:: ‘Espanha’
Sem escolher rival, Felipão acha que Itália pode surpreender Espanha
Gazeta Esportiva

O técnico Luiz Felipe Scolari não tem preferência entre Espanha e Itália para a decisão da Copa das Confederações. Depois de ter garantido a presença na final com a vitória por 2 a 1 sobre o Uruguai, o treinador se esquivou de ‘escolher’ um adversário na definição da taça e apenas manifestou sua confiança no apoio da torcida verde-amarela no domingo.
“Não tenho escolha entre as duas, porque não sou eu que defino. Queria chegar à final e cheguei. Agora, venha quem vier. Se o Maracanã tiver 70 mil torcedores, 69.500 serão do Brasil. Estaremos juntos novamente, seja contra Itália ou Espanha. Temos de nos preparar para jogar a final e não vou escolher”, afirmou.
Apesar de a Espanha ser a favorita na semifinal desta quinta-feira, Felipão acha que ainda pode haver surpresa na partida em Fortaleza. O comandante brasileiro prevê uma retranca da Azzurra para bloquear os avanços da atual campeã mundial e bicampeã europeia.
“No futebol, tudo é possível. A Itália vai dificultar, com três zagueiros, mais o Pirlo e o De Rossi no meio-campo, além de dois laterais fechadinhos. Não vai ser fácil para a adversária entrar. Lógico que a Espanha é uma grande seleção, mas respeito a Itália”, afirmou.
A semifinal no Castelão será a reedição da decisão da Eurocopa do ano passado, quando a Fúria derrubou a Azzurra por 4 a 0. O vencedor desta quinta disputará a final contra o Brasil no domingo, no Maracanã. Já o perdedor lutará pelo terceiro lugar contra o Uruguai, na Fonte Nova.
Revanche na terra prometida: Itália tenta dar troco na favorita Espanha
Globo Esportes

O calor que maltrata os branquelos de Espanha e Itália também é a representação de uma espécie de terra prometida para os adversários das 16h desta quinta-feira, no Castelão, em Fortaleza. Eles são os mais recentes campeões mundiais, e estar em uma semifinal no Brasil, mesmo que de Copa das Confederações, remete à esperança que alimenta o futebol das duas seleções nos últimos anos: voltar para cá, disputar a Copa do Mundo do ano que vem e, se possível, ganhá-la de novo. Mas também é um jogo que volta um ano no tempo: a Espanha maltratou a Itália no último encontro entre as duas equipes. Oscilando entre a memória e a esperança, elas decidem quem pega o Brasil na final.
São dois gigantes: a Itália, pela enorme tradição, pelos quatro títulos mundiais; a Espanha, pela recente descoberta de como se vence no futebol, pelo timaço que montou para arrematar título em cima de título nos últimos anos. O favoritismo, difícil negar, é da Roja. Mas não custa lembrar a enorme capacidade da Azzurra de surpreender quando menos se confia nela.
O jogão é o primeiro encontro entre as duas seleções desde a final da Eurocopa do ano passado, na Ucrânia, com goleada de 4 a 0 para a Espanha. Naquele mesmo campeonato, porém, a Roja percebeu que pode ser batida pelo adversário. Na primeira fase, houve empate por 1 a 1.
Novos tempos: um Espanha x Itália em que zaga mais forte é a da Roja
Globo Esportes

