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A disputa do terceiro lugar no Mundial de Clubes definitivamente não é o jogo que o Palmeiras gostaria de estar disputando hoje (11). Mas também é evidente que ganhou importância no elenco. Eliminado na semifinal pelo Tigres (MEX), o Verdão enfrenta o Al-Ahly (EGI), às 12h (de Brasília), enquanto os mexicanos duelam com o Bayern de Munique pela decisão do título, às 15h.

Apesar da frustração, Abel Ferreira e seus comandados consideram ter muitos motivos para levar o duelo a sério. “A mim sempre me ensinaram que é melhor estar à frente do que atrás, e é isso. Não era o que queríamos, mas é o que lutamos agora”, avisou o técnico.

Depois de admitir que o Verdão jogou pior que o Tigres no domingo (7), Abel vai fazer mudanças na equipe, mas ainda não as confirmou ao grupo. Passada a tristeza da derrota precoce no Mundial, o discurso é de que o jogo desta tarde tem uma importância na parte moral.

Ainda que internamente haja o consenso de que o Palmeiras ficou devendo no primeiro jogo, agora o esforço é para que não sejam menosprezados os feitos da equipe, que há dez dias conquistou o título da Copa Copa Libertadores. Eles sabem que perder para os egípcios geraria uma cobrança pouco depois de atingir o grande sonho do clube no século.

Além de evitar um abalo moral depois do título continental e duas semanas antes da final da Copa do Brasil, o Palmeiras ainda tem um incentivo de R$ 2,6 milhões. Isto porque a premiação paga pela Fifa ao terceiro colocado é de US$ 2,5 milhões (R$ 13,4 milhões), e para o quarto US$ 2 milhões (R$ 10,8 milhões).