Terra

Passadas 25 rodadas do Campeonato Brasileiro, o São Paulo ainda não repetiu sua escalação titular nenhuma vez de uma partida para outra. Tal situação é reflexo dos constantes desfalques, mais por suspensão do que por lesão, os quais têm forçado os treinadores – primeiramente Emerson Leão, passando pelo interino Milton Cruz até chegar ao atual, Ney Franco – a improvisar jogadores algumas vezes.

Na vitória do último sábado sobre a Portuguesa, como não contava com o lateral direito Douglas nem o zagueiro Paulo Miranda, que vinha sendo seu substituto quando preciso, a equipe foi escalada com o volante Wellington, que jogou pela primeira vez em tempo integral após se recuperar de cirurgia.

A constante mudança de atletas também prejudica o entrosamento entre eles e, em determinadas situações, impede a manutenção de um esquema tático. Desde que assumiu, na primeira quinzena de julho, Ney Franco valeu-se de três desenhos diferentes: 3-5-2, 4-4-2 e 4-2-3-1, o mais recente deles.