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:: ‘Notícias’

Clubes são avisados que LaLiga só terá jogos com portões fechados até 2021

MSN

Os clubes do Campeonato Espanhol foram avisados que jogos de futebol serão disputados com portões fechados até 2021, fontes confirmaram à ESPN.

A decisão, que está para ser anunciada formalmente, foi tomada pelo governo espanhol, levando em conta a evolução da pandemia do coronavírus.

A expectativa é que os estádios passam a ser abertos gradativamente sob medidas de segurança a partir de janeiro de 2021 para evitar um novo surto do Covid-19, e talvez não operem sob capacidade total até que uma vacina esteja disponível.

A decisão estarão sob revisão e poderão ser reavaliadas e o vírus estover sob controle mais rápida que o esperado, o se houver o desenvolvimento de tratamentos bem sucedidos.

Não há uma data ainda para tornar público o retorno do futebol em portões fechados, com a La Liga sendo suspensa indefinidamente desde o mês passado.

A Espanha está entre os países da Europa mais atingidos, com mais de 210 mil casos confirmados e mais de 22 mil mortes.

Com clubes à beira da falência, Bundesliga se prepara para retornar de olho em R$ 1,8 bilhão da TV

ESPN

Nesta quinta-feira, a DFL (Liga de Futebol Alemão), responsável por organizar a 1ª e a 2ª divisões do país, se reuniu com os 36 clubes para ressaltar que a ideia é terminar a temporada 2019/20, paralisada pela pandemia de coronavírus, assim que possível.

Segundo o executivo-chefe da DFL, Christian Seifert, a vontade da liga e das equipes é voltar a jogar em 9 de maio, mesmo sabendo que as partidas terão que ocorrer sem clube. No entanto, ainda não se sabe se o Governo do país dará o aval.

“Se pudermos recomeçar em 9 de maio, estaremos prontos. Se for depois, estaremos prontos também. Para nós, o que será decisivo será o que os políticos decidam. Não cabe a nós decidir quando voltaremos. E jogos sem torcida não são o que queremos, mas, neste momento, é a única opção que parece realista”, afirmou.

Recentemente, o Governo avisou que eventos que causem aglomerações estão banidos até 24 de outubro pelo menos. Por isso, há a certeza de que, se a Bundesliga puder voltar, será sem torcedores nas arquibancadas.

A alternativa pensada pela DFL é que sejam liberadas apenas a presença de jogadores, comissões técnicas, médicos, árbitros, funcionários do VAR, gandulas, funcionários do estádio, seguranças e empregados das emissoras de TV sejam permitidos.

A organização calcula que isso daria cerca de 300 pessoas por partida.

Além disso, seria necessário realizar constantemente testes de Covid-19: cerca de 20 mil, segundo cálculos da Universidade Martin Luther, em Halle. O número não chega a ser “assustador”, já que a Alemanha tem, atualmente, capacidade de fazer 640 mil testes por semana – ou seja, o futebol tomaria apenas 0,5% dessa capacidade.

A principal causa da “pressa” em voltar é o aperto financeiro.

Segundo relatório interno da DFL, divulgado pela emissora inglesa BBC, 13 dos 36 clubes das duas principais divisões alemãs correm risco de falir se os campeonatos não forem retomados no máximo até junho.

A salvação, portanto, seria receber o que falta do dinheiro dos direitos de televisão, que estão “congelados” enquanto a temporada está paralisada.

O consórcio formado pelos dois canais de TV pagos e pelos dois públicos que passam os jogos do Alemão ainda devem pagar uma parcela de 304 milhões de euros (cerca de R$ 1,8 bilhão) às equipes, que ainda não viram essa grana – a data original que o dinheiro deveria cair era 10 de abril.

No momento, a DFL tem acordo com as emissoras para que tudo seja quitado em 2 de maio, uma semana antes da teorica retomada da temporada 2019/20.

Apesar do “otimismo” dos organizadores, porém, os clubes não demonstram tanta confiança em voltar logo.

Nesta quinta-feira, por exemplo, o diretor esportivo do Werder Bremen, Frank Baumann, afirmou que não vê como realista o retorno em 9 de maio.

“Estou cético quanto aos jogos da Bundesliga sendo retomados em maio. Nós ainda temos que ver o que o Governo irá decidir em 30 de abril. Nós sequer fomos autorizados a retornar aos treinos ainda”, lembrou.

“Já ressaltamos diversas vezes que a saúde da população é a questão mais importante, e isso não mudou. Também está claro para todos que quem tomará a decisao serão os políticos, e não os dirigentes de futebol”, completou.

