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O empate sem gols na partida de ida contra o Sobradinho deixou o Botafogo em situação incômoda no confronto válido pela primeira fase da Copa do Brasil. Para avançar sem necessidade de pênaltis e evitar mais uma eliminação precoce na competição, o Alvinegro precisa vencer o jogo marcado para as 19h30 desta quarta-feira em sua nova casa, o Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.

O estigma alvinegro de eliminações precoces carrega no histórico quedas diante de Ipatinga e Paulista, por exemplo. Nos últimos anos, o Botafogo caiu na segunda fase frente a Americano (2009) e Santa Cruz (2010), e nas oitavas com Avaí (2011) e Vitória (2012). Em todos os confrontos, o time de General Severiano era considerado amplo favorito, como no desta quarta-feira.

“Apesar de não estar no passado, acompanhei [as campanhas]. [O clube] Não tem boas lembranças. Sabemos que são jogos difíceis. Principalmente contra os pequenos, mais motivados. Lá [no jogo de ida, em Gama-DF] o Sobradinho marcou muito. Sabemos da dificuldade. A diferença desse ano é que estamos motivados, unidos. Apesar de ser outra campanha, a motivação é a mesma do Carioca. Esperamos que possamos mudar esse estigma da Copa do Brasil”, disse Rafael Marques.

Para realizar essa mudança, a equipe precisa se adaptar de vez ao Raulino de Oliveira. O estádio passou a ser a principal casa alvinegra após a interdição do Engenhão, há quase um mês, e sediará as finais do Carioca a partir do próximo final de semana. O local, no entanto, ainda não é considerado um lar para alguns alvinegros. Após a vitória sobre o Volta Redonda por 1 a 0, pela Taça Rio, no último domingo, Oswaldo de Oliveira criticou as condições do gramado.

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