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Após quebrarem regras de isolamento, jogadores do Sevilla pedem desculpas
Ogol

Uma imagem polêmica gerou grande repercussão na Espanha depois que Lucas Ocampos, Franco Vázquez, Luuk de Jong e Éver Banega,todos jogadores do Seviila, terem sido flagrados contrariando as regras da quarentena impostas para o retorno do futebol no país.
Momentos depois da divulgação da foto, que foi veiculada pelo jornal Marca, os atletas foram até as redes sociais e pediram desculpas publicamente. As mensagens foram compartilhadas pelo clube da Andaluzia.
“Queremos pedir desculpas e reconhecer que cometemos um erro, prejudicando a imagem do clube. Por isso, só podemos pedir desculpa ao clube, aos colegas, ao corpo técnico e à sociedade em geral. Garantimos que aprendemos e que não vamos voltar a repetir ações como estas”. disse uma das mensagens.
Apesar do pedido público de desculpas, é possível que o Sevilla seja penalizado pela La Liga, uma vez que os jogadores participaram e promoveram uma aglomeração, algo extremamente proibido no plano estipulado pelos órgãos que estudaram a volta do futebol espanhol, marcado para 12 de junho.
Vale destacar que o primeiro jogo do Sevilla após a paralisação do Campeonato Espanhol será contra o adversário da cidade, um dérbi diante do Betis, no Ramón Sánchez Pizjuán.
Crise financeira faz com que marketing esportivo ganhe força no futebol
Terra

Sem jogos ao vivo, sem torcedores em seu estádio e nem mesmo perspectiva de retorno aos gramados, os clubes brasileiros precisam se reinventar neste período de isolamento social para não se afundar em dívidas e conseguir criar formas de obter renda. Uma forma que pode salvar ou amenizar as finanças é o investimento no marketing esportivo e a artimanha de saber aproveitar o momento para valorizar sua marca e de seus parceiros comerciais.
A tendência é que os jogos voltem a ser realizados sem presença de público. A bilheteria, uma importante fonte de renda, não existirá. Com isso, a transmissão na TV e o relacionamento virtual com os torcedores serão ainda mais importantes. O Estadão ouviu especialistas em marketing esportivo para explicar como os clubes podem aproveitar esse momento.
A consultoria Two Circles fez um estudo em que prevê que o valor gasto em esportes pelo mundo cairá cerca de 37% nesta temporada, em razão do novo coronavírus. No ano passado, foram gastos US$ 46,1 bilhões (R$ 258, 2 bilhões) e esse ano, o valor deve ser algo em torno de US$ 28,9 bilhões (R$ 161,8 bilhões) em todo o mundo. E há quem aposte que a redução será mais grave. O estudo ainda apontou que 53% dos principais eventos esportivos neste ano serão cancelados ou adiados para 2021.
Para tentar recuperar o dinheiro que está deixando o esporte, investir em diversas formas de comunicação é fundamental para os clubes. “Torcedores estão em casa vendo internet, Facebook, Lives e Whatsapp. Esses grupos deveriam ser ativados pelos clube. Por que não usar os atletas para fazer lives e ativações personalizadas? Construir uma história de envolvimento com seu torcedor? O momento é de construir um novo modelo de patrocínio, que envolva engajamento do torcedor”, disse Fernando Fleury, CEO da Armatore (agência de marketing esportivo) e PhD em marketing.
O desafio dos clubes é deixar de lado, ou diminuir, o marketing físico e investir no virtual. “O mundo está mudando e com essa pandemia, mudará ainda mais. O fã continua atrás do clube, de converter ações para os clubes e o patrocinador continua querendo aparecer”, lembra Gustavo Herbetta, fundador e CCO da Lmid (agência de marketing esportivo) e diretor comercial da Federação Paulista de Futebol. Ele também foi superintendente de marketing do Corinthians entre 2015 e 2017.
Financeiramente, a TV ainda é muito importante para os clubes, em razão dos valores pagos em direitos de transmissão, mas quanto a visibilidade, a tendência é que a internet assuma o protagonismo em breve. “Antes, o digital era um complemento. Hoje, o digital é uma realidade”, resume Herbetta. “Alguns clubes têm investido em ações nas redes. Isso é uma forma interessante de manter sua marca e de seus patrocinadores visíveis”, completou Fleury.
Alguns clubes têm feito ações que chamam atenção pela criatividade. O Bahia vendeu ingressos, de forma simbólica, para o jogo contra o Fluminense, pela semifinal do Brasileiro de 1988 – o jogo iria passar no canal SporTV. O valor do ingresso era R$ 5 e o dinheiro seria destinado para o Programa Dignidade aos Ídolos, que ajuda ex-atletas do clube. O Ceará criou o DNA Vozão, um projeto em que o torcedor responde perguntas, em formato de quiz, e participa de diversas ações que permitem aos fãs participarem de sorteios que dão diversos :: LEIA MAIS »
Resultado de reunião de Crivella com clubes mostra ‘ganho político’ do Fla
Uol

