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Na briga para se afastarem do rebaixamento, Vasco e Bahia empatam sem gols

Bahia Notícias

O Bahia empatou com o Vasco no valioso jogo pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, nesta domingo (31). Com as duas equipes querendo se distanciar da zona de rebaixamento, as equipes somaram um ponto cada em São Januário em partida que não teve gols válidos. Apesar do Vasco ter balançado a rede no segundo tempo, o árbitro invalidou o lance por falta de Leandro Castan em cima do goleiro Douglas.

Com o resultado do duelo, o Tricolor avança para a 15ª posição com 36 pontos e encosta no Vasco, uma posição acima e com um ponto a mais.

Na próxima quarta-feira (3), pela 34ª rodada, o Bahia recebe o Fluminense na Arena Fonte Nova. O jogo acontece às 21h30.

Fluminense despacha Goiás e sobe para quinto lugar na tabela

Globo Esportes

O Fluminense precisou de apenas um tempo para construir a vitória por 3 a 0 sobre o Goiás, na noite deste domingo, no Nilton Santos, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. Nino, aos 16 minutos, e Martinelli, aos 25 e aos 36, fizeram os gols do Tricolor, que poderia ter vencido até de placar mais elástico em razão da grande atuação na primeira etapa.

Com o resultado, o Flu chegou aos 53 pontos, e subiu da sétima para a quinta colocação na classificação. O Tricolor ultrapassou o Grêmio, que empatou com o Coritiba, e o Palmeiras, que joga apenas na terça-feira em razão da final da Libertadores no sábado. Já o Goiás segue na 18ª posição com 29 pontos. O Esmeraldino perdeu a chance de se aproximar dos times que estão fora da zona do rebaixamento.

O Fluminense enfrenta o Bahia na Arena Fonte Nova na próxima quarta-feira, dia 3, às 21h30, pela 34ª rodada. No mesmo dia e horário, o Goiás recebe o Atlético-MG na Serrinha.

Wilson marca, pega pênalti e segura empate para o Coritiba contra o Grêmio

Ogol

O Grêmio saiu na frente do Coritiba no Alto da Glória, mas Wilson empatou e, no fim, ainda pegou um pênalti de Jean Pyerre para manter o resultado de 1 a 1.

Com 52 pontos, o Tricolor tem sua vaga no G6 ameaçada pelo Fluminense, que tem 50 e joga mais tarde. O Coxa segue em penúltimo, com 28, sete a menos que o Sport, primeiro time fora do Z4.

Sem mostrar abatimento pelos resultados recentes, o Grêmio aproveitou as limitações do Coritiba para recuperar a confiança. O time de Renato Portaluppi controlou as ações no Alto da Glória, sem dar chance para o rival crescer. Neílton era a única válvula de escape para o Coxa, mas sozinho, o atacante não conseguiu fazer a diferença. Aos sete minutos, Neilton até assustou, mas depois acabou dominado pela defesa gremista. Com jogo mais fluído, o Tricolor teve grande chance para abrir o placar aos 17 minutos. Darlan deixou Alisson na cara do gol, só que o ponta parou em Wilson. O gol que abriu o placar da peleja saiu logo na sequência. Jean Pyerre cobrou falta na medida para Paulo Miranda, que ganhou no alto da defesa para marcar. As bolas no meio da zaga paranaense deixavam quase sempre os atacantes gaúchos na cara do gol. Ao receber passe de Jean Pyerre, Thaciano teve tudo para marcar o segundo, mas Wilson salvou novamente. 1 a 0 foi pouco. Wilson vira herói O Coxa tentou ser mais agudo no segundo tempo com as entradas de Rafinha e Ricardo Oliveira.

O Grêmio ficou com mais espaço para jogar nos contragolpes. As bolas nas costas da defesa coxa-branca foram ainda mais usadas pelos meias-atacantes gremistas. Ferreira enfiou grande bola para Cortez, que cruzou para cabeçada perigosa de Alisson. Dois minutos depois, Alisson recebeu outro cruzamento na área, dessa vez de Thaciano, mas tampouco acertou o alvo. Os contragolpes gremistas continuaram perigosos, impulsionados ainda pela entrada de Luiz Fernando. Depois de jogada veloz que contou com a presença de Luiz Fernando, Thaciano desperdiçou boa chance e mandou na trave. O Coritiba castigou as chances perdidas pelos gaúchos. Logo após a bola na trave de Thaciano, Rafinha sofreu pênalti ao ser derrubado por Darlan. Wilson empatou na cobrança. O Coxa ganhou confiança na partida, e quase virou com Matheus Galdezani. Só que já perto do fim, o Grêmio conseguiu um pênalti com Thaciano. Jean Pyerre teve a chance de dar a vitória aos gaúchos, mas Wilson foi o grande nome do jogo e segurou a cobrança.

