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Elenco do São Paulo busca ‘carimbo’ internacional com título da Copa Sul-Americana
Uol
Os jogadores do São Paulo almejam a conquista da Copa Sul-Americana também pelo ‘carimbo’ internacional que a segunda maior competição do continente dará no currículo de casa um. Dos 11 titulares do Tricolor, apenas cinco possuem títulos de torneios de clubes disputados fora do país.
A lista de titulares que nunca conquistaram um torneio de clubes fora do Brasil conta com seis nomes: os zagueiros Paulo Miranda, Rhodolfo e Rafael Toloi, o lateral-esquerdo Cortez, o volante Wellington e o meia-atacante Lucas. O atacante Osvaldo escapou de estar na lista por ter sido campeão emiratense com o Al-Ahly em 2009.
A conquista da Copa Sul-Americana, se vier, será inédita para todos os jogadores do elenco. Até o multicampeão Rogério Ceni não tem este troféu no seu currículo, fato que ele poderá resolver se o São Paulo se sair melhor contra o Tigre na final desta quarta-feira no Morumbi.
Lucas espera curtir última semana no São Paulo e se despedir com título
r7
Os próximos dias serão de muita ansiedade para Lucas. Não só pela final da Copa Sul-Americana, mas também porque ela marca sua despedida do São Paulo. Depois do empate sem gols contra o Tigre, na Argentina, o camisa 7 só espera sair com a sensação de dever cumprido na próxima quarta-feira (12), no Morumbi.
— O coração está muito apertado. Sei que vou sentir muita falta, muita saudade. Quero muito ser campeão, quero sair com esse sentimento de dever cumprido e, quem sabe um dia, eu possa voltar.
Lucas subiu para o profissional do clube em agosto de 2010. Logo caiu nas graças da torcida com suas arrancadas e dribles desconcertantes. Mas o jogador se sente frustrado por não ter conseguido levantar um troféu pela equipe e espera conseguir isso apenas em sua última partida.
Para conseguir o título da Copa Sul-Americana, que vale vaga direta na Copa Libertadores de 2013, a equipe precisa apenas de uma vitória simples. Um novo empate, por qualquer placar, leva a decisão para os pênaltis. Expulso na primeira partida da decisão, Luís Fabiano é o desfalque.
São Paulo cai na catimba e fica no empate com o Tigre na Bombonera
Globo Esportes
Muita catimba, discussões, pressão da torcida, erros de arbitragem. Tudo absolutamente inserido dentro do contexto de uma final de Copa Sul-Americana. Todo mundo que gosta de futebol sabe disso. O time do São Paulo, porém, continua dando mostras de que não consegue lidar bem com esse tipo de pressão. Em especial, um jogador: Luis Fabiano. Ao ser expulso logo aos 13 minutos, o atacante prejudicou demais a equipe tricolor, que, sem referência na área, não conseguiu sair do 0 a 0 diante de um fraquíssimo Tigre, na primeira partida da final da Sul-Americana, disputada na Bombonera, o mítico estádio do Boca Juniors.
Assim como já havia ocorrido nos dois confrontos com os chilenos da Universidad Católica, o São Paulo mostrou dificuldade em passar pela catimba dos adversários. Caiu na provocação. Aparentou nervosismo do começo ao fim. Não conseguiu impor seu jogo. E esteve longe de marcar.
O empate, porém, foi um bom resultado. No segundo jogo, quarta-feira, no Morumbi, o São Paulo precisa apenas de uma vitória simples para ser campeão da Sul-Americana. Um novo empate leva a decisão para a prorrogação. Permanecendo a igualdade, independentemente do placar, haverá disputa por pênaltis – o critério de gols fora de casa não vale para a decisão. E, sem Luis Fabiano, artilheiro da equipe no ano com 32 gols, mas com o incentivo dos 65 mil torcedores, que já esgotaram a cota de ingressos, o São Paulo buscará o título inédito – e que acabaria com um jejum de conquistas que vem desde 2008, quando levou o tricampeonato brasileiro.
