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Em reunião da Uefa, clubes dizem que prioridades são os campeonatos nacionais e a Liga dos Campeões
Terra

Em reunião da Uefa com as 55 federações nesta quarta-feira foi decidido que a prioridade do calendário europeu será terminar os campeonatos nacionais e a Liga dos Campeões. A entidade máxima do futebol do Velho Continente acredita que todas as competições possam ser finalizadas a partir de junho. Para isso acontecer, também foi determinado o cancelamento de amistosos de seleções previstos para a primeira semana de junho com o objetivo de ganhar datas no calendário, segundo informa o diário “As”.
Muitos países, a exemplo da Holanda, que suspendeu a Eredivisie até o dia primeiro de junho, já dão por perdido os meses de abril e maio. Dependendo dos avanços do coronavírus e das decisões dos governos, espera-se que os times retomem os treinamentos e possam fazer uma espécie de “pré-temporada” antes dos torneio voltarem à rotina.
Representantes do Campeonato Espanhol e Inglês disseram que a prioridade é terminar suas competições mesmo que o calendário tenha que ser estendido no verão europeu e ocupe parte da temporada 2020/2021. A proposta feita por um dos grupos de trabalho criados pela Uefa de suspender as copas nacionais foi negada.
O Sindicato de Jogadores (FIFPro) também foi ouvido para que medidas com relação a contratos de jogadores sejam universais e alcancem todos os atletas, não apenas aqueles que os clubes desejam manter. Além disso, a discussão sobre recuperação de datas próximas do natal e ano novo não foi esclarecida e não contempla jogadores da América do Sul e África que geralmente retornam aos seus países para ficar com as famílias.
Clubes se dividem em quatro grupos sobre cortes de salários
Globo Esportes

O Palmeiras se prepara para pagar todos os contratos de CLT na próxima terça-feira, 7, quinto dia útil de abril. Significa pagar em dia o salário de março, o que não difere nem sequer dos times que já anunciaram cortes de salário. O Atlético Mineiro e o Fortaleza avisaram e negociaram com jogadores e comissão técnica os cortes de 25% da folha de pagamento de abril. Ou seja, o corte virá no quinto dia útil de maio, mas a ideia é pagar em dia também o salário de março, em abril.
A diferença entre as duas políticas é que o Palmeiras, por enquanto, pretende honrar seus compromissos até o final da crise do coronavírus. É a intenção, que pode ser ser confirmada. O planejamento do clube tem uma lista de vinte itens que serão verificados semana a semana. O que dá para pagar, o que não entrou de fornecedores, se sócios do clube pagarão em dia, com o setor social fechado, se sócios torcedores vão se mobilizar ou abandonar seus boletos.
O técnico Vanderlei Luxemburgo já enviou vídeo aos jogadores para tratar da gravidade da situação e do que pode ser necessário negociar a partir de maio. Não em abril.
No final de abril, haverá outra avaliação, para ter certeza de que se poderá cumprir o objetivo de pagar em dia no quinto dia útil de maio.
O Flamengo tem um ponto de vista um pouco diferente. Não tem problema financeiro, mas negociará com seus jogadores se entender que eles não estão trabalhando. Não é uma decisão tomada.
Os grupos de clubes se dividem em quatro: 1. os que não têm dinheiro e já não pagam em dia; 2. os que tentam pagar em dia e já perceberam que não vão conseguir honrar seus compromissos, porque não estão entre os mais ricos; 3. os que entendem que os jogadores não devem receber, porque não estão trabalhando; 4. os que entendem que os jogadores não estão trabalhando apenas porque não podem e devem ter salários em dia, a não ser que seja impossível.
O Palmeiras está neste último grupo.
Atlético, Fortaleza e Ceará, que já negociaram com seus jogadores a diminuição de salários a partir de abril (vencimentos a serem pagos em maio) perceberam que não terão condição de honrar seus compromissos.
O Corinthians está estudando toda a situação, mais ou menos na linha do Palmeiras. Com uma diferença. É possível que a Crefisa não deixe de pagar as parcelas do patrocínio palmeirense e o Corinthians já sabe que não receberá cotas de quatro do total de seus onze patrocinadores, de acordo com o site Meu Timão.
Por ora, Atlético, Fortaleza e Ceará definiram as reduções salariais em abril e pagarão menos no quinto dia útil de maio.
Globo suspende pagamento de direito de transmissão dos estaduais
msn

