:: ‘Seleção Brasileira’
“Bonitos para imprensa”, volantes já dominam gols no Brasil de Felipão
Terra

Paulinho fez seu segundo gol pela Seleção Brasileira
“Essa história de volante goleador é muito bonita para a imprensa”. A declaração de Luiz Felipe Scolari à Folha de S. Paulo marcou um período da preparação do Brasil para a Copa das Confederações. Justiça seja feita, pareceu mais um desabafo que uma opinião concreta. A julgar pelas últimas partidas da Seleção, Felipão também deve achar esta uma história bonita.
Dos oito gols marcados pelo Brasil nas últimas três partidas – Japão , Inglaterra e França -, cinco tiveram a participação de volantes. Paulinho fez duas vezes, Hernanes teve um gol e influência direta em outro, marcado por Fred. Até Luiz Gustavo, mais defensivo, apareceu para roubar bola que resultaria em gol de Oscar contra os franceses.
O assunto que traz boas soluções a Felipão, porém, também tem gerado irritação no treinador. Depois da partida contra o Japão, por exemplo, um jornalista o interpelou: “volante que faz gol também é bonito para o técnico?”. Desconcertado, evitou o atrito e disse apenas: “sim”.
A satisfação com os jogadores da posição é tão grande que utilizar três volantes é uma alternativa cada vez mais válida para o treinador. Felipão encontrou em Hernanes uma opção confiável para proteger a defesa sem deixar o time retrancado. Prova é que, nesse sistema, o Brasil marcou quatro dos oito gols em seus últimos três jogos.
Felipão nega surpresas e repete escalação da vitória sobre a França
Terra
O técnico Luiz Felipe Scolari realmente gostou da atuação da Seleção Brasileira na vitória por 3 a 0 sobre a França, em amistoso disputado na Arena do Grêmio. O gaúcho repetirá a formação daquela partida no confronto com o Japão, o primeiro pela Copa das Confederações.
“Já confirmei. Se não houver problema psicológico, mental ou dor de barriga, são aqueles mesmos que vão jogar”, brincou Felipão, sem se preocupar com a entorse no tornozelo direito sofrida pelo volante Paulinho, no treinamento de quinta-feira. “Não foi nada.”
Dessa forma, caso não haja nenhuma das variantes sugeridas por Felipão, o Brasil enfrentará o Japão com a seguinte escalação: Júlio César; Daniel Alves, Thiago Silva, Davis Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho e Oscar; Hulk, Fred e Neymar.
“Estou satisfeito com esse time, vendo os atletas trabalharem com muita vontade, em um bom ambiente. É claro que existe uma cobrança por melhora acentuada, e isso vem acontecendo. A minha confiança nesse time é absoluta para todos os jogos”, bradou Felipão.
Únicos já garantidos em 2014, Brasil e Japão abrem Copa das Confederações
Uol
Seleção de Felipão entra em campo em Brasília com missão de convencer a torcida e manter a invencibilidade contra os japoneses, que, com o time principal, jamais na história venceram os brasileiros.
As duas equipes são as únicas já classificadas para a Copa do Mundo de 2014. O Brasil, por ser anfitrião do torneio, e o Japão, que conseguiu se qualificar mais de um ano antes do evento. Essa coincidência dá um sabor especial à partida de abertura da Copa das Confederações, neste sábado (15/06), no Estádio Nacional de Brasília. Um gosto de que agora a coisa é para valer.
O Brasil entra em campo com a missão de ganhar, é claro. O peso de ter saído vitorioso de três das seis edições do torneio (incluindo as últimas duas) e de ainda jogar em casa é grande. Mais importante, entretanto, é que a equipe do técnico Luiz Felipe Scolari tem que convencer a torcida. Depois de sete meses no cargo, Falipão ainda não conseguiu resultados satisfatórios, à exceção da vitória de 3 a 0 sobre a França, em Porto Alegre, no domingo passado. Além disso, o time que lidera amarga atualmente a 22ª no ranking da Fifa, a pior colocação de toda sua história.