Inter ganha a nona seguida e mantém folga na liderança do Brasileiro

Super Esportes

O Internacional enfrentou, neste domingo, o Red Bull Bragantino, no Estádio Beira-Rio. Mostrando porque é líder do Campeonato Brasileiro e provável campeão, a cinco rodadas do fim, a equipe comandada pelo técnico Abel Braga venceu com o placar de 2 a 1 e se isolou na ponta da tabela. Foi a nona vitória consecutiva do time na competição.

A vitória deixa o Internacional com 65 pontos, cinco a mais que o provisório vice-líder Atlético, que também venceu nessa rodada. A manutenção do segundo lugar para a equipe mineira depende ainda do resultado de Sport e Flamengo, que se enfrentarão na próxima segunda-feira. Já o Bragantino ficou no 13º lugar, com 44 pontos.

São Paulo perde do Atlético-GO e fica ainda mais longe da liderança

R7

A derrota do São Paulo contra o Atlético-GO por 2 a 1, neste domingo (31), em Goiânia, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, deixou o clube tricolor do Morumbi mais distante da conquista do título. Os gols foram marcados pelos laterais-esquerdo das equipes: Natanael e Reinaldo, para os goianos e paulistas, respectivamente.

Com 58 pontos, o time paulista — que chegou à sexta partida sem vitórias no torneio — perdeu a chance de encostar no líder Inter, que entra em campo ainda neste domingo para enfrentar o RB Bragantino, em Porto Alegre. Se vencer, a equipe colorada salta dos atuais 62 pontos para 65.

O Atlético-GO entra em campo na próxima quarta-feira (3), às 19h15, para enfrentar o RB Bragantino, no estádio Nabil Abi Chedid, em Bragança Paulista, pela 34ª rodada do Brasileirão. Já O São Paulo voltará a jogar no dia 10, às 21h, no Morumbi, contra o Ceará — o clássico contra o Palmeiras, bicampeão da Libertadores, estava marcado para o dia 12, mas deve ser alterado.

Ceará perde para Athletico-PR e deixa o G-8 da Série A do Brasileiro

Diário do Ceará

O Ceará acabou saindo do G-8 da Série A do Campeonato Brasileiro. No fim de semana em que o Palmeiras ganhou a Libertadores e fez com que o Brasileirão desse oito vagas para a próxima competição internacional, o Vovô perdeu em casa para o Athletico/PR, por 2 a 0, dois gols de Carlos Eduardo, e deixou o grupo dos oito melhores times.

O resultado fez com que o Furacão assumisse a 8ª posição, empurrando o Vovô para o 9º lugar. Ambos têm 45 pontos, mas o time paranaense possui uma vitória a mais (13 a 12).

Na próxima rodada, o Ceará enfrenta o Corinthians, às 21h30 da próxima quarta-feira (3), em São Paulo. O Athletico/PR volta a campo um dia depois, na quinta-feira (4), quando encara o Internacional, em casa, a partir das 21 horas.

Atlético vence Fortaleza e assume vice-liderança provisória do Brasileiro

Super Esportes

Na reta decisiva do Campeonato Brasileiro, o Atlético mostrou força na disputa pelo título e assumiu a vice-liderança da tabela. Com atuação dominante e fiel à ofensividade, o Galo superou o Fortaleza sem maiores problemas, por 2 a 0, neste domingo, no Mineirão, pela 33ª rodada da Série A. Os gols da vitória alvinegra foram marcados por Guilherme Arana e Eduardo Vargas, aos 11 e 21 minutos do segundo tempo.

Com o resultado, o Atlético saltou do quarto para o segundo lugar, ultrapassando São Paulo e Flamengo O Tricolor foi batido pelo Atlético-GO na rodada, por 2 a 1, em Goiânia, e ficou em quarto, com 58 pontos. Já o Rubro-negro joga nesta segunda-feira, contra o Sport, em Recife, e pode tirar o Galo da vice-liderança em caso de vitória – chegaria a 61 pontos. Líder da competição, o Internacional superou o Bragantino por 2 a 1 e chegou a 65 pontos. O Fortaleza fica na 17ª posição, na zona do rebaixamento, com 35 pontos.

Na próxima rodada, o Atlético enfrentará outro time ameaçado de rebaixamento: o Goiás, 18º colocado, com 29 pontos. O jogo será nesta quarta-feira, às 21h30, no Serra Dourada, em Goiânia. Um dia depois, o Fortaleza receberá o Coritiba em duelo direto contra a degola, às 18h30, no Castelão.

