WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia


julho 2026
D S T Q Q S S
« jun    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

drupal counter

:: ‘Seleção Brasileira’

Copa das Confederações define 80% da Seleção

Uol

Carlos Alberto Parreira

Carlos Aberto Parreira, coordenador técnico da seleção brasileira, vê a Copa das Confederações como o primeiro e importante passo para definir a equipe que disputará a Copa do Mundo de 2014. Ele evitou falar em favoritismo sobre o torneio que começará daqui dois meses, mas espera definir boa parte do elenco a partir dali.

“A Copa das Confederações é um processo de treinamento. Um trampolim importantíssimo para definir a maneira de jogar, os jogadores… Esperamos na competição definir, pelo menos, 80% da equipe”, disse nesta segunda-feira em entrevista coletiva no Rio de Janeiro.

Parreira também rasgou elogios para Fred e Neymar. Sobre o primeiro, ele minimizou o lesão que o afastará por três semanas do gramado e garantiu que o centroavante tem crédito pelos últimos jogos feitos com a amarelinha. Segundo o dirigente, a única condição para o atacante do Flu estar na lista da Copa das Confederações é entrar em campo alguns jogos antes de o torneio começar.

O craque santista, na visão de Parreira, tem lugar garantido entre os convocados e tem tudo para ser o protagonista da seleção nas próximas duas competições. Ele, no entanto, lamentou o fato de Neymar não ter ido para a Europa dois anos antes para ganhar experiência e acredita que agora uma possível transferência não adiantará muito.

A seleção brasileira ainda fará um amistoso contra o Chile, em 24 de abril, no Mineirão, antes da Copa das Confederações. O Brasil estreia na competição no dia 15 de junho, em Brasília, contra o Japão. A Band transmitirá todos os jogos da competição.

Neymar faz 2, Brasil goleia frágil Bolívia e vence a 1ª com Felipão

Terra

neymardriblaap

Depois de enfrentar adversários difíceis – Inglaterra, Itália e Rússia -, a Seleção Brasileira teve um adversário mais frágil neste sábado e aproveitou a chance de voltar a vencer. Em Santa Cruz de la Sierra, a equipe nacional goleou a Bolívia por 4 a 0, com dois gols de Neymar, um de Leandro Damião e outro de Leandro. O time, formado apenas por atletas que atual no Brasil, foi responsável pela primeira vitória do técnico Luiz Felipe Scolari em seu retorno à Seleção.

Além de Neymar e Damião, chamaram atenção as atuações de Jean e Jadson, que se entenderam pela direita e formaram uma dupla perigosa. Ronaldinho também se destacou na armação de jogadas pelo centro. Já Alexandre Pato, que entrou após o intervalo e criou grandes expectativas, viu o Brasil atuar de maneira mais acomodada e não conseguiu se destacar. Agora a Seleção Brasileira viverá a expectativa pela convocação para a Copa das Confederações.

O jogo já ficou tranquilo para o Brasil aos aos 3min. Ronaldinho Gaúcho fez lançamento para Jadson, que passou para Jean. Volante improvisado, ele foi para linha de fundo como um legítimo lateral e tocou rasteiro para Leandro Damião, que se antecipou ao zagueiro e finalizou para o gol sem problemas. Logo depois, Ronaldinho teve a chance de marcar o seu, após passe de Neymar, mas chutou fraco de dentro da área.

A marcação da Bolívia era fraca, quase ingênua, por isso o Brasil não tinha qualquer dificuldade para criar chances. Em uma cobrança de falta, aos 8min, três jogadores ficaram livres, mas não conseguiram fazer o segundo gol. Logo depois, Neymar recebeu bom passe de Ronaldinho e finalizou na trave. Três minutos depois, Damião chutou de dentro da área e só não marcou de novo porque um defensor tirou a bola em cima da linha.

O Brasil diminuiu o ritmo na sequência e até mostrou displicência, mas mesmo assim marcou dois gols com Neymar: primeiro, aos 31min, Ronaldinho recebeu a bola fora da área e acertou um belo passe para ele, que finalizou sozinho. Já aos 41min, o passe perfeito foi de Jadson, com finalização tranquila, de esquerda, feita pelo camisa 11 do Brasil, que fechou o placar do primeiro tempo.

