WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia


julho 2026
D S T Q Q S S
« jun    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

drupal counter

:: ‘Seleção Brasileira’

Sucessor de Felipão terá ciclo movimentado até a Copa de 2018

Gazeta Esportiva

t_121097_jose-maria-marin-presidente-da-cbf-ainda-nao-definiu-o-sucessor-do-tecnico-luiz-felipe-scolari-na-selecao

A CBF, presidida por José Maria Marin, anunciou oficialmente o desligamento do técnico Luiz Felipe Scolari na tarde desta segunda-feira. O sucessor do treinador gaúcho, ainda indefinido, terá um ciclo movimentado até a Copa de 2018, a ser disputada na Rússia.

Quarto lugar no Mundial, o Brasil já tem quatro amistosos programados ainda em 2014. Em setembro, a Seleção enfrenta Colômbia e Equador, nos Estados Unidos. No mês de outubro, pega a Argentina em uma nova edição do Superclássico das Américas, em Pequim. Já em novembro duela com a Turquia, em Istambul.

José Maria Marin concederá entrevista na próxima quinta-feira, mas a CBF não informou se o novo treinador será anunciado. A série de quatro amistosos pode marcar os primeiros testes do sucessor de Felipão, além de um novo encontro entre Neymar e Camilo Zúñiga, seu algoz na Copa.

Como sede do Mundial de 2014, o Brasil não precisou passar pelas Eliminatórias sul-americanas. Para participar da edição da Rússia, será necessário disputar o torneio seletivo que em sua última edição contou com um total de 16 rodadas e nove equipes.

Com quatro vagas para o Mundial em jogo – o quinto lugar segue para a repescagem -, o time pentacampeão do mundo não deve ter vida fácil nas Eliminatórias sul-americanas. Além dos tradicionais Uruguai e Argentina, o Brasil terá a concorrência dos ascendentes Colômbia e Chile.

O sorteio das Eliminatórias será realizado em julho de 2015. Antes, de 11 de junho a 4 de julho, a Seleção Brasileira participa da Copa América do Chile. Na última edição do torneio, o time nacional, então comandado por Mano Menezes, perdeu do Paraguai nas quartas de final.

Para inchar ainda mais o ciclo até o Mundial de 2018, será realizada em 2016 uma edição especial da Copa América para comemorar o centenário do torneio. A competição juntará seleções da Conmebol e da Concacaf de 3 a 26 de junho, nos Estados Unidos.

No ano de 2016, com atletas sub-23, a Seleção Brasileira tenta conquistar a inédita medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, de 5 a 21 de agosto, possivelmente sob o comando de Alexandre Gallo. Se tiver vencido a Copa América, em 2017 ainda precisará disputar a Copa das Confederações, já na Rússia.

No ciclo entre os Mundiais de 2010 e 2014, fora das Eliminatórias sul-americanas, a Seleção Brasileira precisou recorrer aos amistosos, alguns contra adversários de baixo nível técnico. Na preparação para a Copa de 2018, o sucessor de Felipão não terá o mesmo problema.

468x60_simonassi127

Felipão não é mais o técnico da Seleção Brasileira

Terra

oscarfelipaoafp

Após entregar o cargo de técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari não continuará no posto. De acordo com a Rede Globo, o treinador do Brasil na Copa do Mundo de 2014 teve sua saída confirmada pelo comando da CBF na noite deste domingo. A decisão se estende para o restante da comissão técnica, que contou com Carlos Alberto Parreira e Murtosa.

Felipão havia dito que entregaria relatórios à entidade que comanda o futebol no País durante a entrevista coletiva que concedeu após a derrota por 3 a 0 para a Holanda, no último sábado, depois da disputa do terceiro lugar do Mundial. O técnico não pediu demissão e afirmou que sua continuidade no cargo dependeria da vontade dos dirigentes responsáveis pela confederação.

O treinador assumiu o posto que havia deixado após o pentacampeonato de 2002 no final de novembro de 2012 e desde então comandou a Seleção Brasileira em 29 partidas. Destas, o técnico sofreu apenas quatro derrotas, sendo as duas últimas as mais marcantes. O 7 a 1 sofrido para a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo se tornou o maior revés da história do Brasil, enquanto o fracasso diante da Holanda só serviu para consolidar o final desastroso da equipe no Mundial.

