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:: ‘Notícias’

FIFA condena o Cruzeiro a iniciar a Serie B com seis pontos negativos

Globo Esportes

O Cruzeiro começará a Série B com seis pontos negativos. Nesta terça-feira, o clube foi comunicado pela Fifa da perda da pontuação na próxima competição nacional, devido ao não cumprimento da ordem de pagamento, emitida pela entidade em março deste ano, referente à dívida do clube com o Al Wahda, pelo empréstimo de seis meses do volante Denilson.

O clube mineiro tinha até esta segunda-feira para realizar o pagamento dos 850 mil euros ao Al Wahda, em valor que beira os R$ 5 milhões na cotação atual. O clube mineiro tentou negociar, através do superintendente jurídico, Kris Brettas, o parcelamento e até um adiamento diretamente com o clube dos Emirados Árabes, mas não obteve êxito. A informação foi inicialmente divulgada pela rádio Itatiaia e confirmada pelo GloboEsporte.com com o clube.

Agora, o clube terá um novo prazo para realizar o pagamento da dívida com o Al Wahda. Se não cumprir o prazo, receberá uma nova punição da Fifa.

O clube mineiro afirmou que ainda não foi notificado da decisão da perda dos pontos, mas estava ciente da possível punição. Os dois candidatos à presidência, inclusive, foram notificados da situação, segundo o clube. CEO do Cruzeiro, Sandro González, explicou como estavam as negociações.

Universidade apresenta projeto que debate futuro do futebol nacional

Por Cristiano Alves

Nomes importantes que integram o futebol brasileiro na atualidade estão discutindo o futuro do esporte, principalmente por conta da crise vivida em virtude pandemia do Covid-19. As discussões estão acontecendo por conta do projeto Fut Talks, onde são abordados temas que envolvem aspectos técnicos, de gestão, estratégia e política. Uma oportunidade de reflexões e aprendizados para quem é apaixonado pelo esporte e acredita nele como vetor de desenvolvimento e transformação.

O projeto foi idealizado pela Universidade do Futebol e reúne nomes como Paulo Autuori (treinador Botafogo); Ricardo Drubscky (executivo do Cruzeiro); Eduardo Freeland (executivo da base do Flamengo); Fernando Diniz (técnico do São Paulo), dentre outros nomes que compõem o futebol nacional incluindo jornalistas esportivos e profissionais de áreas afim do esporte. O projeto teve o seu “pontapé” no último dia 12 de maio e os encontros se dão através de videoconferência. “A ideia é justamente trocar conhecimentos, conhecer a realidade vivida em todas as regiões do Brasil, mesmo porque o futebol tem que ser visto como um todo e não de forma isolada”, explica João Paulo Medina (foto) criador da Universidade do Futebol.

Fundada em 2003, a Universidade do Futebol é uma instituição especializada em aprendizagem e disseminação do conhecimento sobre o esporte e o propósito é incentivar e estimular o estudo, a pesquisa, a reflexão e o pensamento crítico-social, buscando ser referência brasileira e mundial na qualificação profissional e excelência no futebol. A Universidade do Futebol está presente em vários países, por meio de cursos em português, espanhol e, recentemente, em mandarim.

Diante da paralisação diversas dúvidas surgiram quanto ao que se projeta sobre o futuro e os caminhos a serem seguidos e por conta disso foi elaborado o projeto que apresenta duas vezes por semana vídeos dos encontros que serão postados na página do Instagram-(IGTV e Story (INSTAGRAM.COM/UDOFUTEBOL)) e no canal do YouTube da Universidade do Futebol (YOUTUBE.COM/USER/UNIVDOFUTEBOL) com discussões e reflexões trazidas pelas personalidades do mundo da bola, sobre o momento e o futuro do esporte. “A hora é oportuna porque estamos, talvez como nunca, pensando de forma mais coletiva sobre para qual direção o mundo vai caminhar. É hora de as forças progressistas jogarem como um só time, contra um grande adversário que trabalha contra toda a humanidade. Precisamos marcar um gol por um futuro mais saudável, sustentável e inclusivo, não apenas no plano biológico, mas, também, no mental, espiritual e, principalmente, no social”, reflete Medina :: LEIA MAIS »

Clubes do Nordeste arrecadam R$ 100 mil em campanha contra a fome

Correios

A união do futebol nordestino para ajudar as famílias vítimas da fome por conta dos impactos causados pelo novo coronavírus tem surtido efeito. A campannha lançada pela Liga do Nordeste em parceria com a Ação Cidadania já conseguiu arrecadar R$ 100 mil em doações, o que significa 100 mil pratos de comida que vão ser distribuídos para quem precisa.

