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Com Lewandowski em 1º e Neymar no top 10, jornal divulga ranking final dos 100 melhores do mundo
Lance

Na véspera de Natal, O jornal inglês “The Guardian” divulgou o ranking final dos 100 melhores jogadores de 2020. Vencedor do prêmio The Best da Fifa, Robert Lewandowski repetiu a dose e foi eleito novamente o melhor jogador do mundo no ano, seguido por Lionel Messi e Cristiano Ronaldo.
E as semelhanças não param por aí. Assim como no The Best, Neymar também figurou na nona posição no ranking do diário britânico, atrás da surpresa Haaland, do Borussia Dortmund, que ficou em sexto.
Confira os 10 melhores do mundo segundo o “The Guardian”:
1. Robert Lewandowski (Bayern)
2. Lionel Messi (Barcelona)
3. Cristiano Ronaldo (Juventus)
4. Kevin De Bruyne (Manchester City)
5. Sadio Mané (Liverpool)
6. Erling Braut Haaland (Borussia Dortmund)
7. Kylian Mbappé (PSG)
8. Mohamed Salah (Liverpool)
9. Neymar Jr (PSG)
10. Virgil Van Dijk (Liverpool)
Para realizar a eleição, o jornal pediu a 241 profissionais ligados ao futebol a fazer uma lista do 1º ao 40º melhor jogador. O primeiro ganhou 40 pontos, o segundo 39 e assim sucessivamente. Para minimizar a influência de nomes aleatórios, a pontuação mais alta concedida a um jogador foi descartada.
Mundiais sub-20 e sub-17 da Fifa são transferidos para 2023 por Covid-19
Terra

A Copa do Mundo sub-20 masculina do ano que vem na Indonésia e o torneio sub-17 no Peru foram transferidos para 2023 devido à pandemia de Covid-19, informou a Fifa nesta quinta-feira.
“A pandemia de Covid-19 continua apresentando desafios para a realização de eventos esportivos internacionais e tem um efeito restritivo nas viagens internacionais”, disse em comunicado a entidade que controla o futebol mundial.
“A Fifa gostaria de expressar sua gratidão às federações-membro, bem como às autoridades da Indonésia e do Peru, pelo empenho e pelos preparativos para os torneios até agora.”
Bahia reintegra Ramírez, reforça combate ao racismo e anuncia cláusula antirracista em contratos
MSN

O Bahia divulgou uma carta aberta no início da tarde desta quinta-feira para informar que os laudos das perícias contratadas pelo clube não comprovaram a denúncia de injúria racial feita contra o atleta Índio Ramírez e que, portanto, o jogador será reintegrado ao elenco. Além disso, o texto menciona diversas medidas estruturais adotadas para evitar e combater o racismo na instituição e no futebol, de maneira geral.
Índio Ramírez estava afastado de todas as atividades do Bahia desde o último domingo, quando o clube decidiu que abriria uma investigação interna para apurar se o meia-atacante realmente disse a frase “cala a boca, seu negro” para Gerson, do Flamengo, no duelo do último domingo, vencido pelo time rubro-negro por 4 a 3, no Maracanã. No dia seguinte à partida, o atleta colombiano se defendeu das acusações e afirmou que foi mal compreendido por Gerson.
“O clube entende que, mesmo dando relevância à narrativa da vítima, não deve manter o afastamento do atleta Indio Ramírez ante a inexistência de provas e possíveis diferenças de comunicação entre interlocutores de idiomas diferentes”, disse o clube. “O papel do Bahia é de formação e transformação, sempre preservando os direitos fundamentais e a ampla defesa. O atleta deverá ser reincorporado ao elenco tão logo os profissionais da comissão técnica e psicólogos entendam adequado”, acrescentou o comunicado.
“O futebol é reflexo de uma sociedade que, quando não nega o racismo, adere a um populismo punitivista que finge resolver o problema apenas punindo o agressor. Atos de discriminação racial não são “casos isolados”, avaliou o clube baiano, que elencou sete medidas tomadas para combater a discriminação racial, incluindo uma cláusula antirracista nos contratos dos jogadores, por “entender seu papel de entidade de interesse público”.
Na carta, o Bahia também afirmou que “seguirá acompanhando os desdobramentos que ocorrerem fora das instâncias do clube, seja na Polícia Civil ou no Superior Tribunal de Justiça Desportiva”. Vale ressaltar que Gerson já prestou depoimento na Delegacia de Crime Raciais e Delitos de Intolerância do Rio de Janeiro (Decradi), e que Ramírez, o técnico Mano Menezes e o árbitro da partida, Flávio Rodrigues de Souza, também foram intimados a depor.
Golaço, lesões, identificação à distância e lágrimas no adeus: o fim da relação entre Vasco e Benítez
Globo Esportes

Quem acompanhou o último dia de Martín Benítez no Vasco tem uma certeza: ele queria muito ficar no Vasco. O argentino se emocionou e chorou na despedida de jogadores e funcionários e foi embora com os olhos marejados. Deixou claro que desejava permanecer. Sem acordo com Independiente, o clube oficializou nesta quinta, véspera de Natal, a saída de seu camisa 10.
A relação de nove meses chegou ao fim sem um final feliz para ninguém. Vasco e jogador desejavam um casamento duradouro, e o Independiente planejava vender o argentino por cerca de R$ 20 milhões, como acordado com Alexandre Campello, em novembro. O acerto foi desfeito por conta da sucessão presidencial.
Benítez e Vasco tiveram uma relação atípica, em um ano estranho. É quase consenso entre os torcedores que o camisa 10 não é craque, mas todos entendem a importância do meia. Ele era uma espécie de oásis na criação do time, carente de jogadores diferenciados no setor.
A identificação com o torcedor foi grande, mas o curioso é que Benítez e os vascaínos pouco conviveram. Foram apenas 30 minutos, em sua estreia contra o Goiás, pela Copa do Brasil. A noite ainda foi marcada por brigas na arquibancada e vaias ao time. Na sequência o argentino atuou apenas em jogos com portões fechados por conta da pandemia de Covid-19.
Mais foi assim, em um ano em que o isolamento social deu o tom, que Benítez e vascaínos se apaixonaram. Pela televisão, os torcedores se encantaram, enquanto o meia recebia carinho de longe pelas redes sociais. Deixa o Vasco, após nove meses, sem ter o nome gritado pela torcida em São Januário.
Como dito anteriormente, Benítez não é craque, mas é muito bom jogador. Seus números, por exemplo, não enchem os olhos. Foram apenas dois gols em 26 jogos. Um deles, no entanto, ficou marcado. Foi de bicicleta, após belo domínio no peito, contra o Atlético-MG, no Mineirão. Lance mais marcante de Ben10 com a camisa do Vasco.
Talento, portanto, Benítez provou ter, mas deixa a sensação de que faltou uma sequência maior. O argentino conviveu com problemas físicos que o tiraram de vários jogos. No Brasileirão, por exemplo, ficou fora de oito partidas. E foi justamente um problema na panturrilha que impediu sua despedida em campo. O edema, que já havia o deixado fora do jogo contra o Santos, antecipou o adeus do camisa 10, uma vez que ele também não terá condições de enfrentar o Athletico-PR, no domingo, e já foi liberado pelo Vasco.
Além das lembranças de bons momentos em campo e do carinho da torcida, Benítez deixa um grande amigo em São Januário. Durante nove meses, seu compatriota, German Cano, foi inseparável. Os dois, que se conheceram nesse ano no Vasco, formaram uma bonita parceria dentro e fora dos gramados, com inúmeros churrascos e passeios com os familiares.
Pastor Tom renuncia presidência do Fluminense de Feira
Galáticos Online

O presidente do Fluminense de Feira, Pastor Tom, renunciou o cargo no clube. A medida foi formalizada na noite da última terça-feira (22).
O vice-presidente da equipe, Manoel Fernandes, que assumiria a função, também optou pela renúncia.
O posto foi assumido pelo presidente do Conselho Deliberativo da equipe. Antônio Deraldo Conceição tem 30 dias para convocar uma nova eleição.
Rodrigo Chagas diz que missão é “mais difícil” do que quando assumiu pela 1ª vez
Tribuna da Bahia

Apenas quatro jogos depois de ceder o comando da equipe para Mazola Júnior, Rodrigo Chagas volta ao cargo de treinador do Vitória, dessa vez efetivado até o final da temporada. Mazola foi demitido na última terça-feira, após a derrota por 3 a 0 para o CSA, no estádio Rei Pelé.
Em comunicado feito nesta quarta, o novo técnico do Vitória afirma que a missão é ainda mais difícil do que aquela que lhe foi dada quando assumiu o clube pela primeira vez, logo após a saída de Eduardo Barroca.
– Mais uma vez, muito feliz por estar retornando ao comando. No momento, até mais difícil do que o outro que tivemos. Fazer com que todos os atletas possam voltar a entrar na nossa ideia de jogo, trabalhar da forma como estávamos trabalhando. Todos juntos, mais do que nunca, neste momento tão importante para nós, precisamos sair dessa situação. Espero que eu possa realizar um bom trabalho. Acho que a oportunidade agora de estar fixado como treinador vai fazer com que eu possa colocar as minhas ideias de uma forma melhor ainda dentro daquilo que eu penso. Vou tentar mais do que nunca fazer o melhor para o nosso clube, para a nossa torcida, que eu que tem uma preocupação muito grande com relação à minha pessoa. Acho que por tudo aquilo que vivemos como atleta e, recentemente, como treinador da base – disse.
– Sei do que carinho muito grande que eles têm por mim e que eu tenho também por toda a minha torcida – completou.
Rodrigo Chagas assumiu o Vitória na 23ª rodada da Série B, após o empate diante do Náutico, quando a equipe ocupava a 16ª posição, com cinco pontos de vantagem para o Z-4.
Hoje, o Vitória é o 15º colocado, mas pode ver a diferença para a zona do rebaixamento cair para um ponto, caso Paraná ou Figueirense vençam seus jogos.
– Vou buscar, vou fazer o melhor, para que a gente possa, com fé em Deus, sair o quanto antes dessa situação que tanto nos incomoda. Fazer com que todos nós possamos nos abraçar, não só comissão e atletas, mas também todos os funcionários. Nós precisamos de toda a energia positiva e de muito trabalho. Temos 10 dias para voltar, trabalhar, corrigir, para que, no jogo contra o Operário, possam estar todos à disposição e que a gente possa fazer uma reestreia muito boa e com vitória. Mais uma vez, agradeço pela oportunidade de estar à frente desse clube pelo qual tenho todo carinho e amor. Eu amo e tenho toda identificação. Espero que nós possamos sair dessa situação o quanto antes, junto com os atletas e todos aqueles que estão no dia a dia dentro do clube. Tenho certeza de que a energia positiva vai ser mandada por todos, todos os nossos torcedores, familiares, e que a gente possa realmente fazer um ótimo trabalho. E sair o quanto antes dessa situação incômoda – disse.
Quando esteve à frente do Vitória como interino, Rodrigo Chagas comandou quatro partidas, com dois triunfos, um empate e uma derrota.
O Vitória só volta a campo no dia 3 de janeiro, quando enfrenta o Operário, no Barradão.
Ramírez teria dito ‘tá quanto’ e não ‘seu negro’, aponta laudo do Bahia
Correio da Bahia