Ao todo, Felipão esteve no comando da Seleção Brasileira em 19 vitórias, seis empates e quatro derrotas na sua segunda passagem pelo comando técnico do selecionado nacional. Neste breve período de pouco mais de um ano e meio, o treinador conquistou a Copa das Confederações de maneira invicta e gerou grande expectativa para o desempenho do Brasil durante a Copa do Mundo de 2014.

No Mundial, seus comandados não empolgaram em nenhum momento, apesar de terem alcançado as semifinais da competição sem derrotas. Mostrando um futebol pobre, dependente da ligação direta dos zagueiros para os pontas e o centroavante, o Brasil sofreu já na fase de grupos contra o México e ficou a centímetros de uma eliminação nas oitavas de final contra o Chile, quando Pinilla mandou no travessão um chute no último minuto da prorrogação, em confronto vencido nos pênaltis.

A apresentação sólida contra a Colômbia nas quartas de final criou esperanças, mas também acabou com os desfalques do craque Neymar e do capitão Thiago Silva para a semifinal contra a poderosa Alemanha. O confronto com o rival que viria a ser tetracampeão do mundo foi um massacre do início ao fim, mas Felipão e sua comissão técnica insistiram que o pior resultado da história da Seleção Brasileira foi decorrente de “seis minutos de apagão”.

A longa, mas desastrosa campanha no Mundial foi concluída no último sábado com três vitórias, dois empates e duas derrotas, justamente nos dois jogos derradeiros do torneio.

468x60_simonassi127

Áudio do Estádio Nacional vaza e revela comentários de Felipão sobre a goleada de 7 a 1

Bahia Notícias

xIMAGEM_NOTICIA_5.jpg.pagespeed.ic.ZakAGJVDDa

Antes da entrevista concedida no Estádio Nacional na última sexta-feira (11), o treinador Luis Felipe Scolari acabou protagonizando um momento “revelador” quando teve parte de sua conversa com assessores revelada graças aos microfones a beira do gramado do Estádio Nacional Mané Garrincha, palco da partida entre Brasil e Holanda pela decisão do terceiro lugar da Copa do Mundo 2014.

Em companhia do capitão Thiago Silva, o diretor de comunicação da CBF Rodrigo Paiva e assessores, Felipão conversava sobre a goleada de 7 a 1 sofrida contra a Alemanha nas semifinais do torneio e acabou tendo seu áudio vazado. “Uma fatalidade não pode destruir um trabalho… Nunca mais, nem daqui a mil anos, cara. Eles foram sete vezes no primeiro tempo e fizeram cinco gols. Nos dez primeiros minutos do segundo tempo, se eu mostrar o tape, nós criamos quatro chances de gol. Se nós tivéssemos acertado as quatro ia estar 5 a 4 em dez minutos? É coisa de louco para pensar”, afirmou o treinador, que ainda parecia incrédulo com o ocorrido no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, na última terça (8).

Na ocasião, o Brasil saiu do primeiro tempo já sofrendo uma goleada de 5 a 0 frente aos germânicos, que aumentaram sua vantagem na segunda etapa da partida. Brasil e Holanda se enfrentam neste sábado (12), às 16h, pela disputa do terceiro lugar do Mundial de Futebol.

unimarc-modelo-4

Brasil x Holanda é esforço contra depressão em adeus amargo

Terra

esportes-copa-soccer-world-m61-bra-ger-vida

Pouco verde e amarelo nas ruas, empolgação quase nula e clima de fim de Copa do Mundo. Brasil e Holanda disputam o terceiro lugar em um clima que pouco lembra um dos mais festivos Mundiais da história. O adeus melancólico terá como palco o Estádio Mané Garrincha, a partir das 17h (de Brasília).

Ao longo da semana as duas seleções buscaram argumentos e se apegaram a pequenas coisas para se motivarem no duelo. O técnico Louis Van Gaal chegou a dizer com todas as letras que o duelo de terceiro lugar nunca deveria ser realizado, mas mudou o discurso na véspera querendo fechar a Copa com uma campanha invicta.