O valor ultrapassa a primeira meta da campanha, que era de R$ 75 mil. O objetivo total da ação é chegar a R$ 1 milhão. Todo o recurso arrecadado vai ser usado para para suprir as necessidades dos moradores nordestinos.

A campanha “Futebol do Nordeste contra a fome’ foi lançada em abril e conta com o engajamento dos times do Nordeste, em conjunto com o trabalho que já é realizado em pela Ação Cidadania em todo o Brasil.

“Temos certeza de que a união do Futebol do Nordeste, que sempre fez a diferença inclusive na criação e realização de um campeonato único no Brasil, vai ser fundamental também nesse momento delicado que o mundo todo está vivendo”, acredita Eduardo Rocha, presidente da Liga do Nordeste.

A campanha para doações vem sendo postada nas redes sociais da Copa do Nordeste, dos clubes e de todos os parceiros que quiserem contribuir com divulgação e doações.

Coronavírus: atacantes têm maior risco de contaminação em campo, diz estudo

Ig Esportes

Um estudo da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, aponta que os atacantes têm maior risco de contaminação pelo coronavírus no retorno do futebol. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram as movimentações em campo a fim de determinar em qual posição atuam os jogadores que passam mais tempo a menos de 1,5m de outro.

Os atacantes de área ficam, em média, dois minutos em proximidade com outros jogadores, embora esse número possa chegar a até 11 minutos de exposição em alguns casos. O “ranking de risco” segue com zagueiros, meio-campistas até chegar aos goleiros, que são os mais protegidos.

Cada partida foi analisada pelos pesquisadores como se apenas um atleta tivesse contaminado pelo coronavírus. O estudo concluiu, após 15.750 combinações, que um jogador passa em média quase 88 segundos (pouco menos de um minuto e meio) próximo a alguém infectado. Caso mais de uma pessoa em campo tenha o vírus, esse risco precisa ser multiplicado pelo número de infectados.

— Primeiramente, pensei que eram números pequenos, mas analisando de perto notei que há diferenças muito grandes entre as posições. Há jogadores que passam segundos e outros que ficam até 11 minutos [expostos ao vírus] — explica o professor-associado Thomas Bull Andersen, um dos líderes do estudo, ao jornal “Daily Mail”.

O estudo considerou apenas a proximidade de um jogador com outro infectado, e não levou em conta o risco de contaminação sucessiva entre eles, nem através do contato com a bola. Constatou-se ainda que os atletas têm maior risco de infecção por um rival do que por um campanheiro de time: um lateral-esquerdo, por exemplo, passa mais tempo em contato com o ponta-direita do time adversário.

Apesar disso, especialistas argumentam que os números apontados pelo estudo revelariam um baixo risco de contaminação. A Organização Mundial da Saúde acredita que mais de 15 minutos de exposição acumulada representariam um alto risco de transmissão.

Copa Europeia da Solidariedade: gigantes se unem em torneio para caridade

Terra

E o futebol vai se unir, novamente, em prol de um bem maior. Nesta terça-feira (19), foi anunciado de maneira oficial a Copa Europeia da Solidariedade. O torneio está previsto para ser disputado em 2021 e vai reunir gigantes do esporte da bola redonda.

Os três participantes também foram divulgados: Real Madrid, Internazionale e Bayern de Munique. Todo o dinheiro arrecadado na competição será destinado aos sistemas de saúde pública de Itália e Espanha, dois dos países europeus mais afetados pela pandemia do coronavírus Covid-19.

Assim, os recursos serão utilizados para a compra de medicamentos e equipamentos, como uma espécie de “gratidão” aos profissionais de saúde, arriscando a vida todos os dias no combate ao vírus.

