:: ‘Seleção Brasileira’
Felipão recebe espiões e testa Brasil em 2 dias para Chile
Terra

Na prática, a preparação brasileira para encarar o Chile começa nesta quinta-feira com o primeiro treinamento em campo do time titular na Granja Comary. Após dois dias reservados ao descanso e aos exercícios físicos, Felipão comandará uma atividade tática nesta quinta-feira na qual vai esboçar pela primeira vez a equipe para as oitavas de final de sábado, às 13h (de Brasília), no Estádio do Mineirão.
Uma substituição é quase certa: Fernandinho, que jogou muito bem o segundo tempo contra Camarões, deve entrar no lugar de Paulinho. Outra deve ser testada durante a atividade. A dica foi dada pelo treinador a Patrícia Poeta, apresentadora do Jornal Nacional. Ao final do programa de quarta-feira a jornalista disse ter conversado e ouvido de Felipão que ele pensa em até duas substituições para a partida.
O teste a ser analisado pelo treinador deve incluir Ramires no lugar de Hulk. A alteração foi feita no segundo tempo do duelo contra os camaroneses e deu mais consistência ao meio-de-campo brasileiro. O mesmo já foi testado no duelo contra o México, mas por conta de dores sentidas pelo atacante.
A avaliação é de que o Brasil precisa equilibrar as forças no meio-de-campo com o Chile e sair em rápida transição para o ataque. Durante conversa com os observadores Roque Júnior e Alexandre Gallo no treino de quarta-feira, o trio discutia a possibilidade de os chilenos atuarem com quatro jogadores na linha de defesa, como fizeram na estreia, ou com três, como optaram contra Holanda e Espanha.
O Chile treinou de portas fechadas já nesta quarta e Jorge Sampaoli não deve dar dica de qual time deve colocar em campo. Como tem sido habitual em Belo Horizonte, ele só vai abrir os 15 minutos finais para imagens.
Sem essa possibilidade por conta das características da Granja Comary, Felipão começará a preparação de portas abertas nesta quinta e fechará o treino de sexta em Belo Horizonte, quando irá tirar suas últimas dúvidas.
Ganhando do Chile, Brasil passa Espanha no ranking da Fifa
Esportes.br

O mais importante para a seleção brasileira, no sábado, em Belo Horizonte, é bater o Chile e avançar para as quartas de final da Copa de 2014. Mas um triunfo diante dos chilenos também terá um sabor especial na recente rivalidade contra a Espanha.
Vencendo os chilenos no tempo normal ou na prorrogação (triunfo nos pênaltis não vale), o Brasil irá superar a Espanha no ranking da Fifa pela primeira vez desde maio de 2010, quando o time nacional liderava a lista e os europeus ocupavam o segundo lugar.
Depois, com a conquista da Copa da África, a Espanha assumiu a liderança que conserva até agora, mas que seguramente irá perder com o fracasso de 2104: os atuais campeões mundiais foram eliminados na primeira fase e já foram para casa.
Pelo simulador de resultados do site da Fifa, a Espanha, que hoje tem 1.485 pontos, irá aparecer na próxima lista com 1.229 pontos.
Hoje, o Brasil ocupa a terceira posição do ranking. Com o que já fez no Mundial, e em caso de uma eventual vitória diante dos chilenos no Mineirão, irá subir para 1.286 pontos. Empatando e perdendo nos pênaltis, vai seguir atrás dos espanhóis, com 1.179 pontos. Perdendo no jogo, sua marca irá cair ainda mais, para 1.126 pontos.
Seleção Brasileira terá Copa América para chegar à semifinal do Mundial
Gazeta Esportiva

A Copa do Mundo terá ao menos um representante da América do Sul na semifinal – e, no máximo, dois. A definição dos grupos C e D deixou parcialmente definida a fase de mata-mata e desenhou uma espécie Copa América pela qual o Brasil terá de passar para ficar entre os quatro melhores da competição.
Como já era sabido desde a última segunda-feira, a Seleção, primeira colocada do Grupo A, enfrentará o Chile, segundo colocado do Grupo B. Quem avançar enfrentará, nas quartas de final, o vencedor do confronto entre o Uruguai, segundo do Grupo D, e a Colômbia, líder do Grupo C.
É provável que a Argentina fique do outro lado do chaveamento. Basta um empate com a Nigéria, na quarta, em Porto Alegre, para o time de Messi assegurar o primeiro lugar do Grupo F. Em caso de derrota, a formação alviceleste avançaria em segundo e teria possibilidade de medir forças, nas semifinais, com o campeão da “Copa América”.
Além dos confrontos sul-americanos Brasil x Chile e Colômbia x Uruguai, a Copa do Mundo de 2014 tem outros dois embates das oitavas de final definidos. A Holanda enfrentará o México, e quem sobreviver do duelo vai encarar Costa Rica ou Grécia nas quartas.
1ª fase desenha mata-mata com pedreira para Brasil e moleza para Argentina
Uol

