:: ‘AMARAL’
Volante Amaral segue jogando aos 39 anos, encara vulcão e vira outdoor na Indonésia
Uol
Provavelmente pouca gente que acompanha futebol no Brasil imagina que existe um campeonato profissional na Indonésia. Talvez por isso ainda menos torcedores daqui devam saber que o volante Amaral ainda segue jogando, já perto dos seus 40 anos, exatamente neste país. Querido por torcidas de Palmeiras, Corinthians e Vasco em razão da personalidade de entrega ao time, a despeito da limitação técnica, o ex-jogador experimenta hoje uma vida de conforto no desfecho da carreira, com direito a atuação como garoto-propaganda. Mas o “exílio” na Ásia também inclui aventuras como residir do lado de um vulcão adormecido.
Amaral disputou em 2012 a liga da Indonésia pelo segundo ano seguido. O antigo jogador da seleção brasileira chegou ao país quando já se encaminhava para a aposentadoria, depois de defender o Catanduvense. O volante trabalhava como secretário de Esporte de Capivari (SP) quando recebeu um contato de um amigo que estava à procura de veteranos conhecidos, para ajudar o começo do profissionalismo da Indonésia.
Em seu primeiro ano no país, em 2011, a figura de Amaral estampou uma espécie de propaganda outdoor de uma campanha nacional, com um cartaz que promovia a liga da Indonésia pelas ruas do país. “Estou com 39 anos, mas com corpinho de 28 anos, fininho. O campeonato acabou aqui, e a liga só começa em fevereiro. Estou voltando para o Brasil agora em novembro. Está tudo enrolado, não sei se vou continuar. Meu time acabou em segundo lugar, o pessoal gosta bastante de mim, estou bem fisicamente e sou um exemplo de pessoa aqui na Indonésia, até porque respeito bastante a cultura deles”, disse Amaral em entrevista ao UOL Esporte.
Amaral chega, enaltece estrutura do Bota e já se dispõe a jogar na quarta
Globo Esportes

Sem pompas na apresentação, Amaral, ex-Cruzeiro, chegou de mansinho ao Botafogo. Diferente do estilo mais para “cão de guarda” que sua função exige. Aos 28 anos, o novo volante alvinegro encheu de elogios o elenco e também à estrutura do clube. Segundo ele, não pensou duas vezes em recusar o Náutico, que fez proposta, ao saber do interesse do Glorioso. As maiores motivações: brigar pelo título brasileiro e dividir espaço com Seedorf e Cia.
Depois de ser campeão da Copa do Brasil com o Paulista de Jundiaí, em 2005, Amaral foi contratado pelo Vasco. Embora tenha tido espaço, em mais de 100 partidas pelo agora rival, fo contestado pela torcida em ambas as passagens que teve. A experiência de ter ido para o Japão e de ter estado em outros times o fez evoluir, acredita. Ainda assim, Celso Roth, seu técnico em São Januário, no Grêmio e no próprio Cruzeiro, o deixava no banco recentemente.
Amaral vem para suprir uma carência no setor, já que Lucas Zen operou o joelho e só retorna em 2013 e Marcelo Mattos operou a região do púbis e deve jogar apenas em setembro. No Botafogo, o jogador vai reencontrar ex-rivais da época de futebol japonês. Fellype Gabriel, Vitor Júnior e Rafael Marques foram indicações do técnico Oswaldo de Oliveira.
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