Por conta da pandemia do novo coronavírus, a Globo irá suspender os pagamentos a clubes de direitos de transmissão dos campeonatos estaduais a partir de abril. As informações são do ‘UOL’.
De acordo com a reportagem, ao longo dos últimos dias, clubes de Bahia e São Paulo têm sido comunicados da decisão. Os campeonatos do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais são exceções, já que os valores já tinham sido pagos. O Carioca também terá pagamentos suspensos.
Os pagamentos ficarão suspensos até que haja, ao menos, uma previsão de retomada dos jogos. A emissora avaliou que não era viável pagar por jogos que não estão acontecendo e nem têm data para serem realizados.
A medida já começa a gerar um movimento de apressar a volta aos gramados, mesmo que de portões fechados. Afinal, era uma das últimas fontes de receita que ainda estavam garantidas para os clubes.
Regra da Olimpíada já permite jogadores de futebol de 24 anos em Tóquio.
Uol

Desde a confirmação do Japão de que os Jogos Olímpicos seriam disputados em 2021, jogadores de futebol do Brasil e do exterior têm feito campanha para que atletas de 24 anos possam disputar o evento no ano que vem. O problema é que, pelas regras, não era necessário pedir mudança nenhuma.
Os mesmos jogadores que poderiam disputar os Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020 no futebol poderão disputá-los também em 2021, a não ser que a Fifa e o Comitê Olímpico Internacional (COI) alterem as regras no meio do campeonato, o que nada indica que vá acontecer. Não faz diferença se eles terão 23 ou 24 anos quando os Jogos foram disputados.
Por mais que seja comum descrever o torneio olímpico masculino como sendo “sub-23”, na prática não é a idade do atleta que determina sua elegibilidade, mas sua data de nascimento. Gabriel Jesus, por exemplo, completa 23 anos na próxima sexta-feira (3) e, mesmo assim, poderia disputar o torneio “sub-23”. É que ele cumpre a regra de ter nascido a partir de 1º de janeiro de 1997.
Antes do início do período de classificação, todas as federações internacionais publicam em francês e inglês um documento padronizado com seus “sistemas de classificação”, que determina como serão distribuídas as vagas olímpicas e os critérios de elegibilidade — quem pode e quem não pode disputar a Olimpíada. No caso do futebol, a Fifa tem como padrão considerar que as eliminatórias de um torneio são a “fase preliminar” e o torneio em si a “fase final”. Vale para a Copa, vale para a Olimpíada.
No documento da Fifa, aparece escrito que: “Todos os atletas participando da fase final de competições do torneio de futebol dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 devem ter nascido em ou depois de 1º de janeiro de 1997, com exceção de no máximo três atletas mais velhos que podem ser incluídos na lista oficial de jogadores”. A regra, sem a exceção, vale também para os torneios qualificatórios, porque é padrão que quem ajudou a classificar esteja, depois, elegível para disputar a Olimpíada..
A única hipótese para atletas nascidos em 1997 serem impedidos de disputarem os Jogos Olímpicos é a Fifa alterar os critérios com a competição já em andamento. Das 16 vagas na fase final, 14 já foram atribuídas, faltando apenas o Pré-Olímpico da Concacaf, que daria duas vagas e deveria estar acontecendo agora no México, mas foi adiado por causa do coronavírus. A Fifa e o COI, porém, até agora não demonstraram qualquer intenção de fazer essa mudança. O comitê tem batido na tecla que as vagas já conquistadas serão mantidas por países e atletas e que não quer que o adiamento da Olimpíada tire de ninguém o sonho de estar em Tóquio. A não ser que esse cenário tenha uma mudança radical, quem era elegível para os Jogos em 2020 continua elegível para os Jogos em 2021.
Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco se unem em campanha contra o Covid-19: “Torcida única”
Globo Esportes

Os quatro grandes clubes do Rio se uniram em uma campanha para combater a disseminação do novo coronavírus. Com mensagens em seus sites e redes sociais, os clubes buscam arrecadar fundos para doar à Fiocruz. Todo o valor arrecadado será destinado à Fundação Oswaldo Cruz para ajudar no tratamento e combate da Covid-19 da seguinte forma:
Ações como produção de kits para diagnóstico, atendimento a pessoas com casos graves, no Centro Hospitalar para a Pandemia de Covid-19 – Instituto Nacional de Infectologia, que está sendo construído na sede da Fiocruz -, apoio comunitário e pesquisas que colaborem com o combate à doença e cuidado aos pacientes.
Para ajudar, o torcedor deve entrar no site www.futebolxcovid19.com.br, se cadastrar e definir o valor que pretende doar. Neste endereço vai ser possível acompanhar a quantidade de doações, chamar outras pessoas para contribuir e, quando isso tudo acabar, ver como os recursos foram utilizados. Haverá, ainda, uma auditoria externa independente.
Na nota divulgada com o início da campanha, os presidentes dos quatro grandes deixaram mensagens de apoio ao movimento. A ideia, inclusive, é de que ele se estenda para os demais clubes do Brasil, não se restringindo apenas ao Rio de Janeiro.
Fifa usará caixa bilionário para criar fundo de emergência e ajudar mundo do futebol, diz jornal
Globo Esportes

