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Sem autorização, Flamengo é flagrado treinando com bola no Rio
MSN

A polêmica sobre a volta aos treinos do Flamengo em meio a pandemia do coronavírus continua. Depois de realizarem avaliações físicas na última terça-feira (19), os jogadores voltaram ao Ninho do Urubu nesta quarta (20) e foram flagrados, em imagens áreas feitas pelo Globoesporte, treinando em dois campos do CT. As atividades não foram autorizadas e nem mesmo comunicadas à prefeitura do Rio de Janeiro.
Na terça, o prefeito Marcelo Crivella havia dito que apenas a volta da fisioterapia estava liberada para os clubes da capital. Além disso, o mandatário revelou que entraria em contato com a diretoria para entender o que tinha acontecido.
Em contato com a reportagem da Goal, a assessoria da Prefeitura informou que:
“Houve uma reunião de presidentes de alguns clubes de futebol, entre eles o do Flamengo, com o gabinete de crise da Prefeitura e a comunidade médico-científica que assessora o município e não houve unanimidade para o retorno aos treinos. Portanto, esse tipo de atividade não poderia ocorrer.
Na reunião ficou definido, apenas, que os atletas que estavam parados e necessitam de tratamento poderiam voltar à fisioterapia. Também foi debatido um caderno de encargos para o retorno, mas somente após situação da pandemia melhorar na cidade.
A Secretária Municipal de Saúde, Beatriz Busch, vai fazer contato com o clube e verificar a situação, informando sobre o impedimento para treinos”
No mesmo dia, o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, acompanhado do chefe do departamento médico do clube, Márcio Tannure, estiverem em um almoço com o presidente Jair Bolsonaro debatendo a volta dos treinos e jogos. Conforme trouxe a reportagem da Goal, foi solicitado que o Ministério da Saúde elabore um protocolo para a volta dos jogos e a possibilidade dos clubes deslocarem seus elencos e comissões para treinarem em Brasília, por conta do veto na cidade do Rio.
Apesar de garantir que esperava o aval das autoridades para a volta dos treinos, o Flamengo realizou, pelo segundo dia consecutivo, atividades no seu centro de treinamentos. O clube, conforme já havia trazido a reportagem da Goal, se vê protegido juridicamente quanto ao retorno das atividades, mas ainda não se pronunciou oficialmente sobre a situação.
Jogadoras do Vitória denunciam salários atrasados mesmo após ajuda da CBF; diretor jurídico reforça obrigação do repasse
Globo Esportes

A situação vivida pelo futebol feminino brasileiro é de dificuldade em razão da pandemia de coronavírus. E quem mais sofre são as próprias atletas, que, em algumas situações, acabam não recebendo seus salários. Um dos casos é no Vitória, da Bahia. Jogadoras têm reclamado de atraso no pagamento da ajuda de custo, que chega a três meses. O relato abaixo é de uma integrante do elenco que, com medo de represália, pediu para não ser identificada.
– Há atletas no clube que não recebem salários deste agosto de 2019. As mesmas se encontram no departamento médico do clube, sem contar que tem uma atleta com quase um ano de espera para fazer a cirurgia e nada de resposta do Esporte Clube Vitória, sem cirurgia e sem salário, o que é um absurdo! No elenco atual, anunciado como equipe sub-17, nenhuma atleta recebeu qualquer ajuda financeira do clube, nem sequer passagens para treinar. Sobre a ajuda destinada pela CBF, nenhuma atleta recebeu esta ajuda, o único contato que fizeram foi pedir as contas das meninas, porém, até esta data não foi depositado qualquer valor. Descaso total. Situação feia e muito triste de se vivenciar, é totalmente desanimador. Deixar suas casas em busca de um sonho e se deparar com um pesadelo deste é uma sensação terrível e angustiante – afirmou a jogadora, que revelou ainda estar enfrentando problemas até mesmo com a alimentação.
Como citou acima uma jogadora do grupo, o auxílio enviado pela CBF de R$ 120 mil , já que o Vitória está na Série A1 do Brasileiro feminino, não chegou às contas das atletas. São salários de R$ 600, R$ 1 mil e R$ 1,3 mil. O diretor jurídico do clube salientou que foi informado sobre a atualização de pagamento de alguns valores em abril. Questionado sobre a denúncia das atletas, o dirigente afirmou que iria apurar, mas ressaltou que o clube tem obrigação de destinar a ajuda enviada pela Confederação Brasileira de Futebol ao futebol feminino até mesmo para prestar contas.
– Demonstrei minha preocupação e procurei apurar se houve esse pagamento com direcionamento ao futebol feminino. É dever do clube prestar contas à CBF sobre esse valor ser direcionado ao futebol feminino. Me foi informado que foi pago um valor em abril e sobre maio preciso me informar se ocorreu o pagamento. Se não ocorreu, o clube precisa atualizar a situação porque esse valor da CBF é direcionado ao futebol feminino – afirmou o diretor jurídico do clube, Dilson Pereira.
Em abril, o clube baiano havia informado que utilizou o dinheiro da CBF para quitar dívidas com as atletas do time desfeito no ano passado. O elenco atual receberia os salários no final do último mês, mas, segundo as atletas, ainda não ocorreu.
Pia Sundhage fala sobre seu maior desafio no futebol brasileiro feminino
MSN

