:: ‘Notícias’
Atacante Todinho do Guarani despista sobre Corinthians e crava: “Melhor momento da carreira”
Futebol Interior

Com seis gols em nove jogos, Júnior Todinho se transformou em um dos principais destaques do Guarani no Campeonato Paulista. A boa atuação do atleta, vindo do Cuiabá, abriu os olhos do Corinthians. No entanto, o atacante afirmou que não ficou sabendo de um suposto interesse da equipe do Parque São Jorge.
“Espero disputar outros (dérbis) pelo Bugre. No momento, não chegou nada (sondagem do Corinthians) até a mim. Pode ter chegado ao meu empresário. Quem comanda todas essas negociações é ele. Eu só trabalho dentro de campo”, afirmou o atacante, em entrevista à Rádio Bandeirantes Campinas.
O atleta, de 26 anos, afirmou estar vivendo o seu melhor momento na carreira. Ele tem passagens por clubes como Cuiabá, Vitória, Vitória da Conquista-BA, e Serrano-BA.
“Estou vivendo o meu melhor na minha carreira agora no Guarani, mas sempre há algo a mais para poder dar, né? É sempre melhorar e buscar algo a mais”, completou.
Júnior Todinho caiu ainda mais na graça da torcida bugrina ao fazer um dos gols na vitória por 3 a 2 para cima da Ponte Preta, na última rodada do Paulistão antes da paralisação por conta do coronavírus.
“Nós vamos ter que entender o que está acontecendo. Eu já tinha disputado o Ba-Vi, mas o Dérbi Campineiro é diferente. É totalmente diferente. Foi muito incrível. Foi surreal ter vivido o clássico. A torcida nos apoiando lá fora foi muito bom”, finalizou.
Com contrato até o dia 30 de abril, Todinho aguarda um posicionamento por parte da diretoria do Guarani para falar de uma possível renovação. A conversa já foi aberta com o empresário do atleta, que também falou sobre a pandemia.
Está chato ficar em casa dessa forma, mas felizmente é por saúde. A gente tem que entender. Agora é manter o foco em casa e treinando”, concluiu.
Clubes reforçam desejo de Brasileiro com 38 rodadas, e CBF diz não ver motivo para propor mudanças
Globo Esportes

Enquanto não há nenhuma solução para quando a paralisação dos campeonatos terminará, clubes e CBF seguem destacando pontos de interesse e como pretendem lidar com a crise. O episódio mais recente foi nesta terça-feira, em reunião por vídeo-conferência, quando Andrés Sanchez, presidente do Corinthians, com a concordância dos demais clubes, que o Campeonato Brasileiro deverá ter 38 rodadas. A Confederação concorda com a posição e não enxerga nenhuma necessidade de mudar o calendário até agora.
A CBF ainda analisa o avanço das decisões dos órgãos de saúde para definir o que fazer mês a mês. Rogério Caboclo, presidente da entidade, afirmou que a Confederação tem cenários estipulados para cada um dos meses do ano, a depender de quando será permitido o retorno das partidas de futebol. Segundo ele, nada será decidido antes das autoridades.
A intenção do presidente da CBF também é garantir que os contratos dos jogadores com os clubes sejam cumpridos. Apesar disso, no fim de março, o GloboEsporte.com noticiou que os times das Séries A e B não entraram em um consenso sobre negociação conjunta dos salários dos atletas e já afirmavam a intenção de cumprir o calendário.
Volta da Liga dos Campeões pode ficar em segundo plano na Europa
Correio 24 Horas

Terminar as temporadas nacionais na Europa terá precedência sobre a conclusão da Liga dos Campeões. A informação é do presidente da liga espanhola, Javier Tebas, que revelou a discussão de várias opções entre as ligas nacionais e a Uefa, incluindo a retomada das competições continentais após os torneios de cada país terem sido definidos.
“Você trabalha em dois tipos de calendários. Um em que competições nacionais e europeias estão em paralelo, que começa em 6 de junho, e outro que passa por blocos, nos quais as competições nacionais terminam primeiro, em junho e julho, e depois os europeus em julho ou agosto, dependendo do final”, disse Tebas durante uma teleconferência com a imprensa internacional.
O dirigente salientou que a liga espanhola mantém consultas, quase diariamente, com outras ligas nacionais para avaliar o impacto da pandemia de coronavírus no futebol. Ele disse que ainda há tempo para tomar uma decisão sobre quando serão retomadas as atividades em cada país. Ele alertou que os torneios podem ser retomados o mais rápido possível, mesmo antes de maio, em alguns casos.
Tebas indicou que os cenários serão objeto de estudo nas próximas semanas, tendo em conta o avanço da pandemia. “São cenários que me dão a garantia de que ambas as competições vão terminar”, disse Tebas. Ele ressaltou que a Uefa fez um “esforço considerável” para alcançar acordos sobre suas competições, “mais do que as ligas nacionais”.
O dirigente praticamente garantiu que o futebol espanhol será retomado sem público nos estádios. “Não haverá torcedores nos estádios até que as autoridades sanitárias liberem”, disse. “Não sei dizer se será com pessoas ou sem pessoas, mas vamos terminar as competições com certeza”.
Tebas explicou que as perdas em caso de não conclusão da temporada atingiriam 1 bilhão de euros (aproximadamente R$ 5,69 bilhões) na Espanha. As perdas seriam de 300 milhões de euros (R$ 1,708 bilhão) caso seja retomada sem público e de 150 milhões de euros (R$ 854 milhões) com a presença dos torcedores.
Quase metade das perdas totais devem ser absorvidas pelos jogadores, embora Tebas tenha declarado ser impossível chegar a um acordo com eles sobre os cortes salariais para mitigar o impacto financeiro da crise.
“Estamos em um momento de crise excepcional, imprevisível e enorme impacto. Todo mundo perde dinheiro, parece-me normal que jogadores também. Na Espanha, não chegamos a um acordo com o sindicato, nossa negociação encalhou”, disse Tebas.
CBF estuda implantar recomendação da Fifa para estender contratos que poderia ‘salvar’ times nos estaduais
MSN

A CBF estuda a possibilidade e de que modo implantaria no Brasil a recomendação da Fifa para estender os contratos dos jogadores até o fim real da temporada, e não encerrá-los em suas datas previstas antes da paralisação.
No Brasil, isso pode significar que times que viram seus elencos se esvaziarem antes do fim dos paralisados estaduais podem voltar a ter elencos completos.
Em São Paulo, o Santo André, dono da melhor campanha do Paulista, perderá cerca de 70% dos seus jogadores caso as datas acertadas anteriormente para términos do contrato se façam valer.
O ESPN.com.br apurou que a adoção da medida está em avaliação pela Diretoria de Registro e Transferência da CBF.
O comunicado dq Fifa com essa e outras diretrizes foi produzido após deliberação de um colegiado de pessoas ligadas ao futebol e à entidade, que formaram uma força-tarefa para atacar a questão.
A Fifa deixa claro no documento que não há obrigação de prolongamento de contratos. E que uma extensão deve ser o desejo das duas partes, conforme já fosse previamente conversado antes da paralisação.
Em outras palavras, quem tinha interesse de terminar a temporada no clube em que estava, poderá fazê-lo, mesmo que o contrato tenha formalmente expirado.
Jogadores querem Estaduais menores para manter Brasileirão após a pandemia
Uol

O calendário do futebol brasileiro pós isolamento social não deve impor o fim dos Estaduais, pelo menos essa é a promessa da direção da CBF aos presidentes de federações. Se dependesse da vontade de jogadores ouvidos, porém, esses torneios seriam os sacrificados caso seja necessária uma adaptação para as competições, como reduções ou até cancelamentos.
O UOL Esporte perguntou a 56 jogadores de times da Série A e do Cruzeiro, que responderam anonimamente: prefere que o Brasileirão ou os Estaduais sejam encurtados? 29 deles, ou 50%, responderam que preferem os Estaduais mais curtos. Outros três atletas disseram preferir que os torneios regionais sejam cancelados.
Com o calendário apertado, os Estaduais parecem ser o elo mais frágil do universo competitivo do futebol brasileiro. Afinal, todos enfrentam críticas anuais a respeito de seu nível de competitividade e função para os clubes. Mas o cancelamento das edições de 2020 do evento está fora de cogitação neste momento.
A CBF vê, inclusive, que os campeonatos mais fáceis de serem disputados logo após o fim do isolamento social, ainda sem data, são os justamente os Estaduais. Por quê? Por causa do deslocamento.
A logística de disputar um torneio dentro do estado é infinitamente mais simples. Eles já estão em suas retas finais, as distâncias são mais curtas e, na maioria das vezes, não há necessidade de avião para chegar ao local das partidas, como acontece no Brasileiro ou Libertadores.
Há inclusive uma proposta na mesa de que alguns Estaduais sejam concluídos com sede fixa. Pegando o Paulistão como exemplo, todas as partidas seriam realizadas na cidade de São Paulo, com portões fechados. E os atletas ficariam isolados em hotéis para serem testados, evitando assim contaminação entre eles durante as partidas – isso é importante porque um atleta contaminado pode obrigar todo um time a ficar em quarentena por duas semanas, sem poder disputar partidas.
O que vai ocorrer com o Brasileiro é uma incógnita. Vai depender, obviamente, de quando a bola vai poder rolar, mesmo que sem aglomerações — ou seja, sem torcedores nos estádios. A Globo, que detém os direitos de transmissão da maioria dos clubes da Série A, é contra neste momento qualquer mudança no regulamento, como trocar os pontos corridos por um sistema que finalizasse a competição em jogos eliminatórios, os mata-matas, como ocorria até 2002.
CBF cria grupo com médicos de seleções e clubes e não descarta testes antes de retorno ao futebol
Globo Esportes

Ainda longe de qualquer previsão de retorno das atividades no futebol brasileiro, a CBF criou grupos de trabalho para estudar diversos cenários e formular um guia para clubes e seleções. Com crescimento de infectados e de óbitos do coronavírus, a medida trata-se apenas de estudo sobre como agir quando houver possibilidade de retorno em um, dois, três meses.
É possível testar todos atletas, todos envolvidos na competição, para verificar se está imune, se foi infectado? É possível voltar aos treinos, separando grupos de atletas já testados? Jogar com portões fechados é uma possibilidade? Torna o ambiente do jogo mais seguro?
São algumas das questões que o presidente da Comissão Nacional de Médicos da CBF, Jorge Pagura, que também faz parte do grupo de estudo da Conmebol, avalia e se propõe a responder nas próximas semanas.
Inicialmente o grupo tem Pagura, Rodrigo Lasmar (médico da seleção principal), Nemi Sabeh Junior, da seleção feminina, e Fernando Solera (coordenador da Comissão de Dopagem). Nos próximos dias, médicos de clubes do futebol profissional e de base, que já enviaram algumas sugestões, vão participar de reuniões.
– Abaixo do nível mínimo de segurança para todos envolvidos não podemos fazer futebol – diz Jorge Pagura.
Presidente do Paraibano dá exemplo e repassa doação da CBF aos clubes e a arbitragem
Futebol Interior

A presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF), Michelle Ramalho, deu um exemplo que poderia ser muito bem seguido pelos outros mandatários. Toda Federação recebeu R$ 120 mil da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A entidade paraibana dividirá essa quantia entre clubes e arbitragem.
“A Presidente da Federação Paraibana de Futebol, Michelle Ramalho, observando a crise no setor futebolístico Paraibano tomou medidas para apoiar financeiramente doando o dinheiro dado pela CBF para a Federação Paraibana de Futebol, valor de R$ 10 mil, para cada um dos dez Clubes que estão participando do Campeonato Paraibano de Futebol 2020 da primeira divisão”, diz a nota oficial.
A arbitragem ficará com os R$ 20 mil restantes da doação feita pela CBF. No texto oficial da FPF, porém, há um erro em que o valor mencionado para a arbitragem é de R$ 10 mil.
“Além dos clubes, será doado, R$ 10 mil (R$ 20 mil, na verdade), aos árbitros do quadro da Federação Paraibana de Futebol”.
A CBF, na última segunda-feira, informou que destinará R$ 19 milhões a clubes das Séries C e D do Brasileirão, além das Séries A1 e A2 do Brasileirão Feminino.
Os clubes da Série C, por exemplo, receberão R$ 200 mil, os da Série D ganharão R$ 150 mil.
Na Paraíba, Botafogo, Treze, Campinense e Atlético serão os beneficiados, além, do Auto Esporte por disputar o nacional feminino.
Clubes sem divisões solicitam ajuda da CBF: “Manter contratos e os milhares de empregos que geram”
Galaticos Online

