WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia


abril 2020
D S T Q Q S S
« mar   maio »
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  

drupal counter

:: 11/abr/2020 . 10:32

FPF convoca clubes da Série A1 para discutir a continuidade do Campeonato Paulista

Globo Esportes

A Federação Paulista de Futebol convocou os presidentes dos 16 clubes da Série A1 para uma reunião a ser realizada por vídeo-conferência na próxima quarta-feira, dia 15 de abril.

No comunicado enviado aos clubes, o presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, disse que recebeu da CBF o compromisso de que os estaduais serão concluídos.

O mandatário da entidade reforçou também que a retomada das competições só ocorrerá “de acordo com os protocolos de saúde” por causa da pandemia de coronavírus.

Lembrando que o governador de São Paulo, João Dória, ampliou a quarentena no estado até o dia 22 de abril.

O Campeonato Paulista foi paralisado na décima rodada, a dois jogos do término da fase de classificação aos mata-matas. O último jogo foi realizado no dia 16 de março.

Premier League pode ser disputada sem torcedores no estádio até 2021, diz jornal

Galáticos Online

Uma das maiores competições do mundo, a Premier League, disputada na Inglaterra, ainda não tem confirmação sobre retorno dos jogos, em virtude do surto do novo coronavírus, mas os clubes e responsáveis pela liga se reúnem por diversas vezes para definir de que forma a bola vai voltar a rolar.

Existe a opção de acontecerem os jogos sem torcedores nos estádios para evitar aglomerações, de acordo com o jornal “Mirror”, porém ainda não há uma definição em relação a isso. Caso isso aconteça, a medida pode ser estendida até 2021.

A volta dos jogos é uma urgência para os clubes, pois assim eles voltam a receber o direito de transmissão da televisão. Vale ressaltar que em caso de cancelamento da Premier League, as equipes podem perder 850 milhões de euros (R$ 4,7 bilhões).

Pesquisa mostra receio de americanos voltarem a assistir eventos esportivos

Gazeta Esportiva

Uma ampla maioria de americanos teria receio de ir a eventos esportivos até que seja criada uma vacina para o novo coronavírus, segundo pesquisa realizada pela Universidade de Seton Hall.

Com todas as maiores ligas esportivas dos Estados Unidos suspensas devido à pandemia, competições profissionais como a NBA, a liga de basquete, e a MLB, a liga de basebol, exploram diversos cenários sobre quando poderão retomar suas atividades de maneira segura.

Contudo, os resultados da pesquisa realizada por Seton Hall revelaram um profundo receio entre os americanos de voltar a frequentar os estádios.

A pesquisa, respondida por 762 pessoas entre 6 e 8 de abril, concluiu que 72% dos entrevistados não se sentiriam seguros de frequentar um evento esportivo até que uma vacina contra a COVID-19 seja criada.

Clubes se reúnem e vão elaborar protocolo único de saúde para o Carioca.

Uol

Em reunião realizada na tarde desta sexta (10), representantes da Série A do Campeonato Carioca decidiram elaborar um protocolo único para quando os clubes retomarem suas atividades.

Ficou resolvido que os médicos das equipes participarão de uma reunião que servirá como base para a elaboração deste documento. A conversa foi marcada para a próxima segunda-feira (13) e a ideia é uniformizar os procedimentos, uma iniciativa considerada pioneira dentre as entidades de administração do futebol.

A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro já vem tomando algumas providências e agiliza a realização de testes da Covid-19 para jogadores e demais integrantes do estafe das equipes.

A Ferj também já determinou que os treinos de clubes com até quatro jogos em disputa só poderão contar com a presença de até 40 pessoas. Este número será ampliado para os grandes, que possuem estrutura maior e mais preparada do que os pequenos.

O encontro de hoje visa antecipar as medidas para que o Carioca seja reiniciado tão logo as autoridades de saúde deem o sinal verde. O Flamengo foi representado pelo diretor de futebol Bruno Spindel, enquanto o superintendente Marcelo Penha representou o Fluminense. Os presidentes Alexandre Campello (Vasco) e Nelson Mufarrej (Botafogo) participaram.

Atletas reivindicam crédito por ajuda da CBF e esperam clareza na destinação do dinheiro

Globo Esportes

A iniciativa da CBF de disponibilizar ajuda financeira para clubes do Campeonato Brasileiro das séries C e D, do Campeonato Brasileiro Feminino A1 e A2 e às federações de futebol estaduais não foi feita por espontaneidade dos dirigentes da Confederação ou por pressão de representantes dos clubes.

Com a pandemia do novo coronavírus forçando a paralisação dos jogos de futebol país afora, os atletas de clubes da Série D iniciaram um movimento no mês de março para solicitar o apoio da CBF e hoje, com a ajuda anunciada, reivindicam os créditos para o “socorro emergencial”.

Um dos representantes dos jogadores do Acre, que pediu sigilo na identidade e no nome do clube que atua, procurou o GloboEsporte.com para destacar que o início do movimento foi através da criação de um grupo no Whatsapp, no mês de março, com representantes de todas as equipes da Série D.