Os laudos contratados pelo próprio Bahia apontam que o atleta Ramírez não teria dito “seu negro” para o jogador Bruno Henrique, do Flamengo, durante uma discussão acalorada que tiveram ao longo da partida que terminou 4×3 para o time carioca, domingo, no Maracanã. Em vez disso, o colombiano teria dito “tá quanto?”, em provocação e em referência ao placar do jogo naquele momento, que era favorável ao Bahia por 3×2.
Os laudos contratados pelo próprio Bahia apontam que o atleta Indio Ramírez não teria dito “seu negro” para o jogador Bruno Henrique, do Flamengo. Em vez disso, o colombiano teria dito “tá quanto?”, em provocação e em referência ao placar do jogo.
A informação foi divulgada pelo site GE inicialmente e confirmada com o Bahia pelo CORREIO. O laudo faz parte da apuração que o tricolor instaurou sobre o ocorrido no jogo.
Na noite de terça-feira (22), o Flamengo apresentou o mesmo vídeo, acompanhado de um laudo apontando que Ramírez teria dito “seu negro” para Bruno Henrique. O Bahia, por sua vez, preferiu contratar ele mesmo especialistas de leitura labial.
Segundo o apurado pelo CORREIO, um dos especialistas consultados era argentino, e outro, chileno, na tentativa de fazer a leitura mais fidedigna do espanhol, idioma falado por Ramírez, que chegou ao clube no início de novembro e não domina o português.
O meia colombiano disse à diretoria do Bahia que teria falado “tá quanto?” no vídeo divulgado pelo Flamengo, ao passo que a direção do clube colocou a cena sob perícia e constatou a versão do atleta.
Antes disso, segundo o laudo obtido pelo Bahia, ele se vira para Bruno Henrique e provoca dizendo “qué pasó?”, algo próximo de “o que foi?” na língua materna, o espanhol.
Novo torcedor perde interesse por futebol, troca 90 minutos de jogo por memes e quer ser ouvido
Uol

Existe um consenso entre pessoas que trabalham com futebol sobre 2020 ter sido um ano de mudanças no hábito de consumo dos torcedores no Brasil. O ponto mais levantado é como a distribuição de conteúdo se diversificou, já que ao longo dos campeonatos uma pergunta virou regra: “onde o jogo vai passar?”
A proliferação de canais e plataformas foi acompanhada de outras novidades que aceleraram a mudança do perfil do próprio torcedor — cada vez mais conectado e presente nas mídias sociais (e, se for jovem, mais longe da TV). Ele está propenso a encontrar novas formas de entretenimento e busca afinidade com seu time ou ídolo além do campo.
Um estudo bancado por clubes europeus, que também pesquisou o mercado brasileiro, mostrou quem é o fã de futebol do futuro. E o time que não estiver preocupado vai sofrer no bolso, dizem especialistas ouvidos pelo UOL Esporte.
Enquanto os clubes brasileiros oferecem ao público produtos licenciados caros e dificultam o acesso às plataformas de transmissão de seus jogos, o torcedor se distancia. Ele prefere memes e melhores momentos a jogos inteiros, segue mais seus ídolos do que os clubes, quer mais bastidores e experiências únicas e foge de quem se omite na discussão de pautas sociais.
É impossível saber onde esse movimento vai chegar. Mas hoje é um novo dia de um novo tempo que começou.
Copa da Liga Inglesa terá clássico de Manchester e Tottenham x Brentford na semifinal
Globo Esportes

Pouco depois da definição dos últimos dois classificados nas quartas de final, a Copa da Liga Inglesa sorteou os confrontos de sua fase semifinal nesta quarta-feira.
Os rivais Manchester United e Manchester City se enfrentarão, e o Tottenham pega o Brentford, time da segunda divisão do país.
Os duelos, realizados em jogos únicos, acontecem na primeira semana de janeiro de 2021. Manchester United e Tottenham jogarão em casa.
O City venceu as últimas três edições e tem sete títulos ao todo, dois a mais que o United. O Tottenham é tetracampeão, e o Brentford, zebra da atual edição, busca título inédito.
Mão de obra nacional domina mundo do futebol: 1,2 mil jogam fora do Brasil
Isto É

