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:: ‘Atlético/PR’

Com Adriano no banco de reservas, Atlético-PR recebe The Strongest

Terra

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O Atlético-PR estreia na fase de grupos da Copa Libertadores nesta noite, às 20h, no Estádio Durival Britto e Silva, contra o The Strongest-BOL. A grande atração, por outro lado, não deve estar no campo, mas no banco de reservas: o atacante Adriano.

Oficializado como novo reforço do clube na terça-feira, após mais de dois meses em recuperação física no CT do Caju, o “Imperador” tem uma boa possibilidade de já figurar entre os suplentes para o confronto.

O técnico Miguel Ángel Portugal, a princípio, não era a favor desta situação e argumentou de que era preciso calma para colocar o atleta em campo. Durante os últimos dias, acabou convencido de que o centroavante pode ser útil entrando “aos poucos”.

Sobre o adversário, o Atlético-PR conta com a experiência de seu treinador, que vem do Bolívar-BOL e conhece algumas características do rival. A principal, apontada por Miguel Ángel, é o entrosamento. “É uma boa equipe, bem similar a Sporting Cristal. Jogam com a mesma base e seu treinador há dois, três anos e isso é uma de suas armas”.

O Atlético-PR vai a campo com: Weverton; Sueliton, Manoel, Cleberson e Natanael; Deivid, João Paulo, Paulinho Dias e Fran Mérida; Bruno Mendes e Ederson.

Fla e Furacão misturam passado vermelho e preto em final inédita

Globo Esportes

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A mistura do vermelho e do preto na final da Copa do Brasil remete a um passado que oscila entre a coincidência e a inspiração. Se hoje os tons são o que resta de união entre Flamengo e Atlético-PR, o passado mostra clubes quase gêmeos em seus principais símbolos: as cores, a camisa e o escudo. O Furacão nasceu em 1924, quase três décadas depois do Flamengo, que já se consolidava como principal Rubro-Negro do país – até por ser da cidade que na época era a capital brasileira. Seria até natural que os paranaenses tivessem os cariocas como norte. Mas a história do Atlético rejeita essa hipótese.

O campeão brasileiro de 2001 surgiu da fusão de outras duas equipes, o América e o Internacional, ambos cansados de ver o Britânia ser campeão – clube que também nascera de uma junção, entre Leão e Tigre. As cores a serem usadas no uniforme renderam muito debate entre os dirigentes na época. Cada um puxava a sardinha para seu lado. O América era vermelho e preto; o Internacional, preto e branco. Com o negro em comum, a decisão caiu sobre o rubro. Nascia o Rubro-Negro paranaense.

Nessa época, o Flamengo já usava o uniforme com listras horizontais, depois de experimentar os modelos “papagaio de vintém”, com quatro quadrados em vermelho e preto, e “cobra coral”, listrado também em branco – além de seu primeiro traje, azul e ouro, logo abandonado pela dificuldade de se encontrar tecido nesses tons. E já havia excursionado pelo Paraná. Em 1914, por exemplo, enfrentou justamente o Internacional. Venceu por 7 a 1 – também aplicou 15 a 0 no Paranaguá e 9 a 1 na seleção de Curitiba.

Coincidência ou não, o Atlético adotou uniforme no mesmo estilo do usado pelo time carioca. Décadas depois, pairam dúvidas sobre a inspiração ou não no Flamengo. É possível encontrar, circulando pela internet, publicações antigas que chegam a tratar as cores como uma homenagem ao clube carioca. A versão costuma ser rechaçada pelos atleticanos.

– Isso não procede. São as cores do América e do Internacional e também da escola de samba do presidente da época – diz Heriberto Ivan Machado, historiador de Atlético-PR, com livros publicados sobre o clube.