Os resultados da primeira fase e a atual classificação dos grupos já apontam que a seleção brasileira pode encontrar um caminho bem difícil no mata-mata, caso confirme o favoritismo e avance na competição na semana que vem. Há a possibilidade de, confirmando-se os prognósticos, o Brasil enfrentar Itália ou Uruguai nas quartas, e França ou Alemanha nas semifinais.
Por outro lado, a Argentina, classificando-se em primeiro de seu grupo, poderá ter um caminho muito mais suave, sem enfrentar nenhum campeão mundial até a finalíssima. O adversário com maior tradição que cruzaria seu caminho seria a Holanda.
Esse era um cenário já previsto logo depois do sorteio que definiu os grupos da Copa, ainda no ano passado. Mas a tendência se intensificou com a eliminação precoce da Espanha e a ascensão da surpreendente Costa Rica.
Para entender como ocorre o chaveamento até a final, basta imaginar dois ramos de seleções classificadas em seus grupos que se eliminam mutualmente, até que no dia 13 de julho, as duas que sobrarem de cada ramo disputam a final.
No primeiro ramo, estão os líderes dos grupos A (hoje o Brasil), C (Colômbia), E (França) e G (Alemanha). Esses times enfrentam nas oitavas os segundos colocados dos outros grupos.
No segundo ramo, a coisa se inverte. Os líderes dos grupos B (hoje Holanda), D (a zebra Costa Rica), F (Argentina) e H (Bélgica) enfrentam os segundos colocados dos demais grupos. Nesse cenário, a Argentina despontaria como a única campeã mundial nesse ramo do chaveamento.
Já classificados para o mata-mata, Chile e Holanda jogarão para decidir quem será o líder do grupo. Se a Holanda perder, ela entra no caminho do Brasil, tornando o caminho dos donos da casa ainda mais pedregoso.
Mas se os holandeses confirmarem o favoritismo, seriam os chilenos os rivais do Brasil nas oitavas de final. Mesmo jogando um futebol vistoso, e mostrando uma aplicação tática e técnica que ajudou a eliminar os atuais campeões do mundo, o Chile é um tradicional freguês do Brasil e já coleciona duas eliminações nas últimas Copas para a seleção.
Se o futuro repetir o passado, o Brasil avançaria para enfrentar nas quartas Itália ou Uruguai (admitindo que um dos campeões mundiais tenha passado nas oitavas pela Colômbia, líder do grupo B). Seria provavelmente um jogo duro, um clássico, embora a seleção também tenha um passado recente de sucesso contra os rivais.
Se passar, o Brasil teria uma semifinal com cara de final contra a Alemanha, no caso de a Alemanha ter superado a França na fase anterior. E se pegar a França, o Brasil teria de jogar também contra os próprios fantasmas, conjurados por seus tradicionais carrascos em Mundiais.
Não se pode duvidar da capacidade de surpreender desta Copa-2014. Mas, se tradição tem algum peso no futebol, a Argentina terá um caminho tranquilo até o Maracanã. A começar pelas oitavas, onde o adversário seria o Equador ou a Suíça (mais provavelmente a Suíça, que jogará sua classificação contra a frágil Honduras).
Passando pela Suíça, os argentinos teriam nas quartas a Bélgica ou os Estados Unidos, dois países sem grande tradição no futebol mundial. Só nas semifinais, a equipe de Lionel Messi encontraria um rival um pouco mais à altura: a Holanda, atual vice-campeã mundial. Ou nem isso. Se a Holanda ficar em segundo de seu grupo, ela sai do caminho da Argentina e bota o Chile, que em tese, seriam um rival mais tranquilo para os hermanos.
É claro que a projeção é apenas um prognóstico. E esse Mundial já se provou um terror de prognósticos. Ou seja: tudo pode acontecer e qualquer previsão pode ser desafiada. Que o digam Espanha e Costa Rica.
Confiante, Seleção deixa para falar de Holanda e Chile após vaga
Terra

