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:: ‘Notícias’

ESPECIAL: Em meio à crise, torcedores precisam cortar gastos com futebol

Futebol Interior

A pandemia do novo coronavírus trouxe problemas para todos os setores da sociedade e não seria diferente no mundo do futebol. Além de clubes, federações, gestoras de estádios, e tantas outras áreas, o torcedor também foi muito impactado. Cortes de salários, demissões, desemprego levam as pessoas a definirem prioridades financeiras. E mesmo com a paixão por determinado clube, outras coisas são mais importantes.

Com o cenário citado acima, os torcedores estão pensando duas vezes na hora de gastar o seu dinheiro. E usar parte do salário para comprar uma camisa ou qualquer outro produto de seu time acaba ficando fora dos planos.

Essa renda seria algo importante para os clubes, que já não contam com bilheterias, cotas de TV e, em alguns casos, sequer patrocínios.

Luís Gustavo Baricelo, professor de economia da Instituição Toledo de Ensino, de Bauru, explica justamente que a perda é para os dois lados, torcedores e clubes.

“O brasileiro está sedento por futebol, a voltar a assistir os jogos. Só que por outro lado ele também está com medo de perder o emprego dele. Se estava com vontade de comprar a camisa do time, agora ele vai pensar duas vezes antes de comprar porque não sabe se no mês que vem vai ter o emprego. O torcedor se priva de um consumo e o clube perde receita”, explicou ao Portal Futebol Interior.

Mesmo que a situação financeira do torcedor ainda permita que ele compre produtos do time, a falta de jogos pode prejudicar a relação dele com o clube e não motivá-lo a adquirir determinado produto.

Libertadores Feminina é ameaçada por covid-19 na América Latina

R7

A Copa Libertadores Feminina 2020 não foi propriamente colocada para escanteio pela Conmebol, mas é inegável a preocupação maior para que a Masculina seja concretizada dentro de campo até janeiro do ano que vem, com final no Maracanã, no Rio. A edição das mulheres foi pouco comentada na reunião por videoconferência, na última quarta-feira (13), em Luque, no Paraguai.

Com duas rodadas da fase de grupos disputadas, a versão masculina da competição foi interrompida pela pandemia do novo coronavírus. Além das questões de saúde propriamente dita, a logística que envolve a prática do futebol em um torneio na América Latina foi um dos entraves para a continuação do torneio que já admite adiar a final única marcada para 21 de novembro, no Rio.

Por outro lado, o impasse é ainda maior entre as mulheres. Sem todos os 16 participantes definidos, a competição feminina não teria tempo hábil para começar em setembro e terminar em outubro, em Santiago, no Chile. Um novo prazo seria possível, mas a continuidade dos times passa ser o entrave em um cenário de recessão no continente. O Corinthians (campeão em 2019), já tem vaga garantida, assim como a Ferroviária (campeã do Brasileiro) e o Kindermann (terceiro colocado).

Na reunião, a entidade disse estar atenta aos compromissos para a prevenção da covid-19 determinadas por cada país. O retorno das atividades respeitará as autoridades nacionais de saúde.

A Conmebol confirmou também o repasse total de US$ 14 milhões (R$ 82,5 milhões atualmente) para cerca de 400 os clubes filiados, procedente do Fundo de Evolução, mas sem especificar os times femininos.

Conmebol vai exigir teste para covid-19 e proibirá beijo na bola em seus torneios

Isto É

A reunião do Conselho da Conmebol, nesta quarta-feira, não conseguiu determinar quando as competições serão retomadas, em função do surto do coronavírus na América do Sul, mas serviu para definir várias medidas que serão adotadas quando isso for possível. Elas abordam medidas sanitárias, definidas por um protocolo médico, e alterações no regulamento que vão interferir principalmente na relação de inscritos.

De acordo com a Conmebol, os participantes da Copa Libertadores e da Sul-Americana terão de disponibilizar um controle médico dos jogadores, que precisarão se submeter a exames da covid-19 – e quem se recusar a realizá-los não poderá disputar os torneios. Os documentos com os resultados serão armazenados pela confederação.

Nos estádios, jogadores e membros da comissão técnica vão precisar lidar com várias restrições. Eles estão proibidos de cuspir ou assoar o nariz no campo e no banco de reservas, além de não ser permitido beijar a bola. A tradicional troca de camisas também está vetada e o uso de garrafinhas d’água para hidratação precisará ser individualizada.

Os capitães da equipes também não poderão trocar flâmulas antes da partida. Os profissionais que ficarem fora das quatro linhas terão de usar máscaras, assim como os atletas e outros profissionais que concederem entrevistas após os duelos.

A limitação nas alterações nas listas de inscritos nas competições também foram modificadas pela confederação. Quando for retomada, a Libertadores permitirá cinco mudanças na fase de grupos e nas oitavas de final, e três nas quartas de final e nas semifinais. Já na Sul-Americana, são cinco trocas na segunda fase, com limite de três para oitavas, quartas de final e semifinais.

No aspecto financeiro, a Conmebol optou por reduzir em 30% o valor das multas que são estipuladas em seu código disciplinar.

Devido ao avanço do coronavírus na América do Sul, a Conmebol suspendeu em 12 de março a Copa Libertadores, após a disputa da segunda rodada da fase de grupos – a primeira fase da Sul-Americana já havia se encerrado.

Secretário-geral da CBF evita falar em retomada, mas diz: ‘Ainda é possível termos calendário completo’

Lance

A retomada das partidas de futebol no país será feita com cautela. Em ‘live” promovida nesta quarta-feira pela Federação Israelita do Estado de São Paulo, o secretário-geral da CBF, Walter Feldman, apontou quais têm sido os caminhos da entidade para lidar com o impacto causado pela pandemia do novo coronavírus.

– Costumam me perguntar muito se já há data de volta dos jogos, mas a resposta contundente é não, do ponto de vista da sensatez, da saúde. Mas sabendo desta dificuldades, elaboramos um protocolo de saúde extraordinário, no qual debatemos com 140 médicos, entre eles infectologistas e epidemiologistas, além de sempre estarmos em contato com o Ministério da Saúde, secretários de estado ligado à saúde – afirmou.

Na conversa com o vice-presidente da Fisesp, Ricardo Berkiensztat, o jornalista Jairo Roizen e o coordenador de futebol feminino da CBF, Marco Aurélio Cunha, Feldman destacou que já deu aval para a volta aos treinamentos, mas com uma série de precauções.

– O retorno às atividades de treinos já foi orientado pela CBF e por federações. Inicialmente, por teleconferência e depois com segurança voltar aos CTs com distanciamento social, com história clínica, medindo temperatura com testes para detectar a contaminação. Estamos fazendo passo a passo, os clubes estão voltando, particularmente os da Série A – declarou.

O secretário-geral ressaltou que há uma constante avaliação sobre o calendário do futebol brasileiro. E, segundo ele, ainda há chance de todas competições serem realizadas sem grandes mudanças.

– Imediatamente após a paralisação, começamos a montar todos o cenários imaginários. Junho, julho… Temos todos os meses estabelecidos. Com algumas vantagens, pois a Copa América foi suspensa, as Eliminatórias estão indefinidas, não sabemos como vão ser a Libertadores e Sul-Americana. Neste momento, ainda é perfeitamente possível termos um calendário completo. Recomeçar os Estaduais, prosseguir a Copa do Brasil e iniciar os Brasileiros das Séries A, B, C e D – porém, deixou um alerta: :: LEIA MAIS »

Jogadores da Premier League querem adiar volta do campeonato, diz jornal

Uol

Jogadores e treinadores da Premier League (Campeonato Inglês) não consideram boa a ideia de retomar o torneio, paralisado por conta do coronavírus, no dia 12 de junho.

Segundo o jornal Mundo Deportivo, houve uma reunião virtual entre líderes de clubes para debater o cronograma sugerido pela Liga. Para os esportistas, o retorno teria que ser prorrogado por pelo menos uma semana.

A justificativa da mudança se deve pela preocupação em lesões, já que os atletas estão parados há dois meses e necessitam de um tempo maior para readquirir a forma física.

Apesar de os treinos em grupos de cinco estarem liberados a partir da próxima semana, o fato de haver uma regra que proíbe contatos físicos – ao menos até o dia 25 -, segundo o jornal, é outro motivo da posição pelo adiamento, já que este cenário não será visto nos jogos.

Além disto, os treinamentos terão apenas um máximo de 75 minutos por sessão e uma série de outras restrições.

Ontem, em entrevista ao Sky Sports, o presidente da Associação de Jogadores Profissionais da Inglaterra, Gordon Taylor, ressaltou a necessidade de se ter cautela na volta às atividades.

Segundo ele, os atletas temem por novos contágios, já que o país é um dos mais atingidos pela pandemia.

