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A UEFA explica a sua lógica de não existir o VAR nas eliminatórias
R7

Não bastasse a pandemia da Covid-19, a imensurável e absurda intempérie que um super-ultra-micro-organismo batizado de SarsCov-2 produziu no planeta, também o Futebol, como instituição, atravessa momentos de abalo impensável apenas dois anos atrás. Foi até com um certo alívio que a cartolagem da FIFA, a entidade que organiza o Esporte Bretão no mundo, e a UEFA, sua subsidiária na Europa, insolitamente puderam festejar, nesta última semana do mês de Março, sem qualquer incidente sanitário, o feliz desfecho das três rodadas inaugurais das eliminatórias do continente à Copa do Qatar/2022. Aconteceram, sim, vários problemaços. De todo modo, poderiam ocorrer inclusive sem a Covid-19.
Numa reunião virtual de análise e de crítica dos eventos, digamos, preocupantes, das eliminatórias, um episódio concentrou as atenções dos observadores. No dia 27, no Rajko Mitic Stadium de Belgrado, o árbitro neerlandês Danny Makkelie não percebeu que, já nos acréscimos de Sérvia X Portugal, placar em 2 X 2, uma bola tocada por Cristiano Ronaldo ultrapassou a linha de gol em quase 50cm. Portugal teria vencido o prélio por 3 X 2 e seria o líder solitário do Grupo A com 9 pontos, bem à frente dos 6 da hospedeira. Ironicamente, Marko Diks, auxiliar e compatriota de Makkelie, também não se apercebeu do tento porque o corpo do CR7 lhe atrapalhava a visão. Enorme azar: a TV atestou a entrada da pelota.
O famigerado VAR, o árbitro de vídeo, claramente teria confirmado o tento. O próprio Makkiele, ao se encerrar o cotejo, pôde verificar um replay do lance num monitor de uma emissora de TV e imediatamente rumou ao vestiário de Portugal para se desculpar. Mas, por quê não houve o VAR naquele jogo? Resposta triste, mas simples: porque não existe o VAR nas eliminatórias da Europa. Pier Luigi Collina, um ex-brilhante apitador e hoje responsável pelo departamento respectivo na FIFA, explica, com a lógica fria da inevitabilidade: “Uma questão de equidade. Seria impossível instalar um sistema adequado, correto, conveniente de VAR, em estádios de todas as 55 afiliadas da UEFA.”
Faço uma tradução singela. Integram a UEFA, inclusive, federações que não correspondem a nações formais, caso de Ilhas Far Oer e Gibraltar, dependentes da Dinamarca e da Grã-Bretanha. Kosovo, embora partecipe da FIFA e da UEFA, ainda não foi reconhecido, sequer, pelo Brasil. Além disso, a Europa do Ludopédio vai da Islândia até o Cazaquistão, uma distância de quase 5.200 quilômetros. E não se trata, só, de uma complicação de logística, que a aviação resolveria em tempos normais, ou de grana, que a FIFA e a UEFA possuem, às pencas. A essas dificuldades se somam as condições de vários estádios, vetustos, sem a menor chance de receber a complexa tecnologia do VAR. A síntese de Collina: “Vale para todos, ou para nenhum.” Ele só admite o sistema da pelota com chip e com os sensores de linha de gol, fácil de se aplicar, eventualmente portáteis e bastante baratos.
Outro problemaço adveio do cumprimento, por enquanto apenas pela FIGC, a Federazione Italiana Giuoco Calcio, de uma normativa da FIFA, a publicação anual dos dados referentes ao volume de dinheiro gasto por cada entidade com os empresários de jogadores, os chamados “agentes autorizados”. Na temporada de 2019 a Federação da Bota acusou o pagamento bruto de 187 milhões de Euro, cerca de R$ 1,26 bi. Esperava-se que, em 2020, como resultado da Covid-19, acontecesse a queda, uma natural economia nesse tipo de gasto. Afinal, sem o público nos estádios, as fontes de rendimento dos clubes escassearam. Sim, houve diminuição. Insignificante, todavia: 138 milhões de Euro, ou R$ 930 milhões. Apenas a Juventus, na sua briga pelo décimo titulo consecutivo na Série A, despendeu com os intermediários perto dos R$ 130 milhões. E isso para um elenco que fracassou nas oitavas de final da “Champions League” e que, no “Nazionale” da Velha Bota, amarga uma distância dramática de dez pontos atrás da lideríssima Internazionale de Milão.
Rio de Janeiro libera principais estádios para jogos a partir do dia 9 de abril
IG Esportes

