Chefe de futebol da Nova Zelândia diz que sediar Copa feminina pode ser “transformador”
Uol

O chefe de futebol da Nova Zelândia, Andrew Pragnell, disse que a candidatura conjunta para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2023 com a Austrália pode ser um modelo de cooperação entre confederações da Fifa e que o evento pode transformar o esporte na Oceania.
Presidente-executivo da NZF, Pragnell afirmou à Reuters que o momento era certo para lançar candidatura à Copa do Mundo, que foi ampliada de 24 para 32 equipes depois que o torneio de 2019 na França atraiu grande público na televisão e interesse comercial.
A proposta conjunta recebeu a classificação mais alta em um relatório de avaliação da Fifa no início deste mês e ganhou outro impulso na segunda-feira, quando o Japão se retirou da disputa, deixando a Colômbia como única concorrente rival. “Se você acompanhar o crescimento do evento, ele só vai por um caminho”, disse Pragnell antes da votação de quinta-feira. “Está crescendo exponencialmente”.
“Certamente, para a Nova Zelândia, o momento era certo…para fazer parceria com a Austrália. Era para eles também.”.
Pragnell acrescentou que o processo de candidatura fortaleceu o relacionamento entre os vizinhos, que atuam em diferentes confederações da Fifa –Nova Zelândia na Oceania e Austrália na zona asiática. “Somos um exemplo perfeito de como Ásia e Oceania, como duas confederações separadas, devem trabalhar lado a lado em tantas questões”, disse ele, acrescentando que um dos principais objetivos da Fifa era uma cooperação mais estreita entre as confederações.