Vitória da Conquista vence amistoso contra o Barcelona de Ilhéus

Diário Esportivo

Longe dos holofotes da final da Libertadores entre Palmeiras e Santos, o Vitória da Conquista entrou em campo pela primeira vez no ano de 2021 neste sábado (30) para o amistoso contra o Barcelona de Ilhéus, no Estádio Mário Pessoa, na cidade praiana.

A partida marcou a estreia do técnico Gabardo Júnior à frente do time e de diversas caras novas que chegaram no Alviverde nos últimos dias.

O Vitória da Conquista abriu o placar com Maradona e durante o 1º tempo tomou a virada, mas na segunda etapa, com gols de Luan e Lucas – jogador que está em observação pela comissão técnica – o Bode virou novamente a partida e venceu por 3 a 2. Os autores dos gols do time ilhéense não foram informados.

Até o momento, o Alviverde não tem nenhum amistoso marcado antes da estreia no Baianão 2021, contra o Doce Mel, no dia 21 de fevereiro. Esta partida acontece no Estádio Lomanto Júnior e não terá a presença de público.

Apagado, Marinho é eleito melhor da Libertadores, chora e pede desculpas

Super Esportes

O atacante Marinho foi eleito o melhor jogador da Copa Libertadores. Apesar da atuação apagada na decisão e da derrota por 1 a 0 para o Palmeiras, neste sábado, no Maracanã, o jogador do Santos venceu a eleição popular promovida por um dos patrocinadores da competição.

Além de Marinho, mais três jogadores estavam envolvidos na disputa: Soteldo, seu companheiro de setor ofensivo no Santos, e dois campeões pelo Palmeiras: o goleiro Weverton e o atacante Rony.

Marinho participou de 10 dos 13 jogos do Santos na Libertadores. E marcou quatro gols, sendo dois na fase de grupos, diante de Delfin e Olimpia, e dois no mata-mata, contra a LDU e o Grêmio. Na decisão, porém, Marinho teve espírito de luta, mas não a sua conhecida inspiração, tanto que nem conseguiu finalizar ao gol.

Pela premiação, Marinho recebeu um anel. Ele tem uma imagem semelhante ao Maracanã, o estádio da decisão da Libertadores, 30 gramas de ouro, 131 diamantes, uma safira amarela e uma esmeralda. E ainda vem com as inscrições “Best of The Tournament” e “Conmebol Libertadores”.

A premiação, porém, não apagou a decepção de Marinho com a derrota na final. Ele pediu desculpas aos torcedores do clube, por não ter conseguido conduzir o Santos ao título. E foi às lágrimas. “Hoje não consegui ser o Marinho, mas eu entendo uma coisa: os planos de Deus são totalmente diferentes dos meus. Eu fico triste porque não consegui ajudar muito meus companheiros”, disse Marinho, que também destacou a união do elenco do Santos.

“Uma família que passou por muita coisa, desacreditado por muitos, mas ninguém vai tirar da gente que somos vencedores. Então, eu agradeço toda a nação, todo mundo que torceu por nós. E fico triste por não levar esse título para o torcedor que merece, mas vida que segue. Vamos continuar trabalhando, honrando a camisa. Peço desculpa ao torcedor, sei o peso que carrego nessa camisa e fico triste por não conseguir ser o Marinho que eu vinha sendo”, acrescentou.

Marinho também exaltou o técnico Cuca, apontando o trabalho do treinador como fundamental para o sucesso da equipe, que eliminou três campeões – LDU, Grêmio e Boca Juniors – antes de parar no Palmeiras. “Agradecer ao professor Cuca, que nos ajudou muito e nos deu confiança para chegar até aqui. Agora, é trabalhar. Como falei, ninguém vai tirar da gente que somos vencedores”, comentou.

Palmeiras marca no final, bate Santos e é bicampeão da Libertadores

Bahia Noticias

Do momento em que a bola saiu da cabeça de Breno Lopes e encontrou o fundo do gol, uma eternidade de duas décadas sem conquistar a Libertadores passou na frente dos olhos do torcedor palmeirense. Assim que ela beijou a rede do Maracanã, já não era mais preciso esperar.

Com gol de seu improvável herói, o Palmeiras venceu o Santos por 1 a 0 neste sábado (30), no Rio de Janeiro, e conquistou o bicampeonato continental.

Um prêmio ao trabalho que começou com Vanderlei Luxemburgo, responsável pela melhor campanha da fase de grupos, e que foi aprimorado pelo português Abel Ferreira, que repete Jorge Jesus e, pela segunda edição seguida, faz do futebol da América do Sul um pouco mais lusitano.