Em meio às novas medidas de restrição visando ao enfrentamento do novo coronavírus, a Prefeitura do Rio anunciou que os jogos de futebol voltarão a ser liberados na capital a partir do dia 9. Com isso, Maracanã, Nilton Santos e São Januário voltarão a ser palcos de partidas do Campeonato Carioca.
Por meio de decreto, a realização de partidas na cidade foi proibida no último dia 26. Com isso, as equipes buscaram palcos em outros municípios do estado para dar prosseguimento ao estadual e à Copa do Brasil.
O Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, foi um dos principais palcos utilizados, mas houve partidas o Giulite Coutinho (Mesquita), Elcyr Resende (Bacaxá), Los Larios (Xerém) e Laranjão (Nova Iguaçu).
Fifa divulga cidades-sede e estádios do Mundial Feminino de 2023 na Oceania
Super Esportes

A Fifa divulgou nesta quinta-feira as cidades-sede e estádios que receberão os jogos do Mundial Feminino de 2023, que será realizada em conjunto por Austrália e Nova Zelândia, dois países da Oceania. Ao todo, nove cidades e 10 estádios participarão da competição.
Sydney, Adelaide, Brisbane, Melbourne e Perth serão as cidades australianas que sediarão partidas, enquanto que Auckland, Dunedin, Hamilton e Wellington serão as neozelandesas.
O primeiro jogo será disputado no estádio Eden Park, em Auckland. Já a final será no estádio Olímpico de Sydney. As semifinais ocorrerão uma em cada país. A tabela com a distribuição dos confrontos por estádio será divulgada ainda em 2021.
Esta será a primeira edição do Mundial Feminino que será realizada em dois países simultaneamente. Além disso, será a primeira vez que o torneio terá 32 equipes – nas duas últimas edições, 24 seleções participaram.
“Aproveitando o incrível sucesso da França-2019 dentro e fora do campo, a Copa do Mundo Feminina da Fifa de 2023 e as 9 cidades-sede da Austrália e da Nova Zelândia não só apresentarão os melhores jogadores do mundo, mas também uma plataforma poderosa para unir e inspirar pessoas, transformar vidas e criar um legado duradouro para o futebol feminino na Austrália e na Nova Zelândia e em todo o mundo”, disse o suíço Gianni Infantino, presidente da Fifa.
Confira todos os estádios e cidades-sede do Mundial Feminino de 2023:
Adelaide (Austrália): Hindmarsh Stadium
Auckland (Nova Zelândia): estádio Eden Park
Brisbane (Austrália): Brisbane Stadium
Dunedin (Nova Zelândia): Dunedin Stadium
Hamilton (Nova Zelândia): Waikato Stadium
Melbourne (Austrália): Melbourne Rectangular Stadium
Perth (Austrália): Perth Rectangular Stadium
Sydney (Austrália): Stadium Australia e Sydney Football Stadium
Wellington (Nova Zelândia): Wellington Stadium
Apresentador do ‘Globo Esporte’ revela grave estado de saúde após internação por Covid-19
Terra

