Com mão e cara de Ney Franco, São Paulo inicia final contra o Tigre
Globo Esportes
Ney Franco assumiu o São Paulo no início de julho. Um Tricolor desmontado física, tática e moralmente pela eliminação na semifinal Copa do Brasil, contra o Coritiba, e por um cruel protesto da torcida, que não isentou ninguém na derrota para a Portuguesa, no Brasileirão. O começo não foi nada fácil. Empates, derrotas, desfalques, e mais revolta nas arquibancadas. Mas, depois de cinco meses, aquele time foi enterrado.
Nesta quarta-feira, às 21h50m (horário de Brasília), o São Paulo começa a decidir a Copa Sul-Americana contra o Tigre, na Bombonera, em Buenos Aires. Com força máxima, respaldado pela melhor campanha do segundo turno do Campeonato Brasileiro, a vaga na primeira fase da Libertadores já garantida e completamente abraçado pela torcida, que já comprou mais de 60 mil ingressos para o jogo da volta, dia 12, no Morumbi.
Com voz mansa, jeito tranquilo, mas sem perder a autoridade em momentos decisivos da campanha, Ney tem sua marca impressa na atual equipe. A maioria dos jogadores não tolerava os métodos do antecessor Emerson Leão. Principalmente na parte física. Com Ney Franco e sua comissão técnica, formada pelo auxiliar Eder Bastos e o preparador físico Alexandre Lopes, as lesões diminuíram muito. Apenas Luis Fabiano sofreu com problemas em sequência, mas até mesmo o centroavante esteve apto para disputar toda a reta final, sendo poupado em alguns jogos.











