:: ‘Seleção Brasileira’
Felipão convoca 20 jogadores para o amistoso do dia 14 de agosto
CBF

O técnico Felipão convocou 20 jogadores para o amistoso do Brasil contra a Suíça no dia 14 de agosto, em Basel, na Suíça.
Felipão manteve a base da Seleção Brasileira campeã da Copa das Confederações 2013. O lateral-esquerdo Maxwell, do Paris Saint Germain, é a novidadade da relação.
A viagem para Basel será no dia 11 de agosto, às 19h15 (LH501), saindo do Aeroporto Internacional Tom Jobim, do Rio de Janeiro, e às 20h05 (JJ8070), do Aeroporto Internacional de Guarulhos.
A Seleção Brasileira treina na terça-feira no Estádio Jakob Park, às 16h15 (11h15 de Brasília).
Brasil e Suíça se enfrentam na quarta-feira, dia 14 de agosto, às 20h45 (15h45 de Brasília), no Estádio Jakob Park.
Veja a relação dos 20 jogadores:
Goleiros: Julio Cesar (Queens Park Rangers) e Jefferson (Botafogo) – Zagueiros: Thiago Silva, (Paris Saint Germain), David Luiz (Chelsea) e Dante (Bayern de Munique) – Laterais: Daniel Alves (Barcelona), Jean (Fluminense), Marcelo (Real Madrid) e Maxwell (Paris Saint Germain) – Meio-campo:Fernando (Shakhtar Donetsk), Hernanes (Lazio), Luiz Gustavo (Bayern de Munique) e Paulinho (Tottenham) – atacantes: Oscar (Chelsea), Jô (Atlético-MG), Lucas (Paris Saint Germain), Hulk (Zenit), Bernard (Atlético-MG), Fred (Fluminense) e Neymar (Barcelona).
Brasil sobe do 22º para o 9º lugar no ranking da Fifa; Fúria segue soberana
Globo Esportes

Como era esperado, o Brasil deu um salto no ranking da Fifa, divulgado na manhã desta quinta-feira pela entidade máxima do futebol. Com a conquista da Copa das Confederações, a seleção brasileira subiu do 22º (pior performance da história) para o nono lugar (1.095 pontos), retornando ao Top 10 após mais de um ano de ausência (a última vez foi a quinta posição, em junho de 2012). Mesmo derrotada na final da competição que reuniu os campeões dos continentes, a Espanha manteve a liderança, agora com 1.532 pontos.
A Alemanha (1.273) permanece na segunda colocação, agora perseguida pela Colômbia (1.206), que ultrapassou a Argentina (1.204) e assumiu o terceiro posto. Em quinto segue a Holanda (1.180) e em sexto aparece agora a Itália (1.142). Terceira colocada na Copa das Confederações, a Azzurra ganhou duas posições em relação a última lista. Portugal (7º, com 1.099), Croácia (8º, com 1.098)) e Bélgica (10º, com 1.079) completam a relação dos dez primeiros selecionados.
Outro semifinalista na competição internacional disputada no Brasil, o Uruguai (1.016) subiu sete posições, ocupando agora a 12ª, uma atrás da Grécia (1.038). Já a Inglaterra (994) perdeu seis colocações e caiu para o 15º lugar.
O ranking começou a ser feito pela Fifa em agosto de 1993, quando o Brasil ficou em oitavo. Porém, logo no mês seguinte a equipe de Carlos Alberto Parreira assumiu a liderança. Até junho de 1994, a Seleção oscilou entre o primeiro e o quarto lugar, mas após a conquista do tetra manteve a ponta de julho de 1994 a janeiro de 2001. Depois do penta, o Brasil retomou a hegemonia entre julho de 2002 e janeiro de 2007. Desde então, o time canarinho voltou poucas vezes à liderança do ranking da Fifa: apenas de julho a outubro de 2009 e entre abril e maio de 2010.
A Espanha está na ponta da lista mensal desde agosto de 2011 (antes, havia liderado de julho de 2010 a julho de 2011). A Alemanha ocupa o segundo lugar desde julho de 2012. O Brasil caiu muito no ranking por não disputar as eliminatórias para a Copa do Mundo, já que será o país-sede em 2014.
Após título, Brasil deve voltar ao top 10 do ranking da Fifa
Terra