O apresentador do “Globo Esporte” da Bahia, Danilo Ribeiro, fez sua primeira publicação desde que testou positivo para Covid-19, em março. Internado e precisando de aparelhos para respirar, o jornalista chegou a ter metade dos pulmões abatidos pela doença. Ainda sob cuidados médicos, ele revelou que seu quadro é grave, mas, tem se mantido estável no últimos dias.
O apresentador da Bahia havia testado positivo para a doença no último dia 25 de março. Desde então, ele foi internado na capital no Hospital Português quatro dias após seus exames demonstrarem que 50% de seus pulmões estavam comprometidos pela Covid-19. Nesta quinta-feira, Danilo segue internado em Salvador, mas tranquilizou os fãs.
– Estou num leito de enfermaria fazendo uso do oxigênio para controlar a saturação. Situação clínica que inspira cuidados, porém, estável. Agradeço às inúmeras mensagens de apoio e quero dizer que logo, logo, com fé em Deus, estarei de volta ao convívio de vocês! – digitou ele no Instagram.
A publicação acabou sendo inundada por amor e carinho de amigos e fãs do apresentador. Jornalistas como André Gallindo e Tiago Medeiros, apresentador do “GE” em Pernambuco, se solidarizaram e acalmaram o colega. Muitos torcedores também deixaram palavras de amor ao comunicador.
CBF tem dinheiro para criar auxílio emergencial para o futebol na pandemia
Uol

O futebol brasileiro vivenciou um festival de transferências de jogos para tentar fugir às restrições impostas por autoridades pela pandemia de novo coronavírus. Jogo do Paulista no Estado do Rio, partidas remarcadas e canceladas, e até um time que viajou três Estados para voltar para casa em meio a um surto de covid. Esse movimento foi liderado pela CBF em meio ao momento mais grave da pandemia com entre 2 mil e 3 mil mortes por dia.
O desespero para jogar “de-qualquer-jeito-como-onde-der” foi simbolizado pela reunião entre clubes e a CBF. No encontro, cujo vídeo foi vazado, o presidente da confederação, Rogério Caboclo, deixava clara sua pouca disposição para sequer discutir qualquer opinião que defendesse a paralisação do futebol. Foi ríspido com quem ensaiou discordar.
Sem debate, o futebol parou total ou parcialmente apenas nos locais onde as autoridades foram mais duras, como São Paulo. Os cartolas ignoram o quadro geral sanitário do país: a maioria dos Estados continua com filas em UTIs e infecção em alta. Como argumento, apresentam protocolos que se revelaram falhos fora do ambiente do futebol e a necessidade de jogar para pagar salários.
A tese de que “o futebol não pode parar ou jogadores e clubes ficarão em dificuldade” é similar à posição defendida pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Outra similaridade entre a CBF e o governo federal é a resistência em botar a mão no bolso para ajudar os necessitados para que esses possam deixar de trabalhar para se preservar em meio a uma crise de saúde.
Em meio à pandemia do ano passado, após Fifa e Conmebol darem contribuições, a CBF lançou uma linha de crédito para clubes no valor de R$ 100 milhões. Eram empréstimos para serem pagos sem juros. Aos times de séries inferiores, com a C e D, a confederação injetou recursos no caixa. Fez o certo, mas foi tímido.
Está descrito no estatuto da CBF como uma de suas funções: “administrar, fomentar, difundir, incentivar, aperfeiçoar e fiscalizar a prática formal de futebol não profissional e profissional, em todo o território nacional”. Não haveria nada mais efetivo para fomentar o futebol brasileiro em meio a uma pandemia do que manter seus jogadores saudáveis e com as barrigas cheias. Certamente seria mais útil do que reuniões on-line para dizer que os clubes “estão fudidos” se o futebol parar.
Grêmio e Inter fazem o Gre-Nal 430 da história neste sábado (3)
GE

Grêmio e Inter se enfrentam neste sábado, às 22h15. O Gre-Nal 430 da história, válido pela nona rodada do Gauchão, será disputado na Arena e vale a liderança da competição.
Em segundo no Gauchão com 14 pontos, o Grêmio reassumirá a ponta caso vença o clássico. Mesmo que siga com um jogo a menos, o Tricolor igualaria os 17 pontos do Inter, mas já tem saldo superior ao rival — 10 a 6. Os mandantes apostam no histórico na Arena por nova vitória. São sete anos de invencibilidade, com seis vitórias e oito empates.
Na liderança, o Inter tenta embalar diante do maior rival, após a virada no último Gre-Nal. Caso supere o Grêmio, o Colorado pode sair da rodada até classificado às semifinais. Para isso, Juventude e São Luiz, quinto e sexto com 12 pontos, não podem ganhar de Caxias e São José, respectivamente.
Após dois empates, Vasco busca vitória diante do Bangu para encostar no G4 do Carioca
Terra