A Seleção Brasileira ainda luta pela classificação para as oitavas de final da Copa do Mundo, mas poucos são os que a imaginam eliminada na próxima segunda-feira, já que, dependendo do outro jogo, ela pode avançar até sendo derrotada por Camarões. Mesmo assim, até lá não se falará de Holanda ou Chile, times classificados no grupo B.
“Vou ser bem sincero. Não gostaria de responder (sobre quem seria melhor enfrentar na próxima fase), porque ainda temos um jogo que decide nossa classificação. Seria até desrespeitoso em relação a Camarões. Se eu tiver oportunidade, vou falar, se Deus quiser, depois da classificação”, disse o goleiro Júlio César, na quinta-feira, quando o grupo se reapresentou, dois dias depois do empate com o México.
Neste momento, o Brasil lidera sua chave graças a um gol a mais de saldo do que os mexicanos, que somam os mesmos quatro pontos. Como seu jogo começará duas horas depois da disputa pelo primeiro lugar da outra chave, o time treinado por Luiz Felipe Scolari entrará em campo ciente de qual adversário cada resultado determinaria. Mas o único resultado pretendido, segundo Júlio César, é a vitória.”Toda seleção pensa em fazer o melhor. Temos essas condições e não pensamos em fugir de A, B ou C, porque isso não nos interessa. Passar em primeiro te traz mais confiança. Isso é o mais importante”, justificou o jogador de 34 anos, em sua terceira Copa do Mundo, a primeira em que não se garantiu de forma antecipada nas oitavas de final.
“É bom se classificar antes, te traz tranquilidade. A gente não está em uma posição muito confortável, mas é uma posição boa, que a gente pode administrar bem e se classificar em primeiro”, minimizou Júlio César, ao destacar ainda a força das demais equipes da chave.
“Saberíamos que não seria um grupo fácil. É um grupo complicado. Acho que, de certa maneira, isso foi ótimo, porque a gente já entra naquele clima de Copa, de sentir a dificuldade. Encarar o México, uma seleção que também está sempre chegando, é maravilhoso. Particularmente, prefiro encarar dificuldades como essas para estar concentrado desde o começo, o que é muito importante em uma competição de curto prazo”, argumentou.

Ainda em risco, Brasil não chegava a 3ª rodada precisando pontuar desde 1978
Tribuna da Bahia
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O Brasil entra em campo contra Camarões, segunda-feira, em Brasília, precisando de pelo menos um ponto para confirmar sua classificação à segunda fase da Copa do Mundo.
Desde 1978 a seleção brasileira não chegava ao seu terceiro com essa necessidade de pontuar.
O empate com o México na terça-feira interrompeu uma sequência de oito mundiais em que a seleção brasileira sempre venceu seus dois primeiros jogos.
Na Copa da Argentina, há 36 anos, o Brasil empatou as duas primeiras partidas contra Suécia e Espanha e precisou vencer a Áustria na última rodada para se classificar.
Felipão minimizou o resultado e disse que ter dificuldades numa Copa é a regra, não a exceção. “Temos a mania de achar que os nossos adversários não jogam nada. E não é assim”, disse o técnico. A campanha em 2014 é bem diferente da de 2002, quando o técnico também foi o treinador. No Japão, o Brasil venceu suas três partidas na fase de grupos.
Se vencer Camarões por uma boa diferença de gols é quase certo que o Brasil será o primeiro colocado do grupo.
Na última rodada, México e Croácia se enfrentam em Recife no dia 23 e devem fazer uma disputa direta pela outra vaga no grupo A.