As partidas serão disputadas nas três cidades: Madri, Milão e Munique sediarão, cada uma, um jogo. A expectativa da organização do torneio é de que, como os duelos acontecerão só em 2021, isso possa significar que torcedores serão capazes de assistirem a competição dentro dos estádios, cujos portões não serão fechados.

Tais informações foram confirmadas em uma nota oficial divulgada pelo Real Madrid: “Os três clubes irão se juntar para arrecadar fundos e passar uma mensagem de solidariedade e fraternidade a toda a Europa em 2021. A data exata vai depender do calendário da temporada e de quando torcedores serão liberados para voltarem aos estádios.”

Dos três participantes, o Bayern é o único que já voltou às atividades nesta temporada: a Bundesliga voltou e os bávaros reestrearam diante do Union Berlin, vencendo por 2 a 0. Tanto a Serie A italiana quanto a La Liga espanhola ainda não tem nenhuma previsão oficial de retorno.

Presidente da Federação Alemã de Futebol propõe limites salarias aos clubes

MSN

Fritz Keller, presidente da Federação de Futebol da Alemanha (DFB, sigla em alemão) propôs limites salariais para ajudar a tornar o esporte mais sustentável. Segundo o dirigente, a pandemia do coronavírus apresentou a oportunidade de implementar reformas para o futuro.

No sábado, a liga alemã se tornou a primeira da Europa a ser retomada após a suspensão do futebol por causa da pandemia da covid-19. Jogadores, técnicos e funcionários foram submetidos a exames completos.

“Temos de aproximar o futebol profissional das pessoas novamente”, disse Keller, em um comunicado no site da federação. “Temos que pensar em um teto salarial. Comissões para consultores de jogadores e enormes quantias de transferências irritam cada vez mais nossa sociedade e deixam nosso amado esporte alienado”, acrescentou o dirigente.

Ele disse que o futebol alemão precisava ser autocrítico, e que a crise por causa da covid-19 “oferece a oportunidade de olhar para o futuro e reposicionar o futebol”. “Vejo o futebol como responsável por contribuir. Testes preventivos em larga escala podem ajudar a conter a pandemia até que uma vacina seja desenvolvida. A política e a ciência devem decidir em favor da prevenção testes, o futebol dará sua contribuição para o sucesso desta medida: com seu poder unificador, popularidade, logística e infraestrutura.”

Sem resposta da CBF, clubes da Série B vão se reunir para tentar socorro financeiro

Globo Esportes

Ainda sem resposta sobre um pedido de socorro financeiro à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), os clubes da Série B vão se reunir para traçar uma nova estratégia de contato com a entidade na busca por ajuda no período de paralisação do calendário do futebol.

Segundo o presidente do Náutico, Edno Melo, o documento enviado pelos times da Segundona há cerca de duas semanas não teve retorno. O prazo esperado para a resposta era até a última sexta-feira.

“Não se manifestaram em momento nenhum”, afirmou Edno Melo.
Através da assessoria de imprensa, a entidade máxima do futebol brasileiro definiu que, nesse momento, não vai se manifestar sobre o caso.

Dentre outras medidas, as diretorias solicitam um socorro de R$ 60 milhões para auxiliar nas contas. Segundo o gestor alvirrubro, os clubes ainda vão definir a data da reunião para debater uma saída para a crise financeira.

No começo do mês de abril, a CBF anunciou uma série de medidas financeiras para os clubes durante a paralisação provocada pela Covid-19.

Nela, os times da Série B poderiam antecipar os R$ 600 mil referentes ao valor pelos direitos de transmissão. Na ocasião, o próprio presidente do Náutico se manifestou contra a medida afirmando que não houve ajuda. Apenas uma antecipação de um valor já assegurado.

Futebol é espetáculo?

Uol

Cabe uma breve reflexão: o futebol é um espetáculo?

O que vemos como expressões concretas que levam o futebol a ser considerado um espetáculo não se resumem apenas ao que acontece dentro do campo, mas especialmente ao comportamento das torcidas. Ora, se um jogo é ruim, o público vaia; se estiver bom, ovaciona. Só não podemos rotular isso com esteriótipos de alguns costumes europeus, como os torcedores que lotam as arquibancadas, permanecem sentados e suas maiores manifestações são de gritos e aplausos – como se estivessem assistindo a um musical – porque isso, sim, caracteriza “o espetáculo”. Sabemos bem, no entanto, que essas peculiaridades vão muito mais além disso – com gestos, gritos e cantos, por exemplo –, mas o mais importante a frisar é que sempre haverá uma manifestação de torcedores em função daquilo que eles vêem.