Com mão e cara de Ney Franco, São Paulo inicia final contra o Tigre
Globo Esportes
Ney Franco assumiu o São Paulo no início de julho. Um Tricolor desmontado física, tática e moralmente pela eliminação na semifinal Copa do Brasil, contra o Coritiba, e por um cruel protesto da torcida, que não isentou ninguém na derrota para a Portuguesa, no Brasileirão. O começo não foi nada fácil. Empates, derrotas, desfalques, e mais revolta nas arquibancadas. Mas, depois de cinco meses, aquele time foi enterrado.
Nesta quarta-feira, às 21h50m (horário de Brasília), o São Paulo começa a decidir a Copa Sul-Americana contra o Tigre, na Bombonera, em Buenos Aires. Com força máxima, respaldado pela melhor campanha do segundo turno do Campeonato Brasileiro, a vaga na primeira fase da Libertadores já garantida e completamente abraçado pela torcida, que já comprou mais de 60 mil ingressos para o jogo da volta, dia 12, no Morumbi.
Com voz mansa, jeito tranquilo, mas sem perder a autoridade em momentos decisivos da campanha, Ney tem sua marca impressa na atual equipe. A maioria dos jogadores não tolerava os métodos do antecessor Emerson Leão. Principalmente na parte física. Com Ney Franco e sua comissão técnica, formada pelo auxiliar Eder Bastos e o preparador físico Alexandre Lopes, as lesões diminuíram muito. Apenas Luis Fabiano sofreu com problemas em sequência, mas até mesmo o centroavante esteve apto para disputar toda a reta final, sendo poupado em alguns jogos.
Imprensa argentina ‘ignora’ final da Sul-Americana entre Tigre e o Tricolor
Globo Esportes
A primeira final da Copa Sul-Americana entre Tigre e São Paulo, que será realizada na noite desta quarta-feira no estádio La Bombonera, em Buenos Aires, não tem recebido grande espaço da imprensa argentina. Nos canais de TV locais, nas emissoras de rádio ou nos jornais, pouco se fala do confronto que terá início às 20h50 locais (21h50 no horário de Brasília) e que terá transmissão da TV Globo para todo o Brasil.
Dos principais jornais de Buenos Aires, o que dá maior espaço é o diário Olé, que na edição de 40 páginas, destaca o título do Vélez Sarsfield, que no domingo conquistou o torneio inicial, espécie de segundo turno do campeonato argentino, e a volta do ex-jogador Ramon Diaz ao cargo de técnico do River Plate. Para o finalista da Copa Sul-Americana, o espaço é de pouco menos de metade de uma página. A reportagem fala sobre o problema sofrido pelo goleiro Damián Albil, que saiu mais cedo da partida do último domingo, contra o Belgrano, pelo torneio Inicial, por causa de um problema na perna direita. Ele, no entanto, não preocupa para o jogo mais importante da história do clube, que completou 110 anos de vida em 2012.
O “Clarín”, por sua vez, cita apenas em uma nota de cinco linhas que o estádio do Boca Juniors foi o local escolhido pelo “Matador de Victoria” para enfrentar o São Paulo. O jornal “La Nación”, por sua vez, nem tem notícia da equipe comandada por Nestor Gorosito em sua edição desta terça-feira. Assim como seu concorrente, fala sobre a volta de Ramon Diaz, o drama do Independiente, que pode ser rebaixado para a segunda divisão, e a novela envolvendo o técnico do Velez, Ricardo Gareca, que dentro de cinco dias responderá se aceitará renovar seu contrato.
Tigre e São Paulo decidirão a Copa Sul-Americana em duas partidas. O duelo de volta está marcado para o dia 12, quarta-feira, no estádio do Morumbi, que novamente estará completamente lotado. Após muita confusão, os pouco mais de 64 mil ingressos se esgotaram com mais de uma semana de antecedência. Se vencer, o Tricolor voltará a levantar uma taça após três anos.
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Em possível prévia da Recopa, São Paulo B vira sobre Corinthians
r7
O Corinthians vai viajar triste para o Japão, onde disputará o Mundial, e o São Paulo seguirá ainda mais confiante à Argentina para a final da Copa Sul-americana. No fim da tarde deste domingo, jogando com uma formação inteiramente reserva no Pacaembu, a equipe tricolor derrotou o rival alvinegro por 3 a 1, de virada.