Ochoa para o Brasil e Seleção fica no 0 a 0 com o México
Lancenet
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Faltou combinar com Ochoa… O goleiro mexicano parou Neymar em duas grandes chances – e ainda um milagre em cabeçada de Thiago Silva – e foi o grande responsável pelo primeiro tropeço da Seleção na Copa do Mundo de 2014. No Castelão, em Fortaleza, a torcida fez festa, mas Brasil e México ficaram no 0 a 0 nesta terça-feira.
As duas torcidas chegaram cedo, cantaram “duelaram” nas ruas e nas arquibancadas, mas viram um jogo fraco. O Brasil, sem Hulk e com Ramires, mostrou algumas deficiências do jogo contra a Croácia, quando ganhou por 3 a 1. E o pior: desta vez, sem os gols, nem o pênalti mal marcado pelo árbitro Yuichi Nishimura, que resultou na virada da Seleção sobre os europeus.
Sem Hulk, Ramires não conseguiu fazer a mesma função do atacante. O Brasil perdeu força ofensiva. Na parte defensiva, também não mudou muita coisa. O México sonhou com um contra-ataque que não veio e resolveu chutar de fora da área. Até assustou Julio Cesar, mas não teve nenhuma grande finalização.
O Brasil chegou na bola aérea. Em bom lance tramado no ataque, Neymar recebeu cruzamento, subiu mais que Rafa Marquez, e cabeceou para o milagre de Ochoa. Logo depois, Paulinho recebeu passe de peito de Thiago Silva e também parou no goleiro.
No intervalo, Felipão resolveu colocar Bernard na vaga de Ramires. O time teve um (pequeno) aumento da produção ofensiva. O camisa 20 chegou com força logo em sua primeira jogada e criou perigo. Depois, o Brasil ficou com a bola, mas faltou pensar.
Neymar, o que mais “pensa”, teve outra chance. Recebeu na área, cortou o zagueiro e Ochoa fez outra grande defesa, desta vez com o peito, em chute do brasileiro.
O jogo voltou a ficar chato, a torcida mexicana fez festa e foi o “destaque”. Na parte final do jogo, aos 40 minutos, Thiago Silva teve outra grande chance de fazer. Mas Ochoa parou o Brasil de novo.
Neymar tentou pedir a bola, mas sozinho não conseguiu fazer muito. Faltou pensar. Faltou jogar.
Com o resultado, o Brasil se mantém como o líder do Grupo A com quatro pontos, a mesma pontuação do México, mas ganha no saldo de gols (2 contra 1). Croácia e Camarões se enfrentam nesta quarta e têm nenhum ponto.
O Grupo A será decidido na próxima segunda-feira. A Seleção pegará o Camarões, em Brasília, às 16h. No mesmo horário, terá México e Croácia.

Carrasco recente, México é freguês do Brasil em duelos de Copas do Mundo
Globo Esportes

Em fevereiro, durante o Congresso Técnico da Fifa, em Florianópolis, Felipão e técnico do México, Miguel Herrera, se cruzaram. Na ocasião, os dois se cumprimentaram e trocaram algumas palavras cordiais. O papo foi rápido, mas o suficiente para Luiz Felipe Scolari deixar escapar:
– O México é a pedra no caminho do Brasil.
A preocupação de Scolari tem fundamento. No Século XXI, o México tem sido um dos rivais mais duros para a seleção brasileira. Os dois países se enfrentaram 10 vezes com seus times principais, com um retrospecto bem equilibrado: quatro vitórias para cada lado e dois empates.
A pedra no caminho citada por Felipão tem muito a ver com tropeços em decisões recentes. A Seleção foi derrotada nas finais da Copa das Confederações (1999), da Copa Ouro (1996 e 2003), dos Jogos Olímpicos (2012) e do Mundial sub-17 (2005 e 2013). Entretanto, quando o assunto é Copa do Mundo, o retrospecto é inverso: são três vitórias brasileiras em três partidas, com 11 gols marcados e nenhum sofrido.
O primeiro duelo em Mundiais, curiosamente, também se deu no Brasil, em 1950. No Maracanã, a Seleção venceu por 4 a 0, com gols de Baltazar, Jair da Rosa Pinto e Ademir Menezes, duas vezes. Foi a primeira vez que os dois países se enfrentaram na história e também a estreia do Brasil na Copa de 1950, diante de mais de 80 mil torcedores, no Rio de Janeiro. Foi o primeiro dos três triunfos dos brasileiros sobre os mexicanos na história da competição.
Quatro anos depois da Copa do Mundo de 1950, as duas equipes se reencontraram. No dia 16 de junho de 1954, o Brasil fazia seu primeiro jogo em Mundiais desde o Maracanazo. Motivada, a equipe entrou em campo com vontade de mostrar que seguia na elite do futebol. Sobrou para o México, que não viu a cor da bola na goleada da Seleção por 5 a 0, com gols de Baltazar, Didi, Pinga (duas vezes) e Julinho.
O último duelo entre as duas seleções em Copas, curiosamente, também ocorreu em uma estreia. Em 1962, os mexicanos encontraram um Brasil diferente, vindo do primeiro título mundial, e não mais uma equipe fadada a fracassar nas fases finais. Curiosamente, foi um dos jogos mais difíceis para a Seleção, que venceu por 2 a 0, com gols de Zagallo e Pelé. No fim do torneio, no Chile, os brasileiros faturaram o bicampeonato mundial.
No retrospecto geral, a vantagem brasileira é gritante. Brasil e México já se enfrentaram em 35 oportunidades, com 22 vitórias, seis empates e sete derrotas da Seleção. A atual geração, no entanto, já sofreu nas mãos dos mexicanos. Thiago Silva, Marcelo, Hulk, Oscar e Neymar estavam em campo na derrota por 2 a 1, em Wembley, na final dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, sob o comando de Mano Menezes.
O retrospecto recente da Seleção contra o México é ruim e preocupa. No entanto, na última vez que os dois times se encontraram, coisas boas aconteceram para o Brasil, curiosamente também no Castelão. Foi no estádio, em Fortaleza, que a torcida ignorou o protocolo da Fifa e, mesmo após a execução da primeira parte do hino nacional, seguiu cantando à capela.
A iniciativa contagiou a Seleção, virou rotina em todos os jogos do Brasil no país e virou símbolo da conquista da Copa das Confederações.
Em campo, o time também fez bonito. Com atuação de gala de Neymar – a melhor até então -, a Seleção venceu por dois 2 a 0. Os gols foram de Neymar e de Jô, após bela jogada do camisa 10, que criou ótima chance para o atacante.
Brasil e México, às 16 horas desta terça-feira em Fortaleza