Para Luiz Felipe Scolari, o jogo será uma chance de ter uma saída honrosa depois da sova diante da Alemanha. O treinador passou a semana afirmando que a derrota para os alemães pelo placar de 7 a 1 foi uma fatalidade, mas um novo insucesso fará seu discurso perder força diante da possibilidade de ter o pior aproveitamento de pontos em Copas desde 1974 (52,3%). Até agora foram três vitórias, dois empates e uma derrota (61%).

Brasil e Holanda fizeram as quartas de final de 2010, mas o jogo em Brasíla pouco tem de revanche. Com o valor do terceiro lugar limitado, a preocupação maior é com o futuro e nem sequer uma rixa Louis Van Gaal e Felipão foi levada adiante.

Com visita de Neymar e apoio dos torcedores, Seleção volta a treinar

Globo Esportes

felipao_treinoselecao_vip_95

Dois dias depois de sofrer a derrota histórica por 7 a 1 para Alemanha, na semifinal da Copa do Mundo, a Seleção Brasileira retomou as suas atividades na Granja Comary, em Teresópolis. Após 38 minutos dedicados a exercícios dentro da academia, os jogadores foram a campo para o primeiro treino com bola antes da partida contra a Holanda, na disputa pelo terceiro lugar, neste sábado, no Mané Garrincha, em Brasília. O atacante Neymar, que se juntou ao grupo brasileiro, e o presidente da CBF, José Maria Marin, marcaram presença e mostraram apoio ao time canarinho.

A goleada sofrida pela Seleção, o frio e a chuva, não diminuíram o ânimo dos torcedores, que voltaram a marcar presença na Granja Comary para apoiar o time antes do último jogo na Copa do Mundo. O zagueiro David Luiz era um dos mais assediados e teve o seu nome gritado por diversas vezes, principalmente pelas crianças, que levaram faixas e cartazes de incentivo.

Na primeira parte desta quinta, a atividade reuniu jogadores para um treino de campo reduzido e toque de bola rápido. De um lado, Vitor, Hernanes, Hulk, Daniel Alves, Henrique e Fernandinho. Do outro Jefferson, Jô, Thiago Silva, William, Paulinho e Maxwell.

Titulares na semifinal, Oscar, Marcelo, Dante, Luiz Gustavo, Bernard e David Luiz correram em volta do gramado. Júlio César, Fred e Maicon, no entanto, fizeram apenas trabalho na academia. No decorrer do trabalho, mesmo com o clima de tristeza, os jogadores mostraram seriedade na movimentação no gramado sob o comando do técnico Felipão do preparador físico Paulo Paixão. Durante todo o tempo, eles foram aplaudidos, nesta penúltima atividade da Seleção na Copa.

Esta é a quarta vez que o Brasil vai jogar a disputa de terceiro lugar. Em 1938, a Seleção ficou com esta colocação. Já em 1974, foi superada pela Polônia e terminou em quarto. Quatro anos depois, foi novamente para esta disputa, bateu a Itália e conquistou o bronze. A final do Mundial será realizada no domingo, às 16h, no Maracanã (Rio de Janeiro), entre Alemanha e Argentina.

outdoor_pq

Se Brasil ficar em 3º lugar, CBF receberá R$ 48 milhões

Uol

10661-MLB20032559988_012014-O

A Copa do Mundo de 2014 será marcada pela humilhação sofrida pela seleção no Mineirão. Mas a CBF quer ainda no Mundial.

A diretoria e comissão técnica vão exigir a vitória em Brasília. Além de tentar amenizar o vexame em Belo Horizonte, o jogo de sábado (12), contra a Holanda vai pagar U$$ 22 milhões ( cerca de R$48 milhões), em premiação para o terceiro colocado.

Já a derrota deixará a entidade administrada por José Marim com menos U$$ 2 milhões (cerca de R$ 4,4 milhões) nos cofres. Segundo a Fifa, o quarto colocado vai ganhar U$$ 20 milhões (cerca de R$ 44 milhões).

O valor pago pela Fifa será usado pelo CBF para arcar com bichos dos jogadores pela campanha no mundial. Mais da metade da premiação será distribuída entre os atletas e integrantes da comissão técnica. O valor aindda não foi definido.

Se conquistasse o Mundial, Marim havia anunciado que repassaria integralmente aos atletas a premiação paga pela Fifa ao vencedor )U$$ 35 milhões -cerca de R$ 77 milhões)

Brasil e Holanda se enfrentam pela quinta vez em Copas

Bahia Notícias

xIMAGEM_NOTICIA_5.jpg.pagespeed.ic.RHxUL-d2yr

A seleção brasileira reencontrará seu algoz na Copa de 2010 no próximo sábado, em Brasília, na decisão do terceiro lugar. Será o quinto confronto entre Brasil e Holanda na história dos Mundiais – a equipe holandesa leva a melhor, com duas vitórias (em 1974 e 2010) e sete gols marcados. O time brasileiro venceu o rival em 1994, nos Estados Unidos. Quatro anos depois, o Brasil eliminou os holandeses nos pênaltis e garantiu uma vaga na final. No total, o ataque brasileiro fez cinco gols.

O primeiro confronto ocorreu na segunda fase do Mundial da Alemanha, há 40 anos. Na ocasião, a vitória daria a vaga na final do torneio ao Brasil. Maior destaque daquela Copa, a Holanda fez 2 a 0 na equipe treinada por Zagallo. Neeskens marcou o primeiro, aos 5 minutos do segundo tempo, encobrindo o goleiro Leão. Cruyff ampliou 15 minutos depois.

O troco do Brasil ocorreu depois de 20 anos. Em jogo, uma vaga na semifinal do Mundial de 1994. Em Dallas, Romário e Bebeto colocaram a seleção brasileira na frente. Bergkamp e Winter empataram em 12 minutos. A nove minutos do fim, Branco, de falta, marcou o terceiro gol brasileiro. Com a vitória por 3 a 2, a equipe treinada por Parreira conseguiu voltar à disputa por um lugar na final de Copa do Mundo.

Em 1998, novo confronto decisivo. Na semifinal da Copa da França, a vitória brasileira veio nos pênaltis, com uma brilhante atuação de Taffarel – o goleiro defendeu as cobranças de Cocu e Ronald de Boer. O Brasil foi à decisão contra os anfitriões após um empate por 1 a 1 em 120 minutos de jogo.

Há quatro anos, na África do Sul, o Brasil acabou eliminado pelos holandeses pela segunda vez em um Mundial. O time brasileiro saiu na frente ainda no primeiro tempo, com Robinho. Sneijder, porém, marcou dois gols na etapa final e deu a vitória à Holanda.

468x60_simonassi127

Brasil já disputou o terceiro lugar na Copa em três oportunidades

Galáticos Online

300x206xbrasil,P201974.jpg.pagespeed.ic.Bdd1n3axb6

Depois de ser humilhado pela seleção alemã, ao ser derrotado por 7 a 1, o time de Felipão vai disputar o terceiro lugar neste sábado (12), em Brasília, às 17h. Essa será a quarta vez que o selecionado verde e amarelo entra na briga para ficar no “pódio” da Copa do Mundo. O adversário ainda não foi definido, pois sai do confronto entre Argentina e Holanda que duelam nesta quarta-feira, às 17h, em São Paulo.

A primeira vez que o Brasil disputou o terceiro lugar foi em 1938. A seleção havia perdido para Itália na semifinal por 2 a 1, e venceu a Suécia por 4 a 2, conquistando o terceiro lugar.

O Brasil voltou a ser eliminado em uma semifinal em 1974. O selecionado verde amarelo foi despachado pela Laranja Mecânica, por 2 a 0, comandada por Johan Cruyff. Na disputa de terceiro lugar, o Brasil perdeu para a Polônia por 1 a 0.

A última vez que o Brasil disputou o terceiro lugar foi em 1978, na Copa realizada na Argentina. Na disputa de grupos, os brasileiros foram deixados para trás pelos Hermanos, que ganharam do Peru por 6 a 0 (jogo que faz muitos brasileiros reclamarem de um possível favorecimento aos donos da casa) e avançaram para conquistar o título. No confronto válido pelo terceiro lugar, a seleção Canarinho venceu a Itália por 2 a 1.