– Os atletas da Série D fizeram um grupo com todos os capitães e outros jogadores das equipes, entraram com um advogado e conseguiram esse dinheiro. Correram atrás até que saísse na mídia – disse.

A iniciativa deu resultado e a CBF anunciou no início desta semana que vai destinar mais de R$ 19 milhões apara ajudar os clubes das séries C e D, do Brasileiro Feminino e as federações. Os atletas esperam sensibilidade dos dirigentes para que o dinheiro tenha a destinação adequada.

– Tem gente que quer sair por cima dizendo que foi quem conseguiu essa ajuda. E o diretor mesmo da CBF deixou bem claro que era uma ajuda por conta do vírus. A princípio a gente não sabe de nada. Algumas federações já caíram o dinheiro. Aqui no Acre a gente não tem clareza de nada. Estamos aguardando pra ver o que vão falar – finaliza o jogador do clube acreano.

Ao todos, a CBF vai ceder R$ 410 mil para o futebol acreano, sendo R$ 170 mil para o Atlético-AC, que tem equipes na Série D e no Brasileiro Feminino A2, e R$ 120 mil para Galvez, Rio Branco-AC, que estão na Série D, e Federação de Futebol do Acre (FFAC).

Falcão escreve carta sobre a queda de 1982: ‘Ser lembrado sem ter ganhado’

Terra

A convite do LANCE!, o ex-atleta e treinador Paulo Roberto Falcão revelou os seus sentimentos sobre a histórica campanha da Seleção Brasileira de 1982. O elenco de Telê Santana, que é elogiado por Pep Guardiola e serviu de inspiração para diversos apaixonados por futebol pelo mundo, foi recordado por Falcão.

Ídolo de Internacional e Roma lembrou a marcante derrota para a Itália, por 3 a 2, jogo que eliminou o Brasil e aquela inesquecível geração no Mundial, na Espanha, em 1982. Leia, na íntegra, as palavras do ex-camisa 15 sobre a partida histórica, o grupo e a comoção com a queda no texto exclusivo “1982: ‘Não tenho como ficar triste”.

“O esporte precisa causar emoção. O torcedor tem de se sentar numa poltrona ou numa arquibancada e sentir-se tocado com o que vê em campo ou em quadra. Por isso, os times devem ter performance e jogar bem.

Muitas equipes que vencem não emocionam a torcida. Independentemente se ganha ou não, um time entra para a história quando se torna marcante. Mil novecentos e oitenta e dois é isso: uma Seleção que emocionou.

A reprise dos jogos da Copa da Espanha só está acontecendo no ‘SporTV’ por esse motivo: aquele time mexeu com as pessoas. É importante construir um time que ganhe, mas que entre para a história por ter jogado bem. Do contrário, torna-se apenas um dado estatístico.

Não me lembro de outra Seleção Brasileira que tenha perdido e ainda assim seja tão reverenciada como a de 1982. Penso que foi o destino. Entramos classificados contra a Itália. Eles fizeram um gol no início do jogo e nós empatamos em seguida.

Ninguém errava naquele time; valorizávamos o coletivo. Quando Cerezo recebeu do Waldir Peres, a bola passou rápida por mim e acabou mais próxima do Júnior e do Rossi. Era o 2 a 1 da Itália. Não falamos nada; não vimos erro do Cerezo. Aquilo foi uma dividida, e Paolo Rossi teve mais sorte.

Quando empatei, já no segundo tempo, foi uma emoção indescritível. Na pior das hipóteses, o jogo terminaria 2 a 2 e nós estaríamos na semifinal. Meu gol era o da classificação. Tão marcante quanto aquele gol foi nossa vibração.

Quando o Júnior me deu a bola, dominei e pensei em tocar para o Cerezo, que passava. Três jogadores da Itália foram atrás dele. A jogada se transformou num drible e eu chutei. Nunca tive aquela força com a canhota. Brinco dizendo que o Brasil chutou comigo aquela bola.

Ao contrário do que muita gente ainda pensa, tínhamos, sim, poder de marcação. Em cinco jogos, marcamos 15 gols e levamos cinco. Estávamos sempre próximos um do outro; o time era compacto.

Nas laterais, contávamos com dois craques que poderiam jogar no meio-campo, tamanha a técnica que possuíam. Quando o time atacava, Oscar e Luizinho ficavam. Se eu, Zico e Sócrates estivéssemos marcados, Júnior e Leandro avançavam, com muita qualidade. Todos jogavam, tocavam de primeira e apertavam.

O ambiente também era ótimo, de muita responsabilidade. O time treinava demais. O som do vestiário era a música do Júnior, o ‘Voa, Canarinho, voa’, que virou sucesso e se transformou no nosso hino.

Das sete partidas daquela Copa, disputamos cinco; paramos na semi. Ainda assim, elegeram-me o segundo melhor jogador da competição; ganhei a Bola de Prata. Penso que o justo, mesmo, era a Seleção Brasileira ter ganho a Bola de Ouro. Afinal, há times que marcam mais pelo que fazem do que pelo que conquistam. Assim foi conosco. :: LEIA MAIS »









comercial tommacon



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia