Clubes negociam dividir Carioca por mídias; SBT e Globo disputam TV Aberta
Uol

As negociações para venda dos direitos do Campeonato Carioca avançaram entre clubes, Ferj e televisões. Há uma proposta encaminhada para explorar múltiplas plataformas, sem estar preso em uma só empresa, e atingir renda similar ao contato anterior da competição. Na TV Aberta, o SBT e a Globo, que rescindiu o compromisso anterior, estão interessados – há a possibilidade de um pay-per-view da competição.
Quem está comandando o empacotamento do Carioca é o ex-executivo da Globo Marcelo Campos Pinto. Ele já convenceu os dirigentes de Flamengo, Fluminense, Vasco e Botafogo a negociarem juntos com a Ferj.
Houve interesse acima do esperado pelos dirigentes de clubes. A Globo, que rescindiu seu contrato que iria até 2024, fez uma proposta em valores menores do que os R$ 120 milhões originais. Inicialmente, não foi aceito. Mas a emissora segue monitorando o caso.
Pela proposta que está sendo alinhavada, os clubes poderiam conseguir até R$ 17 milhões, um valor próximo ao que era pago a Globo. Mas isso dependeria de se atingir determinados parâmetros. Entre eles, estaria a exploração de uma plataforma de pay-per-view própria da competição. Nesse caso, cada clube ficaria com o percentual do que for arrecadado pela sua torcida.
Isso atenderia a demanda do Flamengo de ser recompensado por gerar mais receita para a competição. Se for feito dessa forma, há, sim, possibilidade real de os outros clubes aceitaram.
Em 2020, o Flamengo não aceitou fechar com a Globo pelo mesmo valor ofertado aos outros clubes. Pediu mais dinheiro a emissora que não quis pagar. A disputa, envolvendo até a MP do Mandante editada pelo governo federal, gerou um vai e vem nas transmissões. Ao final, a emissora rescindiu o acordo. Se a Globo voltasse ao Carioca, seria por valores menores e aí os jogos seriam incluídos em seu ppv.
Quem acompanha as negociações do Carioca de perto prevê novidades para os próximos dias.
Na luta contra o rebaixamento, Goiás e Sport se enfrentam neste sábado (26)
Globo Esportes

Na luta contra o rebaixamento, Goiás e Sport se enfrentam neste sábado, às 19h (de Brasília), na Serrinha, em partida da 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time esmeraldino, que voltou para a lanterna após a derrota para o Corinthians, aposta as últimas fichas para permanecer na Série A. Já o Leão da Ilha, que vem de uma vitória e um empate, pode se afastar mais do Z-4.
Comandado pelos técnicos da base Augusto César e Glauber Ramos após a saída de Enderson Moreira, o Goiás até melhorou consideravelmente seu aproveitamento nas últimas rodadas, porém, a distância para o Bahia, primeiro time fora da zona de rebaixamento, ainda preocupa e deixa a equipe em situação bastante delicada. O clube aposta nos confrontos diretos contra Sport e Coritiba para se manter vivo na disputa pela permanência.
O Sport, por sua vez, busca manter a boa fase depois de vencer Coritiba e empatar com o Grêmio. Apesar dos resultados, o Rubro-negro tem o sinal de alerta ligado, uma vez que pode ser ultrapassado por Bahia e Vasco, e entrar na zona de rebaixamento nesta rodada. O Leão precisa vencer para depender apenas de si para seguir fora do Z-4.
Leão reencontra Ceni em duelo com Flamengo neste sábado
Diário do Ceará

