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:: ‘Galo’

Emissora europeia coloca Cidade do Galo entre melhores CTs do mundo

Lancenet

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A importante emissora europeia Eurosport fez a lista dos cinco melhores centros de treinamentos de futebol do mundo, e um brasileiro foi citado pelo canal. A Cidade do Galo, CT do Atlético-MG, está ao lado do Cobham Training Centre (Chelsea), do Ciudad Real Madrid, do St. George’s Park (seleção inglesa) e do Kirsha Training Centre (Shakhtar Donetsk).

Com uma área total de 250 mil m², a Cidade do Galo tem quatro campos de tamanho oficial, hotel com 20 suítes, restaurante, sala de fisiologia, departamento médico, academia completa, piscina aquecida, tanque de gelo, e diversas outras instalações.

O projeto do CT começou em 1983, e já passou por diversas modernizações ao longo dos anos. A Seleção Brasileira já utilizou as instalações algumas vezes, e a Argentina usou o local como sua base durante a Copa do Mundo.

Galo faz 2 a 0 no primeiro dos maiores clássicos da história de MG

Globo Esportes

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Soassem no início da madrugada desta quinta-feira as sete trombetas do apocalipse, deixasse o mundo de existir, deixasse o futebol de existir também (o que talvez seja ainda mais grave), Atlético-MG e Cruzeiro poderiam mergulhar na eternidade aconchegados na certeza de que gravaram no campo do Independência, instantes antes, o maior episódio de suas vidas como seres inseparáveis, como entidades unas, como eternos rivais que não vivem um sem o outro. A vitória de 2 a 0 do Galo, gols de Luan e Dátolo, foi o primeiro episódio dos dias mais emblemáticos de rivalidade entre os dois gigantes de Minas Gerais – terra tão vasta quanto é seu futebol. Eles jamais decidiram um campeonato nacional. Pois chegou o momento, e quem começou a se apossar dele foi o Atlético. Até derrota por um gol no Mineirão, dia 26, torna o time de Levir Culpi campeão.

Afinal, vantagem de 2 a 0 em um clássico desse tamanho não é pouca coisa. É enorme. É coisa de doido, de Galo Doido, de “doidinho” – como é chamado Luan, o autor do primeiro gol, o atacante que cantou o hino do Atlético no banco de reservas da Ponte Preta, quando foi enfrentar seu futuro time no Independência, o jogador que carrega no braço, tatuada, uma frase de Garrincha: “O que eu queria eu fiz e faço até hoje, que é brincar de bola”. Coisa de doido como só um argentino é capaz de ficar em um clássico. Dátolo, um dos melhores em campo, marcou o segundo na etapa final.

A maluquice é que os atleticanos, em uma noite sem poréns em campo, precisam lidar com uma ressalva: não são campeões ainda. Longe disso. E por uma série de motivos: o time do Cruzeiro é muito bom; o aproveitamento celeste no novo Mineirão é de 86%; a casa será praticamente toda azul, com maioria esmagadora de cruzeirenses. Mas controlar o rival virou uma especialidade alvinegra: no sexto clássico do ano, foi a terceira vitória do Atlético, e os outros terminaram empatados. Nada de o Cruzeiro vencer ainda.

Certo é que as trombetas do apocalipse não serão loucas de tocar até lá. Há um clássico de sair faísca pela frente. Para ser campeão, o Cruzeiro precisa vencer por três gols de diferença ou devolver os 2 a 0 e tentar a sorte nos pênaltis. Se o Atlético fizer um gol, a Raposa precisará fazer quatro.

Quem não acredita? Milagroso, Galo goleia Fla e faz final mineira com rival

Globo Esportes

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A massa entrou no Mineirão gritando “eu acredito”, e o mantra da Libertadores 2013 mais uma vez foi respeitado pelos Deuses do Futebol. A exemplo do ocorrido nas quartas de final contra o Corinthians, o Galo saiu perdendo por 1 a 0, mas conseguiu a improvável virada por 4 a 1 e chegou pela primeira vez a uma final de Copa do Brasil. Carlos, Maicosuel, Dátolo e Luan, a alma do Atlético-MG, um baixinho gigante, fizeram o milagre possível. Victor, nos acréscimos, justificou mais uma vez a fama de santo. Everton descontou. Após passar por talvez seu segundo maior rival, o time de Levir Culpi decidirá a competição com seu arquirrival, o Cruzeiro, que eliminou o Santos na Vila Belmiro.

As finais estão marcadas para os próximos dias 12 e 26 e provavelmente serão disputadas no Mineirão.

Atlético-MG e Flamengo justificaram todas as expectativas colocadas sobre seus ombros. O primeiro tempo foi eletrizante, e o Galo, obrigado a tentar vitória elástica, partiu para cima. Terminou os 45 minutos iniciais com 63% de posse de bola, sete finalizações contra duas de seu adversário e um 6 a 0 em números de escanteios. Com 10 minutos jogados, um lance de perigo para cada lado e uma polêmica. Aos cinco, Carlos caiu dentro da área após ser tocado por Léo. O comentarista de arbitragem da TV Globo, Arnaldo Cezar Coelho, considerou a jogada normal. Aos nove, Dátolo cobrou escanteio, Léo Silva cabeceou como manda o figurino, e seu xará, o Léo flamenguista, salvou. Na mesma volta do ponteiro, Everton puxou contra-ataque e deixou Eduardo da Silva livre para marcar. O croata demorou demais e acabou travado por Marcos Rocha. Ufa!

O Galo seguia melhor e, comandado por Luan e Tardelli, levava pânico aos flamenguistas constantemente. Aos 31, o primeiro fez ótima jogada pela direita e cruzou para o centroavante da Seleção dominar bonito e tirar Wallace e Léo do lance antes de carimbar a trave direita de Paulo Victor. Todavia, o menos esperado ocorreu aos 34: Everton, num lance de sorte e persistência, livrou-se de Josué, Dátolo e Leonardo Silva e soltou uma bomba cruzada para abrir o placar.

A justiça no Mineirão foi feita aos 41: Douglas Santos, com muito espaço pela esquerda de ataque alvinegra, alçou na área, e Carlos ganhou de Chicão e igualou. Que primeiro tempo! :: LEIA MAIS »

Contra pressão e Nacional-COL, Galo inicia luta por vaga nas quartas de final

Globo Esportes

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Um time contra um país. É o que representa o primeiro jogo das oitavas de final da Taça Libertadores para o atual campeão da competição. O Atlético-MG encara o Nacional-COL, em Medelim, com o adversário sendo o único representante da Colômbia na copa e terá que suportar a pressão no estádio Atanasio Giradort lotado.

A partir das 22h (de Brasília), o Galo terá a difícil missão de parar a empolgação do time de Juan Carlos Osorio, que vai motivado para as oitavas por conta da classificação épica diante do Newell’s Old Boys-ARG, em Rosario.

A vaga deu confiança aos colombianos para vencer o time de Ronaldinho Gaúcho, campeão da última edição da Libertadores. Se o clima é adverso para o Galo, as boas notícias serão as ausências do bom zagueiro Medina, lesionado, e do craque do time, Edwin Cardona, expulso no último jogo.

Paulo Autuori não poderá contar com Marcos Rocha, Dátolo e nem Josué, todos lesionados. Em contrapartida, o artilheiro da Libertadores de 2013 e que briga pela condição de maior goleador da atual edição, Jô, volta ao ataque após ser poupado contra o Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro.

Galo derrota o Zamora por placar apertado pela Libertadores

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O Atlético-MG recebeu o Zamora, da Venezuela, nesta quinta-feira (10) em jogo válido pela Libertadores 2014 e venceu por 1 a 0. O time mineiro foi rápido no gatilho e marcou o seu gol rapidamente, logo aos 10 minutos, com o atacante Jô.

No fim do jogo, Fernandinho teve a chance de ampliar o placar, mas falhou. Com os três pontos, o Galo se classificou na primeira posição do Grupo 4 e terá a vantagem de decidir o seu duelo das oitavas de final, em casa.

Para este confronto, o time comandado por Paulo Autuori não pode contar com Ronaldinho, que está lesionado. Além dele, o zagueiro Réver também ficou fora por lesão. Na próxima fase, o treinador espera ter de volta essas peças importantes do seu elenco.

O Nacional, do Paraguai, derrotou o Santa Fe, da Colômbia, em casa e garantiu a segunda vaga do grupo para a próxima fase da Libertadores da América.