O título da Copa das Confederações, conquistado no último domingo após vitória sobre a Espanha, deverá fazer a Seleção Brasileira voltar ao top 10 das melhores seleções do ranking da Fifa. A atualização será anunciada nesta próxima quinta-feira, através do site oficial da entidade.
As vitórias sobre França, em amistoso antes da competição, Japão, México, Itália, Uruguai e Espanha deram 8657,34 pontos ao time nacional somente neste mês de junho. Fazendo a média dos últimos meses e dos últimos dois anos, como faz a Fifa, é provável que a equipe fique na nona colocação, com 1095 tentos.
Vale lembrar que a Seleção estava na modesta 22ª posição, próxima de Montenegro, Mali, Noruega etc., seleções que nunca estiveram próximas de ganhar uma Copa do Mundo. Enquanto isto, a Colômbia, embalada pelo bom momento no futebol sul-americano, consolidava-se no top 10.
Mas o título ainda deixa os comandados de Felipão muito distantes da seleção espanhola, que lidera com folga, com 1532 tentos. Alemanha e Argentina completam o ‘pódio’ do ranking da Fifa, criado em 1993 – o Brasil é o país que liderou a lista por mais tempo desde então.
O próximo compromisso canarinho está marcado para o dia 14 de agosto, contra a Suíça, fora de casa, na Basileia. Já no dia 10 de setembro, os brasileiros enfrentarão Portugal, ex-time de Felipão, em Boston, nos Estados Unidos.
Fifa divulga seleção da Copa das Confederações com 8 brasileiros
Globo Esportes

Com o fim da Copa das Confederações no último domingo, a Fifa divulgou nesta quarta-feira um “Time dos Sonhos” do torneio. A escolha foi feita a partir de uma votação no site oficial da entidade, onde os internautas do mundo todo escolheram 11 jogadores e um técnico.
Entre os 12 eleitos, estão nada menos do que oito brasileiros, que se sagraram tetracampeões da competição. Julio César, Daniel Alves, David Luiz, Thiago Silva, Paulinho, Neymar, Fred e Luiz Felipe Scolari estão no “Dream Team” da Copa das Confederações.
Completam a “escalação” os vice-campeões espanhóis Sergio Ramos, Iniesta e Fernando Torres; e o italiano Pirlo, que terminou em terceiro lugar com a Itália.
Improvisando uma escalação com Sergio Ramos atuando como lateral-esquerdo, poderíamos armar um 4-3-3 com: Júlio César, Daniel Alves, David Luiz, Thiago Silva e Sergio Ramos; Paulinho, Pirlo e Iniesta; Neymar, Torres e Fred. Felipão seria o comandante.
Também em anúncio feito hoje, o gol do uruguaio Luis Suárez contra a Espanha foi eleito o mais bonito da competição. Realizada pela internet, a eleição escolheu a forte cobrança de falta por cima da barreira, no ângulo, sem chances para o goleiro Casillas. A partida foi válida pelo Grupo B da primeira fase. Seu compatriota Diego Forlán, ficou em segundo, com o gol marcado contra a Nigéria. O gol de Neymar na final contra a Espanha foi o terceiro colocado.
Neymar e Paulinho concorrem à Bola de Ouro da Copa das Confederações
Gazeta Esportiva

Detentor da marca de 100% de aproveitamento (quatro vitórias em quatro jogos) nesta edição da Copa das Confederações, o Brasil tem dois representantes na busca pelo prêmio da Bola de Ouro do torneio. Neste sábado, a Fifa (Federação Internacional de Futebol Associado) divulgou a lista de atletas que concorrem ao troféu e incluiu o atacante Neymar e o volante Paulinho. Ao todo, seis jogadores participam da disputa.
Autor de três gols em quatro partidas, Neymar se consolidou como principal destaque da equipe verde-amarela. Em grande fase na Seleção, o camisa 10 recebeu o prêmio de melhor jogador em todas as partidas da fase de grupo, contra Japão, México e Estados Unidos. Único atleta a conquistar o troféu nos três duelos, o atacante foi descrito pela Fifa como “uma das grandes sensações do futebol mundial”.
Paulinho, por sua vez, assumiu titularidade absoluta sob comando de Luiz Felipe Scolari, já anotou dois gols na Copa das Confederações e pode ser o primeiro volante a ganhar o prêmio. Atrapalhado por uma lesão no tornozelo esquerdo, o atleta desfalcou o Brasil contra a Itália, mas retornou ao time contra o Uruguai e marcou o gol que garantiu vaga na final da competição. Ao todo, são 270 minutos em campo no torneio.
Além dos brasileiros, outros quatro atletas disputam a Bola de Ouro. Também finalista, a Espanha tem o meio-campista Andrés Iniesta e o zagueiro Sergio Ramos como representantes. Em busca do terceiro lugar na Copa das Confederações, Itália e Uruguai contam com o volante Andrea Pirlo e o atacante Luis Suárez, respectivamente.
A final do torneio será neste domingo, às 19 horas (de Brasília), no Maracanã. O anúncio do melhor jogador da competição será feito logo após o término da partida. Tricampeão da Copa das Confederações, o Brasil já ganhou o prêmio em quatro oportunidades, com Denílson (1997), Ronaldinho (1999), Adriano (2005) e Kaká (2009). Os franceses Pires (2001) e Thierry Henry (2003) são os outros vencedores.
Felipão diz que seleção não vai mudar seu estilo contra a Espanha
Folha de São Paulo

O técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, disse que a equipe não vai mudar o seu padrão de jogo para a final da Copa das Confederações contra a Espanha, no domingo, no Rio, às 19h.
“A Espanha vem montada já há cinco ou seis anos, vem ganhando todas as competições que disputou nesses quatro, cinco anos. É uma equipe que está totalmente integrada, mas nós vamos jogar dentro do nosso estilo, da forma como estamos jogando”, afirmou Felipão em entrevista ao site da CBF.
“A gente vai jogar, vai enfrentar a Espanha respeitando a qualidade, mas tentando mostrar o nosso potencial, nossa qualidade. Nós chegamos na final, temos condições de superá-los nesse jogo final também”, disse.
Brasil e Espanha terminaram a primeira fase da Copa das Confederações com 100% de aproveitamento. Nas semifinais, a seleção de Felipão bateu o Uruguai, por 2 a 1, enquanto o time de Vicente del Bosque derrotou a Itália nos pênaltis.
Apesar de a Espanha ter jogado na quinta-feira e de ter participado de dois tempos de prorrogação, Felipão vê o time rival bem preparado fisicamente para o duelo final no Maracanã.
“Nós sabemos que a Espanha nessa Copa das Confederações praticamente teve um jogo a menos, porque o jogo contra o Taiti, todos foram trocados, os jogadores se recuperaram, então eles estão em perfeitas condições”, afirmou.
Parreira diz que Brasil vai encerrar fase invicta da Espanha: ‘Está na hora’
Globo Esportes

A quinta-feira foi de definição do adversário do Brasil na final da Copa das Confederações. A Espanha venceu a Itália nos pênaltis e alcançou a vaga na decisão do próximo domingo, às 19h, no Maracanã. Em entrevista a Galvão Bueno no Jornal Nacional, coordenador-técnico da Seleção, Carlos Alberto Parreira, não mostrou temor com os 29 jogos de invencibilidade do adversário e prometeu que o time de Luiz Felipe Scolari acabará com a série:
– Está na hora e vai acontecer.
Apesar de ter pela frente a poderosa Roja de Iniesta e Xavi, Parreira garantiu que a equipe brasileira não mudará de estilo. O objetivo é seguir tomando a iniciativa do jogo. – Estive conversando com Felipão e a comissão técnica, não é hora de mudar. É manter aquilo que vem dando certo até agora. O Brasil em casa tem que tomar a iniciativa do jogo.
Apesar de todo o cartaz de uma final diante dos espanhóis, Parreira afirmou que não havia preferência por adversário. Mas reconheceu que era o confronto preferido dos torcedores. – Esse era o jogo que o mundo todo esperava. A gente não escolheu adversário para essa final. Mas já que veio a Espanha, é muito bem-vindo. O Brasil está num momento sensacional, time ganhou confiança, tem uma cara, o Felipão fez um trabalho maravilhoso durante um mês, estamos há cinco jogos sem perder jogando contra campeões do mundo. Temos uma grande expectativa, sabendo que iremos jogar muito bem.
Após vencer o Uruguai na quarta, a Seleção chegou ao Rio de Janeiro nesta quinta e a delegação só acompanhou a semifinal entre Espanha e Itália a partir do segundo tempo. Mas a comissão técnica aprendeu algumas lições com a Azzurra, que dominou a Roja durante boa parte do 0 a 0 e só caiu nos pênaltis. – Soubemos que a Itália fez um primeiro tempo maravilhoso, mostrando que com vontade, determinação e inteligência, a Espanha pode ser batida.
A equipe de Felipão treina nesta sexta em São Januário para o início da preparação para a grande partida diante da Espanha.
Após Maracanaço, Brasil sofreu só uma derrota em casa para Uruguai
Gazeta Esportiva