Especialista critica protocolo da Ferj que recomenda retorno do futebol: ‘Uma ilusão e total desserviço’

Terra

Com apoio de 14 clubes do Rio de Janeiro, que não incluíam Botafogo e Fluminense, a Ferj publicou, na última sexta-feira, uma nota na qual reforçava o desejo de retorno às atividades “o mais breve possível”. Os clubes firmantes se disseram prontos para reiniciar os treinos de “forma responsável, sob vigilância, sem aglomerações ou presença de público”. Junto foi apresentado o protocolo médico “Jogo Seguro”, com recomendações de segurança para a volta às atividades. O LANCE! conversou com pesquisadora e integrante do comitê técnico de combate ao coronavírus da UFRJ, Chrystina Barros. A especialista fez duras críticas ao documento e afirmou que as medidas propostas não garantem um jogo 100% seguro para os envolvidos.

– Não é possível o retorno de treinamentos e, muito menos, dos jogos, mesmo sem público. Existe uma ilusão de achar que protocolos vão garantir um jogo de futebol 100% seguro. É um total desserviço que o esporte presta. Seria ir na contramão de tudo o que o mundo faz. O Rio de Janeiro trabalha hoje com a possibilidade de lockdown, nós estamos em um número ascendente de óbitos. Quaisquer medidas como as que são propostas, quando aplicadas, podem diminuir riscos, mas é impossível garantir, hoje, que não haja transmissão. Você pode fazer a limpeza a cada uso de banheiro ou vestiário, mas duas pessoas em um mesmo espaço representam um alto risco de contaminação. A proposta é submeter esse jogador a um possível contágio. Nenhum protocolo consegue dar conta ou prever isso – criticou Chrystina, que tem com 25 anos de experiência na área de saúde.

A pesquisadora também destacou a função social do esporte como referência de saúde para a população. Para ela, este é o momento dos clubes reforçarem o exemplo de respeito ao isolamento e medidas de combate ao vírus e não o contrário.

– O esporte precisa inspirar saúde e isso vem, fundamentalmente, pelo exemplo. Qual exemplo o futebol está dando? Futebol é um esporte de contato. Como vamos garantir que pessoas que vivem em comunidades não vão usar seus campos de futebol para replicar o que seus ídolos fazem nos gramados? Estádios no Brasil foram transformados em hospitais de campanha. Como vamos jogar bola entre camas e respiradores? Como os times vão disputar um esporte com uma proposta de saúde tendo ao lado pessoas que enfrentam a morte em condições improvisadas? – questionou a especialista.

Técnicos aprovam quinta substituição no futebol e preveem que terão mais trabalho

MSN

A ideia da Fifa e da International Board (Ifab, na sigla em inglês) de permitir a realização de até cinco substituições em um jogo de futebol caiu no gosto dos treinadores brasileiros. A reportagem conversou com vários técnicos e todos aprovaram a nova regra, assim como preveem a necessidade de trabalharem mais por causa dela. Caso a inovação seja aplicada no Brasil, os comandantes afirmam que será necessário treinar mais variações táticas com os elencos antes de cada uma das partidas.

O objetivo da Fifa e da Ifab em autorizar que cada time possa fazer até cinco mudanças em vez das três atuais é minimizar o desgaste dos jogadores. A proposta é temporária, válida só até dezembro deste ano. As entidades consideram que pela paralisação causada pela pandemia do novo coronavírus, os campeonatos serão retomados com uma sequência mais intensa de partidas e com os atletas fora da forma física ideal. Por isso, surgiu a ideia de dar aos treinadores a oportunidade de mexer mais vezes no time.

“Eu acho uma boa ideia, mas não é o ideal. O ideal seria realmente que se pensassem no retorno do futebol em um tempo adequado de preparação para não se ter risco de lesão”, disse ao Estado o técnico do Red Bull Bragantino, Felipe Conceição. A autorização para se fazer cinco substituições ainda será estudada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Por outro lado, quem quiser fazer as substituições precisará parar o jogo no máximo três vezes, até para não prejudicar demais o andamento da partida. Recentemente a Fifa liberou as equipes de realizarem até uma quarta substituição, que poderia ser utilizada caso os jogos tenham prorrogação. A novidade foi utilizada inclusive na última Copa do Mundo, na Rússia.

