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A opção do treinador do Bahia, Alexandre Gallo, em mandar um misto frio para Senhor do Bonfim acabou em um humilhante placar de 4×0 para o Ipitanga, escapando ainda de levar mais. O primeiro tempo do tricolor foi digno de fazer a torcida não querer colocar a cara na rua. Os comandados de Gallo simplesmente não viram a cor da bola, sendo completamente dominados por um dos últimos colocados da competição, que luta desesperadamente contra o rebaixamento. Apesar da supremacia do tucano, o primeiro gol saiu apenas aos 27, mas serviu para abrir a porteira. Sandro mandou um chutão pra cima em direção a área do Bahia, Bruno Neves, marcando Itacaré, tenta cortar de cabeça, mas manda contra o próprio patrimônio. 10 minutos depois veio o segundo, Max passou sem problemas por Léo Medeiros, rolou para a entrada livre de Itacaré, dentro da área. O atacante girou bonito e fuzilou Marcelo, que nada pôde fazer. Enquanto a torcida local ainda comemorava, saiu o terceiro. Aos 38, Sassá recebeu lançamento, dominou bonito no peito, passou duas vezes por Evaldo, corta Rogério e chuta forte, rasteiro, no canto direito de Marcelo. No segundo tempo, Gallo colocou Paulo Roberto e Juninho nos lugares de Thiago Carpini e Willames, respectivamente, esperando dar mais ofensividade ao time, mas com menos de 2 minutos, Itacaré, novamente, mostrou seu faro de artilheiro, marcando um golaço em uma bomba cruzada da direita. Foi um verdadeiro balde de água fria nos planos do treinador. O Bahia não conseguia se organizar, mas foi beneficiado pela relaxada do Ipitanga, que passou a tocar de lado fazendo o tempo passar, mais do que satisfeito com a goleada construída. Alguns lances de perigo para os dois lados aconteceram, mas o vexame tricolor já estava desenhado e o placar não foi mais mudado. O tricolor volta agora todas suas atenções para o confronto contra o Coritiba, pela Copa do Brasil.