A vitória sobre o Brasil na final da Copa do Mundo de 1950, no Maracanã, inspira o Uruguai até hoje em partidas contra a equipe verde-amarela. Porém, se depender do retrospecto depois do Maracanaço, o time celeste não tem tantos motivos para se empolgar para a semifinal da Copa das Confederações, que será disputada nesta quarta-feira, no Mineirão. Depois da histórica vitória na única final de Copa realizada até hoje no Brasil, os uruguaios atuaram novamente em território brasileiro mais 17 vezes contra os anfitriões e venceram apenas uma partida, em 25 de novembro de 1992, em um controverso amistoso disputado no estádio Amigão, em Campina Grande, que terminou com vaias da torcida local.
Sem jogadores dos clubes europeus, o então técnico do Brasil, Carlos Alberto Parreira, formou os titulares apenas com atletas que atuavam no futebol brasileiro, ouvindo muitas reclamações das agremiações, que tiveram de liberar suas estrelas. A edição do jornal A Gazeta Esportiva do dia do jogo comprovou o desconforto dos times, mas exaltou também a sequência invicta que se estendia desde 1950. “Para dar um interesse maior a um jogo que muitos criticam pela época em que é realizado, ainda há o fato de que o Uruguai está na chave do Brasil nas Eliminatórias. No entanto, há uma curiosidade no fato de o Brasil estar invicto contra a ‘Celeste Olímpica’ desde 1950 nos jogos que foram realizados no nosso País”, informou o diário.
Mas a invencibilidade em casa acabou naquela noite, justamente quando o técnico do Brasil no Maracanaço, Flávio Costa, estava nas arquibancadas, junto com outros ex-atletas homenageados, como Nilton Santos, que chegou a chorar de emoção. “Esta homenagem chegou atrasada, pois muitos já se foram. Mas antes tarde do que nunca”, comentou, em reportagem de A Gazeta Esportiva. A Seleção caseira começou com um ritmo forte e abriu o placar, com gol do atacante Edmundo, que era do Vasco na época. A situação começou a se complicar quando o atacante Evair sofreu uma distensão muscular ainda no primeiro tempo, dando lugar a Nilson. A equipe local sofreu uma queda gradual de rendimento e levou o empate em lance infeliz do goleiro Gilmar.
“Fui na bola achando que ela estava fácil, mas o chute do Cabrera veio com muito efeito. Melhor perder agora do que nas Eliminatórias”, lamentou o arqueiro, enquanto Parreira se conformava por não ter contado com atletas que atuavam no exterior.
Os uruguaios, que reclamaram de cansaço assim que chegaram ao Brasil, exibiram um condicionamento físico capaz de virar o placar depois do gol de Edmundo. Cabrera e Guerra garantiram a vitória para os visitantes, em resultado considerado histórico pelos principais jornais do país vizinho no dia seguinte. Afinal, desde o Maracanaço, a celeste acumulava dez derrotas e um empate em território brasileiro. O tropeço de virada tirou a paciência da torcida em Campina Grande. Antes de a bola rolar, os atletas elogiaram todo o apoio que receberam dos fãs no local, mas a situação mudou com o resultado. “Vaias para o Brasil”, exibiu a edição de A Gazeta Esportiva no dia seguinte à derrota.
Porém, depois do amistoso em Campina Grande, o Brasil retomou sua soberania em casa contra o Uruguai. Desde o tropeço em 1992, a Seleção não perdeu mais em seus domínios para o adversário (três vitórias e dois empates). Nesta quarta-feira, às 16 horas (de Brasília), o time de Luiz Felipe Scolari precisa manter o retrospecto para avançar à decisão da Copa das Confederações.
Brasil encara Uruguai em palco de ‘novidades’ para o craque Neymar
Globo Esportes