O resultado da reunião de ontem (24) entre clubes, Federação de Futebol do Rio (Ferj) e o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) pode ser considerado um ganho político do Flamengo nos bastidores. No encontro, ficou alinhado que os treinos podem voltar a partir de amanhã (26) e a possibilidade de o Campeonato Carioca retornar a partir do dia 14.
A cúpula rubro-negra já se movimentava em prol desta retomada das atividades. Desde o início da pandemia de coronavírus, a diretoria já se mostrava favorável à volta e, nos últimos dias, ganhou “aliados” nesta disputa.
O Flamengo foi o último clube a comunicar que estenderia as férias coletivas até o fim de março e, antes disso, discutiu formas de seguir o planejamento inicial de voltar aos treinos no dia 21, buscando, inclusive, exemplos em agremiações estrangeiras. Porém, a movimentação não deu certo.
A diretoria, então, passou a se antecipar e “correr” com alguns trâmites, como a apresentação dos atletas e a realização dos testes para covid-19 – quando foi detectado que três jogadores estavam infectados.
Em meio a isso, a Ferj publicou resolução que deixava a cargo dos clubes a decisão de retomar as atividades, desde que cumprindo o protocolo estabelecido para se evitar o contágio.
Recentemente, o presidente Rodolfo Landim, juntamente com Alexandre Campello, presidente do Vasco, se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro para colocar à mesa justamente tal pauta. No dia seguinte, o elenco passou a fazer exercícios no gramado do CT Ninho do Urubu, mesmo sem a autorização das autoridades.
Em vídeo, Fenapaf pede que jogadores tenham acesso ao auxílio emergencial
MSN

Com o futebol no Brasil paralisado desde o início de março por conta da pandemia do novo coronavírus, a Federação Nacional de Atletas Profissionais do Futebol (Fenapaf) divulgou neste domingo uma campanha para que a categoria tenha acesso ao benefício mensal de R$ 600 que o governo disponibiliza durante esse período de crise.
O problema para os jogadores de futebol é que o presidente Jair Bolsonaro incluiu na lista de vetos ao auxílio emergencial, no mês passado, atletas e profissionais ligados ao esporte.
O vídeo que dura cerca de um minuto mescla jogadores de clubes de ponta – como o volante Felipe Melo, do Palmeiras, o meia Diego, do Flamengo, o zagueiro Digão, do Fluminense, o goleiro Everson, do Santos, e o meia D’Alessandro, do Internacional – e atletas que defendem equipes de menor projeção no país.
Além de recordar que há 24 mil atletas em atividade no Brasil, no vídeo é dito que os grandes salários e os contratos para uma temporada são restritos a uma minoria da categoria.
Diego, capitão do Flamengo, é um dos que apontam o contraste financeiro durante o vídeo. “Você pensa em atletas como eu, conhecidos, somos 4% da categoria”, disse. Em seguida, Mario Cesar, que atua no Real Ariquemes, de Rondônia, detalha: “Mas não pensa em mim porque não me conhece”.
Outros jogadores como Magnum, do Amazonas, detalham que atletas ganham em média “menos que três salários mínimos por mês”. Alex Dida, goleiro do Atlético Acreano, ressalta. “Este auxílio para mim não é privilégio, é sobrevivência”, afirmou.
Após os jogadores de clubes de ponta falarem “não é para mim”, o vídeo corta para atletas que atuam em equipes modestas, que completam com a frase: “É para nós”.
Vasco registra 7,4 mil renovações de sócios de forma antecipada
Globo Esportes