Pensar em Espanha é pensar em um ataque envolvente, em troca de passes, em gols que brotam ao natural. Pensar na Itália é pensar em organização, em defesa sólida, em rigidez tática. Pois talvez seja hora de rever os conceitos. No jogo desta quinta-feira, no Castelão, pelas semifinais da Copa das Confederações, é a Roja quem pode se orgulhar de ter blindagem defensiva. À Itália, cabe recriar o sistema de proteção para tapar o vazamento e deixar de levar gols.
A Azzurra tem a terceira pior defesa da Copa das Confederações. Sofreu oito gols – mais do que todos os outros semifinalistas somados. A Itália foi vazada em todos os jogos da primeira fase: vitórias de 2 a 1 sobre o México e de 4 a 3 sobre o Japão, e a derrota de 4 a 2 para o Brasil. Apenas o Japão, com nove gols sofridos, e o Taiti, com 24, buscaram mais bolas nas redes.
É o contrário da Espanha. Os campeões do mundo foram vazados apenas uma vez, na estreia, na vitória de 2 a 1 sobre o Uruguai. Foi em um golaço de falta de Luís Suárez, quase uma casualidade numa partida amplamente dominada pelos europeus. Contra a Nigéria, porém, a vitória de 3 a 0 poderia ter sido mais magra. Os africanos criaram repetidas chances de gol.
Em toda a Eurocopa de 2012, a Espanha sofreu apenas um gol. E foi justamente da Itália, no empate em 1 a 1 da primeira fase. Depois, passou incólume pelo restante do torneio – 4 a 0 na Irlanda, 1 a 0 na Croácia, 2 a 0 na França, 0 a 0 com Portugal e 4 a 0 na final, outra vez contra a Azzurra.
Doido para enfrentar Espanha, Parreira diz que Brasil não tem medo
Terra

Fugindo do discurso dos jogadores que preferem esperar pela confirmação do jogo, o técnico Carlos Alberto Parreira disse que está doido para enfrentar a Espanha. O confronto pode ocorrer em uma semifinal, caso uma das duas seleções fique em segundo do grupo, ou em uma hipotética final da Copa das Confederações.
“Espanha é o melhor time do mundo. Não é só o principal, mas nas categorias inferiores também. Tem ganhado título no Sub 21 e Sub 19. Estão em um apogeu impressionante. Levam vantagem sobre nós por estar o time formado há seis anos. Estamos em formação ainda. Estou doido para que o jogo contra eles aconteça para medirmos forças com os atuais campeões do mundo”, afirmou Parreira.
A Espanha é uma das duas únicas seleções campeãs do mundo que o Brasil não enfrentou neste ciclo até a Copa do Mundo de 2014. O Uruguai, que também é uma possibilidade de adversário na Copa das Confederações, é o outro.
Até agora, a Seleção só venceu a França, em amistoso no começo de junho. Antes, perdeu para os próprios franceses, Alemanha, Argentina (duas vezes) e Inglaterra, contra quem conseguiu empate posteriormente no Maracanã. O time também empatou com a Itália, a quem vai reencontrar no próximo sábado em Salvador.
Para Parreira, este retrospecto ruim contra campeões mundiais não faz o Brasil temer os espanhóis. Pelo contrário. Se ocorrer, ele acredita que o jogo servirá como um teste real do estágio em que o Brasil se encontra. “Nós não temos medo do futebol espanhol. Consideramos uma das melhores. O Barcelona é a base da seleção e fez história. Vai ficar permanentemente na história. Tem números imbatíveis. 900 passes, 75% pro cento de bola… É a imposição de um estilo. Respeitamos, mas não temos medo. Mas vamos pensar na semifinal primeiro”, disse.?
Vaiada, Espanha faz 10 no Taiti e supera goleada histórica do Brasil
Terra

Como esperado, a Espanha não tomou conhecimento do Taiti nesta quinta-feira. Sob vaias da torcida brasileira no Maracanã, os atuais campeões mundiais e bicampeões europeus aplicaram sem forçar uma goleada de 10 a 0 sobre o time amador da Oceania, praticamente assegurando a classificação no Grupo B da Copa das Confederações. De quebra, superaram a maior goleada da história do torneio, que havia sido obtida pelo Brasil em 1999: 8 a 2 sobre a Arábia Saudita, na semifinal.
Os gols foram marcados por Fernando Torres (quatro), David Villa (três), David Silva (dois) e Juan Mata. Torres ainda perdeu um pênalti no segundo tempo, para festa dos torcedores no Maracanã, que vaiaram bastante o time europeu e chegaram a entoar o canto de “Espanha, pode esperar, a sua hora vai chegar”.
Mesmo com toda a torcida a favor, o Taiti não ameaçou o goleiro Pepe Reina. A Espanha escalou um time quase totalmente reserva – o zagueiro Sergio Ramos foi o único titular – mas foi brutal a diferença técnica e física. A equipe da Oceania começou a mostrar sinais de cansaço ainda no primeiro tempo.
A Espanha fecha sua participação na primeira fase no próximo domingo, quando enfrenta a Nigéria, às 16h (de Brasília), no Castelão. Já o Taiti se despede diante contra o Uruguai, no mesmo dia e horário, na Arena Pernambuco.
Com reservas, Espanha encara o fraco Taiti no Maracanã
Agência Brasil