Para a etapa final Felipão tirou os dois jogadores que fizeram gols e colocou Osvaldo e Alexandre Pato. Porém, o novo ataque mostrou pouca eficiência e criatividade em campo. Tanto que a primeira chance de gol mais contundente só saiu aos 22min e foi elaborada pela Bolívia: Marcelo Moreno recebeu cruzamento da esquerda, subiu mais que Réver e cabeceou com perigo, mas para fora. Empolgado com o lance, o atacante do Grêmio ainda teve outra oportunidade aos 28min, mas, de frente para Jefferson, chutou para fora.

Mesmo mais acomodado, o Brasil ainda conseguiu assustar a defesa boliviana até o fim. Jadson, por exemplo, teve o gol livre pela frente, mas mandou a bola para longe. Depois, aos 41min, foi a vez de Osvaldo ter boa chance pela esquerda, após fazer individual pela esquerda, mas Galarza defendeu. Até que, aos 46min, saiu um golaço: após rápida tabela entre Pato e Osvaldo, o palmeirense Leandro finalizou de dentro da pequena área e marcou logo na sua estreia pela Seleção.

Histórico de Felipão faz de amistoso com Bolívia uma disputa relevante

Uol

felipao_palestra2_ap.jpg_95

Uma partida amistosa contra uma equipe de menor expressão, marcada por uma questão política e sem a força máxima da seleção brasileira. É neste cenário que o Brasil enfrenta a Bolívia neste sábado, em Santa Cruz de la Sierra, às 16h30 (horário de Brasília). O que poderia ser um jogo sem grande importância, no entanto, transforma-se em uma disputa relevante por espaço por conta do histórico de Luiz Felipe Scolari.

Famoso pelo clima de confiança que costuma criar entre seus comandados, o treinador não costuma tratar partidas tidas como menores, como esta contra a Bolívia, como simples compromissos de uma agenda atribulada. Em seu discurso, Felipão faz questão de ressaltar que o amistoso pode ser decisivo na confecção da lista de convocados para a Copa das Confederações.

A postura de Scolari condiz com seu histórico na própria seleção brasileira. Em 2002, amistosos aparentemente sem importância mudaram a cara e os nomes do time que viria a ser campeão da Copa na Coreia do Sul e no Japão. Depois de uma classificação sofrida nas eliminatórias, Felipão reservou os últimos meses antes da Copa do Mundo para fazer jogos amistosos contra seleções menores. Bolívia, Arábia Saudita, Islândia e Iugoslávia apareceram no caminho do Brasil, que além disso ainda jogaria contra Portugal antes de definir a lista dos convocados para a Copa de 2002.

Mais que os resultados positivos, já esperados, Felipão conseguiu definir seus 23 convocados. Foram nesses jogos, por exemplo, que Kleberson e Anderson Polga receberam suas primeiras chances pela seleção. Gilberto Silva, igualmente, estreou como titular depois de ter feito apenas figuração no banco de reservas durante algumas partidas das eliminatórias.

Leia o restante da matéria :: LEIA MAIS »

Felipão convoca Neymar, Alexandre Pato e R10 para jogo contra a Bolívia

Globo Esportes

a1776f55462

O técnico Luiz Felipe Scolari divulgou nesta terça-feira a lista dos jogadores que vão participar do amistoso contra a Bolívia, no próximo sábado, às 16h30m (de Brasília), no Estádio Ramon “Taihuichi” Aguilera, em Santa Cruz de la Sierra. E para o duelo, o comandante mesclou atletas experientes, entre eles os atacantes Neymar, do Santos, Alexandre Pato, do Corinthians, e Ronaldinho Gaúcho, do Atlético-MG, e revelações da equipe sub-20.

Felipão convocou quatro atletas que disputaram o Sul-Americano sub-20, na Argentina. Na ocasião, o time comandado por Emerson Ávila foi eliminado na primeira fase da competição e ficou fora do Mundial da categoria. O goleiro Matheus Vidotto, do Corinthians, o lateral Douglas Santos, Náutico, o zagueiro Dória, do Botafogo, e o atacante Leandro, do Palmeiras, estiveram na campanha irregular do Brasil e foram chamados pelo treinador da Seleção principal.