Galo segura empate com Santa Fe e está classificado às oitavas

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O sonho do bicampeonato da Libertadores está mais vivo do que nunca para o Atlético-MG. O Galo visitou o Santa Fé, nesta quinta-feira, no estádio El Campín, em Bogotá, e vai voltar para o Brasil com o ponto que precisava para garantir classificação para às oitavas de final por antecipação. Os brasileiros empataram por 1 a 1, e na pior das hipóteses terminam o Grupo 4 na vice-liderança.

Os gols do jogo foram anotados por Guilherme pelo lado do Galo e Cuero empatando para o Santa Fé no segundo tempo. Com o resultado, o Atlético-MG vai aos nove pontos, contra sete dos venezuelanos do Zamora, e cinco pontos para o Santa Fé e para os paraguaios do Nacional.

Na sequência da Libertadores, o Atlético-MG encerra a fase de grupos recebendo os venezuelanos do Zamora, no dia 10 de abril, no Independência. Mas antes disso, o Galo terá pela frente o clássico contra o arquirrival Cruzeiro, pela final do Mineiro.

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Em dilema entre time ou torcida, Galo conhece rival neste sábado

Globo Esportes

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O torcedor do Atlético-MG que preferir escolher um adversário na semifinal do Mundial de Clubes pode estar vivendo um dilema. Até outro momento, a opção pelo Raja Casablanca seria totalmente compreensível, afinal, o Monterrey consagrou-se como melhor time da Liga dos Campeões da Concacaf e, em tese, é melhor do que o Tijuana – equipe que só não eliminou o Galo da Libertadores graças ao pé esquerdo de Victor. O problema em questão é que os marroquinos estão praticamente em casa em Agadir. E contam com a força de uma ensandecida torcida para vencer o duelo deste sábado, às 17h30m (de Brasília), no Stade Adrar. O GloboEsporte.com acompanhará em Tempo Real.

Se avançarem de fase, os torcedores do Raja já prometeram: farão Ronaldinho Gaúcho e companhia terem medo do caldeirão que poderá se tornar o Marrakesh Stadium, mais próximo de sua cidade – fica no meio do caminho até a cidade de Casablanca. De fato, o apoio irrestrito das arquibancadas é impressionante: na última quarta-feira, a empolgação contribuiu para que o time conseguisse o gol da vitória nos acréscimos sobre o Auckland City, da Nova Zelândia, na abertura do torneio.

Mas este não é o único assunto do dia. No mesmo estádio, mas mais cedo, às 14h30m (de Brasília), Guangzhou Evergrande e Al Ahly definirão quem será o rival do Bayern de Munique, talvez o maior favorito à conquista do Mundial.

Os chineses carregam suas esperanças na ótima fase de um trio bastante conhecido dos brasileiros: o meia Darío Conca, ex e futuro jogador do Fluminense, e os atacantes Muriqui, ex-Atlético-MG e Vasco, e Elkeson, ex-Botafogo. Do lado egípcio, é o veterano artilheiro Mohamed Aboutrika quem promete mais dar trabalho.

Em busca da regularidade, Galo e Macaca se enfrentam no Horto

Globo Esportes

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De um lado, um time disposto a afirmar a regularidade no segundo turno e do outro, uma equipe que luta para deixar de ser irregular e sair da zona de rebaixamento. Esse é o cenário do duelo entre Atlético-MG e Ponte Preta, às 19h30m (de Brasília), no Independência.

Em boa fase depois de um período turbulento após a conquista da Libertadores, o Atlético-MG entra em campo pelo Campeonato Brasileiro com o objetivo de ser o melhor time do segundo turno. Diante da Ponte, o Galo quer vencer pela segunda vez consecutiva no segundo jogo de três seguidos que fará em casa. Na quinta colocação, o time de Cuca tem 35 pontos e quer encostar nos quatro primeiros.

Já a Macaca, depois de surpreender o Botafogo no Rio de Janeiro, no final de semana, conseguiu a proeza de perder de virada, em casa, para o lanterna Náutico, na última terça-feira. O resultado diante do Galo pode definir o ânimo da Ponte para as próximas partidas. Ainda sem emplacar uma sequência de bons resultados no Brasileiro, a equipe paulista está seriamente ameaçada pelo rebaixamento. São 22 pontos e a penúltima colocação no torneio, à frente apenas do Náutico.