Três de novembro de 2012. O Santos goleou o Cruzeiro por 4 a 0, em Belo Horizonte, e Neymar foi aplaudido pela torcida rival. Vinte e quatro de abril de 2013. O Brasil empatou com o Chile em 2 a 2, também na capital mineira, e o atacante escutou a pior vaia de sua carreira. Vinte e seis de junho de 2013. Na semifinal da Copa das Confederações, às 16h (de Brasília), contra o Uruguai, no Mineirão, o agora craque do Barcelona tem a chance de, enfim, viver uma situação “normal” na cidade: ser ovacionado por quem torce por ele, como foi em Brasília, Fortaleza e Salvador.
– As coisas ruins a gente esquece, deixa para trás. Quero continuar fazendo gols e ajudando a Seleção – declarou recentemente Neymar, em relação às vaias.
Embalado pelas vitórias sobre Japão, México e Itália na primeira fase, o Brasil encontra uma Celeste que perdeu da Espanha, mas depois venceu a Nigéria por 2 a 1 e goleou o Taiti por 8 a 0. Em seu favor, o Uruguai tem um retrospecto interessante sob o comando de Óscar Tabárez: eliminou os anfitriões dos três torneios oficiais que disputou recentemente (a Venezuela, na Copa América de 2007, a África do Sul, na Copa do Mundo de 2010, e a Argentina, na Copa América de 2011).
– Da mesma maneira que nós teremos atenção com Forlán, Cavani e Suárez, se perguntarem ao Tabárez, ele também vai ter em relação a fulano, beltrano, cicrano… – declarou o técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari.
Desacreditado no início da competição devido à fraca campanha nas eliminatórias para a Copa de 2014 (atualmente ocupa a quinta posição, o que o levaria à repescagem), o Uruguai chega ao Mineirão disposto a estragar mais uma vez a festa do dono da casa. Foi assim nas três últimas competições que a Celeste participou: em 2007 e 2011, eliminou Venezuela e Argentina, respectivamente, na Copa América. Em 2010, venceu a África do Sul por 3 a 0 na fase de grupos da Copa do Mundo e ajudou a eliminar o anfitrião.
Diante do Brasil, a tendência é que Óscar Tabárez repita a formação ofensiva que derrotou a Nigéria por 2 a 1, com Forlán, Suárez e Cavani no ataque. Pelo menos esta foi a dica dada pelo treinador durante o treino fechado no Independência na tarde de terça-feira. A única dúvida parece ser no meio, entre Diego Pérez e Arévalo Rios. No Mineirão, os jogadores fizeram apenas o reconhecimento do gramado. Na última entrevista coletiva antes do jogo, porém, o comandante preferiu não revelar a escalação.
– Não vou revelar a escalação. Tivemos apenas um treino antes do jogo, e o tempo de trabalho foi curto. O fato de termos trabalhado com portas fechadas, como outras seleções fazem, não é mistério. Estamos só obedecendo as regras da competição. Não somos obrigados a abrir o treino, e isso ainda nos é conveniente – resumiu Tabárez.
Brasil x Uruguai, um clássico de respeito que vai decidir a vaga na final no Maracanã
CBF

Brasil e Uruguai fazem um clássico sul-americano marcado por grande rivalidade, cercado de catimba, considerado por muitos como um jogo muito mais complicado do que quando a Seleção Brasileira enfrenta os argentinos.
A história de catimba entre brasileiros e uruguaios vem de há longo tempo.
– Muitas pessoas dizem que o Uruguai é muito mais perigoso do que a Argentina. Posso falar que nas últimas decisões contra o Uruguai, na Copa América de 2004 e 2007, nós vencemos na cobrança dos pênaltis.
Julio Cesar alerta para outro fator complicador no jogo contra os uruguaios, que é a excelência do seu ataque, com três jogadores de muita competência, que ele conhece bem do futebol europeu. – O Cavani, Suárez e o Forlán, este com quem tive a oportunidade de jogar no Internazionale, são três grandes atacantes, que merecem um cuidado especial.
Tanto cuidado que Julio Cesar pede redobrada atenção. – Qualquer um dos três pode decidir um jogo a qualquer momento. Se der uma piscadela, uma bobeada, eles fazem gol.
Brasil e Uruguai decidiram quem iria para as finais da Copa América de 2004 e 2007. Nas duas vezes, a Seleção Brasileira levou a melhor na cobrança de pênaltis, com Julio Cesar sendo o destaque em 2004, e Doni, em 2007.