É interessante observar que não eram apenas as cores e o desenho da camisa que uniam os dois clubes. O escudo também era muito parecido. Até os primeiros anos da década de 40, o Atlético-PR usou um distintivo nos mesmos moldes do símbolo flamenguista mais tradicional, com listras em vermelho e preto e três letras entrelaçadas no canto superior direito dele. Aí um jogador campeão com o Furacão em 1945, Lolô Cornelsen, resolveu mudar o escudo, conforme ele mesmo contou ao GLOBOESPORTE.COM em reportagem publicada na segunda-feira.

– O clube tinha um escudo igualzinho ao do Flamengo. Era igualzinho. E eu também era flamenguista. Mas aquilo confundia muito. Aí desenhei um CAP com as letras parecidas com as do Flamengo, mas com um escudo redondo, porque não encaixava aquele CAP num escudo igual ao do Flamengo. Fiz redondo, e segue até hoje – contou o ex-jogador, que depois virou um arquiteto e engenheiro de renome mundial.

Com provocação de flamenguistas, Atlético-PR desembarca no Rio

Globo Esportes

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Os jogadores do Furacão desembarcaram no Aeroporto Galeão, no Rio de Janeiro, no começo da tarde desta terça-feira, com provocação de flamenguistas e assédio da imprensa. Eles, que tinham saído de Curitiba com festa da torcida atleticana, viajaram ao lado de aproximadamente dez torcedores do clube carioca. Enquanto o meia Paulo Baier dava entrevista para a imprensa, os rivais provocaram:

– Vai perder! Aposenta, Paulo Baier – gritavam os flamenguistas.

A chegada do Furacão teve um pelotão de jornalistas – mais de 30 profissionais, contando repórteres, cinegrafistas e fotógrafos – e apenas dois atleticanos. O diretor de futebol Antônio Lopes e o presidente Mario Celso Petraglia, primeiros a passar pela imprensa, não quiseram dar entrevista. O técnico Vagner Mancini e a maioria dos jogadores também não falaram.

O único a conceder entrevista foi o meia Paulo Baier, que comentou sobre como o time deve entrar em campo, em jogo marcado para 21h50m (horário de Brasília) de quarta-feira, para sair do Maracanã com o título da Copa do Brasil: – Primeiramente, tem que jogar bem. Se a gente jogar bem, consegue buscar o título, que vai ser importante para todos nós, jogadores, comissão técnica e clube. A gente sabe das dificuldades, mas a gente acredita muito. Jogando fora de casa, em um campo bom, a gente está confiante para buscar esta vitória.

O jogo do Atlético-PR contra o Fla está marcado para 21h50m de quarta-feira, no Maracanã. Quem vencer será campeão. O empate sem gols dá o título aos cariocas. O 1 a 1 leva a disputa para os pênaltis. E empate com dois ou mais gols beneficia o time paranaense.

Chutes potentes selam empate entre Furacão e Fla no primeiro jogo da final

Globo Esportes

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O empate, por definição, propõe igualdade. Mas, pelo regulamento da Copa do Brasil, o 1 a 1 entre Atlético-PR e Flamengo, no Durival Britto, em Curitiba, nesta quarta-feira, deixou os cariocas em vantagem e mais perto do título. Com o resultado e o gol marcado fora de casa, um 0 a 0 no Maracanã, na próxima quarta, será suficiente para levantar a taça. A torcida visitante, em minoria, saiu do estádio gritando “seremos campeões”, mas os atleticanos sabem que nada está decidido. O time precisa de uma vitória (ou empate por dois ou mais gols), mas já superou o rival neste ano no Rio (4 a 2), pelo Brasileiro. Outro empate por 1 a 1 leva a decisão para os pênaltis.

No duelo particular entre dois dos maiores artilheiros do país na temporada, Ederson e Hernane passaram em branco. Paulo Baier e Elias, os principais articuladores dos dois lados, também não chegaram a brilhar. Mas as redes balançaram em grande estilo. Foram chutes de longe, fortes e bem colocados. Pelo Atlético-PR, Marcelo marcou numa bomba de 126km/h. O gol do Flamengo foi do improvável Amaral, cão de guarda que anotou seu primeiro gol com a camisa do clube, numa finalização a 99km/h.