Depois de dois empates seguidos, contra Madureira e Fluminense, o Vasco encara o Bangu, neste sábado, no Raulino de Oliveira, às 21h05, em busca de uma vitória para encostar no G4 do Campeonato Carioca. Quatro pontos separam o Gigante da Colina do Tricolor Suburbano, e um triunfo diante do Alvirrubro será essencial para ainda sonhar com uma vaga nas semifinais.
O adversário deste sábado não vence há 6 rodadas e é o penúltimo colocado com apenas 5 pontos. A equipe da Zona Oeste será a primeira decisão do time de São Januário em abril. Restam apenas quatro rodadas para o fim da primeira fase, e dentre elas, um clássico contra o maior rival: Flamengo., no próximo final de semana.
Para aguentar o ritmo de um calendário apertado, o Departamento de Futebol, Departamento de Saúde e Comissão Técnica traçaram uma estratégia de poupar atletas em algumas rodadas. Para o duelo deste sábado, Léo Matos, Leandro Castan, Ernando, Marquinhos Gabriel e Germán Cano ficarão no Rio, se preparando para o desafio será diante do Tombense (MG), na quarta, às 21h30, pela segunda fase da Copa do Brasil.
Além deles, Marcelo Cabo também não poderá contar com os atacantes Léo Jabá e Morato. Ambos foram regularizados no BIRA (Boletim Informativo de Registro de Atletas), porém não poderão ser relacionados para o duelo contra o Bangu.
Bahia enfrenta o Fortaleza com missão de acabar com ‘gangorra’ em 2021
Bahia Notícias

Ganha, perde, ganha, perde, ganha… A rotina do Bahia tem sido de altos e baixos no início da temporada 2021. Mas como bem diz o clichê, cada partida é a oportunidade de fazer diferente. E essa oportunidade está nas mãos – ou melhor, nos pés – do Esquadrão de Aço, que goleou o Altos do Piauí no último final de semana e busca manter o nível diante do Fortaleza na tarde deste sábado (3), às 16h, na Arena Castelão.
As duas equipes, que podem se classificar já nesta rodada para a próxima fase do regional, se reencontram após quase dois meses. Em fevereiro, no mesmo estádio, o Esquadrão de Aço atropelou o Leão do Pici por 4 a 0 e garantiu a sua permanência na Série A do Campeonato Brasileiro. O recente resultado positivo não ilude o técnico Dado Cavalcanti.
O Bahia é o segundo colocado do Grupo A do regional, com dez pontos, e pode garantir a classificação para a próxima fase já neste jogo. Para isso, é necessário vencer e torcer para que Confiança, 4 de Julho e Treze ao menos empatem os seus jogos.
Outros Jogos
16:00
Sport x Ceará
18:15
ABC x Sampaio Corrêa-MA
CSA x 4 de Julho-PI
Domingo
15:45
Altos-PI x Santa Cruz
16:00
Salgueiro-PE x CRB
18:00
Vitória x Treze-PB
19:30
Botafogo-PB x Confiança
Volta Redonda, Madureira e Portuguesa roubam a cena no G-4 do Carioca
Terra