O futebol brasileiro pode até estar há quase 20 anos sem ganhar uma Copa do Mundo, mas ainda é o país mais requisitado do planeta quando se trata de mão de obra. Um estudo publicado mês passado pelo Observatório do Futebol do Centro Internacional de Estudos Esportivos (CIES, em inglês), localizado na Suíça, comprovou que o Brasil é a nação que mais exporta atletas. Atualmente são 1,2 mil atletas em atividade em outros países.
Os pesquisadores chegaram ao número ao estudarem mais de 120 ligas nacionais em diversos países. O levantamento incluiu até segundas e terceiras divisões em alguns casos. Em 23 desses campeonatos os brasileiros são a nacionalidade estrangeira mais presente. Em termos de exportação de mão de obra do futebol, França e Argentina são os dois outros países com os maiores números.
A maior presença brasileira está concentrada em Portugal. Apenas as duas primeiras divisões têm quase 250 atletas. A ligação histórica entre os países, os salários pagos em euro e a oportunidade de se iniciar no futebol europeu onde se fala português são os principais atrativos para quem joga lá.
“Acredito que Portugal seja uma grande porta para o mercado europeu. O futebol tem crescido e todos os clubes da Europa têm monitorado as competições”, disse o goleiro Léo, do Rio Ave. “Acho que até hoje todos gostam do futebol brasileiro, do talento único e acho que sempre procuram o novo Neymar ou mesmo um jogador com a alegria de jogar, ir pra cima e driblar”, completou outro goleiro brasileiro, Raphael Aflalo, do Portimonense.
Porém, nem todos os atletas deixam o País movidos apenas pelo intuito de fazer uma carreira milionária ou de se expor para as grandes ligas. Para a grande parte, é a oportunidade de trocar a rotina de salários atrasados nas equipes brasileiras e para receber em dia e ter uma qualidade de vida melhor onde os brasileiros são tratados como reforços de peso.
O atacante carioca Leandro Assumpção tem 34 anos e há nove está no futebol tailandês. Os brasileiros também são maioria por lá e somam 27 jogadores na elite. “Eu estava desanimado no Brasil porque você faz contratos curtos, roda por times pequenos e muitas vezes não recebe salário. Cansei da rotina de ficar entre a primeira e a segunda divisões do Rio. Muitas vezes a Tailândia paga o que times da Série A do Brasileirão não pagam”, explicou. Atualmente no Nakhon Ratchasima, o jogador disse ter encontrado no país a estabilidade financeira e até fez os pais pararem de trabalhar.
Próxima à Tailândia, a liga do Vietnã soma 16 brasileiros e tem o grande atrativo de pagar salários em dólar. O zagueiro Thiago Papel, de 28 anos, joga pelo Sai Gon FC, um clube que gosta de atletas do Brasil. “O jogador brasileiro ainda tem muito respeito e se destaca pela técnica diferenciada. Muitas vezes quem joga só pensa em Europa, mas a Ásia também tem locais que pagam bem e têm bons campeonatos”, afirmou.
Até mesmo times da segunda divisão de mercados alternativos estão de olho em brasileiros. O atacante Maurício Cordeiro, de 28 anos, deixou de lado o sofrimento de não receber em times do interior paulista para defender o Hapoel Afula, em Israel. “Eles geralmente pegam jogadores com baixo custo para dar oportunidade. Aqui é uma vitrine para a Europa e outros mercados da Ásia”, disse o atleta.
GESTÃO DE CARREIRA – Com 20 anos de atuação no mercado de transferências, o empresário Marcelo Robalinho explicou que os jogadores brasileiros dominam o mercado internacional por dois fatores. O primeiro é pelo excesso de atletas com qualidade que não têm espaço nos grandes times nacionais. O segundo está ligado à possibilidade financeira de ter um bom salário fora, desde que consiga se adaptar ao novo país.
“Sobra bom jogador no Brasil. Muitos jovens não têm oportunidade aqui. Os times de fora sempre querem buscar algo diferente na parte de criatividade e técnica. E o Brasil é sempre o primeiro país a ser lembrado por isso”, afirmou. “É muito fácil contratar um jogador do Brasil. Se um time pequeno da Europa aceitar pagar mil euros de salário (R$ 6,2 mil), já é maior do que a média paga na Série C, por exemplo”, comparou.