A seleção brasileira vai se apresentar ao treinador na noite de sexta-feira e seguirá em voo fretado para Santa Cruz de la Sierra. Logo após o confronto, a delegação retorna ao Brasil e os jogadores poderão atuar normalmente por seus clubes nos campeonatos estaduais.

Confira a lista de convocados por Felipão:
Goleiros Matheus Vidotto (Corinthians) e Jefferson (Botafogo)- Laterais: Douglas Santos (Náutico) e André Santos (Grêmio)- Zagueiros: Rever (Atlético-MG), Dória (Botafogo) e Dedé (Vasco) – Meio-campistas: Jean (Fluminense), Arouca (Santos), Ralf e Paulinho (Corinthians) e Jadson (São Paulo)- Atacantes: Neymar (Santos), Ronaldinho (Atlético-MG), Alexandre Pato (Corinthians), Leandro Damião (Internacional), Osvaldo (São Paulo) e Leandro (Palmeiras)

Felipão fala em convocação “diferente” para jogo com a Bolívia

Terra

londrespresmarin2ricardostuckercbf

O técnico Luiz Felipe Scolari prometeu poupar os clubes brasileiros e avisou que pode haver surpresas em sua convocação para o amistoso do Brasil com a Bolívia no próximo fim de semana.

“Conversamos bastante com os técnicos e vai ser uma convocação um pouco diferente. Um de um clube, dois de outro e faremos uma composição para esse jogo porque não teremos todos à disposição”, disse Felipão a jornalistas nesta segunda-feira.

“Um ou outro nome vocês vão ficar um pouco surpresos, mas com a dificuldade de clubes e campeonatos, tinha que ser assim”, completou. A convocação da seleção será feita pelo site da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na tarde de terça-feira.

O amistoso com a Bolívia no sábado será disputado apenas com atletas que jogam no Brasil. O jogo será em homenagem ao jovem boliviano Kevin Espada, que morreu em uma partida da Copa Libertadores entre San José e Corinthians, em fevereiro, após ser atingido por um sinalizador disparado pela torcida do time paulista.

Felipão deixou claro que não pretende perturbar os times que estão envolvidos em jogos de campeonatos estaduais e Libertadores. “São muitos campeonatos em jogo”, declarou ele ao citar estaduais, Libertadores e Copa do Brasil.

Embora não fale em nomes, Felipão declarou antes dos amistosos de março com Itália e Rússia que pretendia dar novas oportunidades a Ronaldinho na Seleção. O meia Bernard, que joga com o jogador no Atlético-MG, estava nos planos, mas, com lesão no ombro, está descartado. Ele deve parar por ao menos três semanas.

opcao-468x60

Um raio não cai no mesmo lugar depois de 12 anos

Por Sergio Quintanilha transcrito do site www.istoe.com.br

Felipao-CBF-foto-AFP-300x217

Nenhum técnico na história do futebol conseguiu ganhar duas Copas do Mundo com 12 anos de diferença entre elas. Os números não estão a favor de Felipão, campeão há 11 anos

Felipão voltou à Seleção Brasileira porque, sob Mano Menezes, o Brasil não conseguia mais ganhar dos grandes do futebol mundial. Por grandes entenda-se: Uruguai, Itália, Alemanha, Inglaterra, Argentina, França e Espanha (todos campeões mundiais). Pois bem: Felipão já realizou três amistosos este ano, dois deles contra os grandes, e contabilizou uma derrota (1-2 Inglaterra) e um empate (2-2 Itália). Nesta segunda-feira 25, jogando na cidade favorita da CBF (Londres), desta vez no estádio Stamford Bridge, do Chelsea, o Brasil empatou com a Rússia (1-1, gol de Fred no finalzinho).

Se os números não mentem, dificilmente o Brasil ganhará a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014. O país do futebol corre o risco, isso sim, de igualar a façanha do México — único país que conseguiu perder duas Copas em casa (1970 e 1986). Mas o México não é considerado grande. Dos grandes, só a Itália, a França e a Alemanha fizeram duas Copas em casa. E cada país ganhou pelo menos uma (Itália 1938, Alemanha 1974, França 1998). O Brasil perdeu a Copa de 1950 em casa. Ganhará a de 2014?

