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Vitória da Conquista vence jogo treino
Por Neto Comander
Foto Eliezer Oliveira

O Vitória da Conquista fez um jogo treino nesta terça (02) no estádio Lomando Junior .
O adversário foi o time da Ponte Preta, equipe do futebol amador da cidade, que disputa o campeonato municipal realizado pela LCDT.
O Bode venceu por 4 x 0 , os gols da partida foram marcados por, Humberto, Gabriel Maia, Ramires e Renatinho.
O jogo foi bom tecnicamente, a Ponte Preta, apesar da derrota, mostrou ser um time de qualidade, o que fez do amistoso, uma boa oportunidade para o treinador do Vitória da Conquista Ubirajara Veiga, observar o elenco.
Vale destacar a presença da torcida da Ponte Preta, que compareceu em bom número , levando fogos , instrumentos ,além de está uniformizada.
Eder Silva de volta ao ECPP
Fonte: Site oficial do clube

A diretoria do ECPP Vitória da Conquista acertou na manhã desta terça-feira, 2/7, a contratação do volante Eder Silva, que disputou este ano o Campeonato Gaúcho pelo Novo Hamburgo, depois de três temporadas no Bragantino/SP.
Eder já treina esta tarde com o restante do elenco e assinou com o alviverde até o Campeonato Baiano de 2014.
O CAMPEÃO VOLTOU! BRASIL ATROPELA A ESPANHA NO MARACANÃ: 3 A 0

Fonte: Globo Esporte.
Não tem balança que defina o peso de uma camisa. Tradição não se mede com uma régua, não se calcula com uma máquina. Mas existem Campeões, com letra maiúscula, e campeões. Existem Seleções, com letra maiúscula, e seleções. E existem pentacampeões.
Com vitória de 3 a 0 no Maracanã, o Brasil mostrou ao (ex?) melhor time do mundo que não é da noite para o dia que cinco estrelas vão parar em um peito. Fred, destruidor, marcou duas vezes. Neymar, eleito o melhor em campo, fez o outro. O Brasil é campeão da Copa das Confederações pela quarta vez. Campeão em uma noite em que a torcida resumiu tudo ao gritar:
– Ôoooo, o campeão voltou! O campeão voltou!
Final entre América do Sul e Europa tem duelo inédito de campeões
Tribuna da Bahia

Em oito edições anteriores, Copa das Confederações nunca tinha contado com uma decisão entre equipes tradicionais envolvendo dois continentes
O esperado duelo entre Brasil e Espanha na final da Copa das Confederações será cercado por alguns ineditismos. Um dos mais marcantes é também um fator que valoriza essa edição do torneio.
Afinal, é a primeira vez que a decisão acontece entre duas seleções campeãs do mundo representantes da América do Sul e da Europa, continentes mais tradicionais no futebol.
Realizada desde 1992, a Copa das Confederações era conhecida inicialmente como Copa do Rei Fahd, e era disputada na Arábia Saudita. Nas duas primeiras edições sob esse nome, uma das finalistas foi a Argentina.
Em 1992, com vitória sobre os anfitriões, e em 1995 com derrota para a Dinamarca. Esse foi o único contronfo América do Sul x Europa até hoje, mas com um representante do velho continente que nunca venceu a Copa.
Nas edições que se seguiram, os confrontos foram sempre entre uma seleção tradicional e outra menor. Em 1997, ainda na Arábia Saudita, o Brasil venceu a Austrália na final. Em 1999, no México, a seleção nacional mais uma vez chegou a decisão, mas acabou derrotada pelos anfitriões. Em 2001 e 2003 o título ficou com a França, que venceu, respectivamente, Japão e Camarões.
Somente em 2005, na edição disputada na Alemanha, a final colocou frente a frente dois campeões do mundo, em duelo vencido pelo Brasil, por 4 a 1, contra a Argentina. Na ocasião, porém, eram dois representantes sul-americanos.
Na última edição do torneio, em 2009 na África do Sul, mais uma vez o Brasil encarou um adversário de menor expressão. Os Estados Unidos surpreenderam a Espanha na semifinal e chegaram a decisão, quando perderam por 3 a 2 depois de abrir 2 a 0. Vale lembrar, no entanto, que àquela altura a Espanha ainda não era campeão do mundo.
Assim como na Copa do Mundo, o Brasil já é o maior vencedor da história da Copa das Confederações, com três títulos em seis participações. Se vencer, chegará ao tetra. Já a Espanha, depois do bicampeonato europeu e do título mundial em 2010, vai atrás do único título que falta no futebol profissional.
Com presidente de 19 anos, Catuense surpreende e briga para voltar à elite
Fonte: iBahia