Os campeões asiáticos, com o passaporte já carimbado para a Copa, sonham em estragar a festa brasileira logo no começo. O meio-campo Kagawa, do Manchester United, que sua equipe vai à Copa das Confederações “para ganhar”. Ainda mais enfático foi o zagueiro Yuto Nagatomo, do Inter de Milão.
“Participamos do torneio. Portanto, queremos ganhá-lo”, garantiu o atleta. “Mas nosso jogo ainda tem que melhorar em muitos aspectos, e estou concentrado em fazer o possível para levantar a taça”.
Brasil e Espanha partem como favoritos na Copa das Confederações
Espan
Brasil e Espanha partem como favoritos na Copa das Confederações, que começa neste sábado (15), o primeiro por ser país-sede da competição e pela força de sua camisa, e a segunda por ser a atual detentora dos principais títulos do futebol mundial.
As duas seleções são as cabeças de chave dos dois grupos do torneio intercontinental. Junto com pentacampeões mundiais formam o grupo A, Itália, México e Japão. Ao lado da dona do título da Copa do Mundo de 2010, estão Nigéria, Taiti e Uruguai. O tão esperado duelo, entre brasileiros e espanhois, assim como na Copa das Confederações de 2009 e no último Mundial, pode não acontecer.
Na primeira das competições realizada na África do Sul, quatro anos atrás, a Fúria caiu nas semifinais, em seguida foi a vez de o Brasil cair nas quartas de final. Coadjuvantes de luxo na competição, Itália e Uruguai aparecem como principais candidatas a tomar o título dos dois favoritos. Japão, México e Nigéria correm por fora, enquanto o Taiti é a grande zebra do torneio.
Para reforçar o status de principais forças da Copa das Confederações, foi divulgado nesta quinta-feira que Espanha e Brasil são as duas seleções mais valiosas do torneio, de acordo com estudo da Pluri Consultoria. Os 23 jogadores da lista de convocados do técnico Vicente Del Bosque valem juntos 647,5 milhões de euros, enquanto os brasileiros valem 446 milhões.
A competição será aberta neste sábado, com o duelo entre Brasil e Japão, no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília. No domingo, jogam Itália e México no Maracanã, no Rio de Janeiro, além de Espanha e Uruguai na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata. A primeira rodada será fechada com o duelo entre Nigéria e Taiti, no Mineirão, em Belo Horizonte.
As duas primeiras seleções de cada chave se classificam para as semifinais. A Copa das Confederações será decidida no dia 30 de junho, no Maracanã.
Recepcionada com samba, Seleção entra no clima na chegada a Brasília
Globo Esportes
Os jogadores da seleção brasileira foram recepcionados com festa por uma banda convidada pela Secretaria de Turismo do Distrito Federal no hotel onde o grupo ficará hospedado em Brasília. Ao descer do ônibus, os atletas se deparavam com os músicos, que entoavam apenas sambas famosos. Lucas e Daniel Alves entraram no clima e chegaram a improvisar uma batucada. Neymar também brincou com os companheiros.
A delegação entrou no hotel por uma porta lateral. O ônibus que conduziu os atletas foi escoltado por batedores e carros da polícia federal. Na chegada, além da presença da banda, alguns jogadores distribuíram autógrafos para algumas pessoas presentes no local. Neymar foi o mais assediado.
A seleção brasileira folgou no restante desta quarta-feira. O primeiro treino em Brasília será às 15h30m de quinta-feira. Ele será realizado no Centro de Capacitação Física dos Bombeiros em Brasília. A primeira hora da atividade será fechada para imprensa.
Seleção Brasileira treinou no campo e na academia
CBF
O dia foi de trabalho para a Seleção Brasileira no Centro de Treinamento do Goiás. Os jogadores que começaram o jogo contra a França, à exceção do goleiro Julio Cesar, suaram a camisa na academia, em atividade de regeneração e reforço muscular orientada pelo preparador físico Anselmo Pereira e o fisioterapeuta Rosan.
Felipão e Murtosa levaram nove jogadores para o campo para um treino técnico em campo reduzido. Julio Cesar, Jefferson, Diego Cavalieri, Jean, Réver, Dante, Fernando, Jadson, Jô e Bernard foram divididos em dois times. Antes, houve o aquecimento com Paulo Paixão.
Como uma equipe tinha um jogador a mais, um jogador funcionava como curinga, na hora de atacar. Como explicou Flávio Murtosa, a atividade teve como objetivo exercitar a posse de bola, marcação, movimentação e ações ofensivas e defensivas.
Em meio ao treino, os jogadores que trabalharam na academia foram para o campo se exercitar em corridas.
Renovado, Brasil mantém só três da Copa de 2010; Espanha tem 18
Globo Esportes
Julio César, Daniel Alves e Thiago Silva. Isso é tudo que o Brasil carrega da Copa do Mundo de 2010 para a Copa das Confederações, três anos depois. Sobreviventes de uma renovação completa, que passou por dois técnicos, dezenas de convocados, e resulta em uma condição bem distinta dos demais favoritos ao título do torneio. A seleção brasileira é, de longe, a que manteve menos jogadores. Só esses três, um abismo de diferença para a Espanha, que preservou 18 dos 23 campeões mundiais, e o Uruguai, com 17 caras repetidas.
A “geração Neymar” é composta por atletas que mal haviam surgido para o futebol em 2010. O santista chegou a ser cogitado naquela Copa do Mundo, mas outros eram ilustres desconhecidos. Casos de Lucas, que ainda era chamado de Marcelinho no São Paulo, dos atuais campeões europeus, Dante e Luiz Gustavo, e do volante Fernando.
Muitos estrearam na Seleção com Mano Menezes. O treinador assumiu logo após a derrota para a Holanda no Mundial, que culminou na saída de Dunga. Além de Julio César, Daniel Alves e Thiago Silva, o único jogador brasileiro que estará na Copa das Confederações, e já disputou uma Copa do Mundo, é o atacante Fred, convocado em 2006 por Carlos Alberto Parreira.
Cenário bem diferente da Espanha. Campeã na África do Sul, em 2010, ela levará ao Brasil praticamente o mesmo time. Entre os titulares que fizeram história há quatro anos, o zagueiro Puyol e o lateral-esquerdo Capdevila não fazem mais parte do grupo. Além deles, caíram Marchena, Llorente e Xabi Alonso, esse último apenas por lesão. Em seus lugares, são novidades Jordi Alba, Azpilicueta, Monreal, Cazorla e Soldado.
Na base da vontade, Brasil vence a França e põe fim a incômodo jejum
Globo Esportes
O peso de um amistoso não chega nem perto de um jogo de campeonato. Mas em determinados casos, uma partida assim pode tirar toneladas das costas de um time. No caso, da seleção brasileira. Por mais estranho que possa parecer para o maior campeão de todos os tempos, a vitória do Brasil sobre a França por 3 a 0, neste domingo, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, acabou com um tabu de mais de três anos e meio sem vencer um campeão do mundo. Contra os Bleus, o jejum durava desde 1992.
A Seleção ainda está longe de empolgar. Bem longe. Tanto que as mais de 51 mil pessoas presentes no estádio oscilaram entre gritos e momentos de completo silêncio e até vaias (nem Oscar, autor do primeiro gol, escapou). Mas ao menos com esse triunfo conseguiu ganhar um ânimo extra para o desafio que vem pela frente: a Copa das Confederações. A última vitória sobre um campeão do mundo tinha sido em novembro de 2009, 1 a 0 sobre a Inglaterra. De lá para cá, cinco derrotas e dois empates. Além do meia do Chelsea, Hernanes e Lucas também marcaram.
O fato é que falta à seleção brasileira poder de decisão. Talvez por isso essa vitória tenha demorado tanto tempo a voltar à rotina. Não é um problema apenas do time de Felipão. Já era assim com Mano Menezes. Ao menos, a vontade apresentada no amistoso deste domingo deixa a esperança de que as coisas podem melhorar. Com Neymar é preciso ter paciência. Ele tem o apoio da torcida quando vai bem. Quando vai mal ou mais ou menos, as vaias são inevitáveis.
A seleção brasileira se concentra agora na reta final da preparação para a Copa das Confederações. A estreia está marcada para o próximo dia 15 de junho, sábado, contra o Japão, em Brasília. Cabeça de chave do Grupo A, o Brasil ainda encara o México, dia 19, em Fortaleza, e a Itália, dia 22, em Salvador, pela primeira fase.
França de 1998 é trauma de infância para jovem seleção brasileira
Uol
Quando o Brasil entrar em campo contra a França, no próximo domingo, boa parte da seleção brasileira estará diante de um trauma de infância. Com média de 26,1 anos de idade, boa parte dos comandados de Luiz Felipe Scolari teve na Copa do Mundo de 1998, de Zidane e companhia, o primeiro grande trauma na relação com a equipe verde-amarela.
“Acho que a minha principal lembrança [da França] é da final da Copa de 1998, que infelizmente o Brasil perdeu. Me lembro muito bem desse jogo. Eu tinha seis anos, estava assistindo em casa”, disse Lucas.
“Em 1998, o Brasil perdeu e eu fiquei muito bravo com a seleção. Eu, que era torcedor, não gostei do vice”, relembrou Filipe Luís. “Todo torcedor brasileiro lembra daquela final e ainda sente. Claro que marca”, ratificou Jô.
Os três têm, respectivamente, 20, 27 e 26 anos de idade. Na fatídica decisão em que Ronaldo foi atrapalhado por uma convulsão e Zidane brilhou com dois gols, tinham de seis a 13 anos. Na época, o imaginário futebolístico do trio ainda estava em formação, e perder uma final de Copa certamente é um baque nesse processo.
Como Lucas, Filipe Luís e Jô, outros tantos do elenco viveram algumas de suas primeiras emoções negativas com a seleção na partida contra a França. Jean, Marcelo, David Luiz, Paulinho, Luiz Gustavo, Fernando, Hulk, Oscar, Neymar e até o caçula Bernard estão dentro da mesma faixa etária e também devem ter sofrido com a partida.
Neste domingo, todos eles terão a chance de exorcizar um pouco esse fantasma. Na Arena Grêmio, em Porto Alegre, a seleção fará seu último amistoso antes da Copa das Confederações diante de uma França em reformulação, dirigida por Didier Deschamps, capitão da equipe que há 15 anos derrubou Ronaldo e companhia.
Antes da Copa das Confederações, Brasil cai para 22º no ranking da Fifa
Globo Esportes
Às vésperas da disputa da Copa das Confederações, a seleção brasileira caiu para a 22ª colocação no ranking mundial da Fifa, que teve nova edição divulgada nesta quinta-feira. Esta é a pior posição do país na história da lista, criada em 1991.
No ranking de maio, a Seleção aparecia na 19ª colocação, mas acabou ultrapassada por Bósnia e Herzegovina (seleção que mais subiu no ranking), Dinamarca e Gana. Por não estar disputando as Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014 – pelo fato de já estar classificado como país-sede -, o Brasil tem dificuldades para somar pontos no ranking desde 2010. Entretanto, a Copa das Confederações pode ser uma boa oportunidade para a recuperação, já que se trata de uma competição oficial da Fifa.
A Espanha segue como líder do ranking, seguida por Alemanha, Argentina e Croácia. A Holanda subiu da nona para a quinta posição, deixando para trás Portugal, Colômbia, Itália e Inglaterra. O Top 10 do mundo ainda conta com Equador.
Nenhuma das seleções que participarão da Copa das Confederações, que terá início no dia 15 de junho, teve crescimento no ranking. Enquanto Espanha e Itália mantiveram suas posições de maio, o México caiu para 17º, o Uruguai para 19º, a Nigéria para 31º, o Japão para 32º e o Taiti para 138º.
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