Que o Brasil não jogou bem nos três amistosos sob Felipão, todo mundo sabe. Portanto, vamos continuar com as estatísticas, pois a matemática não tem nada de emocional e muito menos pode refletir opiniões pessoais (no caso, as minhas). Os números são frios. E revelam que a Seleção Brasileira não só perdeu a força diante das demais potências do futebol como também tem uma distante relação com a torcida verde-amarela, resultado da opção de trocar os campos brasileiros por outros estádios mundo afora.

A última vez que o Brasil ganhou de um grande foi em 14/11/2009, em Doha (Qatar): 1-0 sobre a Inglaterra. Três anos e quatro meses. A última vez que o Brasil ganhou de um grande dentro do patropi foi em 21/11/2007, no Morumbi (São Paulo): 2-1 sobre o Uruguai, nas Eliminatórias para a Copa de 2010. Cinco anos e quatro meses. Nos três jogos citados o técnico era Dunga, não exatamente um orgulho nacional como treinador. Três jogadores que participaram do empate em 1-1 com a Rússia, em Stamford Bridge, já estavam na Seleção Brasileira há 64 meses: Júlio César, Daniel Alves e Kaká.

A CBF, evidentemente, espera que a dupla Felipão/Parreira leve o Brasil à conquista da Copa do Mundo em casa. Tanto que ignorou dois fatos importantes ao chamá-los: Felipão comandou o Palmeiras em sua campanha de rebaixamento para a segunda divisão e Parreira estava aposentado.

Mas na história das Copas do Mundo somente um técnico conseguiu ganhar duas vezes a taça: Vittorio Pozzo, da Itália, em 1934 e 1938. Mesmo assim a diferença era de apenas quatro anos entre uma Copa e outra, e não de 12 anos, como se pretende com Felipão (campeão em 2002). Ah! E não, Zagallo não ganhou duas Copas como técnico. Ganhou em 1970 como técnico e perdeu em 1974. Ganhou em 1994 como auxiliar de Parreira e perdeu (como técnico) em 1998. É diferente, muito diferente, a função do técnico e do auxiliar. Ou consideramos Murtosa um campeão de 2002 com a mesma importância de Felipão?

Leia o restante da matéria :: LEIA MAIS »

Fred marca no fim e salva Brasil de vexame contra a Rússia

Globo Esportes

ignashevichfredbraxrus2503ap

Em uma partida em que sempre esteve mais perto da derrota do que da vitória, a Seleção Brasileira empatou por 1 a 1 com a Rússia, nesta segunda-feira, em Londres, e segue sem vencer desde a volta de Felipão. Agora são três jogos nos quais o Brasil perdeu para a Inglaterra e empatou com a Itália e a Rússia.

Depois de um primeiro tempo confuso, no qual sofreu nove chutes ao gol e conseguiu finalizar apenas duas vezes, a Seleção mostrou um pouco mais de regularidade no segundo. Mas muito pouco para superar um adversário que lidera seu grupo nas Eliminatórias da Europa com 100% de aproveitamento e ocupa a 10ª colocação do ranking da Fifa. Tanto que, aos 28min, Fayzulin fez o gol russo, que por pouco não foi o da vitória russa. No fim, Fred marcou.

O jogo marcou a volta de Kaká ao time titular, mas o meio-campista ficou abaixo do esperado. Buscou o jogo e se movimentou, mas faltou ritmo de jogos refletido em erros primários. Kaká é atualmente reserva do Real Madrid.

O jogo ainda serviu como ultimo teste, com a equipe completa, para Felipão convocar a Seleção para a Copa das Confederações. Antes, o Brasil enfrenta Bolívia (6 de abril) e Chile (24 de abril) apenas com jogadores que atuam no País. Os amistosos contra Inglaterra (2 de junho) e França (9 de junho), fecham a preparação.

naturagua

Na fria Londres, Seleção encara Rússia no último teste para ‘europeus’

Globo Esportes

sbkaka_wr_24032029

Não há mais tempo para uma nova chance. Pelo menos para aqueles que atuam no futebol europeu, o amistoso da seleção brasileira contra a Rússia, nesta segunda-feira, às 16h30 (de Brasília), no Stamford Bridge, em Londres, é decisivo. Depois disso, Luiz Felipe Scolari não terá mais como avaliar os jogadores “estrangeiros” para formar a lista definitiva da Copa das Confederações. Apenas nos clubes.