Clubes são avisados que LaLiga só terá jogos com portões fechados até 2021

Uefa libera R$ 408 milhões para dividir entre 676 clubes em meio à pandemia

Folhaprass

A Uefa, entidade que organiza o futebol europeu, dividirá 70 milhões de euros (aproximadamente R$ 408 milhões) entre 676 clubes que lançaram jogadores para as eliminatórias da Eurocopa e jogos da Liga das Nações nos últimos dois anos.

A entidade diz que está adiantando o pagamento para ajudar “à luz da crise atual e das dificuldades financeiras que muitos clubes estão enfrentando em toda a Europa” por causa da pandemia do novo coronavírus.

Os pagamentos, que seriam feitos somente quando todos os jogos da repescagem para a competição continental fossem disputados, ocorrerão mesmo com o adiamento da Eurocopa por um ano.

Um acordo de longa data entre e a Uefa e a Associação Europeia de Clubes garante aos times pelo menos 200 milhões de euros (cerda de R$ 1 bilhão) das receitas da Euro 2020 para compensar a liberação de jogadores para as funções nacionais no ciclo 2018-20.

O time com maior lucro receberá 630.000 euros (R$ 3,7 milhões), calculados proporcionalmente por jogador nomeado na ficha de jogo de uma equipe nacional. O clube não foi identificado.

“Isso representa uma injeção de liquidez muito necessária nas finanças dos clubes e é resultado do trabalho conjunto da ECA com a Uefa na proteção de clubes neste momento de ameaça existencial. Embora a saúde pública continue sendo nossa principal preocupação, garantir alívio financeiro, jurídico e regulatório antes do reinício do futebol em toda a Europa, quando for seguro, é de suma importância para a ECA e seus membros”, considerou Andrea Agnelli, presidente da Associação Europeia de Clubes.

Flamengo debate redução de 25% dos salários e projeta comunicado aos funcionários ao fim das férias

Globo Esportes

A água não para de subir. E o Flamengo não vai esperar chegar no pescoço para se movimentar.

Cada vez mais preocupados com os efeitos econômicos da pandemia do coronavírus, os dirigentes avançaram na decisão de fazer cortes na folha salarial para que se proteger do impacto no caixa rubro-negro. E a solução mais madura nas reuniões por videoconferência é de redução de 25% dos salários acima de R$ 4 mil e, em um segundo momento, fazer valer a Medida Provisória 936 para quem recebe próximo de um salário mínimo.

Um dos pontos em discussão é se a medida já afetará a folha de abril, que será paga até o quinto dia útil de maio, ou se ficará para a seguinte. O clube busca alternativas para postergar este impacto.

O Flamengo não se manifesta oficialmente sobre o tema.

A decisão é similar a que foi tomada pelo Atlético-MG ainda no início da quarentena. No Galo, afetou quem recebe acima de R$ 5 mil. Mas vai na contramão do cenário europeu e até mesmo de brasileiros, como o Fortaleza, quando jogadores e dirigentes abriram mão do pagamento para que funcionários não fossem impactados.

No Barcelona, por exemplo, o corte foi de 70% e partiu dos jogadores para que quem recebe menos não sofrer redução neste período de dificuldade. Outros clubes do Velho Continente vieram no embalo, como Roma e Juventus.

Conmebol vive incertezas em relação a Libertadores e Sul-Americana

Futebol Latino

O clima na Am´werica do Sul é de total incerteza. Apesar da projeção da Conmebol para a retomada da Libertadores e Copa Sul-Americana e a expectativa de iniciar as Eliminatórias em setembro, algumas confederações não tem a mesma certeza que a promessa seja cumprida.

De acordo com o portal UOL, a principal questão é nas viagens internacionais, onde cada país adota uma medida com medo da pandemia do coronavírus, que suspendeu o futebol em grande parte do mundo.Conforme publicado no Futebol Latino, um dos motivos para que a Conmebol “force” o retorno das competições é a questão comercial. A entidade teve um lucro inédito na temporada 2019 e um ano sem competições iria atrapalhar o caixa.

Outro ponto que também preocupa é a questão financeira dos clubes na América. Diferente da Europa, a economia no continente não é forte e a falta de futebol aumenta a pressão para que tudo seja retomado o quanto antes.Diante da preocupação, a Conmebol chegou a liberar no fim de março 60% das cotas de participações dos times que estão envolvidos na Libertadores e Copa Sul-Americana.

Árbitros de futebol podem ser inclusos no programa de auxílio da prefeitura

Bahia Notícias

Os árbitros de futebol da Bahia podem ser incluídos no programa “Salvador por Todos”, da prefeitura municipal que concede auxílio de R$ 270 a trabalhadores informais da capital baiana durante a crise. A informação foi divulgada na última quarta-feira (22), através do Instagram do Sindicato Baiano dos Árbitros de Futebol (Sinbaf).

Nesta quinta-feira (23), o presidente do grupo, o ex-árbitro Manoel Nunes Lopo Garrido reiterou a informação e explicou que a prefeitura já está realizando a entrega de cestas básicas a árbitros amadores. “Estamos fazendo o cadastro do pessoal. A prefeitura foi solícita. Nós apoiando a categoria. Como a pandemia está ai, nós não temos jogos, não temos campeonatos, o setor esportivo está parado. Muitos árbitros vivem do futebol amador, que hoje está com rendimento zero”, disse, ao Bahia Notícias.

De acordo com Garrido, a maior parte dos árbitros beneficiados será a dos amadores, que apitam em ligas e campeonatos não-oficiais, embora equipes de arbitragem do quadro estadual da Federação Bahiana de Futebol (FBF) também podem ser beneficiados caso a categoria seja incluída no programa de auxílio.

O Sinbaf, inclusive, enviou um ofício à FBF pedindo auxílio aos árbitros do quadro que estejam parados. “Enviamos um ofício à FBF, mas não tivemos resposta até agora pelo que eu saiba. Enviamos um ofício para que os árbitros que estão parados recebam algum tipo de auxílio”, explicou.

Secretário municipal de Trabalho, Esporte e Lazer (Semtel), Sildevan Nóbrega afirmou que a prefeitura, agora, vai analisar a possibilidade. Para outras categorias serem colocadas no programa, o Executivo precisa enviar um texto à Câmara Municipal para readaptar o plano original. “Encaminhei um oficio a secretaria com os árbitros, juntamente com um pedido nosso à Ana Paula [Matos, secretária Promoção Social e Combate à Pobreza ] de para avaliar. A gente resolveu fazer a doação de cestas básicas”, concluiu.

CBF sugere mudanças na Copa do Brasil e Brasileirão; Estaduais podem ser suspensos

Meuvozão

Por conta da pandemia do novo coronavírus no Brasil, as entidades esportivas analisam vários cenários para a volta dos torneios de futebol, que foram paralisados por tempo indeterminado. Com isso, a CBF vem avaliando, junto com as equipes, como encaixar as situações: com relação a data dos torneios e projeta a volta dos jogos só em agosto, inicialmente. Com essas mudanças sugeridas, poderão acarretar em consequências alterações nos calendários do Brasileirão e da Copa do Brasil.

Diante deste ajuste no calendário, a CBF também tem sugerido o cancelamento dos torneios estaduais no Brasil, mas algumas federações batem o martelo dizendo que serão realizados no campo. Antes da determinação do Ministério da Saúde para adoção do isolamento social, o começo do Brasileirão estava marcado para a primeira semana de maio.

Com isso, o aumento de casos pela Covid-19 em todo o território brasileiro, todas as atividades que envolvem o futebol foram suspensos por tempo indeterminado e sem previsão de volta.

Com isso, a CBF chegou a recomendar que as férias dos jogadores e comissão técnica fossem prolongadas por mais dez dias, os clubes acataram. Menos para o Flamengo, Botafogo e Vasco que optaram por voltarem aos treinos no dia 21 de abril, na próxima terça-feira e o retorno das atividades é considerado improvável tendo em vista que a pandemia da Covid-19 evoluiu no Rio de Janeiro, por exemplo.

Ditadura e futebol: líderes que mantém esporte minimizam a pandemia

Uol

Em um planeta ameaçado por um inimigo invisível, se contam nos dedos os governantes que têm minimizado a gravidade de uma doença que já matou mais de 180 mil pessoas em cinco meses. Os presidentes da Nicarágua, de Belarus, do Turcomenistão e do Tadjiquistão têm chamado atenção por manterem a vida mais ou menos normal em seus países, a despeito das recomendações de isolamento social feitas pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Enquanto a pandemia interrompeu os esportes no mundo inteiro, ela não foi capaz de pará-los nesses quatro países, todos governados por regimes ditatoriais. Seus líderes populistas têm indicado medidas exóticas para combater a doença, como o consumo de vodca e a dispersão de fumaça de ervas locais. Alguns têm até mesmo incentivado eventos esportivos de massa, participando de muitos deles.

Pouco relevantes no cenário mundial, essas ligas permanecem funcionando, algumas até recebendo torcedores, e ganharam holofotes em sites de apostas e de transmissões de partidas online.