Felipão: “A responsabilidade pelo resultado catastrófico é minha”

Globo Esportes

felipao_jogo4_reu_95

Explicar o inexplicável. Luiz Felipe Scolari foi para a entrevista coletiva após a histórica goleada sofrida pela seleção brasileira com essa missão. Na conversa com os jornalistas, Felipão assumiu a culpa pelas escolhas e pela derrota por 7 a 1 para a Alemanha, em jogo válido pelas semifinais da Copa do Mundo, mas afirmou que a vida não acaba após o time canarinho perder a chance de disputar a final da competição no Maracanã, no Rio de Janeiro.

– Vamos ter uma sequência de vida normal porque a vida não acaba com essa derrota. Vamos trabalhar no vestiário, na Granja Comary, para pensarmos no próximo jogo – disse o treinador, que vai precisar levantar o astral do grupo para a decisão do terceiro lugar, no próximo sábado, em Brasília, com o perdedor do duelo entre Holanda e Argentina.

O treinador comentou ainda o clima no vestiário após a derrota para a Alemanha. – Horrível. Claro que o clima não era bom. Não tenho nada para neste momento, nessas primeiras horas. Temos que mudar o nosso comportamento. Mudar o ambiente. Vamos seguir fazendo o nosso trabalho, sabendo que a história continua.

Felipão afirmou também que é o culpado pelo desempenho da equipe na Copa do Mundo. Foram três vitórias, dois empates e uma derrota. – Quem é o responsável pelas escolhas? Sou eu. A responsabilidade pelo resultado catastrófico é minha. Eu fui o responsável.

O treinador deixou uma mensagem para o povo brasileiro, mas não crê que o futebol do país tenha que ser alterado pelo resultado desta terça-feira. Segundo o treinador, a goleada alemã foi fruto de uma pane em sua equipe.

Sem Neymar, Brasil deixa a máscara cair e é humilhado pela Alemanha

Gazeta Esportiva

t_120415_miroslav-klose-em-solo-brasileiro-deixou-ronaldo-para-tras-e-o-maior-artilheiro-das-copas

A máscara caiu. Diante de milhares de torcedores fantasiados de Neymar, a Seleção Brasileira não transformou em realidade a ilusão de que poderia ser bem-sucedida sem o seu principal jogador. Foi humilhada pela Alemanha com uma histórica e eterna derrota por 7 a 1 nesta terça-feira, no mesmo Mineirão onde já havia sofrido para superar o Chile nos pênaltis, e está fora da disputa pelo título da sua Copa do Mundo. Os gols foram marcados por Muller, Klose (o maior artilheiro dos Mundiais, agora à frente de Ronaldo), Kroos (2), Khedira e Schurrle (2). Oscar fez o de honra.

Se queria apagar a derrota para o Uruguai na final da primeira Copa do Mundo realizada no Brasil, há 64 anos, o Brasil conseguiu de forma vexatória. Perdia por 4 a 0 em 25 minutos de jogo. Em um Mineirão que virou Mineirazo, viu os seus torcedores reagirem com um choro que a psicóloga Regina Brandão e nem o melhor de seus colegas seriam capazes de conter. A revolta nas arquibancadas também acabou extravasada com irônicos gritos de “olé”, vaias (principalmente para o centroavante Fred), insultos e brigas.

A traumática queda diante da Alemanha foi o desfecho de um sonho que o Brasil alimentou muito graças a Neymar, alvo de uma joelhada de Zúñiga na vitória por 2 a 1 sobre a Colômbia, nas quartas de final, quando fez a sua exibição mais apagada no Mundial. Antes, o atacante havia sido importante nas vitórias por 3 a 1 contra a Croácia e por 4 a 1 em cima de Camarões, no empate sem gols com o México e na disputa de pênaltis com os chilenos.

Com a derrota na decisão da Copa do Mundo de 2002 muito bem vingada, a Alemanha agora se prepara para jogar a final do Maracanã às 16 horas (de Brasília) de domingo, contra o vencedor do confronto entre Holanda e Argentina. Ao Brasil, restará a melancólica disputa de terceiro lugar com o perdedor da outra semifinal, às 17 horas (de Brasília) de sábado, no Mané Garrincha. Mais uma vez, sem Neymar.

468x60_simonassi127









comercial tommacon



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia