:: ‘HISTORICO’
Histórico de Felipão faz de amistoso com Bolívia uma disputa relevante
Uol
Uma partida amistosa contra uma equipe de menor expressão, marcada por uma questão política e sem a força máxima da seleção brasileira. É neste cenário que o Brasil enfrenta a Bolívia neste sábado, em Santa Cruz de la Sierra, às 16h30 (horário de Brasília). O que poderia ser um jogo sem grande importância, no entanto, transforma-se em uma disputa relevante por espaço por conta do histórico de Luiz Felipe Scolari.
Famoso pelo clima de confiança que costuma criar entre seus comandados, o treinador não costuma tratar partidas tidas como menores, como esta contra a Bolívia, como simples compromissos de uma agenda atribulada. Em seu discurso, Felipão faz questão de ressaltar que o amistoso pode ser decisivo na confecção da lista de convocados para a Copa das Confederações.
A postura de Scolari condiz com seu histórico na própria seleção brasileira. Em 2002, amistosos aparentemente sem importância mudaram a cara e os nomes do time que viria a ser campeão da Copa na Coreia do Sul e no Japão. Depois de uma classificação sofrida nas eliminatórias, Felipão reservou os últimos meses antes da Copa do Mundo para fazer jogos amistosos contra seleções menores. Bolívia, Arábia Saudita, Islândia e Iugoslávia apareceram no caminho do Brasil, que além disso ainda jogaria contra Portugal antes de definir a lista dos convocados para a Copa de 2002.
Mais que os resultados positivos, já esperados, Felipão conseguiu definir seus 23 convocados. Foram nesses jogos, por exemplo, que Kleberson e Anderson Polga receberam suas primeiras chances pela seleção. Gilberto Silva, igualmente, estreou como titular depois de ter feito apenas figuração no banco de reservas durante algumas partidas das eliminatórias.
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Histórico do Vasco anima torcida para jogo com Lanús
Lancenet

Vitória de 2 a 1 e vaias ao fim do jogo. Mesmo obtendo êxito na partida de ida pelas oitavas-de-final da Copa Libertadores, o torcedor do Vasco não saiu satisfeito de São Januário contra o Lanús (ARG). Porém, a campanha do título de 98 e o histórico atual da equipe provam que não há motivo para tanto desespero por parte dos cruz-maltinos.
Quando conquistou a América, por exemplo, o Vasco não ganhou um jogo dentro de casa por mais de um gol de diferença na fase de mata-mata – tirando a final.
Este ano, o Gigante da Colina não passou uma partida sequer em branco e, pela Libertadores, ainda não perdeu fora de casa. Vale ainda lembrar que no título da Copa do Brasil o time foi buscar o resultado, na maioria das vezes, fora de seus domínios. Fatos mais do que satisfatórios para os vascaínos acreditaram numa classificação.
Heroico e histórico, Esmeraldino avança
Fonte: Globo Esportes

Jogadores do Goiás comemoram no estádio Centenário, em Montevidéu (Foto: AFP)
O Goiás deixou a crise de lado, nesta quarta-feira, e deu um importante passo na direção de uma vaga na Taça Libertadores de 2011. Mesmo derrotado por 3 a 2 pelo Peñarol, no Centenário, em Montevidéu, o Esmeraldino – que amarga a penúltima colocação do Campeonato Brasileiro – conquistou a inédita classificação para as quartas de final da Copa Sul-Americana, já que venceu a partida de ida, no Serra Dourada, por 1 a 0. Após abrir o placar, com Rafael Moura, na etapa inicial, os brasileiros viram os donos da casa virar o jogo antes do intervalo. Mas um gol heroico de Carlos Alberto, no segundo tempo, deixou o time do técnico Jorginho mais perto da vaga, que nem a bomba de Martinuccio, nos minutos finais, foi capaz de tirar.
O próximo adversário do Goiás será o vencedor do duelo entre Avaí e Emelec, do Equador, que se enfrentam nesta quinta, na Ressacada – no primeiro jogo, a equipe catarinense perdeu por 2 a 1.
Os gols de Peñarol 3 x 2 Goiás
Gol histórico para curar de vez a ressaca
Fonte: Globo Esportes

O Internacional colocou fim à fase de comemoração pelo título da Libertadores mostrando que pode entrar na briga por mais uma taça em 2010. Com uma bela atuação na Ressacada, em Florianópolis, o Colorado venceu por 1 a 0 o até então invicto em casa Avaí, nesta quarta-feira. Depois de ter entrado momentaneamente no G-4 do Campeonato Brasileiro, o time caiu do quarto para o quinto lugar, com 24 pontos – foi superado pelo Santos no saldo de gols. Índio, aos nove minutos do primeiro tempo, fez o único gol do jogo e se transformou no maior zagueiro-artilheiro da história do clube, com 27 anotados, contra 26 do chileno Figueroa, ídolo da torcida.
Na próxima rodada, o Internacional recebe o Botafogo, sábado, às 18h30min, no Beira-Rio. O Avaí visita o Atlético-GO, domingo, no mesmo horário, no Serra Dourada.
Com banca de imperador, Cielo arranca ouro histórico nos 50m e conquista Roma
Fonte: Globo Esportes

Cielo soca a água após a prova: o brasileiro agora é campeão olímpico e mundial nos 50m
Foram duas batidas no peito, que àquela altura já estava todo avermelhado. O sinal da cruz se repetiu quatro vezes, e o dedo indicador não parava de apontar para o céu. César Cielo tinha acabado de plantar uma certeza no Foro Itálico: quando os grandes estão dentro d’água, ninguém é mais rápido que ele. Após conquistar o ouro nos 100m livre, o brasileiro voltou a bater primeiro neste sábado, desta vez nos 50m, repetindo o feito dos Jogos de Pequim.
Com o tempo de 21s08, o recorde mundial não veio – “apenas” o do campeonato. O francês Frédérick Bousquet continua sendo o dono da melhor marca (20s94), mas ainda não foi desta vez que ele conseguiu bater na frente do brasileiro. Em Roma, Bousquet ficou com a prata (21s21), e o também francês Amaury Leveaux conquistou o bronze (21s25). Cielo não apenas repetiu a vitória de Pequim como baixou seu tempo em relação aos Jogos (21s30). :: LEIA MAIS »
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