Na última segunda-feira (6), a Confederação Brasileira de Futebol anunciou que vai ajudar vários clubes que disputam às Séries C e D, além dos times que disputam os campeonatos femininos A1 e A2. Além destas agremiações que precisam de amparo da entidade máxima do futebol brasileiro, os clubes sem divisões também querem que a CBF ajude a eles. Cerca de R$ 19 milhões serão repassados para times, federações e árbitros.
De acordo com o site UOL Esporte, uma nova carta será enviada para a CBF, parabenizando a entidade pela ajuda que será dada aos clubes citados anteriormente, mas solicitando ajuda para aquelas equipes que não disputam nenhuma divisão, já que eles também precisam manter contratos e honrar os empregos que são gerados.
CONFIRA A CARTA NA ÍNTEGRA:
“Reportamo-nos à correspondência anteriormente enviada a essa entidade pelo movimento dos clubes de futebol profissional do país, por intermédio da qual, considerando o momento de pandemia por que passa a sociedade e a paralisação dos campeonatos estaduais, foi pedida contribuição financeira para os clubes e isenção de taxas. Congratulamo-nos com a sensibilidade da Presidência da CBF, que prontamente acolheu a pretensão do nosso movimento de isenção de taxas, assim como veio, já agora, a promover a liberação de recursos para ajuda aos clubes que participam das Séries C e D, assim como as Séries A1 e A2 do Campeonato Feminino de futebol, demonstrando sensatez e espírito de colaboração.
Reafirmamos também a importância de continuidade dos campeonatos estaduais, inclusive por serem competições que geram o direito a vagas para a Série D e Copa do Brasil, ressaltando que investimentos expressivos já foram feitos pelos clubes que os disputam, clubes esses atingidos pelos efeitos da pandemia tanto quanto os que disputam as Séries nacionais do campeonato brasileiro. Há ainda razões de ordem jurídica que recomendam a continuidade dos certames estaduais, pois a eventual paralisação poderia ensejar mandados de garantia e procedimentos judiciais outros, o que geraria insegurança jurídica e forte possibilidade de afetar a formação e realização das futuras competições nacionais patrocinadas diretamente pela CBF.
Fato é que os clubes que disputam os campeonatos estaduais, não integrantes das Séries nacionais, permanecem com suas necessidades de manter os contratos e os milhares de empregos que geram por todo o País, igualmente necessitando da assistência e atendimento de auxílio emergencial financeiro por parte da CBF. E até com maior intensidade, pois como não terão outras competições e unicamente concentrarão seus esforços em concluir os certames locais, não possuem perspectivas de obtenção de patrocínios ou receitas em outros certames, sendo crucial que sejam também atendidos. Os valores repassados às Federações são insuficientes para atendimento mínimo às necessidades de emergência alimentar de atletas, comissões técnicas e funcionários que estão sendo abrigados pelos clubes, razão pela qual se pede a complementação e extensão dos benefícios já concedidos por essa Confederação.
Deste modo, considerando o precedente de atendimento parcial feito pela CBF a apenas 88 clubes participantes de suas competições e também a necessidade de viabilização das agremiações esportivas ainda não contempladas, é a presente para reiterar o pedido de atendimento financeiro também aos clubes que disputam os campeonatos estaduais e que não estejam nas Séries A, B, C e D dos Campeonatos Nacionais, reivindicando paridade de tratamento e atenção a situações fortemente emergenciais”
Presidente do Vitória da Conquista agradece à CBF, mas quer ajuda para ‘clubes sem Série’
Bahia Noticias

O Vitória da Conquista vai receber um suporte financeiro da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no valor R$ 120 mil, assim como os outros 67 clubes que integram a Série D. O auxílio é para minimizar os prejuízos causados pela paralisação do futebol em virtude da pandemia do novo coronavírus. Ederlane Amorim, presidente do Bode, destacou a importância da ajuda.
“Foi de extrema importância esse apoio da CBF. Nós, como clubes, estávamos fazendo um movimento com mais de 250 clubes do Brasil, envolvendo todas as Séries e também os clubes que estão somente nos Estaduais, buscando esse apoio. Buscamos o apoio do senador Romário, para que ele pudesse interceder, assim como a Federação Bahiana de Futebol (FBF)”, disse em entrevista ao Bahia Notícias.
Para o cartola, a crise bateu na porta de todos os clubes, independentemente do poder financeiro.
“Sejam clubes de Série A ou Série D. Todos estão passando dificuldades. Nós que estamos em uma camada mais abaixo, essas dificuldades triplicam. Paramos o futebol aqui no dia 17 de março. Fizemos a rescisão de quase todo o elenco e ainda não conseguimos cumprir. Ainda temos compromissos com funcionários, fornecedores… Os custos do Baianão como viagens e hospedagens, que precisaremos arcar nos próximos dias e que não teríamos condição de fazer, pois o Campeonato está paralisado”, ressaltou.
Apesar de valorizar o apoio financeiro da CBF, Ederlane espera que suporte seja ampliado. “Não era o pleito que queríamos em relação a valores, mas foi um avanço, um início. Espero que não fique só nesse pequeno apoio, pois vamos disputar a Série D e não sabemos até que ponto essa pandemia vai ficar. É uma competição muito longa e vamos ter dificuldades para conseguir viabilizar patrocinadores, até mesmo em questão de bilheteria, pois o impacto na economia mundial e também aqui na local foi grande. Vai ser muito difícil conseguir arrecadação neste momento em que o mundo está parado”, projetou.
O mandatário do Vitória da Conquista acredita que essa crise não vai ser fácil de solucionar.
“Para onde você olhar vai ter prejuízo, seja técnico, financeiro ou psicológico. O mundo parou e o futebol vai perder muito. Parece que estamos vivendo um pesadelo. E ainda não conseguimos absorver esse impacto que estamos recebendo, seja na vida profissional ou na vida pessoal”.
Por fim, Ederlane Amorim fez um pedido para a CBF: conceder suporte financeiro para os clubes que não disputam nenhuma Série do Campeonato Brasileiro.
“Quero parabenizar mais uma vez a CBF por todo esforço envolvido, bem como das pessoas intermediárias. Pela decisão que tomaram, não só com o futebol masculino, como também o futebol feminino. Espero que seja extensivo aos outros clubes que não estão em nenhuma outra Série do campeonato nacional e que disputaram somente os Estaduais. O prejuízo é grande, assim como o nosso. A maioria deles não conseguiu arcar com o custo dos Estaduais. Que a CBF possa também olhar para esses outros clubes. Quem ganha com isso é o futebol neste momento de humanização e solidariedade. Com certeza esse apoio é muito importante e que continue até o fim do ano”, finalizou.
Emily Lima critica Marco Aurélio Cunha: “Quem tiver algum problema, paga caro”
Uol

Emily Lima, primeira mulher a treinar a seleção feminina de futebol do Brasil, atualmente no comando da seleção equatoriana, falou ao vivo com o programa Os Donos da Bola desta terça-feira (07) e falou que jogadoras que tiverem problemas com o coordenador de Futebol Feminino da CBF, Marco Aurélio Cunha, vai pagar muito caro.
Questionada sobre a renovação do futebol feminino no Brasil, Emily destacou que iniciou uma renovação na Seleção Brasileira quando assumiu o comando da equipe e aquilo não foi visto com bons olhos – “Renovação é sempre mal vista, infelizmente. No futebol a gente precisa de resultado e muitas vezes a gente precisa de tempo para que isso aconteça. Eu estava fazendo um processo de renovação, só olhar os jogos e as escalações”, disse a treinadora que ainda disse não ver essa renovação acontecendo no momento atual da seleção – “Hoje, eu vejo uma seleção muito parecida com o que estava vindo com o professor Vadão, eu vejo muito parecido. Não estou vendo muita renovação.”








