Em comunicado, MLS anuncia o cancelamento de três competições
Ogol

Nesta terça-feira, através de um comunicado, a MLS, entidade responsável pelo futebol nos Estados Unidos, anunciou o cancelamento de três competições que envolvem o futebol na América do Norte, que envolvem ainda clubes mexicanos: Campeones Cup, o jogo All-Star e da Leagues Cup.
A Campeones Cup, que em 2020 ia para a sua terceira edição, coloca frente a frente os campeões da MLS e do Campeonato Mexicano e aconteceria no dia 12 de Agosto, na casa dos campeões da MLS, o Seattle Sounders.
A League Cup é um torneio anual entre as melhores equipes da MLS e do México, que decorre entre julho e setembro e que também foi cancelada. Por fim, o jogo All-Star entre os melhores jogadores da MLS e da Liga Mexicana também foi cancelado. No mesmo comunicado, a entidade afirma que as competições retornarão em 2021.
“As seguintes decisões foram tomadas priorizando a saúde dos torcedores e membros de nossos clubes”, diz a carta. “As ligas retomarão as negociações sobre o evento e o jogo All-Star da MLS 2021 deve ser disputado entre a MLS e a LIGA MX em Los Angeles”, diz a nota.
Costa Rica retoma futebol, após dois meses sem jogos por pandemia
Terra

Dois modestos clubes da Costa Rica, Guadalupe e Limón, receberam uma responsabilidade impensável no início do ano: dar o pontapé do reinício do futebol no continente americano, suspenso desde março pela pandemia do novo coronavírus.
Horas depois, enfrentaram dois dos clubes mais populares do país, Cartaginés e Alajuelense, com vitória deste último por 2-0, na qualidade de visitante.
As primeiras das seis partidas que completam a 16a rodada do Torneio de Encerramento, foram disputadas sem público e sob rígidas medidas de segurança para controlar a propagação do coronavírus.
O jogo inicial entre guadalupanos e limonenses foi disputado à tarde, no estádio Eladio Rosabal Cordero de Heredia, sede do Guadalupe, que ganhou por 1-0.
O único país latino-americano que não suspendeu seu campeonato de futebol foi a Nicarágua. Com pouca tradição no esporte, o país não adotou grandes ações para conter a pandemia do novo coronavírus.
Sem máscaras, Bolsonaro e dirigentes de clubes cariocas falam sobre times treinarem no DF
Bahia Notícias

Com a situação de pandemia no estado do Rio de Janeiro, o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, e o presidente do Vasco, Alexandre Campello, se reuniram com Jair Bolsonaro para discutir a possibilidade dos times treinarem em Brasília. Sem previsão para os treinos no Rio de Janeiro, a transferência para a capital federal durante a pandemia está sendo debatida.
O encontro aconteceu na manhã desta terça-feira (19) e contou também com a presença do chefe do departamento médico do Rubro-negro, Márcio Tannure, o diretor de marketing do clube, Alexsander Santos, e o senador Flávio bolsonaro, filho do presidente da República.
No fim de abril, o estádio Mané Garrincha, em Brasília, foi oferecido aos clubes do estado do Rio de Janeiro para dar continuidade ao Campeonato Carioca. A reunião desta terça teve o objetivo de discutir a proposta, levantando a chance de que as equipes possam usar a arena na capital do país para realizar treinos enquanto durar a pandemia e as regras de isolamento no Rio. Também nesta terça, o prefeito da capital carioca, Marcelo Crivella, disse que o retorno das atividades ainda não está autorizado.
No encontro desta manhã, o presidente Jair Bolsonaro foi presentado com uma das camisas que fazem parte dos novos uniformes do Flamengo. Considerando a possível reação dos jogadores, caso a mudança temporária aconteça, o Rubro-negro cogita levar as famílias dos atletas para Brasília, para acompanhá-los durante o período de treinos na capital do país. Nesta quarta (20), uma outra reunião voltará a tratar do tema.
“O futebol brasileiro deve ser refletido de forma geral”, afirma Medina
Diplomatasnews

Com as atividades paralisadas por conta da pandemia do Covid-19, o futebol brasileiro deve passar por uma grande reflexão sobre o futuro. É o que pensa, João Paulo Medina (foto), executivo que tem 50 anos de vivência no esporte não só Brasil, mas em outros países espalhados pelo mundo e trabalhou em grandes clubes com verdadeiras sumidades do futebol nacional e também criador da Universidade do Futebol, que neste momento lidera debates sobre o futuro do esporte no país
De acordo com João Paulo Medina, a única certeza que existe é esta profunda reflexão sobre o futebol e não deve acontecer de forma isolada. “Infelizmente ainda vivemos num tempo de discrepância, uma desigualdade que vem através dos tempos e com a crise sanitária que vivemos, a situação piorou. No que pese a necessidade econômica nesse momento, o futebol tem que ser visto como todo e a solidariedade deve acontecer, não se pode pensar apenas pelos grandes. Acho que todos perdem quando pensam somente em si”, enfatizou o criador da Universidade do Futebol.
Medina acredita que as discussões sobre o futebol precisam ser mais abrangentes e se mostra contra a alguns conceitos criados e que reverberam a nível nacional. “Sou contra a colocações do tipo ‘quem não tem condições deve fechar as portas’. Se a gente pensar assim, muitos clubes, inclusive das Séries A e B tinham que parar as atividades também. Acho que o caminho é olhar o todo e buscar um diagnóstico que venha a gerar soluções benéficas para todos”, analisou. :: LEIA MAIS »
Secretário-geral da CBF cogita volta do futebol em junho e jogos entre Natal e Ano Novo
MSN

O futebol brasileiro tem uma possibilidade de retornar no fim de junho, dependendo da curva de casos de coronavírus no país. É isso o que disse o secretário-geral da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Walter Feldman, em entrevista à agência Reuters.
“Dependendo da curva da doença aqui no país… mais um mês ou um mês e meio após o pico. Maio abre portas, junho abre outras adicionais, e não duvido que em junho, com a volta dos treinos, protocolo sustentado e possibilidade de flexibilização das autoridades de saúde, o futebol possa voltar com restrições”, afirmou.
Segundo o dirigente, o Campeonato Brasileiro poderia ser finalizado no começo de 2021. No período, as partidas seriam sempre sem torcedores nos estádios.
“Podemos ter sim só jogos com portões fechados… em países a epidemia vai e volta, tem novas ondas. Aglomerações mesmo só com vacina e controle absoluto”, disse Feldman. “É possível que tenhamos Natal e Ano Novo com futebol nas datas próximas”.
A princípio, o Brasileirão estava marcada para começar no início de maio. Porém, o futebol no país foi paralisado em março, antes da conclusão dos campeonatos estaduais.
Executivo diz que Brasil já não tem os melhores atletas do mundo
Diplomatasnews

Os insucessos nas últimas Copas do Mundo, aliados à falta de disciplina e cultura tática de muitos, que na atualidade têm suas carreiras divididas com as vidas socais cada vez mais agitadas, além de desmandos administrativos que desaguam em um trabalho de base e estruturação cada vez mais frágil, são elementos que estão contribuindo para uma queda vertiginosa do Brasil na escala do futebol mundial. De acordo com o criador da Universidade do Futebol e executivo, João Paulo Medina, se não acontecer uma drástica mudança em pouco tempo o Brasil não será mais considerado “o país do futebol”.
A queda do futebol brasileiro pode ser exemplificada na seguinte situação: há 13 anos, nenhum jogador é escolhido pela FIFA como o melhor mundo. O último foi Kaká (fot), quando em 2007 atuava pelo Milan-ITA. Desde então, o futebol nacional – cujo o último título mundial foi conquistado em 2002 no Japão e Coreia – não consegue emplacar um atleta como melhor do mundo. Pesquisas, de acordo com Medina, comprovam a queda no futebol.
João Paulo Medina conta que foi feita uma pesquisa pouco antes da Copa do Mundo no Brasil, em 2014, e o resultado mostrou a involução no futebol brasileiro. “Essa pesquisa, que teve como base diversos veículos de comunicação espalhados por todo mundo apontou que entre os 50 jogadores apontados entre os melhores do mundo, apenas três brasileiros apareceram: Neymar, Dani Alves e Thiago Silva. O impressionante é que 30 anos antes, em 1983, foi feita uma pesquisa, onde entre os 50 melhores do mundo 12 eram brasileiros”, relatou.
De acordo com o executivo este é um forte motivo para que a afirmativa de que o Brasil tem o melhor futebol do mundo já não faça tanto sentido na atualidade. “Se levarmos somente em conta a quantidade de títulos mundiais, o fato do Brasil ser o único país presente em todas as Copas do Mundo e em números absolutos o grande exportador de jogadores, o Brasil ainda ostenta uma posição de ponta, mas em números reais, hoje somos superados por países como o Uruguai, a Nigéria e a Argentina no quesito de exportar jogadores para a Europa”, explica Medina. “São países de território menor, de população menor, mas que hoje demonstram uma evolução considerável, enquanto o Brasil segue acomodado achando que nunca pode ser suplantado. Mas aos poucos este estigma está sendo desconstruído e resultados recentes mostram isso, inclusive em Copas do Mundo”, argumenta Medina.
Além de dados, o profissional se baseia em depoimentos de colegas que assim como ele trabalharam fora do Brasil por muito tempo. “Tive oportunidade recente de ver um documentário sobre a trajetória do Alex (ex-jogador) que atuou na Turquia e também em conversa com ele, pude ver que o apelo do futebol é forte lá. Conversando com o Carlos Alberto Parreira (ex-treinador) e o Moraci Sant’Anna (preparador-físico) que trabalharam na Arábia Saudita e em outros países, também me relataram a evolução do futebol aí fora em todos os sentidos, enquanto o Brasil fica para trás, sendo superado por países que não são tradicionais, muitos nem título mundial tem, mas a diferença está na determinação, na aplicação e na busca da evolução no esporte”, observa João Paulo Medina.
Outra situação citada pelo executivo diz respeito aos Estados Unidos, cujo o futebol não é o primeiro esporte do americano. “O Basquete e o Futebol Americano estão na frente, mas o futebol (soccer) tem apresentado uma grande evolução com atletas de nível sendo contratados para disputar o campeonato local, com grandes públicos presentes aos estádios e isso reflete em trabalhos de base cada vez mais elaborados com resultados cada vez mais interessantes. Então essa história de que o futebol é do Brasil já era. O futebol é do mundo”, observa. :: LEIA MAIS »
FIFA condena o Cruzeiro a iniciar a Serie B com seis pontos negativos
Globo Esportes