Roberto Pena, à esquerda, e o prefeito de Catu, Gera
Um dos principais celeiros de craques do futebol da Bahia nos anos 80 e 90, a Catuense faz campanha surpreendente na divisão de acesso do campeonato estadual em 2013. Após cinco anos longe do futebol profissional, o clube se organizou de última hora para fazer bonito e voltar à elite. Presidente do clube, Roberto Pena tem apenas 19 anos e segue os passos do avô Antônio Pena, um dos fundadores da agremiação.
“Foi um projeto inesperado. A gente estava trabalhando só com a base, mas aí recebemos o convite do presidente Ednaldo Rodrigues (Federação Bahiana de Futebol). Chamamos o técnico Sérgio Odilon, que a gente conhecia e alguns jogadores mais antigos que tem amor pela camisa da Catuense. Alguns passaram pela base do clube, outros estavam na nossa base e o Sérgio trouxe outros que ele conhecia”, explicou o cartola, que desde cedo acompanha a Catuense e chegou a ser treinador de alguns times das categorias infantil e juvenil.
Com 13 pontos, a Catuense lidera o Grupo A da divisão de acesso do Campeonato Baiano e espera apenas o fim da primeira fase para saber se continuará na luta pela subida. Tudo indica que sim, mas a matemática não permite adiantar que o time está classificado para fase semifinal. Como a Catuense já realizou todas as oito partidas, precisa aguardar os resultados de jogos que acontecem neste sábado para saber o futuro. Isso porque Ypiranga e Galícia medem forças em Feira de Santana e o Camaçari ainda pega o Ipitanga no Antônio Carneiro.
As contas são as seguintes: a eliminação da Catuense só acontece se Ypiranga (11 pontos) ou Galícia (10 pontos) vencerem, mas o Demolidor de Campeões precisaria ganhar por dois gols de diferença para assumir a liderança. Além disso, seria necessário que o Camaçari vencesse o Ipitanga de goleada, já que a equipe do Pólo tem dez pontos, mas um saldo de gols de menos cinco. A Catuca tem saldo de um gol.
O jovem Roberto Pena admite que a boa campanha não era esperada, uma vez que o planejamento foi feito às pressas. “Rapaz, eu não acreditava. Mas como a gente foi percebendo pelos treinamentos e amistosos, houve uma melhora e a gente viu que era um time que dava para competir”, contou, garantindo que o clube está em dia com seus compromissos. “Está sim. Salários em dia, gratificação depois dos jogos, bicho… Temos nossos parceiros e tudo tem caminhado bem. Nosso primeiro passo é subir, arrumar nosso CT, nosso ônibus, dar uma estrutura melhor ao clube, como era antigamente. Se Deus quiser o time vai subir”, projeta Pena
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Renovado, Vitória da Conquista se prepara para o reinicio da Serie D
Por Luciano Pina
Foto Eliezer Oliveira

Rafael retorna ao Bode para disputar a Serie D
Após a derrota para o Sergipe, na estreia no Campeonato Brasileiro da Serie D, atuando com jogadores na sua maioria oriundos da divisão de base, a diretoria do Vitória da Conquista fez uma reformulação no elenco para a sequência da competição.
A diretoria contratou os jogadores André, que jogou na seleção de Conquista e Serrano, Jefferson, que atuou do Flu de Feira, Rafael Santos, que jogou no Galícia, Joabio e Daniel que estavam no Flamengo de Guanambi, Ramires que estava atuando no futebol do Espirito Santo, Humberto que disputou o Baianão pelo Juazeiro, Danilo que jogou no Sport Belém, Jota, que veio do Cordino-MA, Alex, Marcelo e Juninho que estavam na Inter de Limeira, Tessio e Marcão que jogaram na Juventus-SP, renovou com Tales, repatriou Rafael da Granja, que disputou o carioca pelo Volta Redonda e Diego Prates que estava emprestado ao Flamengo de Guanambi. Além disso, trouxe o treinador Bira Veiga para comandar o time.
No coletivo que foi realizado na tarde desta sexta (28), a quase a mesma formação que venceu o CS, pela Serie D, com exceções do meia Tales que gripado cedeu à vaga para Rafael da Granja e o goleiro Alex que entrou na vaga de Augusto. O time considerado titular treinou com Alex, Zé Leandro, Jefferson, André e Diego Prates, Junior Gaúcho, Leandro Cabanas, Ramires, Rafael da Granja, Jarbio e Humberto. Já o outro time atuou com Augusto, Rafael, Marcelo, Tessio e Rafael Santos, João, Marcão, Dionísio, Daniel, Juninho e Gabriel Maia.
Com o objetivo do novo treinador avaliar o elenco, no próximo domingo (30), o Bode faz um jogo treino contra o Tucano da vizinha cidade de Anagé. A partida acontece a partir das 10:30h, no estádio Lomanto Junior.
O Vitória da Conquista só volta a jogar pela Serie D, no dia 14 de julho, contra a Juazeirense, às 16 horas, no estádio Lomantão.
Espanha passa sufoco contra a Itália e precisa dos pênaltis para ir à final
Uol

