Times argentinos fazem pacto para ganhar Libertadores em nome de Maradona
Uol

Em meio ao tributo a Diego Maradona no futebol argentino neste fim de semana, dirigentes de Racing, Boca Juniors e River Plate trocaram mensagens combinando um esforço coletivo para conquistar a Libertadores da América deste ano. Para o trio, esta será a melhor homenagem possível à memória do maior jogador da história do país.
O que Racing, Boca e River sonham mesmo é com a repetição da final de 2018, quando River e Boca decidiram a Libertadores e o clube de Núñez levou a melhor. Os três entendem que uma eventual finalíssima argentina em 30 de janeiro no Maracanã seria especialmente lucrativa pelas inevitáveis menções a Maradona, ajudando a reforçar seus cofres, cada vez mais combalidos.
Pelo que demonstrou, a Conmebol tampouco torceria o nariz à decisão “100% argentina e maradoniana”. A entidade se referiu a Diego na semana passada como o maior jogador de todos os tempos, incomodando a CBF.
Conhecendo o impacto da figura de Maradona nos gramados argentinos, a pressão dirigencial soa até desnecessária. Além dos cifrões, o apelo esportivo é mais que suficiente para Racing, River e Boca se matarem pelo título.
Maradona, curiosamente, jamais disputou uma Libertadores, seja como jogador ou técnico.