A Fifa tentará amenizar os efeitos da crise econômica gerada em todo o mundo pela paralisação do futebol por conta da pandemia do coronavírus. De acordo com o jornal “The New York Times”, a entidade máxima do futebol usará seu caixa bilionário para criar um fundo de ajuda emergencial, que poderia dar fôlego a federações, ligas e clubes.
Fifa analisará proposta de extensão automática de contratos até fim das ligas, diz agência
A reportagem aponta que a Fifa pretende separar “centenas de milhões de dólares” de seu caixa, que teria US$ 2,7 bilhões (R$ 13,9 bilhões) de reserva. A criação do fundo emergencial ainda precisa ser aprovada pelo conselho da organização, mas a entidade enviou comunicado ao jornal norte-americano confirmando a intenção de “dar assistência” ao mundo do futebol.
– A Fifa está em uma situação financeira forte, e é nosso dever fazer o máximo para ajudar em uma hora de necessidade. Portanto, confirmamos que a Fifa está trabalhando em possibilidades de dar assistência à comunidade do futebol em todo o mundo, após fazer uma avaliação abrangente do impacto financeiro que essa pandemia terá no futebol – diz a nota.
O jornal ainda indica que, além de usar parte da reserva de caixa, a Fifa pretende “emprestar sua futura renda de TV e patrocínio” para aumentar o fundo de emergência. O fundo poderia funcionar da seguinte maneira: empréstimos de curto prazo ou subsídios de emergência.
Segundo a reportagem, existe uma preocupação se o dinheiro seria direcionado para as partes mais necessitadas, como clubes menores. Entretanto, fontes da Fifa indicaram que essa preocupação se tornou secundária diante da emergência histórica criada pela COVID-19.
O fundo seria gerenciado com lideranças independentes da Fifa “para evitar o risco de ser contaminado por questões políticas”, indica a publicação. Atualmente, a entidade já repassa US$ 6 milhões a cada quatro anos para cada uma das 211 associações que fazem parte da organização.
Sem apito, sem ganho! a realidade dos árbitros de futebol
Resenha na Rede

Pandemia. Suspensão do futebol. Férias antecipadas para elencos. Como ficam os árbitros nessa história toda? Sem ganho! De forma resumida e clara, um árbitro vinculado a Federação Bahiana de Futebol, mas que prefere o anonimato, confidencia ao Resenha na Rede.
No Brasil, a atividade do árbitro de futebol é considerada uma profissão autônoma. Ou seja, o homem do apito ganha se tiver em campo. Isso vale para os que apitam o futebol profissional, como para os que estão no futebol amador.
Sem uma previsão oficial para o retorno do futebol nacional, devido ao Coronavírus, o presidente da Associação de Árbitros da Bahia, Jose Francisco Neto, reconhece possíveis dificuldades que alguns profissionais podem estar passando. “Temos conhecimentos dos árbitros que vivem só da arbitragem, existem sim essa preocupação tanto dos árbitros profissionais, tanto quanto para os amadores. Mas sabemos que não é uma regra (ficar sem ganho), pois a maioria tem a arbitragem como uma segunda atividade”, disse ao Resenha na Rede.
Tendo como base de cálculo os valores recebidos na Série A 2019, um árbitro de elite (escudo FIFA) ganha algo em torno de R$4.140,00 por partida. Já o árbitro CBF consegue receber algo em torno de três mil reais. Os bandeirinhas ficam com algo em torno de 60% dos que os principais ganham.
Em um futebol deveras rentável e profissional, a arbitragem já poderia há muito tempo ser tratada de melhor forma. A equipe de arbitragem deveria ser contratada, seja de forma fixa ou por temporada, pela CBF ou através das Federações.
FBF fará reunião em abril para definir sequência do Campeonato Baiano
Bahia Notícias

O Campeonato Baiano segue suspenso por conta da pandemia do novo coronavírus. O Bahia Notícias apurou que uma reunião deverá acontecer por videoconferência na segunda quinzena de abril para definir a data da continuidade da competição.
De acordo com apuração do BN, o Baianão será decidido dentro de campo. Internamente, a cúpula da FBF descarta a possibilidade de cancelar a competição.
O Vitória se desfez de parte do seu elenco do time sub-23 e da comissão técnica, que era comandada por Agnaldo Liz. Já o grupo principal entrou de férias coletivas, medida também adotada pelo Bahia. A única diferença é que o Esquadrão de Aço não dispensou a equipe de transição.
O Campeonato Baiano foi suspenso com sete rodadas da primeira fase disputadas, faltando duas para o término desta etapa inicial. A tabela de classificação tem o Bahia na liderança com 15 pontos, seguido por Jacuipense (12), acompanhado por Bahia de Feira e Vitória (ambos com 11). O Jacobina só tem um ponto e é o lanterna.
Governo da Bahia suspende realização de jogos de futebol no estado
Tribuna da Bahia

