:: 30/jul/2013 . 8:21
Vontade da patrocinadora pesa, e Luxemburgo deve ser anunciado pelo Flu
Uol

O Fluminense definiu sua opção para substituir o técnico Abel Braga. Vanderlei Luxemburgo é o favorito, tem o apoio do presidente da Unimed, Celso Barros, e está próximo de ser anunciado oficialmente nesta terça-feira. Uma reunião durante a última madrugada ajudou a convencer membros da diretoria tricolor – inclusive o presidente Peter Siemsen – que inicialmente eram opositores da contratação. Ney Franco é o plano B para o cargo em caso de insucesso nos acertos finais.
O mecenas aposta em Vanderlei Luxemburgo pela experiência e trabalhos realizados no passado. A ligação do técnico com o Flamengo, clube onde foi jogador, treinador e é sócio, havia deixado a direção do Fluminense temerosa. Além disso, o último trabalho no Grêmio não acabou com uma boa impressão nos responsáveis pelo departamento de futebol do tricolor, que tentavam resistir à indicação, mas acabaram sendo voto vencido no debate.
Vanderlei Luxemburgo trabalhou por 495 dias no Grêmio e chegou para conquistar títulos, mas não o fez. Ele foi eliminado antes das finais de dois Campeonatos Gaúchos, nas semifinais de uma Copa do Brasil, caiu nas oitavas da Libertadores e terminou em 3º lugar o Brasileirão de 2012. A definição sobre a comissão técnica e a duração de contrato ainda separam a assinatura final.
Ney Franco apareceu como segunda opção nos últimos dias, mas não deverá emplacar. O treinador havia mostrado interesse no projeto e pediu garantias para realizar um trabalho de longo prazo. O problema estava em convencer o mandatário da empresa de saúde, que teve um pequeno atrito com o mineiro em 2011 e é responsável pela maior parte das contratações e dos salários do elenco.
Celso Barros tentou a contratação de Ney Franco antes da chegada de Abel Braga, ouviu uma resposta negativa e disse que não trabalharia mais com o treinador. O clima entre ambos é ruim até hoje.
Palmeiras volta ao Pacaembu para se firmar no G-4 e almejar a ponta
Gazeta Esportiva

O empate com o Guaratinguetá no sábado impediu que o Palmeiras voltasse a atuar como anfitrião na liderança da Série B do Brasileiro. Mas nesta terça-feira, às 21h50 (de Brasília), o time retornará ao Pacaembu para enfrentar o Icasa, após dois jogos fora, com a missão de mostrar à sua torcida sua condição de manter uma campanha satisfatória na competição.
Com 22 pontos, um abaixo da Chapecoense, que também tem um jogo a menos, o Verdão pode terminar o dia na primeira posição caso some três pontos diante de sua torcida e o clube de Chapecó não passe de um empate em Fortaleza, diante do Ceará. O Palmeiras, no entanto, tenta minimizar a pressão sobre si descartando qualquer conta.
A comissão técnica, porém, trabalha olhando para o quinto colocado, visando se manter na faixa de acesso para a primeira divisão. Nesta meta inicial, triunfar no Pacaembu nesta terça-feira é fundamental para que o clube se mantenha no G-4, pois já iniciou a 11ª rodada a quatro pontos do Paraná, dono do quinto lugar.
Do outro lado, o Icasa chega a São Paulo embalado pela vitória sobre o Joinville, que manteve distância da zona de rebaixamento. Para encarar o vice-líder, o técnico Sidney Moraes cobra ousadia de seus comandados. Na escalação, terá o zagueiro Bruno Perone de volta de suspensão, e deve promover a estreia do volante Gilmak, aproveitando-se dos ganchos de Guto e Elanardo.
SÉRIE B: Rodada cheia tem briga por liderança, G4 e rebaixamento
Futebol Interior

A classificação do Campeonato Brasileiro da Série B pode ter mudanças do começo ao fim nesta terça-feira, quando serão realizados os dez jogos válidos pela 11ª rodada – cinco às 19h30 e outros cinco às 21h50. Chapecoense, Palmeiras e Sport brigam pela liderança, mas vagas no G4 – grupo de acesso – e na zona de rebaixamento também estão em xeque.
Confira os Jogos
19:30
Oeste-SP x Guaratinguetá-SP
Avaí-SC x Atlético-GO
Joinville-SC x Boa Esporte-MG
Ceará-CE x Chapecoense-SC
América-RN x ASA-AL
América-MG x Sport-PE
21:50
Palmeiras-SP x Icasa-CE
São Caetano-SP x ABC-RN
Bragantino-SP x Paraná-PR
Paysandu-PA x Figueirense-SC
Vergonha nacional! Brasileirão é humilhado em ranking de ocupação de estádios
Futebol Interior

Flamengo x Botafogo é um clássico que facilmente colocaria 100 mil pessoas no Maracanã em outros tempos. Neste domingo, porém, no retorno de ambos ao “Templo do Futebol”, cuja capacidade atual é de 78.838, após quase três anos apenas 38.853 pagaram para ver o duelo. Números que explicam um estudo recente publico pela Pluri Consultoria, que colocou o Brasileirão como o 31º colocado em ocupação de estádios no mundo.
De acordo com a pesquisa baseada na edição de 2012, o Campeonato Brasileiro teve uma taxa de ocupação média de apenas 38,4% de seus estádios. Números que deixam a competição fora até mesmo do Top 20 entre os principais campeonatos nacionais. Em 2011, o torneio ocupava a 19ª colocação, com 44% da ocupação.
Conforme apontou a Pluri Consultoria, os 61,6% de espaços vazios nos jogos do Brasileirão equivalem a 7,9 milhões de ingressos encalhados durantea competição. Se tais ingressos fossem vendidos, gerariam uma receita bruta direta em torno de R$ 300 milhões aos clubes.
Assim como já fora constatado na pesquisa dos campeonatos com melhores médias de público (relembre aqui o especial “Vergonha Nacional”), o Brasileirão perde bem menos tradicionais no futebol mundial. Entre as quais, estão os campeonatos do Chipre (69% de taxa de ocupação), Suécia (68%), Áustria (67%), Bélgica (64%), Suíça (58%), Noruega (58%) e México (53%).
Assim como já fora constatado na pesquisa dos campeonatos com melhores médias de público (relembre aqui o especial “Vergonha Nacional”), o Brasileirão perde bem menos tradicionais no futebol mundial. Entre as quais, estão os campeonatos do Chipre (69% de taxa de ocupação), Suécia (68%), Áustria (67%), Bélgica (64%), Suíça (58%), Noruega (58%) e México (53%).
Mais uma vez os campeonatos Alemão e Inglês foram os grande destaques do estudo. A Bundesliga e a Premier League tem uma tava de ocupação média de incríveis 95%. Em seguida aparecem a Major League Soccer (Estados Unidos), com 91%; a Eredivisie (Holanda), com 90%; e a Primera División (Espanha), com 93%.
Estádios em más condições, violência, partidas ruins, maratona de jogos, consolidação do sistema pay-per-view… são vários os motivos que contribuem para a baixa presença de público no país. No entanto, estudos recentes da Pluri Consultoria apontam que o ingresso caro é o principal fator para esta “vergonha nacional”
No duelo entre Flamengo e Botafogo, os ingressos mais baratos saíam por R$ 100. Isso em um país cujo salário mínimo é de apenas R$ 678. Ou seja, se comparecer em quatro jogos em um mês, o torcedor gastaria quase dois terços de um salário mínimo. Isso sem levar em consideração outros gastos, como transporte, estacionamento, alimentação, bebida…









