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:: 29/abr/2020 . 19:46

Em reunião com clubes, Ferj recomenda que treinamentos não retornem após fim das férias

O Globo

A Federação de Futebol do Rio recomendou que os clubes não retomem ainda os treinamentos, depois do fim das férias dos jogadores, que terminam nesta quinta-feira, dia 30.

O presidente da Ferj, Rubens Lopes, participou de chamada de vídeo com dirigentes das equipes do Estado para aprovar as contas da entidade, e aproveitou para fazer a recomendação principal.

“Fiquem em casa”.

Não houve nem clima para tratar sobre o retorno dos treinos enquanto a Prefeitura e o Governo do Rio não dão sinais de que vão interromper a quarentena, pelo contrário.

Com isso, os clubes terão que seguir os trabalhos em home office com atletas, pelo menos até a metade do mês de maio.

O Fluminense ja confirmou que fará isso. O Flamengo está com tudo pronto para voltar na proxima semana, mas deve adiar por alguns dias, assim como o Vasco. O Botafogo ja era contra o retorno.

CBF voltar com o futebol é, no mínimo, prematuro e irresponsável

90MiN

Em meio aos avanços da pandemia do novo coronavírus no território brasileiro, CBF esboça retorno do futebol e espera apoio dos governos estadual e federal para prosseguir com ideia. O plano tem sido fomentado e discutido com clubes, federações e entidades governamentais.

De acordo com informações do GloboEsporte.com, o objetivo da Confederação Brasileira de Futebol é retornar com os treinamentos em meados de maio e gradativamente ir retornando ao calendário ‘normal’. A princípio, o diálogo entre entidades caminha bem e espera-se um resultado ‘positivo’.

A questão é: “positivo” para quem? Para os clubes que estão ‘quebrando’, para os patrocinadores e demais apoiadores, televisão ou ainda para o Governo? A relação entre o “ok” para o retorno do futebol não deve estar atrelada ‘exclusivamente’ com aqueles que precisam economicamente do esporte, mas, sim, e especialmente, com quem vai colocar a vida em risco.

O Brasil passa por uma situação extremamente delicada e triste. Até o momento, conforme dados do G1, o país tem 5.158 mortes e 74.493 casos confirmados, e segue aumentando. A tendência, em caso de não serem tomadas medidas mais drásticas, é de que a tragédia fique ainda maior e mais ‘incontrolável’.

Portanto, pensar no retorno do futebol é, no mínimo, não ter empatia com quem sofre e pouca responsabilidade com quem vai precisar expor sua própria vida para que a bola volte a rolar. A CBF, bem como os demais órgãos responsáveis, deve colocar os interesses econômicos em segundo plano e focar no que realmente importa, que a vida dos brasileiros e a situação catastrófica do país.

Câmara aprova urgência e deve votar congelamento de dívidas do Profut

Lance

A legislação do futebol brasileiro pode ter novos rumos em breve. Na última terça-feira, a Câmara dos Deputados aprovou requerimento de urgência do projeto de lei 2125/2020, que solicita o congelamento das parcelas do Profut (Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro) enquanto durar a calamidade pública. O PL prevê também redução de 50% do valor pago a jogadores em caso de rescisão de contrato unilateral com os clubes. Ainda não há definição de quando o assunto entrará em pauta entre os parlamentares.

Criado pelo Governo Federal em 2015, o programa tenta garantir o parcelamento de dívidas fiscais e consolidar a transparência nas finanças da gestão de entidades esportivas.

O requerimento é de autoria do deputado Arthur Maia (DEM-BA), com o objetivo de durar até 31 de dezembro. Ele ponderou que a pandemia do novo coronavírus impede a realização de jogos e campeonatos, causando perda na arrecadação dos clubes e gerando dificuldades para quitar os débitos.

Maia frisa que a suspensão não implicará na rescisão do parcelamento.

“Os recursos que seriam destinados ao pagamento das parcelas suspensas (…) devem ser utilizados pela entidade de prática desportiva para o adimplemento de remuneração de empregados que percebam remuneração até duas vezes o limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social”, prevê o projeto.

