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Europeus citam Brasil deplorável, sem honra e miserável
Terra

A imprensa europeia fechou o caixão brasileiro após a derrota para a Holanda por 3 a 0 na tarde deste sábado, na decisão do terceiro lugar da Copa do Mundo. Depois de dias de críticas e ironias pela humilhante eliminação ao levar 7 a 1 da Alemanha, a queda ao levar dois gols em 16 minutos e sem poder de reação deixou o time em estado deplorável, sem honra, miserável e vivendo um pesadelo.
Os espanhóis pegaram mais pesado. O El País chamou a Seleção de “equipe pesadelo”, citando que “não há consolo nem perdão” para o time e que “a ferida causada pelo 7 a 1 não para de sangar. O Brasil agora é uma equipe fora de moda contra a qual já se atrevem até mesmo os árbitros que, no início da Copa, a reverenciaram”, disse a publicação, uma citação irônica ao suposto favorecimento na primeira fase do Mundial. Neste sábado, a Holanda fez dois gols em lances ilegais.
O El Mundo classificou o Brasil como “sem honra” após uma “despedida deplorável. Foi uma equipe de segunda, um brinquedo nas mãos de uma Holanda capaz de despachá-la a média força, sem querer aprofundar a ferida nacional já suficiente profunda”, citou.
Já o Marca colocou os comandados de Felipão “de castigo” no título, ressaltando: “sua bandeira segue a meio-mastro e, contra a Holanda, não conseguiu esconder sua tristeza. O sonho se tornou um pesadelo”.
Já o diário Sport afirmou que a derrota por 3 a 0 foi humilhante e que o “novo suplício” demonstra que, “sem Neymar, é pouca coisa”, “vulnerável e com medo”. O Mundo Deportivo também criticou a forma como a Seleção se comportou no gramado do Estádio Mané Garrincha, dizendo que a Holanda a fez parecer “ridícula”, “uma equipe desconexa, apesar das seis mudanças que Felipão fez desde o desastre contra a Alemanha”.
Os ingleses também foram muito críticos quanto à forma com que a Brasil encerrou o Mundial. Segunda a BBC, “a campanha teve um fim miserável”, enquanto que o Daily Mail escolheu “final devastador” para caracterizar a nova derrota. “Felipão certamente não será capaz de ‘sobreviver’ a isso. Foi acusado por 200 milhões de pessoas de escalar os jogadores errados e escolher a tática errada. Depois desta noite em Brasília, sabe-se que eles não estão totalmente errados”, disse a publicação.
O The Guardian deu opções de escolha: “crueldade intencional, indignidade desnecessária ou pura tortura? Luiz Felipe Scolari e seus jogadores podem escolher depois de perder o terceiro lugar, algo que serviria como caminho para redenção”. Os jornais italianos, por sua vez, se atentaram ao desempenho ruim no começo do jogo, sendo que o Corriere della Sera culpou até mesmo “erros e má sorte” ao identificar o time em “estado de choque”.
“Mais uma humilhação para os anfitriões”, escreveu o Corriere dello Sport, ressaltando: “para a Seleção, os dez gols em dois jogos são um pesadelo”. Por fim, a Gazzetta Dello Sport criticou “outra atuação horrível”, afirmou que “o público fez tudo para perdoá-la, contra todas as probabilidades, depois do massacre para a Alemanha” e deixou um aviso: “Brasil tem que virar a página, o treinador e a equipe. Em breve”.