Profissionais que atuam nessas ligas relatam o sentimento de fazerem parte de um pequeno grupo de pessoas que continuam jogando futebol em meio à pandemia. A sensação é um misto de medo de contágio com esperança de terem o trabalho reconhecido ao ser exposto em nível internacional.

Se os países do mundo disputassem um campeonato de democracias, Belarus, Nicarágua, Turcomenistão e Tadjiquistão estariam na zona de rebaixamento. Um relatório do grupo de pesquisa V-Dem, da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, ranqueou 179 países de acordo com critérios como liberdade, igualdade entre os cidadãos e participação política de minorias para medir a qualidade das democracias.

Os quatro países que mantêm suas ligas nacionais funcionando ocupam as últimas posições do ranking e são classificados pelos especialistas como “autocracias eleitorais”, ou seja, até admitem eleições, mas elas são manipuladas para favorecer o grupo no poder.

Médicos italianos alertam para risco de transmissão do coronavírus pela bola

Bahia Notícias

O esporte está paralisado praticamente no mundo todo devido a pandemia global do coronavírus. O continente europeu é um dos principais focos de pessoas com a Covid-19 com o aumento de casos confirmados. Mesmo com esse cenário tem-se falado muito no cumprimento do calendário esportivo. Porém, segundo a publicação do jornal Corriere della Sera, profissionais da saúde da Federação dos Médicos do Esporte da Itália alertaram que “a bola pode ser causa da transmissão do vírus”.

Com esse risco de contaminação é provável que as equipes evitem realizar atividades com bola quando retornarem as atividades. No máximo, será permitido apenas exercícios individuais com a redonda. Quando forem liberadas, as modalidades deverão ganhar recomendações especiais, caso seja confirmada a presença do vírus em bolas.

Candidato à presidência do Vasco mira Balotelli, Ibra, Touré, maior torcida do mundo e garante retorno de Souza

FOX

“O projeto é maravilhoso, audacioso e de resultados. O torcedor vai adorar. Vai surpreender muita gente”. Assim, Roberto Carlos, ex-lateral-esquerdo, resumiu no FOX Sports Rádio do dia 26/03 o planejamento liderado por Luiz Roberto Leven Siano, candidato à presidência do Vasco, em novembro. Ele promete elevar o nível não apenas do Gigante da Colina, mas também do futebol brasileiro.

Administrador e advogado de 51 anos, Leven explica que o programa “Somamos” significa “somos o maior clube do mundo” e já chamou atenção de Sheikh Mansour (dono do Manchester City, Tamim bin Hamad al-Thani (Emir do Catar), lendas do futebol como Seedorf, Dida e Amoroso, e empresários como os italianos Fabio Cordella e Mino Raiola. E os dois últimos prometem podem levar o Gigante da Colina a um cenário completamente diferente do atual.

Fabio Cordella é um empresário e diretor de futebol há cerca de 20 anos. Mino Raiola é um conhecido agente no meio do futebol que agencia Mario Balotelli, Zlatan Ibrahimovic e outros jogadores em todo o mundo. Cordella e Raiola já conversaram sobre as transferências dos astros para o clube carioca, e os negócios são encarados como possíveis por Leven Siano.

“Estamos negociando, tentar fazer o Vasco dos sonhos. Balotelli e Ibrahimovic têm o mesmo empresário. Ibrahimovic seria um projeto mais ousado. Mas não tem que pensar em qual grande craque será contratado, mas sim que traremos grandes craques. Se não for um, vai ser outro”, afirma Leven, em entrevista exclusiva ao FOXSports.com.br.

E não pense que a mira da gestão em reforços de peso para por aí. Leven Siano revelou conversas com o volante Souza e garantiu que a cria da Colina irá retornar ao clube para um “projeto sério” com o Somamos em 2021, caso a eleição se concretize.

“Diria que a chance dele vir para o Vasco é 101%. A ideia é trazê-lo o quanto antes. Não sei estaria apto para o Carioca, mas para o Brasileiro, sim. Ele precisa de um time competitivo. Precisamos fazer com que ele encerre a carreira feliz. A ideia é trazê-lo para um bom time”, conta o candidato.

Leven Siano já mira um companheiro na dupla de volantes do Vasco: Yaya Touré. O marfinense esteve próximo de atuar no Botafogo e chegou a ter um vídeo oficial de anúncio vazado no clube, mas o caminho pode ser a Zona Norte do Rio de Janeiro. O administrador ainda deixou no ar uma possível influência pelo negócio do meio-campista ex-Manchester City e Barcelona dar errado com o Glorioso.

“No futebol, não existe coincidência. Se não foi para o Botafogo, é porque alguém impediu. Talvez seja próximo a mim”, diz Luiz Roberto.









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