O Cruzeiro começará a Série B com seis pontos negativos. Nesta terça-feira, o clube foi comunicado pela Fifa da perda da pontuação na próxima competição nacional, devido ao não cumprimento da ordem de pagamento, emitida pela entidade em março deste ano, referente à dívida do clube com o Al Wahda, pelo empréstimo de seis meses do volante Denilson.
O clube mineiro tinha até esta segunda-feira para realizar o pagamento dos 850 mil euros ao Al Wahda, em valor que beira os R$ 5 milhões na cotação atual. O clube mineiro tentou negociar, através do superintendente jurídico, Kris Brettas, o parcelamento e até um adiamento diretamente com o clube dos Emirados Árabes, mas não obteve êxito. A informação foi inicialmente divulgada pela rádio Itatiaia e confirmada pelo GloboEsporte.com com o clube.
Agora, o clube terá um novo prazo para realizar o pagamento da dívida com o Al Wahda. Se não cumprir o prazo, receberá uma nova punição da Fifa.
O clube mineiro afirmou que ainda não foi notificado da decisão da perda dos pontos, mas estava ciente da possível punição. Os dois candidatos à presidência, inclusive, foram notificados da situação, segundo o clube. CEO do Cruzeiro, Sandro González, explicou como estavam as negociações.
Universidade apresenta projeto que debate futuro do futebol nacional
Por Cristiano Alves

Nomes importantes que integram o futebol brasileiro na atualidade estão discutindo o futuro do esporte, principalmente por conta da crise vivida em virtude pandemia do Covid-19. As discussões estão acontecendo por conta do projeto Fut Talks, onde são abordados temas que envolvem aspectos técnicos, de gestão, estratégia e política. Uma oportunidade de reflexões e aprendizados para quem é apaixonado pelo esporte e acredita nele como vetor de desenvolvimento e transformação.
O projeto foi idealizado pela Universidade do Futebol e reúne nomes como Paulo Autuori (treinador Botafogo); Ricardo Drubscky (executivo do Cruzeiro); Eduardo Freeland (executivo da base do Flamengo); Fernando Diniz (técnico do São Paulo), dentre outros nomes que compõem o futebol nacional incluindo jornalistas esportivos e profissionais de áreas afim do esporte. O projeto teve o seu “pontapé” no último dia 12 de maio e os encontros se dão através de videoconferência. “A ideia é justamente trocar conhecimentos, conhecer a realidade vivida em todas as regiões do Brasil, mesmo porque o futebol tem que ser visto como um todo e não de forma isolada”, explica João Paulo Medina (foto) criador da Universidade do Futebol.
Fundada em 2003, a Universidade do Futebol é uma instituição especializada em aprendizagem e disseminação do conhecimento sobre o esporte e o propósito é incentivar e estimular o estudo, a pesquisa, a reflexão e o pensamento crítico-social, buscando ser referência brasileira e mundial na qualificação profissional e excelência no futebol. A Universidade do Futebol está presente em vários países, por meio de cursos em português, espanhol e, recentemente, em mandarim.
Diante da paralisação diversas dúvidas surgiram quanto ao que se projeta sobre o futuro e os caminhos a serem seguidos e por conta disso foi elaborado o projeto que apresenta duas vezes por semana vídeos dos encontros que serão postados na página do Instagram-(IGTV e Story (INSTAGRAM.COM/UDOFUTEBOL)) e no canal do YouTube da Universidade do Futebol (YOUTUBE.COM/USER/UNIVDOFUTEBOL) com discussões e reflexões trazidas pelas personalidades do mundo da bola, sobre o momento e o futuro do esporte. “A hora é oportuna porque estamos, talvez como nunca, pensando de forma mais coletiva sobre para qual direção o mundo vai caminhar. É hora de as forças progressistas jogarem como um só time, contra um grande adversário que trabalha contra toda a humanidade. Precisamos marcar um gol por um futuro mais saudável, sustentável e inclusivo, não apenas no plano biológico, mas, também, no mental, espiritual e, principalmente, no social”, reflete Medina :: LEIA MAIS »
Clubes do Nordeste arrecadam R$ 100 mil em campanha contra a fome
Correios

A união do futebol nordestino para ajudar as famílias vítimas da fome por conta dos impactos causados pelo novo coronavírus tem surtido efeito. A campannha lançada pela Liga do Nordeste em parceria com a Ação Cidadania já conseguiu arrecadar R$ 100 mil em doações, o que significa 100 mil pratos de comida que vão ser distribuídos para quem precisa.
O valor ultrapassa a primeira meta da campanha, que era de R$ 75 mil. O objetivo total da ação é chegar a R$ 1 milhão. Todo o recurso arrecadado vai ser usado para para suprir as necessidades dos moradores nordestinos.
A campanha “Futebol do Nordeste contra a fome’ foi lançada em abril e conta com o engajamento dos times do Nordeste, em conjunto com o trabalho que já é realizado em pela Ação Cidadania em todo o Brasil.
“Temos certeza de que a união do Futebol do Nordeste, que sempre fez a diferença inclusive na criação e realização de um campeonato único no Brasil, vai ser fundamental também nesse momento delicado que o mundo todo está vivendo”, acredita Eduardo Rocha, presidente da Liga do Nordeste.
A campanha para doações vem sendo postada nas redes sociais da Copa do Nordeste, dos clubes e de todos os parceiros que quiserem contribuir com divulgação e doações.
Coronavírus: atacantes têm maior risco de contaminação em campo, diz estudo
Ig Esportes

Um estudo da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, aponta que os atacantes têm maior risco de contaminação pelo coronavírus no retorno do futebol. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram as movimentações em campo a fim de determinar em qual posição atuam os jogadores que passam mais tempo a menos de 1,5m de outro.
Os atacantes de área ficam, em média, dois minutos em proximidade com outros jogadores, embora esse número possa chegar a até 11 minutos de exposição em alguns casos. O “ranking de risco” segue com zagueiros, meio-campistas até chegar aos goleiros, que são os mais protegidos.
Cada partida foi analisada pelos pesquisadores como se apenas um atleta tivesse contaminado pelo coronavírus. O estudo concluiu, após 15.750 combinações, que um jogador passa em média quase 88 segundos (pouco menos de um minuto e meio) próximo a alguém infectado. Caso mais de uma pessoa em campo tenha o vírus, esse risco precisa ser multiplicado pelo número de infectados.
— Primeiramente, pensei que eram números pequenos, mas analisando de perto notei que há diferenças muito grandes entre as posições. Há jogadores que passam segundos e outros que ficam até 11 minutos [expostos ao vírus] — explica o professor-associado Thomas Bull Andersen, um dos líderes do estudo, ao jornal “Daily Mail”.
O estudo considerou apenas a proximidade de um jogador com outro infectado, e não levou em conta o risco de contaminação sucessiva entre eles, nem através do contato com a bola. Constatou-se ainda que os atletas têm maior risco de infecção por um rival do que por um campanheiro de time: um lateral-esquerdo, por exemplo, passa mais tempo em contato com o ponta-direita do time adversário.
Apesar disso, especialistas argumentam que os números apontados pelo estudo revelariam um baixo risco de contaminação. A Organização Mundial da Saúde acredita que mais de 15 minutos de exposição acumulada representariam um alto risco de transmissão.