A atual campeã mundial, país com uma das ligas nacionais mais fortes do planeta, contra uma seleção que só foi apresentada ao futebol há pouco mais de uma década. O abismo que separa Espanha e Taiti é imensurável. O que promete fazer do duelo desta quinta-feira, a partir das 16 horas, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, um verdadeiro massacre de dimensões jamais vistas em uma competição do porte da Copa das Confederações.
Os espanhóis vão atuar com a sua segunda força, mesmo assim o carioca verá em campo jogadores do quilate de Victor Valdés, Sergio Ramos, David Silva e Juan Mata. Do outro, uma equipe formada por eletricistas, entregadores, catadores de coco e desempregados. É impossível imaginar algo que não um verdadeiro baile. É possível imaginar que os taitianos só vão tocar na bola quando forem cobrar tiros de meta.
Como ninguém ganha de véspera, o discurso dos espanhóis não foi outro que o do respeito ao adversário, que não se pode menosprezar nenhuma seleção e que será preciso jogar com seriedade e concentração os 90 minutos. Exatamente o que pode ser o problema para o humilde time da Polinésia Francesa. “Jamais vou pedir isso a meus jogadores (para aliviar). Primeiro temos que pensar em vencer e quanto mais gols fizermos melhor. Isso é a verdadeira demonstração de respeito”, disse o técnico Vicente Del Bosque.
Um animado bate-bola no gramado do Maracanã, um treino tático com porta fechadas e muitas fotos. Esse foi o Taiti em sua primeira vez no Maracanã. “Para nós é um estádio emblemático. Somos privilegiados de estar aqui”, disse o técnico Eddy Etaeta, contando que a delegação chegou uma hora antes do previsto para poder sentir a emoção de estar no estádio e tirar fotos. Mas conhecer o Maracanã não é tudo. Todos os jogadores têm um outro desejo: a camisa de Andrés Iniesta. “Se pudermos trocar de camisa, todos querem que seja com ele”, disse Chong Hue.
Com show de Thiago Alcântara, Fúria é campeã e domina futebol europeu
Globo Esportes

A Espanha não deu chances para a Itália e, nesta terça-feira, no Teddy Stadium, em Jerusalém, se sagrou tetracampeã da Eurocopa Sub-21, sendo a segunda conquista consecutiva. Com atuação de gala de Thiago Alcântara, que marcou três gols na partida, a equipe atropelou os italianos – maiores vencedores da história da competição com cinco troféus – por 4 a 2. Com o título, a Fúria se reafirma como dona do melhor futebol da Europa, já que também é a atual campeã do torneio profissional e Sub-17.
Nascido na Itália, mas filho de pais brasileiros, o capitão Thiago Alcântara optou por defender a Espanha. O jogador do Barcelona, que é filho de Mazinho, tetracampeão mundial pelo Brasil em 1994, é tido como uma das maiores promessas para o futuro da Fúria e provou isso marcando os três primeiros gols da equipe no jogo, enquanto Isco completou para o time. Já a Azzurra foi a primeira seleção a conseguir vazar a defesa da Fúria na competição. Immobile e Borini descontaram para a equipe da Velha Bota.
Espanha toca bola e confirma favoritismo contra o Uruguai na estreia
r7

Espanha e Uruguai seguiram à risca a estratégia definida por seus treinadores na primeira rodada da Copa das Confederações. A campeã europeia tocou a bola, o campeão sul-americano se defendeu, e o resultado na Arena Pernambuco foi uma tranquila vitória dos defensores do título mundial: 2 a 1.
Iniesta comandou o meio-campo dos espanhóis, que usaram a habitual tática de trocar passes pacientemente. Eles encontraram os espaços com frequência e abriram boa vantagem ainda no primeiro tempo, com gols de Pedro e Soldado. Na segunda etapa, protegeram o placar e só levaram um gol de falta, de Luis Suárez, no finalzinho.
Assim, a equipe dirigida por Vicente del Bosque pulou na frente no Grupo B, conquistando seus três primeiros pontos. Nigéria e Taiti fecham a rodada inaugural da chave em confronto marcado para as 16h (de Brasília) de segunda-feira, em Belo Horizonte.
Conquistar mais um bom resultado na próxima quinta, contra o Taiti, no Maracanã, deixará a Espanha bem perto da classificação às semifinais. Já os uruguaios, que também atuarão na quinta, precisam se recuperar em jogo-chave contra a Nigéria, em Salvador.
Brasil e Espanha partem como favoritos na Copa das Confederações
Espan
Brasil e Espanha partem como favoritos na Copa das Confederações, que começa neste sábado (15), o primeiro por ser país-sede da competição e pela força de sua camisa, e a segunda por ser a atual detentora dos principais títulos do futebol mundial.
As duas seleções são as cabeças de chave dos dois grupos do torneio intercontinental. Junto com pentacampeões mundiais formam o grupo A, Itália, México e Japão. Ao lado da dona do título da Copa do Mundo de 2010, estão Nigéria, Taiti e Uruguai. O tão esperado duelo, entre brasileiros e espanhois, assim como na Copa das Confederações de 2009 e no último Mundial, pode não acontecer.
Na primeira das competições realizada na África do Sul, quatro anos atrás, a Fúria caiu nas semifinais, em seguida foi a vez de o Brasil cair nas quartas de final. Coadjuvantes de luxo na competição, Itália e Uruguai aparecem como principais candidatas a tomar o título dos dois favoritos. Japão, México e Nigéria correm por fora, enquanto o Taiti é a grande zebra do torneio.
Para reforçar o status de principais forças da Copa das Confederações, foi divulgado nesta quinta-feira que Espanha e Brasil são as duas seleções mais valiosas do torneio, de acordo com estudo da Pluri Consultoria. Os 23 jogadores da lista de convocados do técnico Vicente Del Bosque valem juntos 647,5 milhões de euros, enquanto os brasileiros valem 446 milhões.
A competição será aberta neste sábado, com o duelo entre Brasil e Japão, no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília. No domingo, jogam Itália e México no Maracanã, no Rio de Janeiro, além de Espanha e Uruguai na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata. A primeira rodada será fechada com o duelo entre Nigéria e Taiti, no Mineirão, em Belo Horizonte.
As duas primeiras seleções de cada chave se classificam para as semifinais. A Copa das Confederações será decidida no dia 30 de junho, no Maracanã.
Chuva, trânsito e falta de campos complicam Uruguai e Espanha em Recife
Uol
Uma quinta-feira cheia de complicações marcou o primeiro dia de trabalhos de Uruguai e Espanha em Recife, cidade onde as duas seleções estreiam na Copa das Confederações. Chuvas, trânsito e estrutura de treino danificada atrapalharam o dia das duas seleções, rivais no próximo domingo na Arena Pernambuco.
Chove constantemente em Recife desde o começo da semana, e a previsão do tempo indica que a água não deve cessar pelo menos até domingo. As condições complicaram especificamente a vida dos uruguaios na quinta.
A delegação de Forlán e companhia abortou o treino da tarde no estádio do Arruda, em razão do gramado encharcado. O Uruguai então ganhou o CT do Sport como opção, mas desistiu do deslocamento, previsto em uma hora e meia nas condições de trânsito da quinta. Os campeões da Copa América acabaram improvisando uma atividade numa academia de Boa Viagem, praticamente expulsando os frequentadores habituais do local.
Por sua vez, a Espanha está hospedada em um hotel no bairro de Boa Viagem, em que a logística de saída e chegada força a paralisação de um quarteirão junto à orla. O ônibus da delegação não consegue resgatar os jogadores na porta do estabelecimento e precisa ficar numa rua estreita ao lado. Na quinta, quando a delegação da Fúria deixou o local para treinar, com ajuda de batedores, a região praticamente travou por alguns instantes.
Os campeões do mundo desembarcaram no Recife na noite de quarta, sob chuva, e seguiram debaixo de água no treino de quinta, no CT do Náutico. Mesmo assim, há quem aprecie as condições atípicas do Nordeste brasileiro.