Havia muita expectativa para a primeira final paulista da história da Libertadores do ponto de vista técnico. Ela definitivamente não foi correspondida, possivelmente também prejudicada pelo fato de que os atletas iniciaram a partida sob um calor de 33ºC no Rio de Janeiro.

O resulatdo foi bem diferente da intensidade apresentada pelas duas equipes ao longo de toda a Libertadores, quando seus jogos foram quase todos disputados à noite.

Minutos depois do apito inicial do árbitro argentino Patricio Loustau, via-se que o ritmo do confronto seria cadenciado, como realmente foi. Isso, contudo, não diminui a tensão inerente a um clássico paulista, quase sempre mais friccionado do que tecnicamente vistoso. Duelo de Campeonato Paulista, mas transferido para o verão carioca, no Maracanã.

Nos primeiros 45 minutos, a estratégia de ambos foi a busca por recuperar a bola na intermediária defensiva ou no meio do campo e, com dois ou três toques, tentar chegar próximo do gol adversário. Um jogo mais direto, agilidade para decidir e marcar o que poderia ser o gol de um título continental em uma partida que não entregaria tantas oportunidades.

Santistas e palmeirenses preferiam guardar o combustível para uma eventual estocada. Se o lançamento era longo demais, os jogadores abriam mão de perseguir a bola até a linha de fundo. Desgaste sem necessidade.

A análise sobre o futebol apresentado, porém, não cabe ao torcedor. Sua relação com o futebol é passional, e sua paixão é o clube. Pouco importa que o jogo tenha sido tecnicamente ruim.

Até porque é um exercício que exige boa memória tentar lembrar de uma final de campeonato que tenha enchido os olhos do espectador. A alegria do torcedor independe do espetáculo.

Importava, ao palmeirense, que seu time conquistasse o bicampeonato da América no jogo mais importante do Palmeiras neste século, após uma espera de 20 anos para voltar a uma final de Copa Libertadores.

Transformar em realidade e glória a obsessão, cantada (quando havia essa possibilidade) nas arquibancadas do Allianz Parque durante as últimas duas décadas.

Aos santistas valia, além do tetracampeonato e a liderança como brasileiro com mais títulos no torneio, o reencontro sentimental com as gerações de alvinegros mais velhos que viram o clube da Vila Belmiro transformar o Maracanã em sua casa.

Enfim os mais jovens teriam a sensação do que viram e viveram seus avós e seus pais, testemunhas da época mais gloriosa do Santos, que celebrou no Maracanã um título mundial, além do milésimo gol de Pelé.

Alguns desses torcedores tiveram o privilégio de acompanhar a história desta final do lado de dentro do Maracanã. A convite dos clubes e autorizados pela Conmebol, se aglomeraram, às vezes sem máscara, e cantaram músicas de incentivo numa busca por tentar diminuir o vazio que virou o futebol na pandemia.

Ainda que esses cânticos tenham substituído o silêncio, produziram um evento melancólico nas arquibancadas do Maracanã, em um país onde mais de 222 mil pessoas morreram pela Covid-19.

Para os protagonistas do que acontecia no campo ser campeão poderia marcar a coroação das excelentes campanhas exibidas nesta Libertadores e também o triunfo de grandes histórias individuais, biografias muitas vezes sofridas e difíceis, que preparam esses profissionais para o acontecimento que os torna eternos.

Coube a Breno Lopes, herói improvável, o gol que o levará à eternidade. O responsável pela maior glória do Palmeiras desde que o clube do Palestra Itália foi campeão da América pela última vez.

O atacante mineiro entrou quieto e, logo após Cuca ser expulso por retardar o jogo na lateral em confusão com Marcos Rocha, cabeceou firme para as redes o cruzamento que veio da direita, de Rony, o líder palmeirense em assistências nesta Libertadores, com oito passes para gol.

Explosão dos poucos palmeirenses que estiveram no Maracanã, e dos muitos espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Um gol que deve ter sido celebrado em Portugal, acarinhado pelo Palmeiras de Abel Ferreira, campeão pela primeira vez na carreira, e logo de uma taça continental.

O treinador, que chegou em novembro e transformou o time em uma máquina de competir, falava na véspera sobre como o palco deste sábado tinha um significado especial na sua vida, pelo fato de decidir o jogo mais importante de sua trajetória onde tantas glórias foram escritas. Significado que se estende aos jogadores e ao torcedor palestrino.

A taça da Copa Libertadores ganha mais uma plaquinha na sua base de madeira, e ela é alviverde.









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