Reservas da Seleção goleiam Flu Sub-20 em jogo-treino
Terra

Os reservas da Seleção Brasileira golearam por 4 a 0 o time Sub-20 do Fluminense em jogo-treino realizado neste sábado na Granja Comary. Willian, Hernanes, Ramires e Jô marcaram os gols de uma atividade realizada para dar ritmo de jogo a quem não atuou na estreia da Copa do Mundo contra a Croácia.
Os meio-campistas tiveram atuação destacada, principalmente Fernandinho. No lance do primeiro gol o volante roubou uma bola no meio, avançou pela direita e cruzou nos pés de Ramires.
O Fluminense chegou a ter chance de empatar em pênalti cometido por Dante, mas Jefferson defendeu duas vezes a cobrança, repetida a pedido de Felipão. Após algumas broncas do treinador, o time melhorou e abriu vantagem com tranquilidade.
O titular Paulinho jogou o primeiro tempo para substituir Bernard, que ficou na academia para trabalhos físicos. O ex-atleticano participou da segunda parte da atividade normalmente.
Os titulares realizaram apenas trabalhos leves no campo anexo da Granja Comary. Em teoria, Felipão irá manter o mesmo time para a partida contra o México, na próxima terça-feira, às 16h (de Brasília), em Fortaleza. Um coletivo será realizado neste domingo para tirar as últimas dúvidas de Felipão.

Polêmica e 2 de Neymar: Brasil bate Croácia em estreia tensa
Terra

Com muita tensão, polêmica e dois gols de Neymar, o Brasil venceu a primeira partida na caminhada pelo hexacampeonato mundial, sobre a Croácia, por 3 a 1. Na noite desta quinta-feira, na Arena Corinthians, em Itaquera, o time levou sufoco, saiu atrás no marcador e só triunfou após desempenho decisivo de seu camisa 10: ele empatou a partida no fim da primeira etapa e converteu pênalti discutível na etapa final. Oscar fechou a conta.
Em São Paulo, o time de Luiz Felipe Scolari sofreu com a retranca croata e com os contra-ataques, principalmente nas costas do inseguro Daniel Alves. Além de Neymar, Oscar fez a diferença com grande atuação com direito a gol de bico no final. Já Fred, que teve partida apagada, se destacou ao cavar o pênalti que irritou os jogadores adversários.
Nesta sexta-feira, México e Camarões fecham a primeira rodada do Grupo A com confronto na Arena das Dunas, em Natal (RN), às 13h (de Brasília). Os mexicanos são o próximo adversário brasileiro na Copa: os times se enfrentam no Castelão, em Fortaleza (CE), às 16h de terça-feira. No mesmo dia, mas às 19h, os croatas encaram os camaroneses na Arena Amazônia, em Manaus (AM).