Caso seja aprovado, o projeto de lei seguirá para o Senado e, de lá, para a sanção do presidente Jair Bolsonaro.

Apresentado na quinta-feira passada, o projeto de lei conta com o apoio da CBF e dos clubes, de acordo com o “Globo Esporte”. Contudo, tem encontrado resistência entre os jogadores de todas as divisões nacionais, além de sindicatos e da Federação Nacional de Atletas Profissionais (Fenapaf).

A contestação é em relação à redução de 50% na cláusula compensatória em caso de rescisão contratual.

Clubes da Segunda Divisão dos Campeonatos Estaduais pedem “socorro” à CBF

Futebol Interior

Em uma carta enviada para o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, presidentes de 226 times que disputam a Segunda Divisão dos Campeonatos Estaduais pedem “socorro” à entidade máxima do futebol.

Os clubes destacam o fato da CBF ter ajudado financeiramente os clubes que estão disputando as competições nacionais, mas esquecido daqueles que mais precisam de dinheiro neste momento delicado por conta da pandemia do coronavírus.

“Muito mais necessitados são os clubes pequenos, aqueles que possuem menos espaço na mídia e por consequência menos apoio financeiro e menos patrocínios”, dizia parte da nota.

Eles também lembram que são responsáveis por mais de 15 mil postos de trabalhos diretos no país e que as federações não possuem recursos para socorrer os clubes num momento com este.

Para conseguir ajudar funcionários, jogadores e membros das comissões técnicas, os clubes pedem um aporte de R$ 100 mil. Se isso não acontecer, existe a possibilidade de muitos decretarem falência.

Além do aporte financeiro, os clubes pedem também que torne “facultativa a contribuição para a Federação das Associações dos Atletas Profissionais” e que a “CBF leve ao Governo Federal proposta para que os clubes sejam contemplados nos programas de incentivo” ao emprego.

Flamengo ou River Plate? Conmebol revela qual clube teve a maior torcida em Lima

MSN

No dia 23 de novembro de 2019, o time de Jorge Jesus entrava para a história ao derrotar o River Plate, por 2 a 1, e fazer o Flamengo conquistar a América pela segunda vez em sua história. O palco foi o Estadio Monumental de Lima, no Peru, cuja sede foi alterada à pressas. E qual clube teve a maior torcida? Um importante membro da Conmebol respondeu a esta questão, em recente transmissão ao vivo em rede social.

Frederico Nantes, diretor de competição de clubes da Conmebol, revelou números de “turismo e impacto”, que constam em um documento oficial da entidade. Nele, é externando que 26.154 brasileiros estiveram no país para a semana da decisão da Libertadores. Os argentinos, por sua vez, foram 18.542.

Ainda segundo o relato, das cerca de 45 mil pessoas somadas, 96% estavam no Peru para acompanhar a final da competição mais importante do continente.

É possível que o Estadio Monumental, cuja capacidade é para 80 mil pessoas, tivesse recebido ainda mais torcedores dos dois clubes, se não fosse a troca de sede a apenas 18 dias do confronto decisivo – e único – pela taça.

Anteriormente, a final seria em Santiago, mas a crise sociopolítica no Chile atrapalhou os planos da Conmebol.

Confira outros números revelados por Frederico Nantes:

– Gasto médio por pessoa: 760 dólares (sem considerar o transporte nacional);

– 84% foram ao Peru pela primeira vez;

– 19% aproveitaram para visitar outros lugares do Peru (como pontos turísticos em Lima, Cusco e Paracas);

– De 20 a 24 de novembro, alcançou-se uma taxa de ocupação superior a 93% dos hotéis (de cinco, quatro e três estrelas em Lima);

– Impacto econômico total de 62 milhões de dólares.

Champions League: Inglaterra vaza plano da Uefa para ‘proteger’ vaga dos grandes

MSN

A Uefa tem um planejamento para a Champions League em que ‘protege’ os maiores clubes de conseguirem uma vaga, aponta um relatório da Federação Inglesa de Futebol (FA). A informação foi publicada pelo jornal inglês Mirror.

