Seleção feminina aposta em jovens com dupla nacionalidade para não perder joias para o exterior
GE

Entre as 25 jogadoras convocadas pela técnica Pia Sundhage para o torneio SheBelieves Cup, em fevereiro, nos EUA, dois nomes chamaram a atenção: a meia Ivana Fuso, de 19 anos, e a atacante Giovana Queiroz, de 17. Possíveis surpresas para os Jogos Olímpicos de Tóquio? Dificilmente. A presença das duas nos amistosos preparatórios tem outra motivação.
Tanto Ivana, convocada pela primeira vez, quanto Giovana, que fez sua estreia na seleção em dezembro, contra o Equador, estão elegíveis para defender mais de um país, e a CBF espera que ambas optem por atuar na seleção brasileira.
No Twitter, as duas jovens expressam seus laços multinacionais em seus perfis: Giovana com a bandeira dos três países em que viveu, e Ivana se apresentando como jogadora da seleção alemã sub-19. Ambas retuitaram a notícia da convocação no perfil da CBF.
Baiana de Salvador, Ivana fez toda a base na Alemanha, e ano passado trocou o Basel, da Suíça, pelo Manchester United, atual líder do Campeonato Inglês. Naturalizada alemã, ela defendeu a seleção da categoria sub-15 à sub-19. Giovana, do Barcelona, nasceu em São Paulo, mas morou nos Estados Unidos antes de se mudar para a Espanha e já atuou nas três seleções na categoria sub-17.
Morando com família nos EUA desde os 12 anos, Catarina se destacou no futebol universitário defendendo o time da Universidade de Stanford. Em outubro do ano passado, recebeu a cidadania americana, e semana passada estreou na seleção dos Estados Unidos.