Vivendo momento mais difícil na temporada e com risco de entrar no Z-4, Tricolor terá árdua missão de vencer Flamengo no duelo contra ex-treinador neste sábado (26), às 19h, na Arena Castelão, para fechar o ano com mais tranquilidade
A fase não é boa e o momento atual é o mais delicado na temporada. Entretanto, o torcedor do Fortaleza acredita que é possível terminar 2020 de forma positiva. A missão é difícil, mas entre os tricolores não há outro pensamento que não seja de superar o embalado Flamengo de Rogério Ceni, neste sábado (26), às 19 horas, na Arena Castelão, em duelo que marca a última partida do time neste ano e vale mais que três pontos: em campo, duelo inédito com o ex-técnico, um dos personagens mais vitoriosos da história do clube centenário.
Somente a vitória é capaz de devolver o clima de tranquilidade ao dia a dia do Leão do Pici e também para a sequência de trabalho do técnico Marcelo Chamusca, que vem sendo bastante criticado por conta do baixo aproveitamento de somente 28,5% no comando da equipe. Até aqui, em sete partidas, foram três derrotas, três empates e apenas uma vitória.
Além de todo o contexto que já dimensiona o duelo, esta partida tem um elemento ainda mais especial. Um personagem que nem sequer entrará em campo, mas certamente será o centro das atenções. Rogério Ceni volta ao Castelão pela primeira vez após ter trocado o Fortaleza pelo Flamengo e, de forma inédita, enfrentará o clube que o consolidou como técnico e onde virou ídolo.
Ao todo, Ceni ficou 1.041 dias à frente do Fortaleza, comandando a equipe em 153 jogos, acumulando 81 vitórias, 33 empates e 39 derrotas, com aproveitamento total de 60,1%.
O Flamengo de Ceni vive momento totalmente oposto ao Fortaleza no Brasileirão. São quatro vitórias seguidas e o atual vice-líder segue firme na busca pelo título.
Atlético recebe Coritiba e tenta manter vivo o sonho do título brasileiro
Super Esportes

O Atlético entrará em campo pela última vez em 2020. Na tarde deste sábado, às 17h, no Mineirão, o Galo recebe o Coritiba e tenta fechar o ano com vitória para seguir sonhando com o título do Campeonato Brasileiro. A partida no Gigante da Pampulha é válida pela 27ª rodada da Série A.
O Atlético soma 46 pontos, sete a menos que o São Paulo, líder da competição. Vice-líder, o Flamengo tem 48. Uma vitória pode manter o sonho alvinegro vivo. Atualmente, a equipe tem 7,6% de chance de ser campeão. Os cálculos são do Departamento de Matemática da UFMG.
O aliado maior do Atlético para esquecer a goleada sofrida para o São Paulo e fechar o ano com vitória é o Mineirão. Caso vença o confronto, o Galo fechará o ano com 80% de aproveitamento no estádio. Até então, são 14 vitórias, três empates e duas derrotas em 19 partidas, com 41 gols marcados e 16 sofridos.
SÉRIE B: América-MG pode assumir a ponta, enquanto Avaí quer seguir na briga pelo G4
Futebol Interior

Um dia após o Natal, o América-MG poderá ganhar seu presente. Os mineiros poderão assumir a liderança em duelo contra o CRB no sábado, pela 31ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O dia ainda terá o clássico catarinense entre Figueirense e Avaí.
Sem perder há cinco jogos – quatro vitórias e um empate – após ter ficado no 2 a 2 com a Chapecoense, o América receberá o CRB, em Belo Horizonte, às 18h30. O clube mineiro ocupa a vice-liderança com 57 pontos, a dois da liderança. Se vencer vai aos 60 pontos e ficará líder e, em tese, distante cinco pontos do acesso à elite em 2020.
Por isso, mesmo, o técnico Lisca já avisou que vai jogar com força máxima. Pode deixar alguém de fora, desde que seja aconselhado pelos preparadores físicos ou se alguém tiver algum tipo de queixa. “Vamos virar a chave e esquecer a Copa do Brasil para focar na Série B que é o nosso grande objetivo neste ano” – garantiu o técnico.
Mas é claro que chegar à final da Copa do Brasil é um fato inédito para o clube. O time mineiro, quarta-feira, empatou com o Palmeiras por 1 a 1 no Allianz Arena pelo duelo de ida das semifinais da Copa do Brasil.
Agora vai decidir sua vaga na final na próxima quarta-feira na Arena Independência. Quem vencer fica com a vaga e novo empate, haverá cobrança de pênaltis.
Até agora o time já levou R$ 17,6 milhões na competição e pode reforçar seus cofres com mais R$ 22 milhões se chegar à decisão.
Em Florianópolis, às 16 horas, o Figueirense fará duelo de opostos contra o Avaí. Sem vencer há dois jogos depois do 2 a 2 com o Guarani, o Figueirense voltou para a zona de rebaixamento com 32 pontos, em 18.º lugar.
O Avaí, por sua vez, soma 44 pontos e sonha com o G4. Pode saltar da nona para a sexta posição em casa de vitória. Ao empatar, por 1 a 1, com o Cruzeiro, o Avaí alcançou a marca de três rodadas sem derrotas.
Na segunda-feira a rodada será fechada com dois jogos. A líder Chapecoense, com 59 pontos, receberá o ameaçado Paraná, com 32 pontos em 17.º.
Enquanto o Brasil-RS, com 40 pontos em 10.º lugar, tentará se afastar da zona do descenso diante do Confiança, com 39 pontos, em 11.º.
Jogos de 2020 foram marcados por disputas nos direitos de transmissão
Uol

