:: ‘ROMPE’
Quarto patrocinador rompe contrarto com CBF em 4 meses
Terra

Nesta quinta-feira, a fabricante de pneus Michelin tornou-se a quarta patrocinadora a romper contrato com a CBF em um intervalo de quatro meses. Além da companhia francesa, a Sadia, a Gilette e a Seguros Unimed haviam finalizado as parcerias com a entidade.
Michelin e CBF tinham contrato de cinco anos de patrocínio, selados em 2014. A documentação previa um período inicial de dois anos, que poderiam ser renováveis por mais três. No entanto, ambas as partes decidiram por não assinar a prorrogação.
A entidade máxima do futebol brasileiro vem perdendo cada vez mais prestígios após a prisão do ex-presidente José Maria Marin, em maio de 2015, e as investigações a Marco Polo Del Nero e Ricardo Teixeira, acusados de fazerem parte de um escândalo de proporções mundiais na Fifa.
Nenhuma das duas partes se pronunciou sobre o assunto até a noite desta quinta-feira.
Diretoria do Colo Colo rompe com empresa de futebol
Só em Ilhéus

Após reunião na tarde desta terça-feira, dia 14 de julho de 2015, o Colo Colo de Futebol e Regatas anuncia que não houve acordo entre o clube e a empresa de Jardel Alves e Ítalo Bittencourt, que geria o departamento de futebol.
A equipe agradece a parceria e deseja sucesso na continuidade da carreira desses profissionais.
O Colo Colo, ainda, comunica à torcida e imprensa que o novo departamento de futebol será anunciado nos próximos dias.
Rosilene Gomes ‘rompe’ com o Treze e diz que não pode mais defendê-lo
Globo Esportes

Presidente da Federação Paraibana de Futebol, Rosilene Gomes rompe com o Treze (Foto: Vicente Seda / Globoesporte.com)
A presidente da Federação Paraibana de Futebol, Rosilene Gomes, emitiu nota através de sua assessoria de imprensa em que rompe com o Treze. A presidente lamentou o desfecho da reunião realizada no STJD, no Rio de Janeiro, que terminou sem acordo entre a CBF e o clube paraibano, e disse que depois disto não poderá continuar ao lado do seu filiado.
– A FPF não pode mais continuar defendendo o clube, já que a própria entidade corre o risco de ser desfiliada – destaca a nota.
A nota avisa ainda que depois deste desfecho, o Treze deve mesmo ser punido pela Confederação Brasileira de Futebol e pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva. – Caso o Treze não retire a representação judicial, a CBF vai entrar com o processo de suspensão por dois anos ou até mesmo de desfiliação, o que deixará o Treze impedido de participar de qualquer competição oficial, seja da CBF ou FPF.
- 1