Pia Sundhage é a atual treinadora da Seleção Brasileira de futebol feminino. O trabalho e desenvolvimento da ‘gringa’ no Brasil é visto com bons olhos, que nos trazem esperança pelo reconhecimento e valorização da modalidade feminina no país.
A ex-jogadora e agora técnica tem um currículo de peso. A sueca já comandou a Seleção Estadunidense, conquistado duas medalhas de ouro (Pequim, em 2008 e Londres, em 2012) e uma prata com a Suécia, nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.
Em entrevista ao site Inside Futbol, Pia falou sobre a diferença entre o futebol feminino na Suécia e no Brasil, uma vez que, o país europeu possui 10 milhões de habitantes e 200.000 jogadoras, enquanto o Brasil apresenta 200 milhões de habitantes e apenas cerca de 15.000 jogadores de futebol.
“É um novo país. Essa é uma das minhas perguntas: você tem um país onde todo mundo adora futebol e, portanto, deve haver muito mais meninas e mulheres jogando futebol. A CBF está tentando mudar a atitude. Não se trata apenas de ganhar uma medalha de ouro. É uma afirmação dizer que o futebol feminino é importante. Demora um pouco para mudar a atitude. Um processo de reconhecimento precisa ser implementado e isso também leva tempo. Encontramos praticamente todas as jogadores na Suécia. Quando pudermos fazer isso, será interessante ver quantos jogadores boas temos no Brasil”.
A atual técnica do Brasil também falou sobre o adiantamento das Olimpíadas de Tóquio e futuras mudanças na equipe brasileira.
“Formiga completou 42 anos. Marta tem mais de 30. Cristiane tem 35. É claro que tudo depende da motivação delas. Conversando com cada uma, parece que elas estão ainda mais motivadas. Nenhuma quer se aposentar do jogo por causa do coronavírus. Teremos tempo e chances de encontrar novas jogadoras. Eventualmente, precisamos mudar a equipe. Eles são ‘antigas’, mas ainda muito boas. Fazem o melhor possível todas as vezes. Formiga está em forma, assim como Marta. E Cristiane tem um grande coração. Elas têm essa paixão. É por isso que elas se identificam há tantos anos”.
Pia ainda afirma que se o Brasil for escolhido como país-sede da Copa do Mundo Feminina 2023, seria fantástico. “Deveria acontecer. A América do Sul possui tantas equipes boas, especialmente no lado masculino. Seria incrível”, finaliza.
Polícia acaba com mais um baba na zona rural
Blog do Sena

No fim da tarde desta terça-feira (19), a Polícia Militar precisou intervir e acabar com mais um baba na zona rural. Desta vez, o fato foi registrado no povoado de Vereda do Progresso, onde há dois dias a Polícia interditou um bar que estava funcionando.
O decreto municipal proíbe aglomerações e também a utilização de espaços públicos para a prática de esportes que tenham contato físico.
Na última semana, com o intuito de coibir a realização dessas partidas de futebol, a Polícia Militar construiu barricadas em vários campos das zonas urbana e rural do município.
A falta de conscientização das pessoas vem provocando uma disparada nos casos de Coronavírus, que hoje subiram para 95.
Em comunicado, MLS anuncia o cancelamento de três competições
Ogol

Nesta terça-feira, através de um comunicado, a MLS, entidade responsável pelo futebol nos Estados Unidos, anunciou o cancelamento de três competições que envolvem o futebol na América do Norte, que envolvem ainda clubes mexicanos: Campeones Cup, o jogo All-Star e da Leagues Cup.
A Campeones Cup, que em 2020 ia para a sua terceira edição, coloca frente a frente os campeões da MLS e do Campeonato Mexicano e aconteceria no dia 12 de Agosto, na casa dos campeões da MLS, o Seattle Sounders.
A League Cup é um torneio anual entre as melhores equipes da MLS e do México, que decorre entre julho e setembro e que também foi cancelada. Por fim, o jogo All-Star entre os melhores jogadores da MLS e da Liga Mexicana também foi cancelado. No mesmo comunicado, a entidade afirma que as competições retornarão em 2021.
“As seguintes decisões foram tomadas priorizando a saúde dos torcedores e membros de nossos clubes”, diz a carta. “As ligas retomarão as negociações sobre o evento e o jogo All-Star da MLS 2021 deve ser disputado entre a MLS e a LIGA MX em Los Angeles”, diz a nota.
Costa Rica retoma futebol, após dois meses sem jogos por pandemia
Terra