Conmebol se reúne, anuncia ajuda a federações e dá condição para volta de Libertadores e Sul-Americana

ESPN

Uma reunião por videoconferência entre integrantes do Conselho da Conmebol discutiu nesta quarta-feira a situação da Copa Libertadores, da Copa Sul-Americana e das eliminatórias da Copa do Mundo de 2022.

Por conta da pandemia do novo coronavírus, os torneios de clubes foram interrompidos, enquanto a disputa entre seleções, que começaria no fim de maio, teve que ser adiada.

Na reunião, os conselheiros analisaram cenários do futebol na América Latina e mantiveram a decisão de apenas voltar as competições quando “as condições sanitárias permitirem”.

“O Conselho reafirmou seu compromisso de ter sempre como requisito fundamental o cumprimento de todas as medidas de prevenção necessárias determinadas pelas autoridades sanitárias em cada um dos países quando o futebol voltar”, anunciou a Conmebol, em comunicado divulgado nesta quarta.

Para ajudar os clubes durante o período sem jogos, a Conmebol confirmou também um auxílio de US$ 14 milhões (R$ 82 milhões) às federações afiliadas na América do Sul. Não se sabe como o dinheiro será dividido.

Recentemente, o diário argentino “Olé” publicou que a Conmebol acredita em um retorno da Libertadores e da Sul-Americana no mês de setembro. A entidade estuda alternativas para completar os dois torneios.

Restam 11 datas (quatro da primeira fase, seis de oitavas, quartas e semis e a decisão), já incluindo a final em jogo único a ser realizada no Maracanã, no Rio de Janeiro. Para isso, seriam necessárias pelo menos 15 semanas.

“Tite é a esperança do futebol da América do Sul”, diz técnico que goleou Argentina em Buenos Aires

Globo Esportes

Uma cena marcante do documentário “Tudo ou Nada” sobre a seleção brasileira na Copa América de 2019, mostra um abraço do coordenador técnico da seleção da Venezuela, Francisco Maturana, no treinador da seleção brasileira, Tite. Maturana foi o histórico comandante da Colômbia, na Copa do Mundo de 1990 — a primeira em que os colombianos avançaram para as oitavas-de-final — e nos incríveis 5 x 0 sobre a Argentina em Buenos Aires, nas eliminatórias de 1993.

Segundo Tite disse no documentário, Maturana aproximou-se depois do empate por 0 x 0 entre Brasil e Venezuela, na Fonte Nova. Deu o abraço e disse em seu ouvido: “Você é a esperança do futebol da América do Sul.”

Depois de ver o documentário, este blog procurou o treinador colombiano em Medellín, por telefone. Maturana confirmou o diálogo e explicou por que considera Tite a maior esperança do futebol sul-americano voltar a triunfar em uma Copa do Mundo.

“Eu disse isso ao Tite do fundo do meu coração. Nós, em nossos países, sempre admiramos o futebol brasileiro. Neste momento histórico da América do Sul, perdemos muuito terreno em relação à Europa e temos que encontrar alguém que resgate os valores, a cultura do futebol sul-americano”, disse Maturana. :: LEIA MAIS »

Em votação, clubes aprovam proposta para a volta do Gauchão a partir da metade de julho

Globo Esportes

O Campeonato Gaúcho tem ao menos uma estimativa de prazo para voltar. Após nova reunião por videoconferência na tarde desta quarta-feira, os 12 clubes aprovaram a proposta da Federação Gaúcha de Futebol para retomar o Gauchão entre a metade de julho e o início de agosto, inicialmente com portões fechados. A decisão foi tomada de forma unânime.

O campeonato será encerrado no campo, mas sem a definição de rebaixamento para a Divisão de Acesso. Ficou acordado que a edição de 2021 terá quatro clubes rebaixados. As equipes poderão inscrever novos atletas para a volta do futebol, conforme prevê o acordo entre os clubes.

Além da proibição de acesso do público, o protocolo da FGF para a retomada dos jogos também prevê a testagem periódica para Covid-19 de jogadores e demais profissionais e a limitação de pessoas dentro dos estádios.

– Se precisarmos atender mais condições colocadas pelo governo do Estado estamos dispostos para acelerar a retomada. A ideia é termos no estádio no máximo 60 pessoas, todas testadas previamente – disse ao GloboEsporte.com o presidente do Aimoré, Ronaldo Vieira.

Com a aprovação, o documento será enviado ao Tribunal de Justiça Desportiva do Rio Grande do Sul, Ministério Público (MP-RS) e Secretaria Nacional de Esportes para validação.









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