Galo e Palmeiras ganham fôlego no G-4; veja as chances de Libertadores
Globo Esportes

A dupla que mais se deu bem na parte de cima da tabela nesta 27ª rodada do Campeonato Brasileiro foi Atlético-MG e Palmeiras. Os dois ganharam fôlego na briga para estar na próxima Libertadores e viram rivais perdendo espaço. A matemática comprova. Com a goleada por 4 a 1 em cima do Flamengo, no Horto, o Galo foi de 88% a 96% de chances de se manter no G-4. O Verdão, que derrotou o Grêmio por 3 a 2, em casa, entrou no grupo de elite e pulou de 24% para 37% de chances de Libertadores. O líder Corinthians manteve os 99% da rodada anterior, e o Tricolor gaúcho segue com 83%. Os cálculos são do matemático Tristão Garcia.
A disputa por uma vaga no apertado G-4 reúne mais nove equipes. São Paulo e Flamengo, derrotados nesta rodada, viram a porcentagem diminuir. O Tricolor paulista foi de 30% para 24%, e o Rubro-Negro deixou os 31% para ficar com 24%.
Todos os outros times também tiveram quedas nas chances de acabar o Brasileirão no grupo dos quatro melhores. O Santos tinha 20% e agora tem 17%. O Internacional caiu de 15% para 11%. A briga pela Libertadores também se estende a Atlético-PR (4%), Ponte Preta (2%), Sport (1%), Fluminense (1%) e Cruzeiro (1%).
A torcida do Vasco terminou a rodada um pouco mais esperançosa. Com a arrancada atual (são três vitórias nos últimos quatro jogos), o Cruz-Maltino voltou a diminuir seu risco de rebaixamento, apesar do percentual ainda alto: de 96% para 95%. O trio catarinense que completa o Z-4 aparece em seguida: Joinville (94%), Figueirense (65%) e Chapecoense (38%). Antes de a bola rolar, o Joinville tinha 86% de risco e a Chape 17%. Os dois perderam para Goiás e Cruzeiro, respectivamente. O Figueira, que tinha 60%, empatou com o Internacional fora de casa.
Ao todo, a briga para não cair tem 12 times envolvidos. Os outros, que estão fora da zona, são: Goiás (37% – tinha 44%), Avaí (25% – tinha 33%), Coritiba (17% – tinha 25%), Cruzeiro (12% – tinha 25%), Fluminense (9% – tinha 5%), Sport (3% – tinha 1%), Ponte Preta (4% – tinha 7%) e Atlético-PR (1% – manteve).