A ideia seria aplicada a partir da temporada 2024-25 e faria com que os classificados fossem baseados em rankings domésticos de clubes em que se levasse em conta o período entre as campanhas 2020-21 e 2023-24

Conforme aponta a publicação, para clubes ingleses de fora do grupo pudessem entrar, teria que ser o campeão da Premier League ou alcançar a semifinal da Liga Europa, que também seria alterada.

O jornal aponta que movimentos para proteger “fluxos de receita de clubes europeus de elite” estão no relatório da FA.

Tal panorama, por exemplo, impediria acontecimentos como o da Atalanta, que se classificou à principal competição continental de forma inédita nesta temporada e conseguiu a classificação às quartas de final.

No cenário inglês atual, o Leicester City, atual terceiro colocado, ficaria prejudicado. Além disso, Wolverhampton e Sheffield United fazem ótimas campanhas e lutam por um lugar entre os cinco primeiros.

FBF descarta retorno do Campeonato Baiano em 17 de maio: “Vamos ter cautela”

Globo Esportes

Em reunião da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) com as federações estaduais foi cogitado o retorno gradativo das competições locais a partir do dia 17 de maio. Possibilidade levantada, mas que não faz parte dos planos da Federação Bahiana de Futebol (FBF). Em entrevista ao GloboEsporte.com, o presidente da entidade, Ricardo Lima, disse que ainda é cedo para definir a volta do estadual.

De acordo com ele, a entidade máxima do futebol ainda aguarda um aval do Ministério da Saúde para que as competições sejam liberadas. Houve, no entanto uma sinalização para a retomada dos treinos a partir do dia 2 de maio e uma orientação para a volta dos estaduais a partir do fim de semana do dia 17 de maio.

– É uma orientação. A gente está vendo uma política de isolamento e precisa dialogar com governo e prefeituras para qe eles possam nos balizar. No dia 17, por tudo que estamos vendo no estado, a gente percebe que é inviável. Vamos ter cautela, prudência e buscar dialogar para ter segurança e, só assim, fazer com que o campeonato retorne – afirmou.

Ricardo Lima descartou a possibilidade de o Campeonato Baiano não ser finalizado. Segundo ele, a competição terá continuidade, mas não se sabe prever quando.

– Em hipótese alguma (não terminar). Determinação é que estaduais possam ser concluídos. Precisamos indicar clubes para Série D, Copa do Brasil. Se não terminar, como vai ser o critério. Sem contar número de ações que podemos ter – acrescentou Ricardo Lima.

Clubes da Série A recusam corte nas cotas em proposta apresentada pela Globo

Futebol Interior

A reunião, via videoconferência, não foi como a Globo esperava. Os clubes da Série A foram contra a proposta de diminuição do pagamento das cotas do Campeonato Brasileiro e a rejeitaram.

Com isso, cada clube da Série A terá que renegociar os valores da cota de televisão diretamente com a TV Globo, o que deverá acontecer nos próximos dias.

A emissora alegou perda de receitas, causada pela pandemia do novo coronavírus, na qual paralisou o futebol no país, para fazer tal corte nas cotas dos clubes da Série A.

A Globo faz a seguinte divisão. Do montante de aproximadamente R$ 1 bilhão, 40% do valor são divididos igualmente aos 20 clubes do Brasileirão, 30%, divididos conforme audiência, e os demais 30% são analisados através da performance.

Com isso, a Globo gasta uma cota fixa de R$ 440 milhões com os clubes. A emissora gastou quase R$ 2 milhões em março e fez uma nova proposta para os próximos meses. Em abril e junho, o montante cairia para R$ 396 milhões. A partir de julho, subiria para R$ 1,1 milhão.

Futebol brasileiro se descola da realidade e acha que vai driblar o vírus.

Uol

No dia que o Brasil notificou o maior número de mortes por covid-19 em 24 horas, 474, e ultrapassou os 5 mil óbitos pela doença causada pelo novo coronavírus, os dirigentes do futebol brasileiro se reuniram nesta terça (28), por meio de videoconferência (afinal a recomendação é não aglomerar), e sinalizaram a volta do futebol em alguns estados para meados de maio.

