a mais já disputada.
A ideia do Criciúma é aproveitar o fator local e fazer nove pontos em casa nos três jogos que restam. O primeiro deles é o deste sábado. Depois, a equipe recebe Bahia e Sport, visitando o Flamengo, que pouco tem a disputar na competição, entre estes dois jogos. Tudo para não precisar de pontos no complicadíssimo jogo derradeiro, diante do Corinthians, em São Paulo.
Ainda que se prove o envolvimento de algum clube no caso Héverton, não há risco de degola pelo CBJD
Lancenet

Pelas redes sociais, ouvem-se clamores em prol da devida punição aos culpados pelo suposto “esquema” que gerou a escalação irregular do meia Héverton, da Portuguesa, no Brasileirão-2013 e, consequentemente, o rebaixamento da Lusa. Há quem defenda ainda que, se comprovada a participação de um outro clube através do oferecimento de vantagens aos funcionários do time paulista, este clube seja punido com rebaixamento à Série D, “E”, “K” ou “Z”. Mas o desfecho, caso alguma irregularidade seja provada, pode não ser esse.
Por mais curioso que seja, não há a menor chance de clube Z ou o clube Y – mesmo que algum funcionário, presidente ou faxineiro tenha comprado alguém na Lusa – ser rebaixado. Pelo menos levando em conta o Código Brasileiro de Justiça Desportiva. A pena prevista neste caso não atinge a pessoa jurídica, a instituição. Só a pessoa física, o dirigente em questão.
– Do ponto de vista disciplinar, houve o julgamento ano passado. No que envolve os clubes, está absolutamente encerrado. Sobre a atitudes eventuais de dirigentes ou pessoas que tenham atuado cometendo alguma infração de corrupção, o próprio CBJD estabelece uma prescrição de 20 anos para esses casos. Se for comprovado que houve atitude dolosa por trás do caso, certamente o STJD irá instaurar inquérito. E aí, com o processo, os dirigentes envolvidos seriam punidos, não os clubes – explicou o presidente do STJD, Caio Rocha.
A saída poderia ser o código da Fifa. Em seu artigo 69, é previsto rebaixamento. A aplicação nunca foi usada em território brasileiro. Seria um caso inédito e a degola dependeria da apreciação do Pleno do STJD.
Art. 237. Dar ou prometer vantagem indevida a quem exerça cargo ou função, remunerados ou não, em qualquer entidade desportiva ou órgão da Justiça Desportiva, para que pratique, omita ou retarde ato de ofício ou, ainda, para que o faça contra disposição expressa de norma desportiva.
PENA: multa, de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais), suspensão de trezentos e sessenta a setecentos e vinte dias e eliminação no caso de reincidência. (NR).
Art. 238. Receber ou solicitar, para si ou para outrem, vantagem indevida em razão de cargo ou função, remunerados ou não, em qualquer entidade desportiva ou órgão da Justiça Desportiva, para praticar, omitir ou retardar ato de ofício, ou, ainda, para fazê-lo contra disposição expressa de norma desportiva.
PENA: multa, de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais), suspensão de trezentos e sessenta a setecentos e vinte dias e eliminação no caso de reincidência.
SÉRIE B: Avaí pode voltar ao G4 e Vila Nova ser o segundo rebaixado
Futebol Interior

Depois de dois jogos na terça-feira, outras duas partidas continuam a 35ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B nesta sexta-feira e podem gerar grandes mudanças na classificação. Com o empate do Atlético-GO, o Avaí pode retornar ao G4 em caso de vitória ou empate com o América-MG. Já o Vila Nova pode ser o segundo clube matematicamente rebaixado no confronto diante do Oeste.
Há cinco jogos sem vencer – derrotas para Atlético-GO, por 2 a 0, Ponte Preta e Luverdense, por 3 a 1, e Joinville, por 3 a 0, além de empate por 0 a 0 com o Oeste – o Avaí acabou perdendo a sua posição dentro do G4, lugar que pode retornar em caso de vitória ou empate contra o América-MG, em Belo Horizonte, às 21h50. O time catarinense tem os mesmos 53 pontos do Boa Esporte, quarto colocado, mas ocupa a quinta posição devido ao número de vitórias a menos – 16 contra 15.
Seu adversário, o América-MG, também tenta se reaproximar da zona do acesso. O time mineiro ocupa a nona posição, com 49 pontos.
Mais cedo, no outro jogo desta terça-feira, às 19h30, o Vila Nova pode terminar matematicamente rebaixado se perder para o Oeste, no estádio Serra Dourada, em Goiânia. Isso porque o time goiano está com apenas 29 pontos, na 19ª posição e o primeiro fora da zona de rebaixamento é o Icasa, com 39 pontos. Como restará apenas três rodadas, não será mais possível deixar a degola.
Uma vitória do Oeste tira o time paulista da zona de rebaixamento, afinal ele tem os mesmo 39 pontos do Icasa, mas está na 17ª posição por ter uma vitória a menos – dez contra nove.
Galo faz 2 a 0 no primeiro dos maiores clássicos da história de MG
Globo Esportes