Dois modestos clubes da Costa Rica, Guadalupe e Limón, receberam uma responsabilidade impensável no início do ano: dar o pontapé do reinício do futebol no continente americano, suspenso desde março pela pandemia do novo coronavírus.
Horas depois, enfrentaram dois dos clubes mais populares do país, Cartaginés e Alajuelense, com vitória deste último por 2-0, na qualidade de visitante.
As primeiras das seis partidas que completam a 16a rodada do Torneio de Encerramento, foram disputadas sem público e sob rígidas medidas de segurança para controlar a propagação do coronavírus.
O jogo inicial entre guadalupanos e limonenses foi disputado à tarde, no estádio Eladio Rosabal Cordero de Heredia, sede do Guadalupe, que ganhou por 1-0.
O único país latino-americano que não suspendeu seu campeonato de futebol foi a Nicarágua. Com pouca tradição no esporte, o país não adotou grandes ações para conter a pandemia do novo coronavírus.
Sem máscaras, Bolsonaro e dirigentes de clubes cariocas falam sobre times treinarem no DF
Bahia Notícias

Com a situação de pandemia no estado do Rio de Janeiro, o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, e o presidente do Vasco, Alexandre Campello, se reuniram com Jair Bolsonaro para discutir a possibilidade dos times treinarem em Brasília. Sem previsão para os treinos no Rio de Janeiro, a transferência para a capital federal durante a pandemia está sendo debatida.
O encontro aconteceu na manhã desta terça-feira (19) e contou também com a presença do chefe do departamento médico do Rubro-negro, Márcio Tannure, o diretor de marketing do clube, Alexsander Santos, e o senador Flávio bolsonaro, filho do presidente da República.
No fim de abril, o estádio Mané Garrincha, em Brasília, foi oferecido aos clubes do estado do Rio de Janeiro para dar continuidade ao Campeonato Carioca. A reunião desta terça teve o objetivo de discutir a proposta, levantando a chance de que as equipes possam usar a arena na capital do país para realizar treinos enquanto durar a pandemia e as regras de isolamento no Rio. Também nesta terça, o prefeito da capital carioca, Marcelo Crivella, disse que o retorno das atividades ainda não está autorizado.
No encontro desta manhã, o presidente Jair Bolsonaro foi presentado com uma das camisas que fazem parte dos novos uniformes do Flamengo. Considerando a possível reação dos jogadores, caso a mudança temporária aconteça, o Rubro-negro cogita levar as famílias dos atletas para Brasília, para acompanhá-los durante o período de treinos na capital do país. Nesta quarta (20), uma outra reunião voltará a tratar do tema.
“O futebol brasileiro deve ser refletido de forma geral”, afirma Medina
Diplomatasnews

Com as atividades paralisadas por conta da pandemia do Covid-19, o futebol brasileiro deve passar por uma grande reflexão sobre o futuro. É o que pensa, João Paulo Medina (foto), executivo que tem 50 anos de vivência no esporte não só Brasil, mas em outros países espalhados pelo mundo e trabalhou em grandes clubes com verdadeiras sumidades do futebol nacional e também criador da Universidade do Futebol, que neste momento lidera debates sobre o futuro do esporte no país
De acordo com João Paulo Medina, a única certeza que existe é esta profunda reflexão sobre o futebol e não deve acontecer de forma isolada. “Infelizmente ainda vivemos num tempo de discrepância, uma desigualdade que vem através dos tempos e com a crise sanitária que vivemos, a situação piorou. No que pese a necessidade econômica nesse momento, o futebol tem que ser visto como todo e a solidariedade deve acontecer, não se pode pensar apenas pelos grandes. Acho que todos perdem quando pensam somente em si”, enfatizou o criador da Universidade do Futebol.
Medina acredita que as discussões sobre o futebol precisam ser mais abrangentes e se mostra contra a alguns conceitos criados e que reverberam a nível nacional. “Sou contra a colocações do tipo ‘quem não tem condições deve fechar as portas’. Se a gente pensar assim, muitos clubes, inclusive das Séries A e B tinham que parar as atividades também. Acho que o caminho é olhar o todo e buscar um diagnóstico que venha a gerar soluções benéficas para todos”, analisou. :: LEIA MAIS »
Secretário-geral da CBF cogita volta do futebol em junho e jogos entre Natal e Ano Novo
MSN

