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Fora de campo, o primeiro grande problema da “Nova Era Dunga” foi o corte do lateral direito Maicon. Ele se reapresentou com atraso e foi afastado da delegação, uma história que ainda nem está totalmente esclarecida ou superada. Mas a Seleção Brasileira tem um amistoso marcado, tentará olhar para frente e precisará superar também uma dificuldade em campo: estrear uma nova defesa diante do Equador, nesta terça-feira, às 22h (de Brasília).

O setor terá a linha de quatro formada por Danilo, Miranda, Marquinhos e Filipe Luis. Eles nunca jogaram juntos e sequer estavam na Copa do Mundo. A tão pedida “reformulação” no Brasil foi feita por linhas tortas: Thiago Silva nem foi convocado por lesão. David Luiz se machucou contra a Colômbia. E o próprio corte de Maicon também mudou o time titular.

Do outro lado o Brasil vai encontrar uma seleção que também está passando por mudanças, mas aparece confiante. Não tem nenhum astro, como já aconteceu em outros tempos – impossível esquecer de Aguinaga, por exemplo. Aposta no conjunto e tem conseguido alguns resultados razoáveis: na última sexta-feira goleou a Bolívia por 4 a 0. O técnico Sixto Vizuete pode usar o jogo contra o Brasil para continuar testando novos valores, como Fidel Martinez, que já foi chamado de “Neymar equatoriano”, mais pelo cabelo exótico do que pelo futebol.