Até anunciar a lista para a competição, em maio, Felipão comandará a Seleção em mais dois amistosos. Um contra a Bolívia, dia 6 de abril, em Santa Cruz de la Sierra, e outro diante do Chile, no dia 24 do mesmo mês, no Mineirão, em Belo Horizonte. Nesses casos, o técnico pentacampeão vai chamar apenas jogadores que atuam no futebol brasileiro. E mesmo assim, a CBF está em contato direto com os clubes para conversar sobre suas necessidades sem atrapalhar os planejamentos dos times.

Acostumado a jogar em Londres desde a era Dunga, passando pela era Mano Menezes e se confirmando com Felipão, a seleção brasileira está praticamente em “casa” para esse último teste europeu. De 2006 para cá, o Brasil fez 11 partidas na cidade inglesa, com oito vitórias (cinco com Dunga e três com Mano), um empate (com Dunga) e uma derrota (com Felipão). O bom retrospecto, porém, terá um adversário além da seleção russa: o frio. A previsão é que na hora do jogo a temperatura esteja novamente perto de zero grau, assim como no treino.

Líder do Grupo F das eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2014, a Rússia jogaria com a Irlanda do Norte na última sexta-feira, pela competição. Mas o duelo foi adiado para sábado por causa da nevasca em Belfast e novamente adiado pelo mesmo problema para data ainda a definir.

Seleção evolui, mas cede empate à Itália e mantém jejum contra “grandes

Terra

neymarreclamapirloafp407

Em uma atuação melhor do que na reestreia de Felipão contra a Inglaterra, porém ainda com muito a se corrigir, a Seleção Brasileira empatou com a Itália por 2 a 2 nesta quinta-feira, em Genebra. O time mostrou muita irregularidade no sistema defensivo, com os italianos aparecendo na cara de Júlio César em diversas oportunidades, mas pelo menos mostrou uma evolução no esquema ofensivo, com boa movimentação, principalmente, de Neymar, Oscar e Fred.

Apesar de não ter sido um resultado negativo, a equipe segue sem vencer um time de peso no futebol mundial, tabu que vem se arrastando desde a era do Mano Menezes. Depois de perder para Argentina (duas vezes), França, Alemanha e Inglaterra, a geração que vai disputar a Copa do Mundo de 2014 aumenta o número de partidas sem vitória, com o empate contra os vice-campeões da última Eurocopa e tetracampeões mundiais.

O Brasil volta a jogar na próxima segunda-feira , quando enfrenta a Rússia em Londres. Antes da convocação para a Copa das Confederações, a Seleção enfrenta Bolívia (convocação para jogo do dia 6 de abril será realizada ainda nesta quinta) e Chile (24 de abril) apenas com jogadores quem atuam no Brasil. Antes da estreia em casa, o time de Felipão ainda faz amistosos contra Inglaterra (2 de junho) e França (9 de junho).

Felipão confirma Seleção com três atacantes e Kaká na reserva

Bahia Notícias

IMAGEM_NOTICIA_5

O técnico Luiz Felipe Scolari no treinamento desta quarta-feira (20) praticamente definiu a Seleção Brasileira que entrará em campo nesta quinta (21), contra a Itália, em Genebra. O Brasil entrará em campo com três atacantes: Fred, Hulk e Neymar e terá Kaká no banco de reservas.

O próprio treinador confirmou a informação durante a coletiva de imprensa desta quarta, pouco antes do início do treino. Dessa forma, o time titular da Seleção será formado por: Julio César, Daniel Alves, Dante (Thiago Silva), David Luiz e Filipe Luís; Fernando, Hernanes e Oscar; Hulk, Neymar e Fred.

– Vamos iniciar a partida com três atacantes. Normalmente, o meu time é o que inicia as atividades – revelou.

Além disso, Felipão também revelou que Kaká ficará mesmo como opção no banco de reservas.

– A ideia é utilizá-lo no decorrer do jogo de e quem sabe não iniciar a partida da próxima semana, contra a Rússia. Vamos ver o transcorrer do jogo. Queremos que ele mostre o seu potencial, se está em condições ou não. Observar o ambiente dele com os outros jogadores e a característica dele com os outros jogadores – completou.

banner1









comercial tommacon



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia