:: ‘Notícias’
Jogadores temem virar alvo da torcida por recusa a renegociação salarial
Uol

Jogadores de clubes da Série A e membros do seu estafe responsáveis por gerir suas redes sociais afirmam à De Primeira que há um receio generalizado de reações agressivas de torcedores caso se posicionem contra redução salarial proposta por seus clubes. Pessoas ligadas a atletas de várias equipes afirmam que as redes já tem sido palco de constantes cobranças a respeito do assunto, mesmo em postagens sem nenhuma relação com as negociações. Por isso, são poucos os que têm se manifestado de forma contundente sobre o tema.
As discussões coletivas entre os principais clubes brasileiros e entidades sindicais que representam atletas no Brasil fracassaram. Duas ofertas, uma de redução de 50% e outra de 25%, foram rejeitadas, e as equipes, em sua maioria, concederam férias aos seus elencos. As conversas agora seguem individualizadas, cada clube com os seus jogadores.
Ricardo Teixeira é acusado nos EUA de ter recebido suborno para votar no Catar
Terra

Promotores dos Estados Unidos revelaram nesta segunda-feira novos detalhes do suposto pagamento de suborno a membros do Comitê Executivo da Fifa, incluindo Ricardo Teixeira, em troca de votos para designar o Catar como sede da Copa do Mundo de 2022. Além disso, acusou um casal de ex-executivos da 21st Century Fox de fazer pagamentos ilegais para obter os direitos de transmissão para os torneios de 2018 e 2022.
Uma acusação da qual os selos de confidencialidade foram retirados nesta segunda-feira em um tribunal do Brooklyn afirma que Nicolás Leoz, então presidente da Conmebol, e o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira, receberam subornos para votar no Catar durante a reunião do Comitê Executivo da Fifa em 2010. Os valores não foram revelados.
Jack Warner, de Trinidad e Tobago, então presidente da Concacaf, recebeu US$ 5 milhões (R$ 26,4 milhões, na cotação atual) em subornos, de acordo com a imputação. Ao presidente da Federação de Futebol da Guatemala, Rafael Salguero, foi prometido suborno de US$ 1 milhão (R$ 5,3 milhões), segundo a denúncia.
Leoz, que morreu em agosto passado, evitou a extradição, assim como Warner e Teixeira. Salguero se declarou culpado em 2018 por duas acusações de conspiração de fraude eletrônica e uma de suborno e conspiração para lavagem de dinheiro.
Alejandro Burzaco, ex-diretor da empresa de publicidade argentina Torneos y Competencias, afirmou em 2017 que os três membros do Comitê Executivo da Fifa receberam propinas milionárias para votar no Catar, que superou a proposta dos Estados Unidos por 14a 8.
Os ex-executivos da 21st Century Fox Hernán López e Carlos Martínez foram acusados nesta segunda-feira de fazer pagamentos aos dirigentes da Conmebol para obter informações sobre o leilão pelos direitos de transmissão de um co-conspirador cuja identidade não foi divulgada na acusação.
A ESPN tinha direitos de transmissão nos EUA para as Copas do Mundo entre 1994 e 2014, mas em 2011 a Fox obteve os direitos para os torneios de 2018 e 2022. Depois que a competição no Catar foi transferida para o final do ano, quando possivelmente receberia menos atenção no país, a Fifa concedeu à Fox os direitos de 2026 sem licitação.
Desde que as primeiras acusações envolvendo dirigentes da Fifa foram realizadas em maio de 2015, houve 26 admissões de culpa. O ex-presidente da Conmebol Juan Ángel Napout e o ex-presidente da CBF José María Marin foi condenados – o brasileiro foi libertado na semana passada.
Carlos Batista: ‘O futebol será diferente quando tudo passar’
Carlos Batista

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o presidente do Novorizontino, Genilson da Rocha Santos, afirmou que o clube já sabe que a Rede Globo, emissora que transmite os jogos do Campeonato Paulista, suspendeu o pagamento da última parcela dos direitos de transmissão da competição. R$ 1 milhão e meio aproximadamente.
O presidente do Guarani, Ricardo Moisés, também confirmou a fato em entrevista à RB Campinas.
Todos os 16 clubes estão na mesma situação. As cotas tem valores diferentes para cada clube. Os 4 grandes ficam a maior fatia do bolo.
É fácil de entender o que está acontecendo. A TV remunera os clubes porque recebe dos patrocinadores. Os patrocinadores pagam para a TV porque vendem os produtos anunciados. Com a economia parada, por causa da pandemia do coronavírus, os patrocinadores não vendem e ai começa um efeito dominó que vai empurrando pra frente até estourar nos jogadores e funcionários dos clubes.
E também sem campeonato para transmitir a emissora de TV não consegue entregar o número de inserções combinado. Ou seja, não tem como receber dos patrocinadores, uma vez, que não entregou o produto.
Já se fala em disputar fase final do Paulistão, no mês de maio, com portões fechados. Claro que isso depende da autorização da autoridades sanitárias.
Estamos em um momento único da história. No decorrer dos séculos foram inúmeras adversidades criadas pelo próprio ser humano. Mas nunca aconteceu algo parecido com o que estamos presenciando.
A economia e a saúde são setores da sociedade que inevitavelmente estão interligados, portanto, uma paralisação afeta de maneira direta impactando a todos.
Mas como conciliar a necessidade imprescindível da quarentena para conter o vírus e o giro da economia que sustenta a sociedade. Ninguém tem a resposta.
Não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis. A frase é do filosofo Frances René Descartes. Se encaixa bem na situação atual.
No futebol só existe uma certeza. As coisas vão mudar muito quanto tudo isso passar. Lulu Santos tem uma música, Como Uma Onda que diz, Nada do que foi será. De novo do jeito que já foi um dia.
Turner e clubes negociam rompimento de parceria para o Brasileirão 2020
Galáticos Online