A torcida do Vasco, mais uma vez, respondeu. De forma antecipada, 7,4 mil sócios decidiram renovar os planos promocionais contratados ao final do ano passado. Trata-se do atendimento ao pedido do clube e do entendimento de que a receita é fundamental ainda mais em plena pandemia do novo coronavírus.
Foi em 24 de abril que a direção vascaína anunciou as regras para a renovação. Desde então, ações de estímulo foram desenvolvidas, como o recente vídeo produzido pela VascoTV. O foco era sensibilizar os 150 mil torcedores que se inscreveram no Sócio Gigante na época do oferecimento do desconto de 50% por seis meses.
Conforme a maior parte dos contratos assinados, a promoção acabou no domingo, dia 24 de maio. Na parcial das 23h, o balanço interno indicou que 7,4 mil pessoas optaram pela renovação antecipada. Deste total, 30% delas escolheram a opção sem benefícios, ou seja, decidiram pagar o valor integral, o que indica o entendimento de ajudar o clube. A decisão foi tomada apensar da retração no cenário econômico brasileiro e sem a perspectiva da retomada de jogos.
O Vasco, desde que alcançou 185.404 associados em dezembro, atingindo o posto de maior programa na América do Sul, tem visto o quadro ser reduzido. Fechou o mês de abril, por exemplo, com 176.190. No domingo, a conta estava em 175.302. Atualmente, a receita total é de cerca de R$ 4 milhões.
Para estimular a renovação antecipada, o Vasco ofereceu quatro opções, duas delas com com meses grátis, ou seja, manutenção de preço promocional. Eram assim:
Renovar por seis meses.
Renovar por seis meses com extensão de dois meses grátis (período sem jogos por causa da Covid-19).
Renovar por um ano.
Renovar por um ano com extensão de três meses grátis (período sem jogos por causa da Covid-19).
Financiamento da base e doações
Houve também mudanças no uso do dinheiro arrecadado. A partir de junho, o valor oriundo do plano “De Norte a Sul” (destinado a quem não mora no Rio) será totalmente direcionado a financiar as categorias de base. A atual mensalidade custa a R$ 14,98, e o cadastro indica que há 30 mil associados nessa modalidade. Uma arrecadação de aproximadamente R$ 450 mil por mês.
O Vasco decidiu ainda que 20% do arrecadado anualmente com a modalidade “Camisas Negras” (a opção popular) será doado a uma instituição social. Em 2019, o valor chegou a R$ 110 mil, que serão destinados ao Instituto Nacional do Câncer (INCA).
Bayern e Borussia vencem e Campeonato Alemão segue acirrado
Ogol

Único torneio entre os principais do mundo que já tem bola rolando, o Campeonato Alemão segue com o título em aberto. Neste sábado (23), Bayern de Munique e Borussia Dortmund voltaram a vencer na competição.
Com os resultados, o Bayern segue na liderança, agora com 61 pontos, seguido de perto pelo Borussia, que tem 57. Na próxima terça-feira (26), as equipes se enfrentam em Dortmund.
Diferentemente da rodada anterior, quando dominou o Schalke 04, o Borussia Dortmund teve dificuldades neste sábado diante do Wolfsburg. Na segunda partida após a paralisação da Bundesliga por conta da pandemia do novo coronavírus, os aurinegros suaram para consolidar o triunfo por 2 a 0.
A principal diferença se deu na forma como os adversários tentaram conter o jogo intenso do time de Lucien Favre. Saiu a passividade do Schalke, entrou a correria do Wolfsburg. Ficou mais difícil para o time de Dortmund envolver a marcação, mas quando o fez, aos 31 do primeiro tempo, Raphaël Guerreiro abriu o placar.
Os aurinegros tiveram ainda mais problemas no segundo tempo, em parte pela substituição que tirou Hummels (com lesão aparentemente sem gravidade no pé) e colocou Emre Can em campo. Demorou até o time de Favre se encontrar. O desespero para buscar o resultado, porém, deixou o Wolfsburg mais exposto. Aos 32, Sancho puxou contra-ataque e serviu Hakimi: 2 a 0.
Na Allianz Arena, o Bayern de Munique recebeu o Eintracht Frankfurt com a missão de manter a distância para o vice-líder Borussia Dortmund, e se deu bem, vencendo por 5 a 2.
Os gols dos Bávaros foram marcados por Goretzka, Muller, Lewandowski, Davies e Hinteregger contra. O zagueiro do Frankfurt também marcou os dois gols da sua equipe.
Os destaques da partida foram Thomas Muller, com participação em três gols, e Lewandowski, que chegou aos 27 gols na Bundesliga, cada vez mais isolado na liderança da artilharia da competição.
Santos vai à Fifa e cobra Flamengo por pagamento milionário de Gabigol
Terra