No dia que o governo da França determinou que não ocorrerão eventos esportivos no país até setembro, o que obrigou a liga local a encerrar sem terminar o Campeonato Francês, aquele em que joga o PSG do craque brasileiro Neymar, a cartolagem brasileira definiu que é possível criar protocolos que evitem que os jogadores no Brasil sejam contaminados.

No dia que o presidente do Comitê Médico da FIFA, o belga Michel D’Hooghe, defendeu que a bola não role antes de setembro, porque segundo ele o mundo não está preparado para o retorno do futebol competitivo, quem manda no esporte no Brasil deu a mão de vez ao governo federal, que pede desde o início da pandemia que o país ignore o isolamento social recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A chance de o Brasil retomar campeonatos de futebol em maio com segurança aos jogadores e profissionais que vão precisar trabalhar no entorno de treinamentos e partidas é zero. E não sou eu quem falo. Na segunda (27), o médico David Uip, que é um dos principais conselheiros do governo de São Paulo durante a pandemia e que teve a covid-19, pediu cautela aos clubes paulistas em reunião (por videoconferência, claro)..

Nenhum país europeu sabe muito bem ainda como o futebol vai voltar, e por lá a curva de contaminação está caindo, ao contrário daqui, que não chegou ao pico — especialistas falam em maio. Alemanha e Portugal parecem ser os países mais otimistas, até por terem sido menos afetados por mortes e contaminações do que França, Espanha e Inglaterra, mas mesmo assim ainda não conseguiram chega a um consenso de quando voltar a jogar.

A Uefa (União Europeia de Futebol), num primeiro momento, fez jogo duro e proibiu as federações de encerrarem seus campeonatos locais sem um fim — obrigou a Bélgica, no começo de abril, a voltar atrás nessa decisão. Mas a entidade já cedeu. Com o caos ainda dentro de vários países, decidiu que cada federação pode fazer o que quiser, o que autorizou Holanda e França a decidirem pelo fim das competições.

O Brasil é um país continental e cada estado tem um grau maior ou menor de casos. O problema não é nem o número de infectados, mas a capacidade do sistema de saúde atender doentes, principalmente os mais graves em UTIs. Há estados, principalmente no Sul, que aparentam estar em condições melhores do que outros no Sudeste ou Norte e Nordeste. Mas o ponto é: o vírus não vai sumir.

Aliás, o vírus jamais vai sumir e cientistas dizem que a normalidade da vida só ocorrerá quando uma vacina, para evitar o contágio, e um medicamento eficaz, para combater a doença, forem criados ou encontrados. O mundo vai voltar a rodar, o comércio vai reabrir, mas a recomendação do distanciamento social existirá enquanto não se puder evitar o contágio. Como o futebol, um esporte de contato, se encaixa nisso?..

Voltar com o futebol com a pandemia no auge do contágio no Brasil é uma irresponsabilidade e coloca em risco a saúde dos profissionais do futebol. Há pressão do governo federal, que parece querer a volta da política do “pão e circo” para tirar o foco dos mortos por covid-19, mas também há pressão de patrocinadores e detentores de direitos. Tempo é dinheiro, dirão. Neste momento, tempo é vida..

É impossível jogar futebol de máscara: alemão reprova experiência por volta de campeonatos

Terra

Enquanto algumas federações está optando pelo cancelamentos dos campeonatos nacionais, a Liga Alemão de Futebol (DFL) tem o plano de voltar com a Bundesliga, após a paralisação do coronavírus Covid-19, já em maio, para os nove jogos que faltam para completar a temporada. Mas, para isso, apresentou medidas a serem tomadas para que o vírus não volte a se alastrar por conta do futebol, entre elas os portões fechados e o teste regular de todos os envolvidos nas partidas.

O Ministério do Trabalho alemão, no entanto, foi mais longe e sugeriu que, durante os jogos, todo mundo, inclusive os atletas, devessem estar usando máscaras de proteção para evitar o contágio por meio de gotículas.

A inviabilidade da medida tem sido muito discutida, principalmente no meio futebolístico e,pensando nisso o jornal alemão Bild decidiu testar como seria para um jogador de futebol disputar uma partida desta maneira. Para isso, o zagueiro Dennis Aogo, foi convidado a praticar seus exercícios de alta intensidade ao ar livre e utilizando a máscara.











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