Adversário do Brasil na decisão da Copa das Confederações saiu nesta quinta-feira no dramático clássico europeu entre Espanha e Itália, em temperatura escaldante no estádio Castelão, em Fortaleza. Depois de igualdade de 0 a 0 em 120 minutos eletrizantes, os espanhóis ficaram com a vaga na final depois do chute no espaço de Bonucci.
A decisão por pênaltis teve direito à cavadinha de Candreva e acabou apena na sétima cobrança, graças ao chute desperdiçado por Bonucci. No fim, Jesus Navas converteu a cobrança definitiva.
Vencedora em Fortaleza, a Espanha leva o seu favoritismo à decisão contra o Brasil no domingo. A final da Copa das Confederações acontece no Maracanã, às 19h (de Brasília). No mesmo dia Uruguai e Itália jogam em Salvador pelo terceiro lugar.
Espanhóis e italianos carregaram para o campo de Fortaleza as memórias ainda frescas da final da Euro de 2012, em Kiev, quando a Fúria passou por cima dos rivais, com goleada por 4 a 0. Mas, logo no primeiro tempo, as lembranças da Ucrânia ficaram para trás, com a Azzurra surpreendentemente colocando os favoritos em posição de desconforto.
Desfalcada de Mario Balotelli, que sofreu uma lesão e voltou para casa antes do fim do torneio, a Itália mudou sua formação tática para jogar com três zagueiros: Barzagli, Chiellini e Bonucci. E quem esperava que os tetracampeões fossem uma presa fácil para a melhor seleção do momento acabou contrariado pela corajosa estratégia de contragolpe do técnico Cesare Prandelli.
Por sua vez, a Espanha começou a partida com duas novidades em relação ao último compromisso na Copa das Confederações, com as entradas de David Silva e Fernando Torres. Os campeões mundiais começaram o jogo com lentidão, sem criatividade diante da linha de defensores italianos. Durante o jogo, acusaram o desgaste por causa do calor severo do Ceará.
A Itália jogou com o apoio da torcida no Castelão desde o início e foi para o ataque usando as bolas em velocidade pelas laterais, com Maggio e Giaccherini, em estratégia semelhante à usada pela Nigéria contra os espanhóis na primeira fase.
Apesar de lidar com o domínio de posse de bola espanhol, os italianos foram melhores no primeiro tempo e tiveram mais oportunidades de gol. Neste contexto, Iker Casillas precisou fazer boas defesas para preservar a igualdade no placar.
Aos 16min, Maggio recebeu lançamento longo por trás da zaga e tentou tirar de Casillas com a cabeça, mas o goleiro espanhol praticou grande defesa. Dois minutos depois De Rossi quase marcou, desviando de cabeça em jogada de bola parada.
Mais adiante, aos 35min, Giaccherini acionou Maggio pelo alto, mas novamente Casillas evitou o primeiro gol italiano que defesa à queima-roupa. A Espanha respondeu no minuto seguinte, quando uma ação vertical alcançou Torres na área. O atacante girou diante da marcação de Barzagli, mas errou o alvo. Mas o goleiro do Real Madrid voltou a trabalhar aos 42min, com um soco num chute forte de De Rossi.
A Itália voltou ao no segundo tempo com Montolivo na vaga de Barzagli, mas não abdicou da formação com três zagueiros, graças ao recuo de De Rossi. Na Espanha, Jesus Navas substituiu David Silva e conseguiu dar uma renovada criativa no ataque do time, abrindo a marcação até a ponta direita.
Afetados pelo calor cearense, as duas seleções diminuíram o ritmo e as chances de gol caíram junto. Muito desgastadas, as seleções europeias não conseguiram evitar a continuação da disputa na prorrogação.
Logo no início da prorrogação Giaccherini fez a trave de Casillas balançar com um chute potente de primeira. Na resposta, Jordi Alba perdeu gol na frente de Buffon, após passe magistral de Iniesta. Na segunda etapa foi a vez de Xavi acertar o poste. A Espanha apertou, mas não conseguiu o gol e teve de encarar a penalidades.
Vitória da Conquista segue a rotina de treinamentos visando o reinicio da Serie D
Por Luciano Pina