Quando se fala em Campeonato Carioca, o normal é ver os quatro clubes tradicionais do Estado brigando pelos primeiros lugares. Mas a atual edição do torneio vem mostrando uma faceta diferente, com os times pequenos conquistando o status de protagonistas até aqui. Com sete rodadas disputadas, Volta Redonda, Portuguesa-RJ e Madureira dividem o G4 da competição com o líder Flamengo, único dos grandes a não decepcionar a sua torcida.
Vice-líder do Estadual, o Volta Redonda recebe o Boa Vista nesta quinta-feira, às 18h30. Em caso de vitória, se iguala ao time da Gávea com 16 pontos. No terceiro e quarto lugares aparecem mais dois times pequenos: Madureira (11) e a Portuguesa-RJ (10), que tem um jogo a menos diante do Resende, longe de seus domínios, no complemento da rodada.
O Fluminense aparece apenas no quinto posto, com 10 pontos. Mas corre o risco de perder uma posição em caso de vitória do Resende, nesta quinta-feira, às 15h30, no estádio do Trabalhador. O Botafogo está colado ao time das Laranjeiras, com a mesma pontuação, porém fica atrás nos critérios de desempate (tem uma vitória a menos).
Dos grandes, a situação mais delicada é a do Vasco. Relegado à Série B do Brasileiro nesta temporada, o time tenta usar o Carioca para reconstruir a equipe. No entanto, suas atuações dão conta de que muita coisa precisa ser feita. Com sete pontos, a equipe de São Januário obteve apenas uma vitória em sete rodadas, figura em nono e apresenta um aproveitamento de 33,3%. Corre até o risco de não ir para a Taça Rio, que reunirá apenas os oito melhores da Taça Guanabara.
O destaque entre os times mais modestos, até aqui, fica mesmo com o Volta Redonda. Além de estar brigando pela primeira colocação, o time se garantiu à próxima fase da Copa do Brasil ao superar o Castanhal-PA. A classificação rendeu à equipe fluminense R$ 1,2 milhão e também espaço no noticiário nacional. Tudo por causa de um golaço anotado por Alef Manga nos 3 a 0 sobre o time paraense. No lance, o atacante deu uma caneta no zagueiro e, na saída do goleiro, tocou por cobertura.
No Carioca, o time do técnico Neto Colucci tem os jovens como suporte, contando com 18 jogadores das categorias de base. João Carlos é o artilheiro do Volta Redonda na competição, com quatro gols (um a menos que o goleador máximo do estadual, o flamenguista Rodrigo Muniz). “Temos um grupo muito forte e determinado em torno dos seus objetivos”, disse Neto Colluci.
Outro time que vem surpreendendo até aqui é a Portuguesa-RJ. Nos confrontos que realizou contra os grandes do estado, o aproveitamento é de 100%. Além da vitória sobre o Vasco, por 1 a 0, a equipe da Ilha do Governador ainda aplicou um contundente 3 a 0 sobre o Fluminense em pleno Maracanã. Com dois triunfos nas duas primeiras rodadas, os comandados do técnico Felipe Surian chegaram a liderar o turno nos critérios de saldo de gols. “Feliz por conseguir um ótimo resultado diante de um grande time”, falou o treinador logo após superar o Fluminense.
O Madureira é o único invicto do Carioca, mesmo já enfrentando dois gigantes do Rio. Garantiu empates diante do Botafogo (1 a 1) e também contra o Vasco (2 a 2). Com um regulamento mais simples em relação aos anos anteriores, o Carioca tem em sua primeira fase um turno único, no qual os 12 times se enfrentam e os quatro primeiros colocados seguem adiante para as semifinais. Agora é saber se os nanicos terão fôlego para manter o ritmo nas quatro jornadas que restam.
Ferj marca jogos de Flamengo e Fluminense, pela 8ª rodada do Carioca, para Volta Redonda
GE

A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) definiu o estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, como palco dos jogos Madureira x Flamengo, de segunda-feira, e Macaé x Fluminense, de terça-feira, válidos 8ª rodada da Taça Guanabara.
Até então, as partidas estavam com local “a definir”. Previstas anteriormente para o fim de semana, elas foram empurradas para segunda e terça-feira, o que abria margem para serem disputadas na cidade do Rio de Janeiro, já que o decreto do prefeito Eduardo Paes, que impede eventos esportivos na cidade se encerra no domingo. No entanto, com a possibilidade das proibições serem estendidas, os jogos foram marcados para Volta Redonda.
Confira as datas e horários dos jogos da 8ª rodada da Taça Guanabara
Sábado, 3 de abril
21h05 – Vasco x Bangu (Raulino de Oliveira)
Domingo, 4 de abril
15h30 – Resende x Boavista (Estádio do Trabalhador)
17h00 – Botafogo x Portuguesa (Giulite Coutinho)
18h00 – Volta Redonda x Nova Iguaçu (Raulino de Oliveira)
Segunda-feira, 5 de abril
21h00 – Madureira x Flamengo (Raulino de Oliveira)
Terça-feira, 6 de abril
21h35 – Macaé x Fluminense (Raulino de Oliveira)