As transmissões esportivas na televisão brasileira sofreram alterações em 2020. Um dos principais motivos foi a paralisação do calendário devido à pandemia de covid-19. Assim, muito se discutiu sobre os acordos entre as emissoras e as responsáveis pelas competições. A situação gerou verdadeiros embates entre clubes, federações e canais responsáveis pela transmissão esportiva.
Tudo começou com o Campeonato Carioca: Um dos primeiros casos veio à tona graças ao imbróglio entre o Flamengo e a Globo, que não chegaram em acordo sobre os contratos de transmissões das partidas da final do Campeonato Carioca. Na ocasião, a emissora ficou sem transmitir a decisão entre o time da Gávea e o Fluminense. Com isso, pela primeira vez na história, quem ficou responsável foram as TVs dos próprios clubes, que fizeram a cobertura via redes sociais e seus canais no YouTube.
O Campeonato Brasileiro também passou a lidar com reflexos desta briga. Por mais que a Globo seja detentora da veiculação das imagens do Brasileirão, algumas equipes começaram a recorrer aos seus direitos sobre as transmissões de seus jogos. Um exemplo é o Athletico-PR, que tem seus jogos transmitidos pela Turner, com quem renovou seu contrato neste ano, com um novo vínculo até 2024. Ainda assim, o Grupo Globo, levando em consideração a TV aberta, SporTV e Premiere, detém boa parte dos direitos das equipes que estão na Série A e Série B do torneio nacional.
As duas principais competições da América do Sul, Libertadores e Sul-Americana, também passaram por mudanças nos direitos de transmissão. Primeiro, a entidade sul-americana criou a Conmebol TV, um sistema de streaming que transmite as partidas de todos os torneios organizados pela mesma, desde clubes até seleções.
Porém, a Globo, que era detentora dos direitos dos torneios, desistiu das transmissões por questões contratuais. Com isso, o SBT entrou na jogada e adquiriu os direitos da Libertadores da América. Já a Sul-Americana ficou em aberto, somente com transmissão no serviço de streaming da entidade e televisão fechada.
A situação não ficou limitada apenas ao Brasil. Na Europa algumas mudanças aconteceram e isso refletiu diretamente na grade de programação brasileira. Com a junção da Fox Sports e ESPN Brasil, boa parte dos torneios do Velho Continente estão sob os direitos do Grupo Disney, porém, muitos outros passaram para ‘novas casas’. Entre os que seguem estão: Campeonato Espanhol, Campeonato Inglês e a Liga Europa.
Os demais, que geralmente passavam nestes canais, estão distribuídos entre plataformas de streamings, como é o caso dos campeonatos Francês e Alemão, que são transmitidos pelo aplicativo OneFootball. Já a Champions League, Campeonato Italiano e Liga das Nações da Europa, ficaram sob o controle da Turner, em parceria com a Space e o EI Plus. Destaque também para a Band, que voltou para o cenário de transmissões e está prestes a confirmar os direitos do Serie A (Itália) e Bundesliga (Alemanha).
Instituto nega competência para fazer laudo de leitura labial usado pelo Flamengo
Atarde

O Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines) se manifestou, nesta quinta-feira, 24, a respeito das discussões ocorridas no jogo entre Flamengo e Bahia, de acordo informou O Globo. A partida terminou com uma acusação de injúria racial contra Ramirez e também imagens de um bate-boca entre ele e o atacante Bruno Henrique.
A direção geral do instituto citou, por meio de nota oficial, reportagens que abordaram “uma suposta participação do Ines na elaboração de laudo técnico em que se comprovaria o teor da fala de um jogador de futebol pertencente a uma determinada agremiação esportiva”. Trata-se da alegação, por parte do Flamengo, de que pessoas vinculadas ao órgão atestaram a suposta manifestação racista de Ramírez.
O Ines, porém, afirma que os dois profissionais, “embora pertencentes ao quadro de servidores da Instituição, em que ocupam o cargo de Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais, não o fizeram representando o Ines, mas sim de forma particular”.
Na nota assinada pela chefe de gabinete, a professora doutora Ana Regina Campello, o instituto alega ainda que “não possui a competência para se manifestar sobre questões que requeiram habilidades de ‘leitura labial'” e que “na qualidade de instituição federal de ensino vinculada ao Ministério da Educação, não possui autorização regimental para prestar serviço em prol de interesses privados a pessoas físicas ou jurídicas”.
O Flamengo disse que enviou ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva esse laudo ao qual o Ines se refere. A tentativa é acrescentar ingredientes ao inquérito pedido pela procuradoria que vai apurar a denúncia de Gerson contra Ramírez e resvala no bate-boca entre o colombiano e Bruno Henrique.
Jesus atinge marca negativa no Benfica que levou um ano para ter no Flamengo
ESPN

Campeão brasileiro e da Conmebol Libertadores em 2019 pelo Flamengo, o técnico Jorge Jesus teve uma passagem arrebatadora pelo futebol brasileiro.
Ao longo de pouco mais de um ano, o português conquistou cinco títulos e obteve apenas quatro derrotas, se tornando um dos maiores nomes da história do clube carioca.
Porém, após aceitar uma oferta do Benfica e retornar a Portugal, a vida de Jorge Jesus não tem sido tão tranquila como foi na América do Sul.
Desde a sua estreia, ainda no mês de setembro de 2020, até o momento, o português já soma quatro derrotas, o mesmo número de revezes obtido ainda no Flamengo em pouco mais de um ano.
O treinador não vive bom momento no Benfica e tem recebido forte pressão da torcida neste final de ano. Duas das quatro derrotas foram determinantes para o mal momento de Jorge Jesus no clube.
Uma delas foi logo na estreia, para o PAOK, do técnico Abel Ferreira, que hoje está no Palmeiras, por 2 a 1, que causou a eliminação ainda nos playoffs da Uefa Champions League.
A mais recente aconteceu na última quarta-feira, para o Porto, pela decisão da Supertaça de Portugal, por 2 a 0. Os outros dois revezes ocorreram pelo Campeonato Português. O Benfica caiu para o Boavista por 3 a 0 e em seguida por 3 a 2 para o Braga.
Pelo Flamengo, as quatro derrotas aconteceram para o Emelec, por 2 a 0, nas oitavas de final da Libertadores, para o Bahia, por 3 a 0 e para o Santos, por 4 a 0, ambas pelo Brasileirão, e por 1 a 0 para o Liverpool, na final do Mundial de Clubes.
Brasil domina mundo do futebol com 1,2 mil atletas no exterior
R7

