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:: ‘FRACASSO’

Micale usará fracasso em 2014 como motivação pelo ouro

Gazeta Esportiva

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Desde a apresentação da Seleção Brasileira olímpica, na última segunda-feira, os integrantes da delegação canarinha tem repetido um discurso em comum: a Copa do Mundo 2014 não terá influência sobre os Jogos Olímpicos Rio 2016. Mesmo assim, o técnico Rogério Micale afirmou que o fracasso no último Mundial será motivo de conversa e motivação para os jogadores.

“Trabalho na Seleção olímpica e na sub-20. Falamos aos jogadores que a Copa do Mundo 2014 é uma marca, mas tem que ficar no passado. Precisamos aprender com isso, crescer com o que aconteceu. Todos nós, CBF, jogadores, todos os setores do futebol, necessitam agir diferente para evitar uma situação como essa, retomar a grandeza do nosso futebol. Nosso futebol precisa ser revisto, repensado, mas tem uma história bonita”, disse o treinador.

Micale vê como normal a pressão sofrida pela Seleção Brasileira para conquistar o ouro inédito para o futebol masculino nestes Jogos Olímpicos. O treinador espera que o grupo de jovens atletas possa assimilar a responsabilidade para chegar ao lugar mais alto do pódio.

“É cultural da nossa sociedade. Temos que nos adaptar bem a isso, ter tranquilidade para administrar esse fator. Todos querem ganhar, se preparam, mas só um vai chegar. Muitas vezes, como o futebol é um jogo muito complexo e vários fatores podem influenciar o resultado, tudo pode ir por água abaixo por conta de um detalhe. Você não consegue controlar tudo”, disse o comandante, que frisou a oportunidade de a Seleção construir uma nova história nestes Jogos.

“Podemos construir uma nova história, com muito trabalho, tranquilidade, e sabendo o que pode ser feito em campo. Temos que nos sentir bem, servir a Seleção Brasileira é um motivo de orgulho para qualquer um que está aqui. Se fizermos nosso melhor, o resultado será consequência disso”, finalizou.

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Atrás de Pernambuco, Ceará e Paraíba, Baianão é o 12º estadual em média de público

Bahia Notícias

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O Campeonato Baiano 2015 não vem se revelando como um sucesso de público. Analisando dados de 25 certames estaduais (incluindo a segunda e terceira divisão paulista), o Baianão é apenas a 12ª competição em média de aficionados com 2.225 torcedores por jogo, ficando atrás de torneios como o Paraibano (3.462), Pernambucano (3.287), Cearense (2.455) e o Goiano (2.259).

O campeonato com melhor média é o Paulista com 6.919 torcedores, seguido do Mineiro (4.111), o Carioca (4.013) e o Gaúcho (3.512). Ficaram de fora da análise apenas os certames do Piaúi, Amapá, Rondônia e Roraima, que ainda não iniciaram a suas competições ou estão sem dados de suas primeiras rodadas.

Bahia e Paraíba são os que apresentam o maior número de jogos realizados até esta terça-feira (17), com 42 confrontos realizados.

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Seleção quer apagar fracasso da Copa América e dar fôlego a Mano Menezes

Gazeta Esportiva

O elenco da seleção brasileira está disposto a mudar a imagem deixada na Copa América. Na competição realizada na Argentina, a equipe verde-amarela pecou pela falta de inspiração ofensiva e amargou uma eliminação precoce nas quartas de final contra o Paraguai. A chance de modificar a impressão junto à torcida será no amistoso desta quarta-feira contra a Alemanha, em Stuttgart.

“A seleção queria ser campeão e não fomos. Agora temos uma seleção forte pela frente, a gente tem a possibilidade de jogar para limpar a nossa barra”, projeta o atacante Robinho. A péssima campanha na Copa América, como já era previsto, proporcionou críticas contra o técnico Mano Menezes. O zagueiro Thiago Silva avisa que o grupo carrega a motivação em acabar com qualquer tipo de pressão sobre o treinador.

No amistoso contra a Alemanha, outro que tenta afastar a sensação de desconfiança é o lateral esquerdo André Santos, que não teve boas atuações na Copa América. Pelo discurso apresentado na chegada à concentração em Stuttgart, o atleta sabe que está em dívida.













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