Em busca de ajustar a sua realidade financeira, então delicada, o Santos entrou com um processo de instrução junto a Fifa a fim de receber 500 mil euros (R$ 3,3 mi na cotação atual) referentes do mecanismo de solidariedade da compra do Flamengo por Gabigol no início deste ano.
O Rubro-Negro adquiriu de forma definitiva o atacante que, até o então, pertencia à Inter de Milão e estava emprestado ao clube, por 16,5 milhões de euros. Como Gabigol fez toda a sua base no Peixe, desde os 10 anos, quando chegou ao Alinegro Praiano, profissionalizando-se aos 17, e deixando aos 20 anos, o Santos teria direito a quantia por ser o clube formador – a Fifa prevê formação até os 23 anos.
– Santos cobra o Flamengo, que não pagou o mecanismo de solidariedade do Gabigol. Eles não pagaram, já venceu a segunda prestação. Entramos primeiro com um processo de instrução na Fifa, para receber o contrato e entender quanto de fato é devido – disse o integrante do Comitê de Gestão do Santos, Pedro Dória, em entrevista ao jornalista Jorge Nicola, no YouTube.
A diretoria santista fez uma reclamação junto a Fifa, que a partir daí instruirá o clube a agir mediante a situação. Ainda não há uma ação direta entre as partes, que podem resolver-se entre si.
Retorno da Premier League ganha força após dois casos positivos
MSN

O “Projeto Recomeçar”, da Premier League, ganhou mais um impulso após apenas duas pessoas testarem positivo para coronavírus em uma nova bateria de testes realizada pela liga em 996 pessoas. O total de infectados agora é de oito pessoas. Os nomes não foram divulgados, mas o Bournemouth confirmou nesta manhã que um dos casos é com um atleta do time. Neste momento, o jogador deve fazer um isolamento por sete dias.
Os testes aconteceram na última semana, entre quinta e sexta-feira, após as equipes recomeçarem os treinos em pequenos grupos. O número equivalente a 0,2% positivos para COVID-19 é um fato animador para que os clubes e jogadores não se sintam com medo para voltar a competir pelo Campeonato Inglês.
Além do Bournemouth, Watford e Burnley já haviam divulgado casos em seus elencos após os primeiros testes. Ainda não há uma definição em relação a volta da Premier League, mas a expectativa é que o torneio possa voltar até o próximo dia 19 de junho. No entanto, jogadores como Kanté e Deeney estão com medo e optam por não treinar neste momento.
Jogadores do PSG criam tensão com CEO do clube por não aceitarem redução de salários
Bahia Noticias