Se desta vez o que estava em jogo era apenas a rivalidade, já que os dois times já não tinham mais pretensões no Campeonato Brasileiro, no ano que vem esse confronto pode valer título. Caso o São Paulo vença a Sul-americana – a primeira final contra o Tigre-ARG será nesta quarta-feira –, eles se enfrentarão em 2013 pela Recopa, tira-teima entre os dois campeões continentais.
Além de sair derrotado, o Corinthians pode pagar ainda mais caro por ter escalado força máxima. O centroavante peruano Guerrero, autor do gol alvinegro, foi substituído por Jorge Henrique ainda no primeiro tempo por acusar dores no joelho direito e, antes de devida avaliação médica, pode ser considerado dúvida para o técnico Tite no Mundial.
Para Ney Franco, o triunfo na última rodada confirma a arrancada tricolor no segundo turno da competição nacional e dá moral para a disputa do título da Sul-americana. Mais do que isso, foi uma prévia do que Paulo Henrique Ganso, responsável pela assistência aos dois primeiros gols (de Douglas e Maicon, que também fez o terceiro), pode desempenhar.
São Paulo empata com a Católica e vai à final da Copa Sul-Americana
Globo Esportes
Foi suado, sofrido, bem mais difícil do que os mais de 55 mil torcedores no Morumbi esperavam. Mas o São Paulo, com um empate por 0 a 0 com o Universidad Católica, garantiu vaga na decisão da Copa Sul-Americana e, pouco mais de seis anos depois (2.266 dias), voltará a disputar uma final de campeonato. A última foi no dia 14 de setembro de 2006, quando empatou por 2 a 2 com o Boca Juniors, da Argentina, e perdeu a Recopa Sul-Americana.
Assim como havia acontecido no duelo em Santiago (1 a 1), o Tricolor foi amplamente superior ao time do Universidad Católica e só não venceu porque parou nas grandes defesas do goleiro Tosselli. Mesmo assim se classificou graças ao gol marcado fora de casa.
Com a vaga na final, a equipe de Ney Franco aguarda o vencedor do duelo entre Tigre, da Argentina, e Millonarios, da Colômbia, que se enfrentam nesta quinta-feira em Bogotá, após terem empatado em 0 a 0 em Buenos Aires. Se os argentinos se classificarem, o primeiro duelo será na capital argentina e a grande decisão, no Morumbi. Caso os colombianos tenham êxito, o primeiro jogo será no Pacaembu (já que a casa tricolor estará sendo usada para o show da cantora Madonna) e o segundo, em Bogotá.
No Brasileirão, o São Paulo, já com a vaga garantida na fase prévia da Libertadores, despede-se no domingo, em clássico contra o Corinthians, no Pacaembu.
No Morumbi cheio, São Paulo pega a Católica para voltar a ser finalista
Globo Esportes
Chegou a hora de o São Paulo tentar quebrar um incômodo jejum. Já garantido na Taça Libertadores da América de 2013 pela quarta colocação obtida no Campeonato Brasileiro, a equipe tem na noite desta quarta-feira, a partir das 21h50m (de Brasília), contra a Universidad Católica, do Chile, no Morumbi, a chance de voltar a garantir a vaga em uma final de campeonato após seis longos anos. A última vez que isso ocorreu foi no dia 14 de setembro de 2006, quando o Tricolor, então comandado por Muricy Ramalho, viu de perto o Boca Juniors comemorar o título da Copa Sul-Americana. Em Buenos Aires, derrota por 2 a 1; no Morumbi, 2 a 2. Neste ano, o time paulista volta a pleitear um lugar na decisão da segunda principal competição continental.