– Venho trabalhando forte para isso, e se acontecer outras vezes vou ficar feliz. É um gol muito importante para mim e para minha família, é fruto de luta e determinação. Foi meu segundo gol na carreira, pelo que me lembro, e outro foi pelo Quissamã – afirmou Amaral.

Os torcedores do Atlético-PR fizeram uma grande festa desde muito antes do apito inicial. Foram 15.494 pagantes (com renda de R$ 70.080). E chegaram cedo, fizeram vigília à espera da abertura dos portões, que acabou antecipada em 20 minutos. Na chegada do time, montou a rua de fogo, como é chamado o corredor de sinalizadores vermelhos para a entrada do ônibus no estádio. Dentro do Durival Britto, um mar de faixas, bandeiras e outros adereços para incentivar o Furacão. Para tentar escapar da pressão, o Flamengo colocou seus jogadores para passarem no meio da sua torcida na saída do ônibus. Na entrada para o aquecimento, mãos dadas e postura de união com os 1.700 torcedores que compareceram, e saíram confiantes na conquista do título.

Os dois times jogam pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro, no fim de semana, antes de decidirem o título – ambos em casa, às 17h de domingo. O Atlético-PR pega o lanterna Náutico, e o Flamengo encara o Corinthians.

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Atlético-PR segura pressão do Grêmio e chega à final com o Flamengo

Gazeta Esportiva

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O Atlético-PR está na final da Copa do Brasil pela primeira vez em sua história. Nesta quarta-feira, a equipe curitibana segurou a pressão do Grêmio e saiu da Arena com um empate em 0 a 0 que, combinado ao 1 a 0 obtido na semana passada, lhe leva à decisão contra o Flamengo.

Com Zé Roberto entre os titulares e público recorde na Arena, o Grêmio tentou exercer pressão sobre o Atlético-PR no primeiro tempo. Dominou as ações, mas parou em uma marcação bem postada da equipe visitante. Na etapa final, Renato Gaúcho lançou mão de Elano e Vargas, mas o Furacão conseguiu aguentar a pressão e saiu com o empate que lhe servia.

A primeira final entre Atlético-PR e Flamengo ocorrerá no próximo dia 20, em Curitiba. Pelo Brasileiro, o Tricolor volta a campo domingo, no Mineirão, contra o Cruzeiro. O Furacão receberá o São Paulo, na Vila Capanema.

Por fim do jejum e vaga na final, Grêmio recebe Atlético-PR na Arena

Gazeta Esportiva

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Doze anos depois de seus últimos títulos nacionais, Grêmio e Atlético-PR lutam nesta quarta-feira, às 21h50 (de Brasília), na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, por uma vaga na final da Copa do Brasil. Campeão brasileiro de 2001, o Furacão visita o Tricolor, campeão da Copa do Brasil daquele ano, em vantagem: como perdeu por 1 a 0 em Curitiba, o Grêmio será obrigado a vencer por dois gols de diferença para chegar à decisão.

O Tricolor Gaúcho é pura mobilização para a decisão. O jejum de 12 anos sem grandes títulos incomoda a torcida gremista, que vê na Copa do Brasil, onde a equipe é a que mais tem títulos (quatro) e decisões disputadas (sete), a grande chance de acabar com a seca de faixas nacionais. Vislumbrando a possibilidade de voltar a comemorar, os gremistas devem atingir nesta quarta o maior público em jogos oficiais da Arena – a expectativa é de mais de 45 mil pessoas.

Em relação à partida de ida, o time de Renato Gaúcho vem bem reforçado, especialmente no ataque. Kleber, Barcos e Vargas, ausências da partida em Curitiba, atuarão desde o começo nesta quarta. Trata-se de um alento para o Grêmio, que penou com pouca força ofensiva na Vila Capanema. Porém, mesmo com o trio em campo, a equipe não passou de um 0 a 0 com o Bahia, na Arena, neste final de semana. Já são quatro jogos sem marcar gols.

Apenas um empate separa o Furacão de uma final inédita na história do clube, que pode coroar uma grande temporada com um novo título a galeria do Rubro-Negra e, é claro, com o retorno à Libertadores da America, vaga que também está bem encaminhada via Campeonato Brasileiro. Com alguns destaques do time descansados após ganharem folga no final de semana, a expectativa é de força máxima em campo.

Atlético-PR segura empate sem gols com Inter e vai à semifinal pela 1ª vez

Uol

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O Atlético-PR conseguiu uma classificação histórica nesta quarta-feira, na Vila Capanema. Mesmo com seis desfalques, o time de Vagner Mancini segurou o Internacional, empatou sem gols e avançou à semifinal da Copa do Brasil – pela primeira vez -, no saldo de gols.

A vaga inédita veio pelo placar agregado. No jogo de ida, em Novo Hamburgo, Inter e Atlético-PR ficaram no 1 a 1. E nesta quarta-feira não saíram do 0 a 0 em uma partida com muitas faltas e raras chances para marcar.

A eliminação encerra o ano do Inter mais cedo. Nono colocado do Brasileirão, o time gaúcho não tem mais chance de conquistar um título nacional. E precisa de uma arrancada fulminante, combinada com queda de adversários diretos, para sonhar com o G-4.

Furacão recebe o Internacional com vantagem para buscar vaga

Gazeta Esportiva

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Jogando em casa e com a vantagem de poder empatar sem gols e ainda assim se classificar para a próxima fase da Copa do Brasil 2013, o Atlético Paranaense recebe nesta quarta-feira, às 21h50 (de Brasília), o Internacional, na Vila Capanema. Para o Colorado, que faz uma campanha irregular no Brasileirão, esta deve ser a principal chance de chegar à Libertadores da América e o clima é de decisão.

Com uma queda de produção nas últimas semanas, o técnico Vagner Mancini detectou que a maratona de jogos pode ter finalmente atingido a equipe rubro-negra fisicamente, minimizando o principal trunfo do time sua surpreendente campanha. Por isso poupou alguns titulares na derrota para o Goiás, no final de semana, em busca de reencontrar o bom futebol, especialmente no segundo tempo, para garantir sua vaga de olho na Libertadores e no título inédito para o clube.

O treinador ainda terá que superar quatro ausências para escalar o time. O volante Bruno Silva e o atacante Roger, que já atuaram na competição por outros times, além do volante João Paulo e do meia espanhol Frán Mérida, suspensos, não estarão à disposição. Em compensação, o maestro Paulo Baier, o atacante Éderson, o volante Deivid e o meia Zezinho reaparecem na equipe titular.

Praticamente sem chances de G-4 no Brasileirão (a equipe está a 8 pontos do Botafogo, em 9º lugar), o Inter foca todas as suas forças na Copa do Brasil, última chance de conquista de um grande título de 2013. “A Copa do Brasil está mais perto, são cinco jogos para conquistarmos o nosso objetivo. Quarta-feira é uma final para nós, é tudo ou nada”, afirmou o zagueiro Juan, dando, pela primeira vez, um discurso de prioridade de competições no Inter em 2013.

Furacão vence Atlético-MG e tira invencibilidade do Galo no Horto

Gazeta Esportiva

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Atlético-MG e Furacão fizeram um duelo morno nesta quarta-feira, no estádio Independência, bem diferente dos últimos jogos do Galo, que viveu fortes emoções na disputa da Copa Libertadores. O futebol abaixo do esperado da equipe mineira resultou no primeiro revés do Galo no Horto desde a reabertura, acabando com a invencibilidade alvinegra. Triunfo paranaense por 2 a 1, de virada.

O primeiro gol do jogo foi anotado pelo garoto Bernard, que na comemoração tirou a camisa, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Após a saída do jogador, o Furacão foi para frente do Atlético-MG e conseguiu a virada com gols de Everton e Ederson, após os 40 minutos do segundo tempo.

O jogo desta quarta-feira pode ter sido o último de Bernard com a camisa do Atlético-MG. O jogador foi ovacionado pela torcida alvinegra na entrada em campo, fato que deixou o atleta visivelmente emocionado. O destino da jóia atleticana deve ser o futebol da Ucrânia, mas o Porto segue na briga para levar o meia-atacante.

Na sequência do Campeonato Brasileiro, o Atlético-MG terá compromisso contra o Flamengo, jogo marcado para o domingo, no estádio Mané Garricha, em Brasília. Já o Furacão vai jogar em casa no mesmo dia, porém, duelando contra o Goiás.

Souza é expulso, Atlético-PR vira sobre a Lusa e deixa a zona de rebaixamento

Uol

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O Atlético-PR buscou o virada com um gol de Léo no fim e decretou o 3 a 2 sobre a Portuguesa neste sábado, no Canindé, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. A reação aconteceu após a equipe paranaense sofrer a virada no primeiro tempo e ficar com um jogador a mais após o meia Souza ser expulso. O placar tirou o time paranaense da zona de rebaixamento. Por outro lado, a equipe paulista segue lutando contra a “degola.” Manoel, Moisés Moura, Gilberto e Dellatorre completaram o placar.

A Portuguesa entrou em campo com uma homenagem a Djalma Santos. O ex-jogador do clube e bicampeão do mundo com a seleção brasileiro faleceu essa semana. Por conta disso, todos os atletas do clube paulista estampavam em suas camisas o nome do ídolo nacional nas costas.

O jogo começou com a Portuguesa tentando impor seu jogo diante de um Atlético-PR aguerrido. A equipe paranaense procurou estudar a melhor alternativa e chegou a iniciar sua marcação na saída de bola do time paulista aguardando por uma falha.

Os donos da casa saíam em velocidade principalmente com Cañete, Gilberto e Souza. O Atlético-PR não se intimidou e acabou saindo na frente, aos sete. Paulo Baier cobrou escanteio, Luiz Alberto desviou e Manoel colocou a equipe visitante na frente.

A Portuguesa respondeu rapidamente porque, aos onze, foi a vez do time mandante marcar. Souza cobrou escanteio da direita e Moisés Moura cabeceou e deixou tudo igual no Canindé.

O time paulista seguia melhor em campo e conseguiu um pênalti, aos 21, quando Manoel derrubou Bruno Moraes dentro da área. O atacante Gilberto cobrou no meio do gol, no minuto seguinte, para colocar os donos da casa na frente.

O Atlético-PR tinha dificuldade para encontrar seu melhor jogo e passou a ceder contra-ataques ao adversário. Desta maneira, a Portuguesa criou algumas chances e quase marcou o terceiro. No entanto, o placar se manteve e a equipe paulista pôde comemorar a vitória parcial.

A equipe paranaense iniciou a etapa com o meia Elias no lugar do volante Juninho. Por outro lado, a Portuguesa retornou com a mesma formação. Logo no início do segundo tempo, aos três, Souza acertou o travessão e quase ampliou a vantagem do time paulista.

O meia do time paulista, porém, se transformou em vilão ao fazer falta no lateral Léo e ser expulso de campo, aos cinco. A pressão do Atlético-PR aumentou e Lauro precisou fazer excelente defesa, aos 12, após cabeçada de Luiz Alberto.

O empate acabou acontecendo, aos 18, com Dellatorre. O atacante tinha entrado cinco minutos antes e aproveitou cruzamento rasteiro de Marcelo para igualar o marcador. A pressão do Atlético-PR aumentou e Paulo Baier decretou a virada, aos 46 minutos do segundo tempo. Léo encobriu Lauro e bateu no travessão antes de entrar. Paulo Baier ainda empurrou a bola para a rede novamente, mas a arbitragem deu o gol para o lateral.









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