O clima entre os jogadores e a presidência do Paris Saint-Germain é de tensão. Segundo o jornal francês L’Equipe, os atletas do time, que foi campeão da temporada no mês passado, permanecem resistentes aceitar a redução dos salários.
Desde abril, o clube vem tentando renegociar os pagamentos dos jogadores mas, de acordo com publicação do veículo, vários membros da equipe nem sequer entraram tiveram contato com o CEO do PSG, Nasser Al-Khelaifi.
A falta de comunicação entre o dirigente e os profissionais é justamente porque os atletas sabem que a conversa com o mandatário será para pedir novamente que eles aceitem a proposta de redução dos pagamentos.
A atitude dos jogadores ignora petições da União Nacional dos Jogadores Profissionais, sindicato francês dos atletas da modalidade.
Ainda segundo o L’Equipe, um dos nomes que mais discordam dos cortes no salário é o brasileiro Thiago Silva. A proposta do presidente do clube é que os jogadores aceitem não receber o valor referente às férias entre os dias 1 e 22 de junho. Atualmente, as perdas estimadas para o Paris Saint-Germain é de cerca de R$ 1,2 bilhão.
Com o campeonato nacional da França encerrado devido a pandemia do coronavírus, o PSG, que liderava a tabela com 12 pontos de vantagem, foi declarado campeão pela Liga de Futebol da França (LFP).
Clubes de Feira de Santana vivem situações opostas para a sequência da temporada
Atarde

Ainda com os campeonatos paralisados em todo o país e ainda sem previsão de retorno, os clubes de menor expressão do estado tem adotado medidas, não para contornar a situação, mas para tentar sobreviver durante a crise causada pela pandemia. Na semana passada, o Portal A TARDE iniciou, com a dupla Ba-Vi, um especial sobre a atual situação das equipes da elite do futebol baiano.
Para dar prosseguimento no projeto, vamos falar de duas equipes tradicionais da Bahia, responsáveis por alimentar a paixão futebolística na segunda maior cidade do estado: Feira de Santana. Em contato com os presidentes Jodilton Souza e Pastor Tom, de Bahia de Feira e Fluminense de Feira, respectivamente, foram levantadas realidades diferentes pelos clubes a respeito do enfrentamento da crise financeira gerada pelo coronavírus.
“É uma situação muito delicada, mas eu acredito que o futebol como um todo… Aquelas equipes que andam bem organizadas, bem preparadas e com um projeto estruturado, consegue suportar esse momento. Todos os atletas do Bahia de Feira tem contrato até o final de 2021, então não temos dificuldades”, garantiu Jodilton.
Questionado sobre como o clube tem feito para manter essa situação favorável, enquanto muitas equipes tem sofrido com a falta de apoio, o presidente do Tremendão detalhou parte do planejamento financeiro adotado por ele e seu filho, Tiago Souza, presidente do Conselho Deliberativo da equipe, no enfrentamento do problema.
“Todo início de ano eu faço um planejamento financeiro e faço um aporte das empresas que nós temos. A gente aporta um valor e o resto é complementando com patrocínios, e esse ano teve a cota da Copa do Brasil. Então nosso orçamento é muito organizado e ajustado, não tivemos problemas. Esse ano ainda tivemos uma vantagem de receber a cota da CBF de R$ 120 mil que ajudou a completar o caixa”, explicou o presidente do Bahia de Feira.
Em uma situação mais delicada, está o Fluminense de Feira, popularmente conhecido como Touro do Sertão. De acordo com Tom, a premissa da sua gestão é passar a transparência ao torcedor. Com isso, o cenário que antes da paralisação já não se encontrava favorável, terminou se agravando ainda mais.
“Com essa problema da pandemia, ficamos com um teto muito grande. Tínhamos uma dívida superior a R$ 2 milhões em ações trabalhistas onde estávamos nos movimentando para honrar os compromissos, mas acabamos naufragando com essas despesas […] Conseguimos rescindir com praticamente com 97% dos jogadores, porque não tinha como mantermos o elenco. Até aqueles que tinham um compromisso, que podiam estourar, tivemos que liberar por não ter condições de pagamento”, revelou.
No Baianão, o Bahia de Feira também era candidato direto na briga por uma vaga na segunda fase. Antes da paralisação, a equipe se encontrava na terceiro colocação com 11 pontos, a frente inclusive do Vitória, no quesito de saldo de gols.
Com apenas dois pontos de distância para o Leão da Barra, primeira equipe dentro do G-4, e faltando seis pontos para serem disputados, o Fluminense de Feira estava lutando por uma vaga na segunda fase do estadual. Caso conseguisse, o time teria grandes chances de disputar a quarta divisão do Campeonato Brasileiro na temporada seguinte. No entanto, para 2019, o Touro do Sertão não tem mais calendário após o fim do Baianão.