O futebol brasileiro pode até estar há quase 20 anos sem ganhar uma Copa do Mundo, mas ainda é o país mais requisitado do planeta quando se trata de mão de obra. Um estudo publicado mês passado pelo Observatório do Futebol do Centro Internacional de Estudos Esportivos (CIES, em inglês), localizado na Suíça, comprovou que o Brasil é a nação que mais exporta atletas. Atualmente são 1,2 mil atletas em atividade em outros países.
Os pesquisadores chegaram ao número ao estudarem mais de 120 ligas nacionais em diversos países. O levantamento incluiu até segundas e terceiras divisões em alguns casos. Em 23 desses campeonatos os brasileiros são a nacionalidade estrangeira mais presente. Em termos de exportação de mão de obra do futebol, França e Argentina são os dois outros países com os maiores números.
A maior presença brasileira está concentrada em Portugal. Apenas as duas primeiras divisões têm quase 250 atletas. A ligação histórica entre os países, os salários pagos em euro e a oportunidade de se iniciar no futebol europeu onde se fala português são os principais atrativos para quem joga lá.
“Acredito que Portugal seja uma grande porta para o mercado europeu. O futebol tem crescido e todos os clubes da Europa têm monitorado as competições”, disse o goleiro Léo, do Rio Ave. “Acho que até hoje todos gostam do futebol brasileiro, do talento único e acho que sempre procuram o novo Neymar ou mesmo um jogador com a alegria de jogar, ir pra cima e driblar”, completou outro goleiro brasileiro, Raphael Aflalo, do Portimonense.
Porém, nem todos os atletas deixam o País movidos apenas pelo intuito de fazer uma carreira milionária ou de se expor para as grandes ligas. Para a grande parte, é a oportunidade de trocar a rotina de salários atrasados nas equipes brasileiras e para receber em dia e ter uma qualidade de vida melhor onde os brasileiros são tratados como reforços de peso.
Futebol feminino bate recordes de audiência em 2020
MSN

O futebol feminino tomou grandes proporções em 2019, quando tivemos a Copa do Mundo, que contou com recordes históricos de audiência, visibilidade e torcida.
Mas aí veio 2020, e logo no começo, a pandemia, que deixou todo mundo cheio de preocupação de que o cenário adverso pudesse frear esse ótimo crescimento da modalidade, porém, mesmo durante meses de apreensão, especialmente para os clubes de menor estruturas, o futebol foi voltando, e o engajamento da modalidade só aumentou.
E agora, prestes a acabar o ano, podemos dizer que o saldo foi muito positivo, especialmente no quesito audiência, que inclusive, sempre foi um ponto questionado pelos “opositores” do futebol feminino.
Muitas partidas do futebol feminino neste ano tiveram transmissões espalhadas por TV aberta, TV fechada, redes sociais e streaming.
O Twitter, por exemplo, já tinha parceria com o futebol feminino desde o ano passado, mas a audiência das transmissões do Brasileirão em 2020 mais que triplicou em relação a 2019: foram mais de 5 milhões de pessoas que assistiram aos jogos neste ano, contra 1,5 milhão no anterior.
Outro recorde importante e impactante foi dérbi paulista, entre Corinthians e Palmeiras, em partida válida pela semifinal do Brasileirão, que marcou o número de 1 milhão de visualizações únicas, além de 34 mil pessoas simultâneas. Algo inédito para a competição.
O primeiro e mais imediato foi nas emissoras de televisão, que correram para ter o seu espaço e transmitir as finais do Brasileiro e do Paulista. Assim, o futebol feminino esteve em múltiplas plataformas, simultaneamente, se tornando mais acessível para o público e destacando o caráter democrático do esporte, esquecido por tantas vezes.
E o segundo e talvez principal impacto foi em relação aos patrocinadores, que cresceram junto com a audiência do futebol feminino. O Campeonato Brasileiro Feminino começou com apenas uma patrocinadora, a Guaraná. A marca, no entanto, não ficou “apenas” em um simples apoio e se dedicou a uma série de ações e campanhas. Resultado final: dez novas empresas passaram a dar suporte à modalidade.
“O aumento dos números de audiência nas transmissões do Brasileiro Feminino A1 só enfatiza a consolidação do futebol feminino no cenário nacional e caminha junto com a evolução da competição nos últimos anos. Pela primeira vez na história tivemos o uso do VAR, troféu de craque da partida, jogos nos grandes estádios, entre outras ações que marcam diversos ineditismos mesmo em um momento tão difícil para o futebol mundial”, destacou Aline Pellegrino, Coordenadora de Competições Femininas da CBF.
“O futebol feminino está crescendo. Então saber que o público está acompanhando essa caminhada de perto, através das transmissões e plataformas como o Twitter, é parte fundamental da construção”, completou.
Para 2021, podemos esperar muito mais, das equipes, atletas, emissoras, patrocinadores e claro, de nós torcedores, para incentivarmos ainda mais essa modalidade, para que siga crescendo.