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Galo perde para o Olimpia e aposta em nova virada para ser campeão

Globo Esportes

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Como não acreditar nos milagres de Victor, no gigantismo de Leonardo Silva, na liderança de Réver? Por que não crer na raça de Pierre, Josué e Leandro Donizete, e na dedicação de Luan? Quem duvida da genialidade de Ronaldinho, da alegria nas pernas de Bernard, do talento de Diego Tardelli e do instinto artilheiro de Jô? É preciso acreditar na camiseta da fé de Cuca, no grito, no choro e nas orações da Massa.

O Galo perdeu por 2 a 0. Saiu atrás do Olimpia na decisão da Libertadores, com o baque de um gol a dez segundos do fim, em cobrança de falta de Pittoni, aquele que atuou pelo Figueirense. A história do time neste torneio, contra São Paulo, contra o pênalti do Tijuana, contra a vantagem do Newell’s, mostra que é preciso, é um compromisso acreditar no título.

Uma vitória do Atlético por dois gols de diferença levará a decisão para a prorrogação. Qualquer uma: 2 a 0, 3 a 1, 4 a 2… Na final não há o peso do gol marcado fora de casa. Se a equipe de Cuca abrir três ou mais gols, comemora ao fim dos 90 minutos. O Olimpia jogará pelo empate ou uma derrota por vantagem mínima.

No penúltimo capítulo dessa história de emoção pura, o Defensores del Chaco pulsou. Não houve um paraguaio que não participasse do incrível mosaico de 360 graus, que alertava: “El Rey quiere la 4ta”. Não é preciso traduzir o desejo dos tricampeões.

História em jogo: contra o Newell’s, Galo tenta provar poder de superação

Globo Esportes

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Quarta-feira, 9 de julho de 2013. Em Belo Horizonte, no Independência, às 21h50m (de Brasília), começará a partida mais importante da história do Atlético-MG em 105 anos de sua fundação. Não existe nada de absurdo na afirmação, já que o time luta para decidir sua primeira Libertadores da América. Dentro de poucas horas, o Galo entra em campo com uma missão difícil, mas não impossível. Precisa vencer o Newell’s Old Boys por três gols de diferença para conquistar a classificação. No jogo de ida, em Rosário, o Galo acabou derrotado por 2 a 0. Caso o time Alvinegro vença pelo mesmo placar, a vaga será decidida nos pênaltis.

Mesmo com o cenário adverso, os torcedores vão lotar o Independência para empurrar o time. Se contra o Tijuana a tática foi usar a máscara da morte, contra os argentinos um verdadeiro apitaço está sendo organizado (veja acima o vídeo do Jornal Nacional). O pensamento no jogo é tão fixo que até algazarra na porta do hotel dos rivais os atleticanos fizeram.

No clube, apesar da árdua tarefa, o discurso geral é de otimismo, que vem da lembrança do início avassalador do time na competição continental. Na primeira fase foram 15 pontos conquistados em 18 possíveis, e nas oitavas de final, duas vitórias sobre o São Paulo, sendo a segunda com um sonoro 4 a 1. Por tudo isso, os jogadores mais badalados como Diego Tardelli, Jô, Bernard e Ronaldinho garantem que o sonho está mais vivo do que nunca.
Outro ponto que não é esquecido, tanto por torcedores, quanto por jogadores e comissão técnica, é a mística favorável do estádio do Horto. Desde que foi reinaugurado, no dia 25 de abril de 2012, o Galo não sabe o que é perder. De lá para cá foram 37 jogos, que, se somados aos confrontos em Sete Lagoas e no Mineirão, chegam a 53 confrontos de invencibilidade como mandante.

Em campo, Cuca poderá contar com a volta do zagueiro Leonardo Silva e do volante Leandro Donizete, ambos recuperados de lesão e que não atuaram na partida de ida. De desfalque, apenas o zagueiro Réver, ainda suspenso pela expulsão contra o Tijuana. Mas o quarteto ofensivo está completo, composto por Ronaldinho, Tardelli, Bernard e Jô. o centroavante, inclusive, afirmou que é preciso que estes jogadores chamem a responsabilidade.









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