Soassem no início da madrugada desta quinta-feira as sete trombetas do apocalipse, deixasse o mundo de existir, deixasse o futebol de existir também (o que talvez seja ainda mais grave), Atlético-MG e Cruzeiro poderiam mergulhar na eternidade aconchegados na certeza de que gravaram no campo do Independência, instantes antes, o maior episódio de suas vidas como seres inseparáveis, como entidades unas, como eternos rivais que não vivem um sem o outro. A vitória de 2 a 0 do Galo, gols de Luan e Dátolo, foi o primeiro episódio dos dias mais emblemáticos de rivalidade entre os dois gigantes de Minas Gerais – terra tão vasta quanto é seu futebol. Eles jamais decidiram um campeonato nacional. Pois chegou o momento, e quem começou a se apossar dele foi o Atlético. Até derrota por um gol no Mineirão, dia 26, torna o time de Levir Culpi campeão.
Afinal, vantagem de 2 a 0 em um clássico desse tamanho não é pouca coisa. É enorme. É coisa de doido, de Galo Doido, de “doidinho” – como é chamado Luan, o autor do primeiro gol, o atacante que cantou o hino do Atlético no banco de reservas da Ponte Preta, quando foi enfrentar seu futuro time no Independência, o jogador que carrega no braço, tatuada, uma frase de Garrincha: “O que eu queria eu fiz e faço até hoje, que é brincar de bola”. Coisa de doido como só um argentino é capaz de ficar em um clássico. Dátolo, um dos melhores em campo, marcou o segundo na etapa final.
A maluquice é que os atleticanos, em uma noite sem poréns em campo, precisam lidar com uma ressalva: não são campeões ainda. Longe disso. E por uma série de motivos: o time do Cruzeiro é muito bom; o aproveitamento celeste no novo Mineirão é de 86%; a casa será praticamente toda azul, com maioria esmagadora de cruzeirenses. Mas controlar o rival virou uma especialidade alvinegra: no sexto clássico do ano, foi a terceira vitória do Atlético, e os outros terminaram empatados. Nada de o Cruzeiro vencer ainda.
Certo é que as trombetas do apocalipse não serão loucas de tocar até lá. Há um clássico de sair faísca pela frente. Para ser campeão, o Cruzeiro precisa vencer por três gols de diferença ou devolver os 2 a 0 e tentar a sorte nos pênaltis. Se o Atlético fizer um gol, a Raposa precisará fazer quatro.
Lance irregular e goleiro do Inter brecam São Paulo no Morumbi
Gazeta Esportiva

De quase nada adiantou o São Paulo entrar em campo antes do Cruzeiro, nesta quarta-feira. Em vez de vencer a partida antecipada para pressionar o líder, a equipe paulista ficou no 1 a 1 com o Internacional, no Morumbi. Resultado que poderia ter sido outro se o árbitro assistente Kléber Lúcio Gil visse impedimento de Paulão na abertura do placar, no começo do primeiro tempo, ou se o vice-líder tivesse vazado o inspirado goleiro Alisson mais de uma vez. O único a conseguir superá-lo foi Luis Fabiano.
Apesar da reclamação de ambos os lados com a fraca arbitragem – o atacante Nilmar pediu pênalti após lance duvidoso dentro da área, nos acréscimos da primeira etapa, e o lateral esquerdo Fabrício gerou confusão ao ser expulso no final -, o fato é que o ponto ganho pelo São Paulo nesta pouco ajuda. O time treinado por Muricy Ramalho fica a quatro pontos do Cruzeiro, que ainda tem cinco jogos a fazer (um a mais). O Internacional até fura o G-4, saltando da sexta para a terceira colocação, mas com os mesmos 57 pontos de outros três concorrentes.
As duas equipes voltam a campo pelo Campeonato Brasileiro no domingo. A equipe de Abel Braga jogará em Porto Alegre, contra o Goiás, ao passo que o São Paulo fechará a rodada enfrentando o Palmeiras, novamente no Morumbi.
Conquistense Marielson Alves apita o confronto entre Internacional e Goiás pela Serie A
Por Luciano Pina