O futebol brasileiro tem uma possibilidade de retornar no fim de junho, dependendo da curva de casos de coronavírus no país. É isso o que disse o secretário-geral da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Walter Feldman, em entrevista à agência Reuters.
“Dependendo da curva da doença aqui no país… mais um mês ou um mês e meio após o pico. Maio abre portas, junho abre outras adicionais, e não duvido que em junho, com a volta dos treinos, protocolo sustentado e possibilidade de flexibilização das autoridades de saúde, o futebol possa voltar com restrições”, afirmou.
Segundo o dirigente, o Campeonato Brasileiro poderia ser finalizado no começo de 2021. No período, as partidas seriam sempre sem torcedores nos estádios.
“Podemos ter sim só jogos com portões fechados… em países a epidemia vai e volta, tem novas ondas. Aglomerações mesmo só com vacina e controle absoluto”, disse Feldman. “É possível que tenhamos Natal e Ano Novo com futebol nas datas próximas”.
A princípio, o Brasileirão estava marcada para começar no início de maio. Porém, o futebol no país foi paralisado em março, antes da conclusão dos campeonatos estaduais.
Executivo diz que Brasil já não tem os melhores atletas do mundo
Diplomatasnews

Os insucessos nas últimas Copas do Mundo, aliados à falta de disciplina e cultura tática de muitos, que na atualidade têm suas carreiras divididas com as vidas socais cada vez mais agitadas, além de desmandos administrativos que desaguam em um trabalho de base e estruturação cada vez mais frágil, são elementos que estão contribuindo para uma queda vertiginosa do Brasil na escala do futebol mundial. De acordo com o criador da Universidade do Futebol e executivo, João Paulo Medina, se não acontecer uma drástica mudança em pouco tempo o Brasil não será mais considerado “o país do futebol”.
A queda do futebol brasileiro pode ser exemplificada na seguinte situação: há 13 anos, nenhum jogador é escolhido pela FIFA como o melhor mundo. O último foi Kaká (fot), quando em 2007 atuava pelo Milan-ITA. Desde então, o futebol nacional – cujo o último título mundial foi conquistado em 2002 no Japão e Coreia – não consegue emplacar um atleta como melhor do mundo. Pesquisas, de acordo com Medina, comprovam a queda no futebol.
João Paulo Medina conta que foi feita uma pesquisa pouco antes da Copa do Mundo no Brasil, em 2014, e o resultado mostrou a involução no futebol brasileiro. “Essa pesquisa, que teve como base diversos veículos de comunicação espalhados por todo mundo apontou que entre os 50 jogadores apontados entre os melhores do mundo, apenas três brasileiros apareceram: Neymar, Dani Alves e Thiago Silva. O impressionante é que 30 anos antes, em 1983, foi feita uma pesquisa, onde entre os 50 melhores do mundo 12 eram brasileiros”, relatou.
De acordo com o executivo este é um forte motivo para que a afirmativa de que o Brasil tem o melhor futebol do mundo já não faça tanto sentido na atualidade. “Se levarmos somente em conta a quantidade de títulos mundiais, o fato do Brasil ser o único país presente em todas as Copas do Mundo e em números absolutos o grande exportador de jogadores, o Brasil ainda ostenta uma posição de ponta, mas em números reais, hoje somos superados por países como o Uruguai, a Nigéria e a Argentina no quesito de exportar jogadores para a Europa”, explica Medina. “São países de território menor, de população menor, mas que hoje demonstram uma evolução considerável, enquanto o Brasil segue acomodado achando que nunca pode ser suplantado. Mas aos poucos este estigma está sendo desconstruído e resultados recentes mostram isso, inclusive em Copas do Mundo”, argumenta Medina.
Além de dados, o profissional se baseia em depoimentos de colegas que assim como ele trabalharam fora do Brasil por muito tempo. “Tive oportunidade recente de ver um documentário sobre a trajetória do Alex (ex-jogador) que atuou na Turquia e também em conversa com ele, pude ver que o apelo do futebol é forte lá. Conversando com o Carlos Alberto Parreira (ex-treinador) e o Moraci Sant’Anna (preparador-físico) que trabalharam na Arábia Saudita e em outros países, também me relataram a evolução do futebol aí fora em todos os sentidos, enquanto o Brasil fica para trás, sendo superado por países que não são tradicionais, muitos nem título mundial tem, mas a diferença está na determinação, na aplicação e na busca da evolução no esporte”, observa João Paulo Medina.
Outra situação citada pelo executivo diz respeito aos Estados Unidos, cujo o futebol não é o primeiro esporte do americano. “O Basquete e o Futebol Americano estão na frente, mas o futebol (soccer) tem apresentado uma grande evolução com atletas de nível sendo contratados para disputar o campeonato local, com grandes públicos presentes aos estádios e isso reflete em trabalhos de base cada vez mais elaborados com resultados cada vez mais interessantes. Então essa história de que o futebol é do Brasil já era. O futebol é do mundo”, observa. :: LEIA MAIS »