Os jogos de futebol estão proibidos em todo o estado da Bahia, sejam de caráter profissional ou não. Nesta segunda-feira, o governador Rui Costa comunicou a decisão e lembrou que os clubes deram férias a seus atletas. O Campeonato Baiano foi suspenso pela Federação Bahiana de Futebol (FBF) no dia 17 de março, sem prazo para retorno.
A decisão do governo de suspender os jogos de futebol acontece após uma confusão com decretos. No último sábado, foi publicado no Diário Oficial um compilado de decretos estaduais até o momento. Nele, constava a determinação do último dia 16, quando se permitia a realização de jogos com portões fechados.
O decreto do dia 16 de março, proibia eventos com mais de 50 pessoas, mas tinha um artigo exclusivo para os jogos de futebol.
– Os jogos de campeonatos de futebol, profissionais e não profissionais, deverão ocorrer sem a participação de público ou torcida – dizia o texto.
A possibilidade, a partir de agora, está proibida. A nova determinação será publicada no diário oficial desta terça-feira.
– Não há sentido realizar os jogos. Além de estarmos adotando medidas duras de isolamento na Bahia, os clubes também deram férias coletivas. As partidas de futebol estão suspensas até uma nova avaliação e consenso entre o poder público e as entidades esportivas, seguindo sempre critérios científicos – disse o governador em nota enviada à imprensa.
O abandono dos velhos craques, ‘patrimônio nacional e imorrível’
Placar
Paulo Cezar Caju

“Patrimônio nacional e imorrível”. A definição, certeira, veio de gente simples, na porta de um boteco, provavelmente em São João de Meriti, onde meu compadre Marco Antônio passa as horas jogando carteado, fumando e bebendo conhaque. Recebi uma imagem pelo zap e me lembrei dos tempos em que me drogava descontroladamente. Marco Antônio há dois anos teve um AVC e recuperou-se totalmente. Treina um time de pelada em São João e é meio indomável, apesar de introvertido, caladão. O certo seria se internar e falei com o meu irmão, Fred, para ver que tipo de ajuda a AGAP (Associação de Garantia ao Atleta Profissional) poderia oferecer. Deve receber uma pensão da CBF, mas o problema de muitos jogadores, principalmente os de minha época, vai muito além do dinheiro. É carência, abandono, apoio psicológico.
Nossa relação com o futebol e com a torcida era colossal, profunda e, acima de tudo, verdadeira. Antes da minha, então, nem se fala. Garrincha também enfrentou problemas com a bebida e foi abandonado. Quando seu pai morreu ele estava em Pau Grande e disse à família e vizinhos que seus amigos abastados e dirigentes de futebol arcariam com as despesas. Esperou, esperou e nada. O corpo do pai foi levado até o cemitério por um caminhão de lixo. Pelé está só. Tostão, recluso. Gerson, Riva, eu e, acho que todo grupo da velha guarda, nunca assimilou a pendurada de chuteiras. O futebol era nossa vida, nosso amor, nossa entrega. Sem apoio psicológico ou oferta de empregos acabamos nos deprimindo. Não é fácil ficar longe do futebol.
Marco Antônio ficou viúvo cedo, sofreu um bocado. Dividi quarto com ele na Copa de 74. É um dos maiores laterais esquerdos da história do futebol brasileiro. Nilton Santos foi o maior. Entre Marco Antônio e Marinho Bruxa? Marco Antônio, sem dúvida. Era completo, apoiava, marcava, cruzava, batia falta, era inteligente. Marinho foi genial, talento raro, mas era um peladeiro, no bom sentido, docemente irresponsável. Estamos a poucos meses de comemorar os 50 anos do Tri. É o momento de sermos procurados, badalados, exaltados. Eu posso ser localizado tomando um café no Kurt, Marco Antônio um conhaque, em São João, Riva cuidando de seus curiós, Gerson chorando em alguma transmissão da Tupi, Tostão despejando seus sentimentos em belas crônicas, Brito tomando uma cerveja em um quiosque da Ilha do Governador e o Furacão assistindo uma pelada na Praia do Leme, lembrando suas memoráveis arrancadas.
Os heróis do Tri, apesar de serem considerados “patrimônios nacionais e imorríveis”, podem ser encontrados perdidos e filmados em qualquer esquina. Deprimidos, bêbados, loucos, mas com o coração abarrotado de paixão por um futebol que se perdeu no tempo. Pra finalizar, me lembraram de mais um termo que está na moda dos comentaristas: “jogador de beirinha”. Que tal de beirinha é essa?