Seguindo a rotina de treinamentos visando à disputa da sequência do Campeonato Brasileiro da Serie D, o treinador Bira Veiga comandou seu primeiro treino na tarde de ontem (26), na Toca do Bode. Já na tarde desta quinta (27), o elenco participou de um treino técnico, no estádio Lomanto Junior.
Na manhã desta sexta (28), os jogadores folgam e na parte da tarde Veiga comanda um coletivo na Toca do Bode. No sábado (29), os trabalhos serão realizados somente pela manhã, no CT do Clube.
Para Bira Veiga avaliar o elenco que terá em mãos, já que é bastante diferente do último que comandou no alviverde, a diretoria do Bode marcou um jogo treino contra o Tucano, da vizinha cidade de Anagé. A partida acontecerá neste domingo (30), pela manhã, no estádio Lomanto Júnior.
Segundo colocado do Grupo A4, com 03 pontos, o Bode volta a campo contra o Juazeirense, no próximo dia 14, às 16 horas, no Lomantão.
Aos 14, Iniesta foi ignorado por marcador do Vitória-BA
Fonte: Folha de São Paulo
“Antes do jogo, eu cheguei para o Leandro Bonfim, que era o nosso camisa 10, e falei para ele marcar o 4, porque ele concentrava todo o jogo deles. O Leandro disse: ‘professor: ele que é o volante, ele que tem que me marcar.'”
Em 1999, lembra o técnico do Vitória sub-15 na época, Mário Morais, Leandro Bonfim, então com 15 anos, era um garoto tratado como fenômeno, candidato a astro da seleção brasileira no futuro.
| Reprodução/youtube | ||
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| Reprodução de vídeo no momento em que Iniesta, 14, é premiado |
O tal do camisa 4, relembra o treinador, era um menino pequenininho, franzino, “que não passaria em nenhuma peneira no Brasil por causa do corpinho”, mas que carregava a braçadeira de capitão do Barcelona. “A gente só o conhecia como Andrés”.
Os conselhos de Morais de nada adiantaram. Leandro Bonfim não se preocupou em marcar o camisa 4 e nem conseguiu criar as jogadas que o Vitória tanto precisava.
Já o menino de 14 anos, que só dois anos antes havia derrubado um mar de lágrimas por saudade dos pais ao chegar ao aclamado CT da base do Barcelona vindo de Fuentealbilla, uma vila de 2.000 habitantes perto de Albacete, acabou com a equipe baiana.
Foi Andrés que partiu do meio de campo, tabelou, driblou dois adversários e deu o passe para o primeiro gol do Barcelona no 2 a 0 sobre o Vitória, que classificou os catalães para a final da Nike Premier Cup sub-15, na Espanha.
Na decisão, outra atuação de protagonista. Marcou no último minuto o gol que deu o título ao Barcelona sobre os argentinos do Rosario Central (2 a 1). Além do troféu de campeão, levantou o prêmio de melhor jogador do torneio.
A taça hoje deve estar esquecida em algum canto da sua mansão em Barcelona, escondida entre as réplicas dos seis títulos espanhóis, das três Copas dos Campeões duas Eurocopas e de uma Copa do Mundo que conquistou.
Aquele gol de 14 anos atrás certamente mal vem a sua mente quando pensa nos momentos mais emocionantes de sua carreira. Ou há emoção maior que anotar, já na prorrogação, o gol do primeiro título mundial do seu país, como ele fez contra a Holanda na Copa-2010?
Andrés, o garoto que assombrou o Vitória em 1999, virou Iniesta, o segundo melhor jogador do mundo em 2010 e terceiro no ano passado. O craque da Espanha, a seleção mais vitoriosa da atualidade e coadjuvante de luxo de Messi no Barcelona.
Já Leandro Bonfim, que depois de rodar e nunca se firmar por grandes clubes do Brasil disputou o último Estadual do Rio pelo Audax, ainda tenta justificar por que não marcou aquele camisa 4.
“Falei aquilo porque a gente jogava no mesmo esquema e eu tinha que ir para o ataque também. Ele era volante, o normal seria me marcar.”
Rafael da Granja está de volta a equipe do Vitória da Conquista
Fonte: .blogdaresenhageral
Por Rodrigo Ferraz

O meia Rafael da Granja é o novo reforço da equipe do Vitória da Conquista. Essa será a terceira passagem do jogador no ‘bode’. O reforço deverá ficar no time até o fim do Campeonato Baiano de 2014.
O atleta já estava treinando com o elenco do alviverde para manter a forma física, mas hoje (quarta-feira) selou o acordo que marca o retorno para a capital do Sudoeste.
Rafael foi um dos maiores artilheiros da curta história do alviverde espera junto aos companheiros levar o Clube a série C do campeonato nacional.
O jogador se destacou no Volta Redonda no Campeonato Carioca deste ano.











