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:: ‘LOTERIAS’

Caixa faz modificações nos jogos lotéricos Dupla Sena, Lotomania e Quina

Bahia Notícias

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Três jogos das Loterias foram modificados nesta sexta-feira, 22, com o objetivo de aumentar as oportunidades aos apostadores, informou a Caixa Econômica Federal. As modificações nos produtos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). A Dupla Sena passará a ter um terceiro sorteio semanal. Os dias do sorteio também foram modificados: passarão a ocorrer às terças, quinta e sábados, a partir do dia 26 de abril.

O concurso especial “Lotomania da Páscoa” deixa de existir. No lugar, será lançada, em 2017, a “Dupla Sena de Páscoa”. “A substituição do concurso especial se deu em razão de que a Dupla Sena tem melhores condições para apostas em grande volume, já que podem ser feitas com mais números do que apenas a aposta simples”, afirmou a Caixa, em nota. Na Dupla Sena, é possível apostar com o bolão, assim como já acontece na Mega-Sena, Lotofácil e Quina. Não há alteração de preço: cada aposta simples (6 números) continua custando R$ 2. A Lotomania terá mais uma faixa de premiação, com 15 acertos.

Dessa forma, ganhará na Lotomania quem fizer 20, 19, 18, 17, 16, 15 ou nenhum acerto. Os dias do sorteio vão passar para as terças e sextas. O preço, R$ 1,50, continua o mesmo. Outra faixa de premiação também foi criada para a Quina, com dois acertos. A partir de 16 de maio, para ganhar na Quina será preciso fazer 5, 4, 3 ou 2 acertos. O jogo vai permitir um aumento na quantidade de números de apostas, para até 15 números – hoje são 7 no máximo – e de até 50 cotas do bolão – hoje são 25. A Caixa introduziu nesse jogo apostas múltiplas combinadas. O apostador pagará pela quantidade de apostas efetuadas e obterá o direito de receber as premiações de forma proporcional à quantidade de apostas efetivadas. O valor do jogo continua sendo R$ 1,50.

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Apostas na Mega-Sena, Lotofácil e Quinta serão reajustadas a partir de maio

Agência Brasil

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A Caixa Econômica Federal foi autorizada a reajustar o preço das apostas das loterias Mega Sena, Lotofácil e Quina, por meio de portaria publicada na edição desta quinta (17) do Diário Oficial da União.O valor da aposta na Mega Sena (seis números) passa dos atuais R$ 2 para R$ 2,50 a partir de 11 de maio. A Lotofácil (15 números) sobe de R$ 1,25 para R$ 1,50, a partir de 10 de maio. A aposta na Quina (cinco números) passa dos atuais R$ 0,75 para R$ 1, a partir de 11 de maio. A Quina sofrerá reajuste também na aposta com seis números, que terá o valor de R$ 4 reais, e com sete números, que será R$ 10.

Atualmente essas apostas custam R$ 3 e R$ 7,5, respectivamente, A portaria informa que a Caixa Econômica Federal deverá ajustar ainda os valores das apostas da Mega Sena de sete a 15 números marcados na cartela. No caso da Lotofácil, também serão reajustadas as apostas com 16, 17 e 18 números. De acordo com a portaria, os valores da premiação fixa das apostas vencedoras com 11, 12 e 13 números da Lotofácil serão reajustados, respectivamente, para R$ 3, R$ 6 e R$ 15.

A Caixa Econômica Federal deverá divulgar os novos preços das apostas com, no mínimo, dez dias de antecedência de cada data estabelecida na portaria. Os ajustes serão efetivados mediante publicação de ato específico da Caixa Econômica, no Diário Oficial da União, até 30 de abril de 2014.

Bancada da Bola quer 3% das loterias da Caixa para times das Series B, C e D

Uol

Anibal Diniz (PT-AC) discursa no Senado: dinheiro para as séries B, C e D do Brasileirão

Anibal Diniz (PT-AC) discursa no Senado: dinheiro para as séries B, C e D do Brasileirão

A “bancada da bola”, grupo de senadores e deputados federais ligados ao futebol no Congresso Nacional, quer que a Caixa Econômica Federal dê 3% do resultado de todas as loterias para distribuir entre os clubes de futebol da segunda, terceira e quarta divisão do Brasileirão. Se aprovada, a medida destinará pelo menos R$ 300 milhões por ano do dinheiro público para ser dividido entre os 80 times de futebol que hoje integram as divisões inferiores do Campeonato Brasileiro.

A iniciativa, que conta com a simpatia de parlamentares ligados ao futebol tanto na Câmara quanto no Senado, vinha sendo articulada desde o começo do ano no Congresso, mas foi oficializada com a apresentação do PLS (Projeto de Lei do Senado) 301/2013 no dia 17 de junho, último dia antes do recesso parlamentar. O autor é senador Aníbal Diniz (PT-AC).

De acordo com o texto do projeto, os clubes da primeira divisão ficam de fora pois “65% da renda do mercado brasileiro de futebol, estimada em R$ 3 bilhões ao ano, já está concentrada em apenas dez dos grandes clubes”, apesar de alguns dentre os grandes times também enfrentarem crises financeiras segundo o próprio texto. Além disso, o Ministério do Esporte prepara um projeto de MP (Medida Provisória) para perdoar até 90% das dívidas de todos os clubes de futebol com o governo, incluindo a série A, conforme revelou o UOL Esporte. A dívida total dos times de futebol entre impostos, dívidas trabalhistas e bancárias chega a R$ 4 bilhões.

Segundo a divisão da bolada proposta pelo senador Diniz, os clubes da série B do Brasileirão ficariam com 1,2%, enquanto os clubes da série C dividiriam 1% e os da série D, os 0,8% restantes. Em 2012, as loterias da Caixa somadas arrecadaram R$ 10,49 bilhões. Assim, caso a lei seja aprovada, os 20 clubes da segunda divisão receberiam ao menos R$ 125 milhões por ano, ou cerca de R$ 600 mil cada um. Os 20 times da terceira divisão ficariam com pouco mais de R$ 100 milhões, ou R$ 500 mil cada um. Os 40 clubes da quarta, dividiriam quase R$ 83 milhões por ano, ou cerca de R$ 200 mil para cada time.

O projeto não fala em nenhuma regra para a aplicação do dinheiro, como obrigatoriedade de investimento no esporte de base ou comunitário, por parte dos times. Desta forma, cada clube poderia gastar sua parte da maneira que sua diretoria bem entendesse.

Hoje a renda das loterias da Caixa é dividida, em percentuais e sob regras diferentes, entre o Fundo Nacional de Cultura, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro), o CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro), o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), Lei Piva e Lei Pelé (que definem recursos públicos para o esporte brasileiro), entre outros destinos. O projeto de lei de socorro aos times de futebol pequenos não especifica como seria feita a nova divisão do dinheiro.

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