Aprofundando a discussão do ponto de vista do espectador, é possível afirmar que isso só acontece porque o futebol é um produto da cultura de massa. Sempre esteve e estará voltado ao público para atender necessidades básicas de satisfação. E, é claro, vale ressaltar que isso também é valorizado em função da distribuição de informações, consumidas pela massa, realizada diariamente pelos veículos de mídia – os maiores responsáveis pela expansão cultural do esporte por todo o mundo.

Agora, em tempos de quarentena, é possível afirmar que esse ‘espetáculo’ teve o seu fim? Afinal, não há mais público… Resposta: Não, porque já sabemos que os grandes veículos de comunicação são importantes para a disseminação desses eventos. O que podemos concluir é que o futebol não se trata apenas de apenas um esporte. Ele influencia o comportamento da sociedade e passa a ser um gigantesco elemento da indústria cultural. Justamente por isso, suas definições podem ir desde uma prática de lazer até ser tratado por muitos como uma religião.

Possibilidade de Liga dos Campeões em agosto coloca franceses em dilema

Uol

A Uefa já informou a Paris Saint-Germain e Lyon que tem a intenção de finalizar a Liga dos Campeões em agosto. São justamente os times franceses que protagonizam o ponto mais delicado na tentativa de conclusão do torneio. O encerramento da temporada do futebol no país faz com que os clubes enfrentem um dilema sobre como e quando voltar aos treinos em meio à pandemia do novo coronavírus.

No momento, PSG e Lyon seguem sem atividades programadas à espera de uma definição sobre a Liga dos Campeões. No caso do clube parisiense, por exemplo, Neymar e Thiago Silva estão no Brasil, ainda sem previsão de retorno à França. Espera-se que as atividades recomecem no mais tardar na segunda quinzena de junho.

“Normal ainda não ter o treino. Eu não sei no que vou focar. É ruim não ter um propósito para isso. Todos no Lyon estão esperando um sinal verde para que possamos jogar”, disse o volante brasileiro Bruno Guimarães, em entrevista ao Esporte Interativo.

A ideia Uefa, já discutida entre os clubes participantes, é criar uma “Super Champions” para finalizar rapidamente a disputa. A competição foi interrompida com PSG, Atalanta, Atlético de Madrid e Leipzig já garantidos nas quartas de final. Os confrontos de oitavas de final ainda pendentes eram Real Madrid x Manchester City, Barcelona x Napoli, Lyon x Juventus e Bayern de Munique x Chelsea.

Presidente da Uefa, Aleksander Ceferin avalia ser precipitada a atitude do governo francês de impedir a realização de esportes coletivo no país até setembro. Os argumentos utilizados pelo dirigente são o retorno do Campeonato Alemão, que ocorreu no fim de semana, e dos treinamentos da elite do futebol na Itália, Espanha e Inglaterra.

Pandemia pode levar à convergência entre projetos de lei sobre futebol, diz senador

Globo Esportes

O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) é o autor de um dos dois projetos de lei que estimulam a transformação de clubes de futebol em empresa. O outro, do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), já foi aprovado na Câmara dos Deputados, mas está travado no Senado.

Em linhas gerais, os projetos são diferentes. O de Pacheco prevê a criação de um tipo societário específico para o futebol, a Sociedade Anônima do Futebol (SAF), enquanto o de Pedro Paulo promete acesso a benefícios (fiscais, trabalhistas etc) para que os clubes troquem a estrutura de associação civil e migrem para a de empresa, nos modelos já existentes, como limitada ou sociedade anônima.

Mas a pandemia do novo coronavírus e as consequências nefastas para o mercado do futebol brasileiro trouxeram à mesa uma possibilidade que parecia impossível antes: a convergência entre os projetos. É o que diz o senador Rodrigo Pacheco nesta entrevista concedida ao GloboEsporte.com por e-mail.









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