Decisão fair play: finalistas estão entre três times com menor média de faltas
Globo Esportes

O carrinho de Mascherano em Robben, aos 45 minutos do segundo tempo, surpreendeu não apenas pela dor do volante argentino e a revelação após a partida (o jogador rompeu o ânus no lance). Surpreendeu pela precisão. Um dos maiores símbolos da raça na atual equipe argentina passou todo o jogo diante dos holandeses sem cometer uma falta sequer. Mas tal dado revela não apenas uma característica de Mascherano, mas de todo o time argentino, que é o segundo com menor média de faltas por jogo da Copa. O terceiro é justamente a Alemanha, que só não fará a final dos “reis do fair play” com os comandados de Alejandro Sabella porque a Espanha lidera o quesito.
Os espanhóis se despediram do Mundial com a decepcionante eliminação na primeira fase, mas campeões na disciplina. Foram 28 faltas cometidas em três jogos, média de 9,3 por partida. Eles são seguidos pela Argentina, que fez 64 faltas em seis partidas, ou 10,6 por confronto. Os germânicos têm média de 11,8 faltas por jogo, com 71 infrações em toda a Copa. O Brasil aparece como o quarto time mais faltoso: 17,8 por partida.
Com tais números, não é surpresa que os dois finalistas também se destaquem nos números de cartões. Ambos não tiveram jogadores expulsos. Os alemães foram amarelados apenas quatro vezes – tem a menor média ao lado de Portugal –, e os argentinos seis – terceira menor média, ao lado de Espanha, Bósnia, Itália, Estados Unidos, Colômbia e França.
Os números não são coincidência. São reflexos da postura adotada pelos dois treinadores. Os hermanos terminaram a primeira fase como líderes no fair play. Na ocasião, Alejandro Sabella enalteceu a sua busca para manter tais números.
Joachim Löw vai além. A tentativa de ter uma equipe com jogo mais limpo é também uma busca por partidas mais abertas e menos jogadas violentas. De olho no adversário da semifinal, o técnico alemão analisou o jogo entre Brasil e Colômbia, que terminou como o mais faltoso da Copa do Mundo. Foram 54, número que assustado Löw.

Neymar concorre à Bola de Ouro da Copa do Mundo; confira os candidatos
Bahia Notícias

A Fifa divulgou nesta sexta-feira (11) os candidatos para os prêmios da Bola de Ouro adidas, a Luva de Ouro adidas e o Jogador Jovem Hyundai. As listas foram escolhidas pelo Grupo de Estudos Técnicos da Fifa (TSG). A Bola de Ouro será entregue será entregue ao melhor jogador da Copa do Mundo e, entre os concorrentes, está o atacante Neymar, único brasileiro na briga pelos prêmios. Já a Luva de Ouro será entregue ao melhor goleiro do torneio. Já o Jogador Jovem será entregue ao melhor jogador nascido em ou após 1º de janeiro de 1993. Os vencedores serão divulgados após a final do Mundial, no próximo domingo (13). Confira os indicados:
Bola de Ouro:
Angel Di María (ARG)
Mats Hummels (GER)
Toni Kroos (GER)
Philipp Lahm (GER)
Javier Mascherano (ARG)
Lionel Messi (ARG)
Thomas Müller (GER)
Neymar (BRA)
Arjen Robben (NED)
James Rodriguez (COL)
Luva de Ouro:
Keylor Navas (CRC)
Manuel Neuer (GER)
Sergio Romero (ARG)
Jogador Jovem:
Memphis Depay (NED)
Paul Pogba (FRA)
Raphael Varane (FRA)
Bronca de Felipão com Van Gaal começou há 19 anos
Uol

Durante toda a Copa do Mundo de 2014, Luiz Felipe Scolari não perdeu uma oportunidade para criticar Louis van Gaal, o técnico da Holanda, rival da seleção brasileira na disputa pelo terceiro lugar do torneio, neste sábado, em Brasília.
Felipão se queixou quando Van Gaal reclamou da tabela da Copa e também de lances de arbitragem que segundo ele teriam favorecido a Holanda. Ainda lembrou de Rivaldo, que teve problemas de relacionamento com o holandês no Barcelona.
Não é de hoje que o treinador da seleção tem motivos para guardar rancor de Van Gaal. Diante de um time comandado pelo holandês, Felipão teve uma das maiores decepções da sua carreira, no final de 1995.
Aconteceu na final do Mundial de clubes daquele ano. O brasileiro comandava o Grêmio, que com a dupla de ataque Paulo Nunes e Jardel ganhou a LIbertadores e o passaporte para o jogo em Tóquio. Do outro lado, o Ajax, então campeão europeu e com o ainda iniciante Van Gaal como treinador.
E o jogo foi nervoso, como pode ser o de Brasília. E Felipão saiu reclamando muito da arbitragem. Isso pela expusão do zagueiro Rivarola, que segundo ele foi injusta. O vermelho foi ainda no início do segundo tempo. O Grêmio ainda segurou o empate no tempo normal e na prorrogação. Mas acabou perdendo nos pênaltis, por 4 a 3.
Com semblante fechado e pouco apoio, Holanda chega a Brasília
Gazeta Esportiva

A baixa motivação do técnico Louis Van Gaal em disputar o terceiro lugar de uma Copa do Mundo se propagou por todos atletas da Holanda. Na noite desta quinta-feira, a delegação da Laranja Mecânica desembarcou em Brasília-DF e rapidamente seguiu para o hotel, com o semblante fechado. Nos arredores do prédio, poucos torcedores europeus esperavam seus conterrâneos e não conseguiram sequer um autógrafo.
Neste contexto de desmotivação, o defensor De Vrij ressaltou a importância da vitória no compromisso para voltar de cabeça erguida para os Países Baixos. Este será o primeiro duelo holandês na capital federal, uma vez que os anteriores ocorreram em São Paulo-SP (duas vezes), Salvador-BA (também em duas oportunidades), Porto Alegre-RS e Fortaleza-CE.
O duelo também encerra a caminhada de Van Gaal à frente da Holanda. O comandante está acertado com o Manchester United-ING, onde terá a difícil missão de seguir o bom trabalho construído por Alex Ferguson. Primeiro convocado para tal função, David Moyes não agradou e acabou demitido.
A partida contra a Seleção ocorre neste sábado, às 17 horas (de Brasília), no Estádio Mané Garrincha. Um dia depois, a Alemanha decide com a Argentina o troféu do Mundial, às 16 horas, no Maracanã.
Após 24 anos, Alemanha e Argentina fazem tira-teima em final
Terra

Com a vitória da Argentina nos pênaltis sobre a Holanda nesta quarta-feira, a decisão da Copa do Mundo de 2014 será a reedição de um confronto que já aconteceu outras duas vezes na final de um Mundial. Argentinos e alemães se enfrentaram nesta fase da competição em 1986 e 1990. Esta será a primeira vez que a partida decisiva será repetida pela terceira vez entre duas seleções.
A primeira oportunidade que Argentina e Alemanha se enfrentaram foi na Copa do Mundo de 1986, no México, que teve como grande protagonista Maradona. O craque ganhou nesta a ocasião o único título mundial da sua carreira, após fracassar em 1982 e ser preterido da convocação pelo técnico César Luis Menotti em 1978, quando a Argentina conseguiu sua primeira estrela jogando diante da sua torcida.
Em 1986, Carlos Bilardo montou uma equipe pragmática, preparada para o craque do time brilhar. Com três zagueiros, o treinador resguardou a defesa e deu liberdade para o então camisa 10 brilhar e decidir confrontos com a Inglaterra, Uruguai e Bélgica.
Contra os alemães na final, Maradona foi responsável pelo lançamento para o último gol na vitória alemães por 3 a 2. Burruchaga deu números finais ao jogo com assistência do “Dios” argentino.
Bilardo foi mantido no cargo para a Copa seguinte, realizada na Itália em 1990, e teve pela frente de novo a Alemanha comandada por Franz Beckenbauer, que também era o técnico na edição anterior do torneio.
Desta vez, no entanto, os alemães eram favoritos e justificaram a alcunha ao realizarem uma partida amplamente superior diante de uma Argentina desfalcada de quatro titulares suspensos – Olarticoechea, Batista, Giusti e Caniggia, algoz do Brasil – e com Maradona fora da forma ideal. O tricampeonato alemão veio após uma vitória magra por 1 a 0, com um gol de pênalti de Brehme.
A “melhor de três” será definida no próximo domingo, às 16h (de Brasília), no Estádio Maracanã, no Rio de Janeiro e colocará à prova tabus de 24 e 28 anos sem títulos mundiais de alemães e argentinos, respectivamente. Os comandados de Joachim Löw fizeram a Alemanha retornar à decisão após 12 anos de ausência, enquanto a Argentina não chega a esta fase desde o vice-campeonato de 1990.
Alejandro Sabella, Messi e seus companheiros de time são a última esperança de a América do Sul manter a escrita de que seleções europeias jamais venceram uma Copa longe de seu continente. No início da noite de domingo, o mundo conhecerá seu novo campeão de futebol e saberá se a seleção albiceleste conseguiu manter a sequência histórica dos sul-americanos.