A empresa americana, Turner, enviou uma carta no último dia 3 para as oito equipes que tem acordo de transmissão em TV fechada para os jogos do Campeonato Brasileiro de 2020.
Por conta de um descontentamento com relação aos clubes e a exibição de partidas em TV aberta, a emissora relata problema com os números de audiência e faturamento e busca negociar com as equipes o rompimento da parceria para o Brasileirão deste ano.
No Brasil, apenas Palmeiras, Inter, Santos, Bahia, Fortaleza, Ceará, Coritiba e Athletico-PR têm contrato com a Turner. Em caso de rompimento contratual, as equipes devem negociar com a Globo novamente, para garantir as exibições das partidas em TV fechada.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) permite que clubes e emissoras de TV negociem contratos sem interferência da entidade, que só realiza a montagem da tabela de jogos.
CBF sinaliza auxílio financeiro para clubes das Séries C e D
Bahia Noticias

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sinalizou que irá conceder um auxílio financeiro para os clubes da Série C e D, de acordo com apuração do Bahia Notícias. O objetivo é diminuir os danos causados pela pandemia do novo coronavírus.
Os valores ainda não foram definidos pela CBF. A tendência é que o anúncio seja feito ainda nesta semana.
Na semana passada, os clubes das Séries C e D enviaram um documento e formalizaram o pleito para a CBF.
O Jacuipense é o representante baiano na Série C do Campeonato Baiano. Já a D conta com três clubes do estado: Atlético de Alagoinhas, Bahia de Feira e Vitória da Conquista.
Tanto a Série C, como a D, estão agendadas para começarem no início de maio. Porém, por causa da paralisação das atividades esportivas, essa data ainda é incerta.
Inter, Palmeiras e São Paulo são os Reis dos Clássicos do futebol Brasileiro
Uol

Imagine uma competição de pontos corridos entre 12 dos maiores times do Brasil. Nela, cada duelo seria decidido pelo retrospecto histórico entre os rivais ao longo dos anos. Qual equipe seria campeã? Quem pode ser considerado o melhor time em clássicos do futebol brasileiros?
Para encontrar o vencedor, o UOL Esporte fez uma ampla pesquisa em mais de 100 anos de história do futebol brasileiro, do início do século passado até os dias atuais. Foram computados apenas os resultados de partidas entre os quatro grandes de São Paulo (Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo), do Rio de Janeiro (Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco) e os dois de Rio Grande do Sul (Grêmio e Internacional) e de Minas Gerais (Atlético-MG e Cruzeiro). O retrospecto de vitórias, empates e derrotas nesses duelos vira uma vitória, empate ou derrota nos confrontos dos reis dos clássicos. Assim, cada time teria 11 “partidas” ao final do levantamento.
O resultado final foi marcado por um empate triplo entre Internacional, Palmeiras e São Paulo. Na história, eles levam a melhor sobre oito adversários no retrospecto geral, com duas derrotas e um empate. O Palmeiras registrou o maior aproveitamento entre os 12 maiores times brasileiros, seguido por Corinthians, Inter e São Paulo.
Há um empate também na parte de baixo da tabela. Os times com piores desempenhos nos duelos são Botafogo e Fluminense. A equipe botafoguense é dona do pior aproveitamento nos clássicos do Brasil.
A pesquisa levou em consideração apenas os jogos oficiais. Os dados foram obtidos no site ogol.
Champions e Liga Europa podem ser canceladas, admite Uefa
MSN

O presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, disse que há a possibilidade de as atuais edições da Champions League e da Europa League serem canceladas em meio à pandemia do coronavírus.
“Não podemos jogar em setembro ou outubro” afirmou o dirigente em entrevista à emissora alemã ZDF.
A temporada pode ser abandonada? “Se as autoridades não nos permitir jogar, então não podemos jogar”.
A Champions teve metade dos seus quadrifinalistas já classificados, enquanto que outros quatro confrontos das oitavas de final ainda não tiveram seu jogo de volta. Já a Liga Europa teve apenas a realização das partidas de ida das oitavas.
“O fato é que realmente não sabemos muito”, declarou Ceferin. “Estamos esperando o desenvolvimento desta terrível situação no mundo, e principalmente na Europa.”
O presidente da Uefa ainda demonstrou sua opinião sobre uma eventual realização de partidas sem a presença de torcedores.
“É ainda melhor jogar com portões fechados e ter isso na TV, que é o que as pessoas precisam e querem, porque isso traz energia positiva a seus lares, do que não jogar”, disse o esloveno. “É o que as pessoas querem, o que traz energia positiva, e será julho ou agosto”.
Conmebol prepara protocolo médico sobre coronavírus mirando retorno do futebol
Terra

A Conmebol anunciou nesta segunda-feira que está elaborando um protocolo médico com normas e recomendações para evitar o contágio e a propagação do coronavírus. O documento está sendo feito pela comissão médica da confederação, encabeçada pelo Dr. Osvaldo Pangrazio.
Segundo a Conmebol, a ação mira o retorno do futebol no América do Sul. Por conta da pandemia, as competições continentais estão paralisadas desde o início de março.
Para organização do protocolo, Dr. Pagrazio realizará uma reunião nesta terça-feira, via vídeo-conferência, com médicos das seleções, membros da comissão médica da Conmebol e outros profissionais da saúde.
“É uma reunião importante para ver quais são os primeiros passos que devemos dar, fazendo esse protocolo médico a médio e longo prazo, para proteção dos nossos atletas e de todos que compõe o futebol, respeitando o critério do Ministério de Saúde de cada país membro da Conmebol”, disse o Dr. Pangrazio ao site da confederação.
Sedur interdita campo de futebol da UFBA por descumprir decreto
Bahia Notícias

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur) interditou o campo de futebol da Universidade Federal da Bahia (UFBA), neste domingo (5), após identificar que no local estava acontecendo um jogo de futebol. A fiscalização faz parte do cumprimento do decreto municipal que proíbe a aglomeração de pessoas, como medida de evitar a propagação no novo coronavírus em Salvador.
O secretário da Sedur, Sérgio Guanabara destacou que está proibido aglomeração de pessoas nessas estruturas. “O município vem adotando essas medidas em todas as quadras, campos de futebol e academias ao ar livre e já fechou mais de 400 equipamentos, como forma de garantir que as pessoas fiquem em casa”, concluiu Guanabara.
A Prefeitura determinou no dia 2 de abril que todas as quadras e campos da cidade sejam trancadas com cadeado ou fechadas imediatamente. As medidas visam garantir o isolamento social, já que fiscais municipais e a Polícia Militar identificou aglomeração de pessoas nessas estruturas.
Futebol brasileiro tenta salvar 156 mil empregos durante a crise do coronavírus
Super Esportes

Os cuidadores de gramado Francisco Almeida, funcionário do Fortaleza, e Reinaldo Gomes, do Bahia, ficaram preocupados quando a pandemia do novo coronavírus paralisou o futebol brasileiro e forçou os clubes a diminuírem despesas. Juntos, os dois sustentam oito pessoas e compõem uma parcela numerosa do mercado de trabalho. Se a modalidade parece se resumir a jogadores, técnicos e altos salários, na verdade se trata de um segmento que emprega 156 mil pessoas no país, segundo estudo publicado pela CBF.
A pesquisa divulgada no ano passado e feita pela empresa Ernst & Young mostra que o futebol brasileiro em 2018 teve impacto de 0,72% no PIB nacional, ao movimentar R$ 52,9 bilhões. Embora existam salários milionários no meio, a modalidade conta com uma turma bem mais humilde. Para cada jogador empregado, há uma série de outros trabalhadores que também dependem do funcionamento dos times para garantir o sustento das famílias.
Enquanto negociam com os elencos para reduzir salários e evitar prejuízos durante a pandemia, os clubes demonstram preocupação justamente com funcionários mais humildes. Quem trabalha nos times profissionais seja na jardinagem, lavanderia, cozinha ou limpeza, têm recebido atenção especial para não ter os empregos colocados em risco em uma época de queda brusca de receitas com bilheteria, cotas de televisão e patrocínios.
Segundo o estudo da CBF, os funcionários de clubes de futebol representam 33% dos 156 mil empregos gerados pela modalidade no Brasil. A maior parcela da força de trabalho, 55% do total, atua em estádios em dias de jogos, principalmente na venda de alimentos e bebidas. Esse contingente aguarda o calendário ser retomado para poder voltar a trabalhar.
“O futebol, eu costumo falar que é a maior empresa do mundo, porque tem em todos os países e tem milhares de pessoas que vivem dele”, brincou o supervisor de futebol do Atlético-GO, Junior Murtosa.
Há 15 anos no clube, ele coordena uma equipe de mais de 130 funcionários. “Para um time entrar em campo, precisa desde a comida ser preparada, do uniforme estar lavado até a manutenção do hotel do time estar bem-feita”, completou.