Para atingir o feito e seguir na briga para quebrar o jejum de títulos que teve início de 2009, o palco e o adversário trazem ótimas recordações para a equipe da casa. Afinal, foi no Cícero Pompeu de Toledo, no dia 19 de maio de 1993, que o São Paulo goleou a Universidad Católica, por 5 a 1, no primeiro jogo da decisão da Taça Libertadores, e encaminhou sua segunda conquista continental. Assim como naquele dia, o estádio estará completamente lotado. Os dirigentes esperam que todos os 62.039 ingressos colocados à venda sejam comercializados.
No duelo de ida, quinta-feira passada em Santiago, os são-paulinos abusaram do direito de perder gols e saíram de campo frustrados com o empate por 1 a 1, gols marcados por Rafael Toloi e Castillo. Em caso de empate sem gols nesta quarta, avança o Tricolor, que seria beneficiado pelo gol na casa do rival. Se o placar do primeiro jogo se repetir, a decisão vai para os pênaltis. Igualdade por dois ou mais gols favorece a equipe chilena. Quem passar, encara Tigre, da Argentina, ou Millonarios, da Colômbia, que jogam quinta-feira.
O confronto terá a arbitragem do venezuelano Juan Soto, que será auxiliado pelos compatriotas Jorge Urrego e Carlos Lopez.
Com Ganso e Cañete, São Paulo fica no empate com Ponte, que segue na elite
Globo Esportes
Um empate que agradou aos dois times. É dessa maneira que pode ser classificado o 0 a 0 entre Ponte Preta e São Paulo, neste domingo, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. Durante os 90 minutos, a Macaca foi melhor, perdeu as melhores oportunidades, mas garantiu o ponto que precisava para assegurar sua permanência na Série A do Campeonato Brasileiro. Já o São Paulo, que entrou com o time reserva, saiu de campo com a certeza de que terá de disputar a primeira fase da Taça Libertadores da América em 2013 – com as vitórias de Grêmio e Atlético-MG, o Tricolor não tem mais chances de ser vice-campeão.
Para Ney Franco, o jogo foi importante para que ele pudesse analisar a participação de dois atletas: Paulo Henrique Ganso, que disputou sua primeira partida como titular, e Marcelo Cañete, que voltou a jogar após mais de um ano se recuperando de uma grave lesão no joelho direito. Ambos tiveram atuações regulares.
A partir desta segunda-feira, todos os esforços no Tricolor estarão voltados para o decisivo confronto de quarta, contra a Universidad Católica, pela semifinal da Copa Sul-Americana. No primeiro duelo, na última quinta, em Santiago, houve empate por 1 a 1. Quem vencer garante vaga na decisão. Já a Ponte Preta se despede do Campeonato Brasileiro no próximo fim de semana, contra a Portuguesa, no Canindé.
Tricolor bobeia, perde muitos gols, leva castigo e empata com Católica
Globo Esportes
O São Paulo perdeu grande chance de dar na noite desta quarta-feira um largo passo rumo à final da Copa Sul-Americana. Muito superior durante praticamente todo o jogo, a equipe fez 1 a 0 no primeiro tempo com Rafael Toloi e depois desperdiçou inúmeras oportunidades para aumentar a vantagem. Além da deficiência nas finalizações, a equipe parou no goleiro da Católica, Tosselli, que praticou grandes defesas. No segundo tempo, em um dos poucos ataques chilenos, Castillo marcou, e o time da casa saiu de campo comemorando o empate por 1 a 1.
Logo após o gol da Católica, Ney Franco colocou Ganso no lugar de Lucas, que era o melhor do time, mas pediu para sair por estar fortemente debilitado em virtude de uma gripe. A troca de um jogador de velocidade por um de toque de bola quebrou o ritmo do São Paulo, e a Católica cresceu em campo. A opção pelo lateral-direito Douglas parecia a mais interessante.
Com o resultado, a definição da vaga ficou para quarta-feira, quando os dois times voltarão a se enfrentar, desta vez no Morumbi. Quem vencer será finalista. Em caso de empate sem gols, avança o São Paulo por ter feito um gol na casa do adversário. Se a igualdade for por dois ou mais gols, avança a Católica pelo mesmo motivo. Um novo 1 a 1 leva a decisão para os pênaltis.



