Kroos lidera ranking da Fifa, e Brasil domina top 10 com quatro jogadores
Globo Esportes

Após a goleada por 7 a 1 sobre o Brasil, a Alemanha tem agora o craque da Copa do Mundo. O meia Toni Kroos passou o atacante Benzema e assumiu a liderança do ranking da Fifa que, com base nas estatísticas, escolhe o melhor jogador do torneio. O francês agora é o segundo da lista, que tem quatro brasileiros entre os dez primeiros: Thiago Silva (quarto), Oscar (quinto), David Luiz (oitavo) e Neymar (décimo).
Curiosamente, os outros três semifinalistas (Argentina, Alemanha e Holanda) somados têm o mesmo números de atletas que a Seleção no top 10 do ranking. Além do líder, Toni Kroos, que subiu 18 lugares na classificação graças ao desempenho na goleada – além de dois gols, foi eleito o melhor da partida no Mineirão –, o alemão Thomas Müller e os holandeses Arjen Robben e Stefan de Vrij também estão presentes entre os dez primeiros.
Outro dado curioso. Apesar de ter sido a equipe que mais sofreu gols ao longo da Copa (11 ao todo), a seleção brasileira tem seus dois zagueiros titulares entre os destaques. Vale lembrar que Thiago Silva não participou da derrota para a Alemanha por estar suspenso.
Apesar de individualmente ter menos jogadores que os brasileiros entre os dez primeiros, os alemães têm a melhor avaliação média entre as 32 seleções participantes, enquanto a Argentina, rival na decisão do próximo domingo, tem a segunda. Ainda assim, o argentino mais bem posicionado é o zagueiro Ezequiel Garay, 12º, à frente de Lionel Messi, o 14º.
A lista dos dez melhores agora é a seguinte: Toni Kroos, Alemanha (9,79); Karim Benzema, França (9,74); Arjen Robben, Holanda (9,7); Thiago Silva, Brasil (9,66); Oscar, Brasil (9,63); Stefan de Vrij, Holanda (9,59); Thomas Müller, Alemanha (9,56); David Luiz, Brasil (9,54); James Rodríguez, Colômbia (9,51); Neymar, Brasil (9,48).
Apesar de estar entre os dez melhores da lista, Neymar não está na seleção da Fifa, já que apenas dois atacantes são escolhidos. A equipe ideal, segundo as estatísticas da entitade, é a seguinte: Manuel Neuer: Thiago Silva, Stefan de Vrij, David Luiz e Mats Hummels; Toni Kroos, James Rodríguez e Wesley Sneijder; Karim Benzema e Arjen Robben.
Com brilho de Romero, Argentina supera Holanda e quebra tabu
Terra

A Argentina segue em busca de conquistar o tricampeonato mundial na casa do mais acirrado adversário. Sem apresentar um grande futebol nesta quarta-feira em duelo de poucas emoções na Arena Corinthians (SP), a seleção de Messi e companha precisou do drama dos pênaltis para eliminar a Holanda na semifinal do Mundial de 2014 após empate por 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação. Com brilho do goleiro Sergio Romero, os argentinos bateram os europeus nas cobranças de penalidade máxima por 4 a 2 para marcar encontro com a temida Alemanha no Rio de Janeiro.
Os comandados de Sabella acabam com um tabu de 24 anos da seleção albiceleste sem avançar à final de uma Copa – a última vez foi em 1990, exatamente contra a Alemanha, quando os argentinos acabaram derrotados na Itália. A última conquista argentina em um Mundial ocorreu no longínquo ano de1986.
A Holanda, por sua vez, buscava a quarta chance de conquistar um título mundial. Vice-campeã por três vezes (1974, 1978 e 2010), a seleção europeia era a única remanescente que poderia conquistar um título inédito, mas deixa o Brasil com mais uma frustração.
Agora, a seleção argentina prepara-se para disputar a sonhada final da Copa do Mundo em 13 de julho. Os sul-americanos encararão neste domingo a temida Alemanha às 16h (de Brasília) no Maracanã, palco da final da Copa de 1950. Já os holandeses se contentarão com a disputa do terceiro lugar, contra a Seleção Brasileira, às 16h de sábado, no Mané Garrincha (DF).
Messi, Robben e Van Persie: para eles, vitória vale mais que vaga na final
Uol

Para um jogador de futebol, poucas coisas podem ser mais relevantes do que a chance de disputar uma decisão de Copa do Mundo. Entretanto, não será apenas isso que estará em disputa nesta quarta-feira, quando Holanda e Argentina jogarão semifinal no Itaquerão. Não para Lionel Messi, Arjen Robben e Robin van Persie, pelo menos. Para eles, há motivos pessoais para sonhar com um triunfo.
No caso de Messi, a Copa é uma questão de afirmação. Eleito melhor do mundo em quatro temporadas (2009, 2010, 2011 e 2012), o argentino tem talento inquestionável. Além disso, possui extensa galeria de títulos conquistados com a camisa do Barcelona. Na seleção, porém, o Mundial sub-20 de 2005 e os Jogos Olímpicos de 2008 são tudo que ele venceu até agora.
Messi nasceu em Rosário, cidade que fica a 300 quilômetros de Buenos Aires. Deixou a região em 2000, aos 13 anos, quando foi jogar nas categorias de base do Barcelona. Durante muitos anos, foi questionado por ter pouca identificação com a população do país em que nasceu.
Contudo, o peso que Messi carrega é muito maior do que a sombra de Tevez. O atual dono da camisa 10 já disputou duas Copas (três jogos em 2006 e cinco partidas em 2010), mas anotou apenas um gol.
Nas duas Copas em que a Argentina foi campeã havia jogadores dominantes com a camisa 10. Foi assim com Mario Kempes, que fez seis gols nos últimos quatro jogos de 1978, e foi assim de forma ainda mais clara com Diego Maradona, grande destaque individual do Mundial em 1986.
A Copa de 2014 é a chance para Messi sepultar tudo isso. Sobretudo depois da lesão de Di María, principal escudeiro do camisa 10, que não poderá jogar contra a Holanda nesta quarta-feira.

Jornal diz que Fifa deu ordem para árbitros evitarem cartões amarelos na Copa
Futebol.br

A Fifa, em uma ordem secreta, teria pedido que os árbitros evitem, na medida do possível, o uso de cartões amarelos durante o atual Mundial, segundo informações publicada nesta segunda-feira pelo jornal alemão ‘Bild’ em suas páginas esportivas.
‘Há uma ordem secreta da Fifa aos árbitros para que conversem com o jogadores e evitem cartões amarelos para faltas como a que lesionou Neymar’, diz o jornal alemão.
O chefe de árbitros da Fifa, Massimo Busacca, teria sido o encarregado de dar a ordem.
Isso faz com que, segundo o jornal, as partidas fiquem nas mãos dos árbitros. A publicação usa como exemplo o duelo do Brasil contra a Colômbia, no qual houve 54 faltas e apenas 4 cartões amarelos.