A CBF definiu a escala de árbitros para os jogos da 34ª rodada do Campeonato Brasileiro da Serie A, que acontece neste final de semana.
O duelo entre Internacional-RS e Goiás-GO, que será realizado no estádio Beira-Rio, ás 17 horas, deste domingo (16), terá a arbitragem do conquistense Marielson Alves Silva, auxiliado por Alessandro Rocha de Matos e Adson Márcio Lopes Lea, ambos de Salvador. O 4ª árbitro será o Gaúcho Francisco de Paula dos Santos Silva Neto.
Os árbitros adicionais serão Lúcio José Silva de Araújo e Evandro Tiago Bender.
MP vê indícios de suborno no caso Héverton, mas ainda tenta obter provas
Uol

O Ministério Público do Estado de São Paulo tem fortes indícios de que houve suborno para que a Portuguesa escalasse o meia Héverton de maneira irregular na última rodada do Campeonato Brasileiro do ano passado. O caso fez com que a Lusa perdesse quatro pontos e fosse rebaixada para a Série B.
Dentro do MP, o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), investiga a movimentação financeira de pessoas que poderiam ter interesse no rebaixamento da Portuguesa, dentro e fora do clube. Se houve mesmo o suborno, descobrir o caminho do dinheiro é a chance de se chegar com precisão aos possíveis envolvidos.
O promotor Roberto Senise Lisboa, que investiga o caso do rebaixamento da Portuguesa, afirmou ao UOL Esporte que ainda não chegou a nenhuma conclusão sobre se houve corrupção dentro do clube na escalação do atacante Héverton contra o Grêmio, o que levou ao rebaixamento do clube. Segundo ele, as investigações até agora apontam que houve uma série de erros de funcionários da agremiação que levaram ao uso do atleta. Não há comprovação de que alguém tenha recebido dinheiro irregular para prejudicar a Portuguesa e favorecer terceiros.
Entre os dados já coletados, o MP comprovou que a Portuguesa recebeu e-mail da CBF avisando sobre o julgamento e houve conversas entre o advogado do clube e seu departamento jurídico. :: LEIA MAIS »
Chapa de Eurico vence eleição, e dirigente volta ao poder no Vasco
Globo Esportes

Os gritos de “casaca!” na madrugada de terça para quarta-feira anunciam: o Vasco já sabe quem será seu novo presidente para o triênio 2015/16/17. Ou nem tão novo assim. Eleita com 2.733 votos, mais do que os outros dois concorrentes somados, a chapa “Volta Vasco! Volta Eurico!” recolocará Eurico Miranda no cargo que ocupou de 2001 a 2008.
Amado por muitos, odiado por outros tantos, o polêmico dirigente, presente na vida política de São Januário desde o fim dos anos 1960, receberá das mãos de Roberto Dinamite, que venceu a chapa de Eurico em 2008 – o candidato era o falecido Amadeu Pinto da Rocha -, um clube com sérios problemas financeiros e possivelmente de volta à Série A do Brasileiro.
A reunião no Conselho Deliberativo será realizada no próximo dia 19, e a nova diretoria toma posse dia 1º de dezembro, com a Série B já encerrada.
No total, 5.592 sócios compareceram à Colina para votar. Houve 60 abstenções e 60 votos computados, mas que não foram validados por inadequação com as regras da eleição – inadimplência ou fora do prazo do ponto de corte, por exemplo. A chapa “Sempre Vasco”, de Julio Brant, foi a segunda colocada, com 1.570 votos. Em seguida, ficou a “Identidade Vasco”, de Roberto Monteiro, com 1.155.








